I'll Protect You

16 Capítulo 15: Happy Thoughts


Notas iniciais
Ola pessoas O/
desculpe pela demora,mas eu fiquei um tempao pensando nesse cap...

Boa Leitura~

Ao longo desses dias,alguns feriados de inverno passaram-se em um piscar de olhos,a neve havia derretido de vez.voltando com o verde exuberante das folhas. Tudo estava voltando a ser como antes. O sorriso de Yamamoto de sempre,a obsessão estranha de Gokudera com Tsuna, e Reborn com seus...Cosplays...Peculiares,digamos assim.

Mas havia algo que eu queria que voltasse a normalidade. Não importa quantas vezes eu encarasse Hibari, não houve mudança no animosidade estabelecidos nas esferas de aço. Eu queria fingir que nada aconteceu naquele dia, mas eu me vi voltando no tempo quase que diariamente. Mas não era o melhor momento de minha vida nem nada,pra ser sincera,um dos piores.

-Algo de errado,Haya-chan? -Yamamoto perguntou. - Você parece quieta o dia todo.

Eu balancei a cabeça - Estou bem, não se preocupe com isso.

-Você tem certeza? - Ele perguntou: -Você não parecia muito confiante em sua resposta.

Revirei os olhos deixando um sorriso. -Você está começando ficar como Kiku, sempre se preocupando.

-Porque somos seus amigos,duh!

Rimos,mas depois ficamos em silencio novamente. Comecei a pensar sobre o dia. -Taka-kun, ela estava na escola hoje?

Yamamoto coçou o queixo -Agora que você mencionou eu não me lembro de ver ela...

Sabe aquelas crianças que nunca perdem um único dia da escola em suas vidas? Nem que tenham febre amarela? Essa e Kiku. Se tivesse uma palavra a dizer, ela estaria na escola. Suas notas realmente não se encaixam com seu comparecimento perfeito, mas escola era sua única porta aberta a partir do caos. Para que ela não fosse na escola,algo realmente serio teria que acontecer.

Empurrei a mao pela mochila e tirei meu celular, lançando-o aberto e discar o número dela na velocidade da luz. A partir dai eu coloquei-o, no meu ouvido a caixa eletronica. No beep, eu corri para fora uma frase inquieta -Hey Kiku, me ligue de volta o mais rápido possível ,ok?

Desliguei o celular. alheio ao que fazer a seguir. Yamamoto colocou a mão no meu ombro -Vamos.

- Taka-...

- Não a sua casa!

Minha boca estava aberta, -Como você-...

Ele cutucou a minha testa com um grande sorriso - Você é como um livro aberto Haya-chan.

O sorriso de Yamamoto confortou os nervos tensos. Sua mão parou de meu ombro para o lado, segurando-o com a maior. Eu enrolei meus dedos ao redor, quando o primeiro sorriso verdadeiro daquele dia estourou. E nós corremos toda velocidade pela estrada.

-Qual o caminho ?

— Uma quadra da minha casa! -Eu gritei de volta.

Nunca subestime o quanto e a velocidade que Yamamoto poderia correr, não era só capitão do time de beisebol a toa,sem mencionar a enorme quantidade de pedidos negados a equipe de atletismo.Eu nunca tinha estado em um único clube com exceção de quando eu tinha cinco anos e quase me afoguei durante uma competição de natação,o que foi uma carreira muito curta.

Minhas pernas começaram a queimar quando eu vi o telhado vermelho dos Fujiyama. Eu puxei Yamamoto naquela direção, que rapidamente fez a curva da rua. Imediatamente notei a falta de decorações no exterior. Papa Fujiyama era um pouco teatral e enchia seu gramado com flamingos cor-de-rosa e cata-ventos coloridos girando.Mesmo o carro laranja na frente tinha muitos adesivos.

Saí da mão de Yamamoto e bati contra a porta. Uma voz feminina muito jovem e abafada para ser Kiku respondeu. – Um minuto!

Um tempo depois, a porta se abriu, Hanaki,ou como apelidou a loira “pirralha”. Filha de M.G,a ruiva de dez anos sorriu e colocou os braços em volta dos meus pés - Kazehaya-nii! Bem-vinda!

