Notas iniciais
Boa noite, gente! Penúltimo capítulo... Espero que gostem e, dessa vez, seria legal se vocês ouvissem a música enquanto leem a cena da mesma. O link está nas notas finais. Boa leitura! ♥

#9

Final – Parte 1

Kurt viu Blaine ir embora e então suas lágrimas apenas se multiplicaram. Ele não conseguia mais raciocinar direito, muito menos entender porque tudo aquilo estava acontecendo. Ele apenas sabia que sua dor estava aumentando mais a cada segundo e ele já quase não a suportava mais.

Como que um sentimento tão bonito quanto o amor pode ser capaz de machucar tanto uma pessoa? — Pensou Kurt e então ele parou para pensar mais ainda.

Não é o amor que machuca. São as pessoas que fazem isso. O amor está ali, mas as pessoas complicam tanto, que acabam jogando toda a culpa de seu sofrimento para o sentimento mais puro que existe, mesmo que no fundo elas saibam que são as próprias culpadas de suas dores.

Burt entrou no quarto do filho e sentou próximo a ele, o puxando para um abraço logo em seguida.

— Calma, meu anjo! Vai ficar tudo bem. – Burt disse apertando mais o filho contra si.

— Você tinha razão. Eu não deveria ter ido à procura dele. – Kurt disse chorando ainda mais. A sua dor não iria passar tão cedo e disso ele tinha certeza, mas, será que ela precisava ser tão profunda? – Eu nunca me apaixonei antes, por que eu fiz isso logo pelo meu irmão?

— Você não tem culpa disso, meu filho. Você não tinha como saber que ele era seu irmão. – Burt dizia acariciando o rosto do filho. – Sua mãe já foi embora.

— Ela não é minha mãe. – Kurt disse quase que gritando.

Mas, se ele não considerava Elizabeth sua mãe pelo fato de ter vivido vinte e quatro anos sem ela, então ele também não podia considerar Blaine seu irmão, não é mesmo?

— Eu odeio ela com todas as minhas forças. – Disse socando o colchão.

— Ela disse que te ama. – Burt argumentou.

— Mas eu a odeio. – Rebateu Kurt.

— Ódio é uma palavra muito forte, meu filho. – Burt levantou chocado. Ele nunca tinha visto seu filho com tanta raiva.

— Amor também e isso não impediu ela de mentir dizendo que me amava. – Kurt finalmente conseguiu secar suas lágrimas. Agora sua raiva era maior que sua tristeza.

— Talvez ela realmente ame. – Disse Burt também com raiva. Como era possível que ele acreditasse nisso?

— Me poupe, pai. Se ela me amasse ela não teria me abandonado. E grávida ainda por cima. Ela te impediu de conhecer o seu próprio filho. E agora, graças ao meu término com ele, talvez ele continue longe de você. – Kurt estava com ainda mais raiva, caso aquilo fosse possível.

— Eu sei, Kurt. Mas eu estou mais preocupado agora com o fato de que você não está nada bem. – Kurt riu sem graça e levantou.

Ele apenas foi embora. Não queria – nem precisava – de outra discussão agora. Principalmente se fosse com seu pai. O castanho pegou um táxi rumo ao seu apartamento.

Ele prometeu a si mesmo que iria passar o resto do dia trancado lá, sem abrir a porta para ninguém. Ele só queria sofrer sozinho e em paz.

[...]

Uma semana havia se passado. Uma semana onde Blaine não teve notícias de Kurt, Burt ou sua mãe.

Blaine estava agora em seu trabalho e digitava uma matéria sobre um assunto o qual não ligava e estava sem nem um pouco de foco naquilo. Ele estava preocupado com Kurt. Queria saber o que estava acontecendo com o castanho. Se o mesmo estava bem, se não estava, se já tinha se recuperado do choque e, principalmente, se eles realmente haviam terminado, pois, até então, Blaine preferira não acreditar que aquilo havia mesmo acontecido.

— Bee, o que está acontecendo com você? – Sebastian perguntou, tirando Blaine do transe. – Você não está nada bem.

