If our love is tragedy, why are you my remedy?
8 Capítulo 8
Notas iniciais
Pov Ally
Acordei, era 5 horas da manhã, fazia tempo que não dormia, até tarde nem sabia mais o que era isso. Levantei e desliguei o meu rádio, adorava dormir ouvindo música. Olhei, para as rosas que Austin, havia me dado, e as chorei me lembrei, que tinha que plantar as outras.
Tomei banho e vesti isso:
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Não sei se era porque estava cedo, mas estava frio. Sai do quarto, e fui chamar Austin para irmos plantar.
Quando, abri a porta vi roupas espalhadas por todo chão, e tinha até uma cueca?. Quando olhei para a cama, Austin, estava pelado, a sorte que tinha uma toalha na parte intima, fui olhando todo o corpo dele, Uau todo perfeito, mordi meu lábio inferior, de repente me liguei que cena estava vivendo e sai do meu devaneio e fui acordando, me agachei perto da cama.
– Austin, Austin, Austin.- ele nem se mexeu.
– Só mais 5 minutos, mãe.- falou olhos fechando.
– Que 5 minutos que nada.- pulei, na cama ele se assustou, abriu os olhos e me encarou assustado- o que aconteceu aqui em mocinha.- falei apontando para as roupas no chão.
– Aqui faz muito calor, tinha esquecido e vesti roupa de frio para dormir, acordei pingando de suor e tirei tudo.
– Mas, até a cueca? Não precisava não era?
– Você tá me deixando, constrangido que hora são?
– 5 e meia.
–Só isso, porque me acordou tão cedo?
– As rosas esqueceu?
– Não, mas vou me levantar com licença.
– Mas, você tem uma toalha- falei apontando
– Hum- disse ele olhando- mas se mostra alguma coisa, não é minha culpa.- Ele levantou e foi indo em direção para o banheiro. A toalha cobria mas a frente do que talvez eu rei da cena.
Eu fique deitada na cama dele, olhando tudo até que vi ele voltar só de toalha. Fiquei admirando, seu abdômen perfeito, uma gota que escorria lá, e o cabelo sendo bagunçado com ele com uma toalha na tentativa de secar. Ele olhou, com um olhar de pergunta.
– Gosta de que ver?- falou sorrindo
Eu balancei, a cabeça em sinal de não. Eu realmente não gostava de ver homens assim, me traziam más lembranças ruins. Ele me olhou, com um olhar de pergunta.
– Pode ser- Respondeu mais pra si mesmo, do que pra mim.
– Mas, se vesti rápido que daqui temos trabalho.
– Tá mamãe , mas por favor da licença?
– Não, eu estou com medo de ficar sozinho no corredor.- peguei o lenço no chão.- eu fico, aqui em baixo.- falei, me cobrindo toda até a cabeça em cima da cama.
– Tá certo, medrosa.
Passou um tempo.
– Vamos Ally, já terminei.
– Finalmente, já estava sem ar.
Descemos, com as rosas até a cozinha para comer algo, senti cheiro bom de café da manhã no ar.
– Hum, que cheiro bom é esse.
– Bolo de chocolate.- respondeu mamãe.
– Hum, que delicia, Bom dia Mamãe.
– Bom dia Nana. – disse Austin indo abraça-la.
– Vocês vão comer?
– Rapidinho, Nana temos que ir para o jardim.
Quando, estávamos saindo eu tive, uma ideia.
– Que tal, irmos para a cachoeira, quando acabarmos de plantar.
– Boa ideia!- Disse Austin animado.
– Tá vou subir e coloca um biquíni e já volto.
Pov Austin
– Então, terminamos né?- falou Ally quando plantamos a ultima rosa.
– Ai estou quebrado- falei me esticando.
– Deixa de ser mole Austin!- disse ela me dando uma tapa no meu ombro.
– Mole, só uma boa água de cachoeira vai me ajudar.
– A cachoeira, é lá mais para traz será que você vai aguentar?- Eu não respondi, sai correndo em direção a o lugar da cachoeira. Ally passou, na minha frente, mas tropeçou e caiu.
– Você esta bem?- falei a ajudando a se sentir no chão.
– Acho que sim- ele foi se levantar, mas não conseguiu se firmar direito.
– Vem te levo nas costas.- Eu disse, me agachando, para ela subir.
– Não, sou gorda. Você não vai, conseguir.
– Claro que vou!- Ela olhou nos meus, olhos e eu desvie para sua boca lembrei, o que tinha feito ontem. Ela subiu- Agora vamos senhorita.
– Aqui, o seu ponto?- falei quando chegamos lá.- consegui descer?
– Claro- ela desceu.- acho que naquela, hora pisei de mal jeito.
– Aproveitadora!- Falei e ela sorriu.
– Uau, essa cachoeira está, cada vez mais linda.- fiquei olhando, em volta.
Até que quando virei vi uma deusa grega, jesus que curvas eram aquelas? A Ally, era linda de biquíni.
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Resolvi, para de olhar , porque se não a Ally e ver que eu estava a olhando, e também o meu amiguinho de baixo e a despertar, olhei para baixo e vi que já era tarde, corri para dentro da água para disfarçar.
– Ei nem me esperou?- falou e entrou bem divagar, na água aquela sena estava como posso dizer sexy.- Nem tirou, a roupa também por sinal.
– Eita foi mesmo – sai e tirei o short e a blusa. Quando olhei para cima vi 2 olhos me fitando. Apenas entrei na água e fui para a caída da água da cachoeira, e fiquei me molhando, vi Ally me olhar mordendo o lábio inferior, eu queria fazer aquilo... opa pensamento.
– Você não vem? – Ela fez sinal com a cabeça que sim e se aproximou.
– Ai a água tá gelada.
– Que bom saber- comecei a jogar mais água nela.
– Não, para Austin.- falou jogando em mim.
Ficamos, assim brincando. Até que eu a, peguei e levantei no ar.
– Não me desce Austin!- eu a desci.
Quando eu desci ela, nossos rostos ficaram mais perto, que desejávamos. Peguei, e fiquei a olhando, e levantei minha mão até o seu rosto, e fiquei acariciando seu rosto.
– Como alguém, pode ter feito mal a você?- Ela se separou de mim.
– Minha mãe lhe contou! Ela não podia, ter feito isso.- Ela saiu correndo.
– Allycia, o que eu fiz?- gritei.
Ela apenas, entrou na floresta.
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