Eu coloquei a mão na cabeça e bagunçei o cabelo ruivo – Hey, eu te não vejo desde o aniversário de Hiro. Você cresceu,ne?

- uh-huh. — Ela pegou o olhar de Yamamoto, um pequeno rubor. Foi realmente adorável – V-veio ver a Kiku-nii?

Eu balancei a cabeça Ela está aqui?

Sim, vamos lá dentro eu vou buscá-la.

Me lembro como se fosse ontem a primeira vez em que entrei na casa,a batida da luz com o aroma picante de canela misturado com sobras de ontem. Os móveis todos misturados, a partir de vários lugares e épocas,mas sempre bonitos e um tanto luxuosos. Alguns comprados, alguns novos, alguns prestes a serem devolvidos, nunca sabe, poderia ser roubado. Poderia ser simples ou sofisticado.A casa dos Fujiyama era certamente um wild card. Eu sou uma daquelas pessoas que adora esse tipo de coisa.

Mas hoje houve pequena alteração. Caixas de papelão foram empilhadas e o unico aroma que paira no ar era atum enlatado. Mesas e quadros retirados, eo chão estava muito limpo.

Hanaki, o que está acontecendo? Eu perguntei a garota.

Ela piscou algumas vezes, como se eu nao estivesse falando coisa com coisa. Você não ... sabe?

– Quem é esse? Eu ouvi o coro de outra mulher,eu olhei para cima e encontrei as mesmas íris profundas de Hanaki,mas em um forma adulta. Cabelo preto no alto em um coque bagunçado e um vermelho exausto em suas bochechas, lábios no mesmo tom formaram um sorriso brilhante. Ela pôs de lado a caixa e se aproximou. Kazehaya? É você?

Eu sorri de volta Eu acho que você está começando a ficar velha,Sayuri-san.

Trinta está longe de ser velho,querida. Ela brincou.

Como voce ja deve ter percebido,Kiku odeia a própria mulher me abraçando e sorrindo. A M.G ou Sayuri, é muito bonita para sua idade e já havia sido casada uma vez, Hanaki era prova disso. A única razão para realmente odiá-la seria por que ela era muito amigavel.

Quando ela se afastou, ela olhou por cima do meu ombro, em seguida, de volta para mim Seu namorado?

N-não! Só um amigo!Eu respondi: Sayuri-san esse é Yamamoto Takeshi, Takeshi essa é a namorada do pai de Kiku, Sayuri Fukko.

Yamamoto estendeu a mão – Prazer em te conhecer!

O mesmo. Ela disse sacudindo a mao, com um sorriso mútuo. Ela se virou para mim: É tão doce de sua parte vir para uma última visita!

Ultima?
Oh,Kiku nao lhe disse? Estamos m-...– Antes que completasse a palavra uma mão foi prontamente sobre sua boca, acertando seu rosto em um sonoro tapa. Um gemido de dor foi abafado mmm!

Kiku?

Papai quer que você traga a caixa pra trás. Kiku ordenou, empurrando a mulher mais velha para trás e agora estava na minha frente. Kazehaya, você não me disse que estava vindo.

Eu liguei pra você, mas você não respondeu. Kiku o que está acontecendo?

Minha pergunta pairava no ar. Kiku tinha fundindo os olhos com o chão, menos do que palavras coerentes.Eu ia te contar... – murmurou. –Kiku?

Eu realmente, realmente, realmente ia te contar! Eu prometo, mas tudo aconteceu tão rápido e eu-...

O quê?! – coloquei minhas maos em seus ombros.

–... Eu estou me mudando! Ela deixou escapar, olhei perdida para ela.

---

O silêncio era ensurdecedor entre nós duas sentados à mesa de jantar. Yamamoto foi ordenado por Sayuri para ir para casa, assegurando que estaria tudo bem.

Eu me mexi desconfortavelmente, limpando a garganta para chamar sua atenção. Então, quando ...Isso aconteceu? "

– Um pouco antes de voce chegar...

Para onde?

– Em algum lugar pela Italia...Eu realmente nao tive tempo pra descobrir...

Assim como você não teve tempo de me contar? Eu acrescentei amargamente.