— Oi, Seb, eu não... eu... eu já vou terminar a matéria para o jornal. – Sebastian arqueou a sobrancelha direita e então puxou o amigo, o levando até sua sala.

Sebastian havia sido promovido e agora ele era o editor chefe do jornal. Ele só não mandava nos outros como Nicolas, mas em relação as matérias ele podia mandar e desmandar.

— Eu preciso trabalhar, Seb. Nicolas pode me demitir se eu não fizer o meu trabalho. Você sabe que ele é rígido com essas coisas. – Disse o moreno.

— Se ele ousar pensar em fazer algo contra você, eu faço greve de sexo. – Sebastian disse rindo, mas Blaine continuava com o olhar perdido. – Você sempre ri das minhas idiotices. O que aconteceu? Eu estou ficando seriamente preocupado com você.

— Ele é meu irmão. – Blaine simplesmente disse, continuando sem expressão no rosto.

Ele? Ele quem, Bee? Eu não trabalho sem nomes, você sabe disso. – Falou o castanho e Blaine revirou os olhos.

— Ele é meu irmão. Nós terminamos. – Então a ficha de Sebastian caiu. Kurt. Era de Kurt que Blaine estava falando. – Eu já estava suspeitando desde uma conversa que tive com a minha mãe, mas então Kurt me convidou para almoçar na casa do pai dele, para ele poder me apresentar como namorado. Quando nós chegamos lá, ambos olhamos para ela e dissemos “mãe”. Então foi aí que tudo fez sentido. Ele me pediu ajuda para encontrar o irmão, mal sabíamos que ao fazer isso ele automaticamente encontrou o irmão dele.

— Mas Blaine, vocês não foram criados como irmãos. Vocês nem sabiam disso, então não tem problema nenhum esse relacionamento de vocês. – Blaine riu sem graça e encarou Sebastian nos olhos. Seu olhar era suplicante. Ele queria ajuda, mas ajuda para que?

— Para Kurt isso faz diferença. – Os olhos de Blaine se encheram de lágrimas e esse era o momento em que Sebastian precisava encontrar uma solução. E rápido.

— Já sei! Tive uma ideia. – Sebastian disse, se levantando abruptamente. – Preciso falar com Nic. Você vai agora para casa, dorme, descansa e amanhã você volta para o trabalho.

— Mas, Seb, eu... – Sebastian o interrompeu.

— Eu sou o marido do seu chefe, então você me obedece e vai. – Blaine apenas assentiu e foi embora.

Sebastian soltou um suspiro e então começou a planejar exatamente o que precisava ser feito. Mas é claro que ele precisava de uma ajudinha. Ele precisava de Nic para que isso desse certo.

Ele andou lentamente até o escritório de Nicolas, bateu na porta e entrou em seguida. O sorriso de Nicolas ao ver o marido aumentou automaticamente, o fazendo levantar para dar um rápido beijo no mesmo.

— Você nunca vem aqui durante o expediente. A que devo a honra, meu amor? – Perguntou o loiro ainda sorrindo.

— Kurt e Blaine terminaram. – Nicolas só faltou se afogar com o ar ao ouvir aquilo.

— O que? Como? Por que? Quando? – Perguntou Nicolas completamente desolado.

— Eles são irmãos. Mas isso não importa. Nós vamos juntá-los de novo. – Sebastian disse. – Preciso de sua ajuda para isso.

— É só me dizer o que precisa.

Sebastian explicou todo o seu plano para Nicolas e o loiro adorou a ideia do marido. Ele só precisava começar a executá-la.

[...]

No dia seguinte, no meio da manhã, Sebastian andou até a revista mais famosa de New York. Ele foi até lá usando seu melhor terno, com uma pasta de negócios em mãos. Quem olhasse, podia jurar que ele era um novo investidor ou alguém querendo comprar a marca, mas ele não era nada disso. Ele era apenas um jornalista com um plano em mente.

Quando ele chegou no andar mais alto, a primeira pessoa que ele encontrou foi a recepcionista, que possuía uma feição de mau humor no rosto.

— Em que posso ajudá-lo? – Ela perguntou sem vontade.

