If I can't be with you
1 Capítulo 1
Notas iniciais
P.O.V Elsa
Sabe, eu nem sei muito bem como posso explicar como a minha vida funciona dentro desse castelo, não sei se sou muito infantil, não sei se amadureci muito rápido, apenas sei que toda noite olho pela pequena janela de meu quarto a imaginar como deve ser maravilhoso sair la fora, brincar com todos da vila no verão e com minha pequena e inocente irmã. Tão doce e visível a todos, nunca iria passar despercebida por alguém, ela vive a me dizer que um dia a grande espera por um grande amor valera a pena, ela espera isso dês do dia que mamãe leu um famoso conto para nós, na qual príncipes salvavam as pobres donzelas, mas, acho que seria o príncipe que precisaria ser salvo, já sei me defender muito bem, essa não é uma típica história que tem final feliz pois é a minha história, mas é como minha irmã diz, nunca se sabe o dia de amanhã quando você esquece o de ontem.
Estava a andar calmamente pelo meu quarto tentando ler um livro, mas algo dentro de mim já me avisava que algo daria errado, não sei o que e nem imagino o que seja, batem na porta levemente, me sento e ajeito meu cabelo bagunçado pelo vento frio da janela que estava aberta como de costume.
-Entre- digo me ajeitando desajeitadamente na minha cama que pela primeira vez não parecia macia para mim
-Filha? –diz minha mãe entrando junto ao meu pai- temos uma notícia para lhe dar minha querida – meu pai se coloca ao lado de minha mãe beijando levemente a bochecha dela
-Boa ou ruim? – digo a me preparar para o pior e a fechar o livro, encarei eles em busca de uma resposta fácil nos olhares firmes e calmos deles
-Boa como sempre minha cara – disse meu pai e eu solto um leve suspiro aliviada em saber que tudo estava certo e sem perigo
- O que houve então? – coloco minhas luvas encarando ainda eles
-Eu e sua mãe iremos viajar, temos que assinar um tratado de aliança com o reino de sua prima Rapunzel
-Ah...voltam quando? – digo levantando e andando até a janela
-Em menos de duas semanas provavelmente estaremos de volta –diz meu pai e olho para ele pelo canto do olho observando sua postura
-Certo
-Cuide de sua irmã, você sabe como ela ama uma adrenalina –diz ele soltando um riso fraco e eles saem.
Me sento sob o sofá que tinha em frente a janela observando algo logo ao longe vindo em direção a minha janela
-Mas o que... – sem eu termina a frase o ser me acerta e fomos em encontro ao chão, quando abro os olhos me deparo com um ser pálido, cabelos brancos como a neve, e as frias mãos dele pareciam estar quentes
-An...Prazer sou...
Continua...
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