Ela suspirou. – Eu realmente ia te contar. Mas voce parecia muito feliz...E eu nao poderia estragar seu desfile.

Então, quando você ia me dizer?

Amanhã de manhã ... quando a van passasse na sua casa. Ela admitiu envergonhada. Eu bati minha cabeça contra a mao, minhas características pesando uma carranca e tentando conter as lágrimas. – Mas voce ja vai...? – Eu odeio quando minha voz falha,engolindo um soluço, mas ela ouviu tudo.

É por isso que eu quis dizer quando eu estava indo... Sua própria voz começando a quebrar. Não doeria tanto,eu poderia mudar minhas ideias, porque já seria tarde demais ...

E assim toda lagrima foi um dilúvio, acabou, não segurando meu remorso e a dor que atacou violentamente meu coração. Enquanto a loira se lamentava,eu continuava a falar “Eu vou sentir sua falta." Em palavra sufocadas pelas lagrimas.

A pessoa que estava lá por mim por quase toda a carreira de mãe, a minha vida amorosa ou melhor: a falta de, e apenas um almoço em familia vazio. A partir do momento que a conheci ela foi honesta comigo.

Todos os dias fiz comida para dois. Geralmente nao teria ninguem la do lado,com o rosto recheado de comida. Ninguem poderia fazer aquele sorriso estupido que ela faz quando esta em apuros.

Eu não quero ir ...Sinto muito.

- 3 ª Pessoa —

Eu sabia que esta seria a pior parte. Mr.Fujiyama murmurou ao ouvido de sua namorada.

Eu sei ... Eu me sinto tão culpada...

Não faça isso. Elas vão ficar bem, uma vez que deixem tudo ir pra fora.

– Ainda assim... – Olhou para o corredor oculto,duas adolscentes histericas. – Kiku não vai ser feliz comigo...

– Hey. Isso nao e por voce. É pela nossa família. Todos nós vamos ter que sacrificar alguma coisa ... Kiku tambem.

- Kazehaya P.V — Dia seguinte –

Na manhã seguinte eu acordei no chão ao lado de Kiku. No começo eu não entendia onde estava,mas ao olhar para cima percebi que o teto nao tinha mais desenhos e posters,mas apenas a tela branca que realmente era,so entao retomei o que acontecera, lembrando todos os eventos que aconteceram na noite anterior me fez sorrir amargamente. Ela está indo embora. Hoje.

Me sentei sobre o futon,encontrando uma sala vazia e uma garota roncando. Anos de vida guardados em caixas de medio porte,e em breve iriam ir para o outro lado do mundo.

Depois do episodio de ontem à noite eu decidi passar o restante do tempo que eu tinha com Kiku, ficamos acordadas ate a madrugada só relembrando as memórias feitas. Nós conversamos sobre paixões, erros, namorados, e apenas as coisas que nos fizeram rir,pois em geral apenas choravamos . Eu toquei as bolsas que ficavam sob os olhos,ainda meio inchadas.

Eu balancei a menina ao meu lado Kiku, levanta.

Ela gemeu, fazendo várias tentativas para acertar a minha mão, mas só atingiu o ar– Staph’...

– Acorda,Ku-Ku!

Ne! Não me chame assim! – Irritou-se pelo apelido carinhoso dado por seu pai.

– Olhe! – provoquei. – Voce ja acordou~!

Se sentou preguiçosamente Você joga sujo.

Sorri triunfante,Kiku comentou sobre o quarto branco tambem. – Leva tempo para se acostumar... – Murmurou meio desanimada.

– Condordo...Eu nao sabia onde estava quando acordei,sem o rostinho bonito do Kevin Woo. – Ela riu. – Eu tenho esse poster no plastico bolha.

Nós rimos e fomos para a cozinha. Até lá estava sem vida, as únicas coisas que haviam sobrado eram dois guardanapos vadios e take-out chinês com nossos nomes rabiscados sobre eles em marcador preto. Entregando-me um par de pazinhos,nos empoleiramos nos balcões limpos e esquecidos.

Enquanto estávamos dormindo os adultos devem ter movido todos os móveis da sala de jantar e sala de estar. Era assustador pensar que estava tudo acabando.