— Eu estou procurando pela dona da revista. – A garota riu. – Qual a graça?

— Ela não está ao dispor de seus fãs o dia inteiro. – Ela disse achando a maior graça do mundo. – Mas o editor chefe da revista, o que agora foi promovido para algo ainda maior, que fica no lugar dela quando ela não está, talvez possa te atender.

— E o que está esperando? Eu não tenho o dia inteiro aqui. – Sebastian disse impaciente.

A garota fez uma ligação e, depois de muito enrolar, liberou Sebastian para entrar na sala do tal editor chefe.

Ao entrar na mesma, ele enxergou um topete arrumado demais para passar desapercebido. É, ele realmente estava no lugar certo.

O castanho falava ao telefone, mas logo desligou e virou-se para Sebastian, tomando um susto no mesmo instante em que viu quem era que estava em sua frente.

— Sebastian? – Disse ainda assustado.

— Então é você o editor chefe? – Perguntou o maior, dando um enorme sorriso.

— Sou mais que isso. Eu mando em tudo aqui quando Isabelle não está. – Kurt disse e fez um sinal para Sebastian sentar, sentando-se em seguida. – O que te traz aqui?

— Não vai nem perguntar como ele está? – O Smythe falou com uma certa acidez, se repreendendo em seguida.

— A julgar por mim, ele provavelmente não está bem. – Reconheceu Kurt. – Mas acho que não é por isso que você está aqui, certo?

— Na verdade não. O dono do jornal onde eu trabalho quer dar uma festa em homenagem ao aniversário do jornal e eu percebi que é no mesmo mês do aniversário dessa revista. Ele pensou em unir o útil ao agradável e fazer uma festa dupla. – Explicou Sebastian, fazendo Kurt arquear a sobrancelha para ele.

— Aniversário, é? – Perguntou desconfiado. – Último sábado do mês. Contanto que tenha karaokê, porque eu adoro festas que tenham.

— E você achou mesmo que não fosse ter? – Sebastian riu.

— Ele vai estar lá, não vai? – Kurt tinha aquele mesmo olhar triste que Sebastian viu em Blaine.

— Ele trabalha lá. É meio óbvio. – Kurt apenas assentiu. – Quer mandar algum recado?

— Melhor não. Mas seria legal se ele cantasse na festa. Sinto falta da voz dele. – Kurt riu bobo. – Pena que acabou.

— Mas não precisava ter acabado, Kurt e... – Kurt o interrompeu.

— Eu tenho uma reunião agora, caso não se importe. Eu não quero mais falar sobre isso. Eu vou avisar Isabelle sobre a festa e entro em contato com você para combinarmos local e detalhes. – Sebastian assentiu e se retirou.

*QUASE UM MÊS DEPOIS*

— A festa está ótima. Parabéns, amor! – Nicolas disse abraçando Sebastian. No final das contas, ele acabou planejando tudo sozinho. A ajuda de Kurt havia sido praticamente insignificante. – Só não vejo como isso faz eles voltarem.

— Kurt exigiu um palco para que as pessoas pudessem cantar. – Nicolas continuou confuso. – E esse já era o plano, Nic. Você, por ser o chefe de Blaine, vai subir lá com Isabelle e vai dizer para os seus queridos funcionários cantarem.

— E ela vai concordar com isso? – Sebastian assentiu rindo.

— Ela já aceitou. Eu não costumo fazer um trabalho pela metade. – Sebastian disse mandando uma piscada para o marido.

Nicolas então andou até o palco, ajudando Isabelle a fazer o mesmo e os dois pegaram um microfone para começarem a falar.

— Atenção, todos, por favor. – Pediu Isabelle com toda a sua classe. – Gostaria de agradecer a Sebastian Smythe por ter feito essa incrível festa para todos nós. Em menos de um mês você arrumou tudo isso e está de parabéns, porque tudo ficou ótimo.

Sebastian sorriu agradecido de onde estava, então fez um sinal para Nicolas falar sobre Kurt e Blaine.

— E nós agora vamos escolher alguém para cantar aqui em cima. Eu vou escolher alguém do jornal e Isabelle vai escolher alguém da revista. – Anunciou Nicolas.