– Oh,bom dia meninas. – Disse Papa Fujiyama parado na porta. – Estou feliz que tenha acordado cedo. Pegue uma caixa e leve la pra frente.

– Acabamos de acordar,Velho. Pode esperar ate eu acabar de comer? – Resmungou.

– Voce pode comer por dias,Ku- Ku- Tori. – Uma veia saltou da testa da loira,que encarou o pai com raiva. – Se aprese,o caminhao chega daqui algumas horas.

Isso fez com que eu franzesse o cenho para a comida vagabunda. Kiku percebeu e riu enquanto descansava os pauzinhos na caixa. – Se bater uma brisa,voce vai ficar com essa cara para sempre. – Coloquei a lingua envolta em comida chinesa para fora,a loira fez uma careta e empurrou os pauzinhos em sua caixa,trazendo o que poderia matar a fome na Africa para sua boca. –Chu mik me shhick! – Ela resmungou algo em arabe atraves do alimento. Eu ri, tentando deixar o alimento na minha comida.

“Ainda temos tempo...” Pensei,tentando me acalmar,mantendo o foco na culinaria barata.

Eu mastigava devagar, como se isso mudasse algo e me dese mais tempo com ela. Mas quando a voz de chamada de Papa Fujiyama veio eu decansei os pauzinhos na superficie do balcao em derrota.

Caixa apos caixa se levantou e foi guardada no caminhao. Kiku saiu para fora com duas delas empilhadas,enquanto Hiro sentava-se em frente a varanda,com suas maos segurando a cabeça. – Bom dia Hiro. – Comprimentei ao passar pelo moreninho.
– O que tem de bom?

Depois de ajudar a loira com suas coisas,me voltei para o pequeno depressivo e baguncei seu cabelo. Então você não quer ir embora também. – Ele fez um beicinho.

É injusto.Sayuri nao pode ir embora sem nos arrastar junto?

– Sinto muito por isso,mas nao daria a chance de começar de novo?

Eu não quero “começar de novo”.

– Tenha mais atitude. – Dei uma piscadela. Quando me voltei para a casa,era possivel ouvir Hiro murmurar algo. Eu o olhei pelo canto dos olhos,mas ele estava indo para o caminhão. Embora fosse difícil, eu ia sentir falta dele. A casa vazia era uma imagem assustadora,eu estava no sofa,ou pelo menos sua antiga localização. Se não me engano havia uma colcha que pairava sobre ele,por mais caro que o sofa fosse. Manchas azuis e vermelhas impressas sobre,e um vago cheiro de canela.

Kiku nunca gostou da colcha,dizendo que era muito velha e nao combinava com nada. Mas para seu pai aquele pano velho era especial,tinha algo haver com a mae da loira ou algo assim...

Eu nunca conheci a mae de Kiku e Hiro. O maximo de informação que recebi fora de que ela faleceu em um acidente de carro dois anos antes,e que entre os dois: Hiro tinha sua personalidade,mas Kiku sua aparencia ­.Talvez seja por isso que ele fosse mais mimado,mas isso nao vem ao caso. Eles visitavam o túmulo duas vezes por ano; seu aniversário e sua morte.

Você está bem? – Assenti para Kiku,pegando mais uma caixa.

Eu sabia que estavamos empurrando o ultimo pacote para dentro do carro. Tirei minhas mãos lentamente para longe,sentindo algo que não sentia desde que eu carreguei minhas malas o táxi meses antes. Virei-me a família com a mesma expressão.

Mr.Fujiyama tinha o braço pendurado sobre a namorada e as crianças estavam perto. Fui até os adultos primeiro. Papa sorriu e colocou a mão no meu ombro, apertando levemente Vou sentir saudades...

– Se um dia for para a Italia, você sera sempre bem-vinda. – Sayuri envolveu seus braços ao redor de mim. Braços amarrados em torno de si as minhas pernas, Hanaki. – Bye bye Nii-chan. – Eu me afastei. Em seguida foi Hiro,o pequeno depressivo,se recusando a retribuir o olhar. Eu descansei a mão em seu rosto e acariciou-o levemente com o polegar. Ele levantou os olhos verdes de um olhar triste. Ele não pareceu notar as lágrimas lá em cima e transformou-o em um olhar despeito.

– N-nao se machuque o-ou qualquer coisa. Porque u-uma idiota como você é recém-.., o resto foi abafado em meu jeans, esfregando suas costas.

Eu adoro tsunderes,mas sentiria mais sua falta se você fosse mais agradável. Eu sussurrei.Então não estrague o momento. – Hiro me empurrou com a cara vermelha e batida de coriza. – Q-que seja..

– Minha vez. –Kiku me virou e seus braços e os meus emaranhados em torno de si. Meu queixo pousado em seu ombro, sentindo lágrimas silenciosas escorrendo de sua camisa, respirações profundas assoladas que ela foi capaz de mentir para si mesma. – Wow,meus olhos estao bastante secos.

Me lembro do primeiro dia em que ela apareceu,como um passaro voando em migração para o lado errado. Mas não foi por acaso,foi algo que levou ela a tentar seguir o curso do vento. Neste caso,foi seu estomago vazio. Sem ela,eu nao teria um amigo em anos. Como se a loira fosse a substituta para minha mãe na casa, e agora ela estava se mudando a partir da cidade em que vivemos,da qual e um tanto presciosa pra mim.

Kiku afastou-se primeiro, com o rosto corado com um nariz vermelho e brilhante por cima. Eu tinha certeza de que minha própria aparência não estava muito boa também, mas eu sou muito ignorante para a vaidade agora. Enxuguei as lagrimas sob meus olhos com as costas da mão e acenei. É melhor você ir, não quero que você perca o vôo. – Ela suspirou,franzindo o rosto para cima e os lábios trêmulos. – E-eu acho que sim. Um dia eu vou te visitar... – Eu relutantemente concordei,com um sorriso mas ainda com algumas lagrimas escorrendo pelo rosto.

Não vá se meter em encrencas,ok?

– Apenas no dia em que você não quebre mais corações. Ela respondeu com um sorriso

Eu pisquei Nunca.

Promete?

– Obvio.

Com um último abraço ela e sua família fugiram para o conforto da van. Acenei da calçada quando eles se retiraram até que eu não pude mais ver o carro laranja.

Eu envolvi meus braços em volta de mim mesma, sentindo-se de alguma forma a repetição da história me chutar. Quando a mãe foi embora, corri para Kiku. Agora ela se foi e eu descanço na calçada vazia, a cabeça sobre os joelhos. Tentando limpar um pouco minha mente.

Ela provavelmente riria de mim,em seguida, me arrastaria pra dentro de casa e veriamos algum programa sobre K-idols,depois um jantar em familia. O pensamento deu uma pontada no coração.

- 3 Pessoa -

O sol havia sido engolido pelas nuvens negras. Um boom repentino soou pelo ceu,luminosas faiscas curvando-se em torno das nuvens,foi o primeiro ataque da noite.

Primeiramente,uma garoa leve caindo sobre os ombros da morena,que olhara para cima e franziu o cenho.

Levantou-se e colocou a palma acima dos olhos,a chuva não é a única coisa manchando seu rosto. So entao,pelo instinto de cobrir-se da chuva notou suas unhas oque lhe chamou a atenção. Ainda estavam pintados com o indigo profundo que Kyoko escolheu quando estivera doente.

“Misterios” – Dizia o frasquinho de esmalte,mas o que isso tem haver com o cenario repentino de chuva ou os “ataques” que mencionei? Bem,depois eu explico

– Misterios... – Disse a si mesma,usando o polegar para acariciar a curva suave. Outro baque de trovão ea chuva começou a cair com mais força. O senso comum lhe fez olhar por cima do ombro para a casa sem dono.

Poderia ficar la ate que o ceu ficasse limpo novamente. Mas a casa não mais tão acolhedora. Encontrando seus pes estalando contra as poças de agua em formaçao,antes que qualquer destino fosse definido.

O suporte de suas unhas ainda acima do rosto,como uma luz orientadora.

Notas finais
Enfim saimos do Normal Days (ja tava na hora neah -__-) e damos um "rellou" para a minha saga preferida,Saga Kokuyo ♥3
MAAAS, vou escrever mais sobre a mesma no proximo capitulo.