— Eu escolho o meu querido amigo, Kurt Hummel. Ele vive cantarolando pelos corredores da empresa e eu simplesmente amo sua voz. – Kurt sorriu tímido e caminhou até o palquinho. Ele queria que Nicolas chamasse Sebastian, por ser o marido do mesmo. Mas ele não teria tanta sorte assim.

— Bom, eu poderia chamar o meu assistente chefe, mas ele me bateria se eu fizesse isso. Então eu chamo o meu querido jornalista investigativo, Blaine Anderson. – Todos aplaudiram, mas, nesse momento, tanto o coração de Kurt quanto o de Blaine simplesmente parou

Blaine subiu no palco e nem dirigiu o olhar para Kurt. Ele se atiraria nos braços do Hummel se fizesse isso e ele simplesmente não podia se permitir fazer algo assim.

Nicolas colocou a música a tocar e deixou a letra nas mãos de Kurt e Blaine. Mas ao ouvir o início, ambos largaram os papeis de lado, já que sabiam a letra de cor e salteado.

Feeling the remnants, got it in an instance

(Sentindo as lembranças, entendi depois que ocorreu)

Blink of an eye, no goodbye

(Num piscar de olhos, sem despedida)

I had a notion deep as the ocean

(Eu tinha uma noção, profunda como o oceano)

Blue like the sky, oh my

(Azul como o céu)

Blaine e Kurt estavam tristes e tensos, mas, ao ouvirem a música começar, tudo aquilo simplesmente passou.

Blaine foi o primeiro a cantar e foi como se todo o mundo parasse ao redor de Kurt. Ele se sentia novamente feliz apenas por estar ao lado de Blaine, mesmo sabendo que talvez aquela fosse a última vez. Claro que ele não queria que fosse, ele queria estar ao lado do moreno para sempre.

Mas tudo era tão complicado.

Like a permanent stain wishing I could just wash away, away

(Como uma mancha permanente, desejando que eu pudesse lavá-la, lavá-la)

Prayed our love wasn’t vain

(Rezei para que o nosso amor não fosse em vão)

Who was the blame for all the pain? For all the pain?

(Quem foi o culpado por toda a dor? Por toda a dor)

Kurt começou a cantar e o coração de Blaine começou a bater cada vez mais rápido. Era como se agora seu coração tivesse um propósito para bater, era como se Kurt fosse esse propósito e agora por eles estarem ali juntos, seu coração estivesse reconhecendo aquilo.

Blaine nunca vai entender seu próprio coração, que insiste em ser apaixonado por Kurt mesmo sabendo sobre toda a verdade.

If I would’ve known, if I would’ve known

(Se eu soubesse, se eu soubesse)

If I would have known it could have been you

(Se eu soubesse que poderia ter sido você)

If I had the chance, if I had the chance I’d make us brand new

(Se eu tivesse a chance, se eu tivesse a chance eu nos faria novos em folha)

I never wanted to be, wanted to be your enemy

(Eu nunca quis, quis que fossemos inimigos)

No, but if I, if I would’ve known

(Não, mas se eu, se eu soubesse)

If I would have known it could have been you, been you

(Se eu soubesse que poderia ter sido você, sido você)

Os dois cantaram juntos e então se encararam. E foi aí que milhares de fogos de artifícios explodiram tanto dentro deles, quanto em sua volta. Seus olhos brilhavam e praticamente sorriam, assim como seus lábios, que mostravam os mais belos sorrisos do mundo.

Eles se amavam, o que podiam fazer para mudar aquilo?

There are percussions, I’m missing your loving

(Existem percursos, eu estou sentindo falta do seu amor)

Must be the night, the ghost of a life

(Deve ser a noite, o fantasma de uma vida)

All of the memories

(Todas as memórias)

A serenity dwindling my mind

(A serenidade encolhendo em minha mente)

All the time

(O tempo todo)

Kurt cantou e na parte do “eu estou sentindo falta do seu amor”, ele puxou a mão de Blaine e a segurou firme, como se o mundo dependesse da junção de suas mãos.

O mundo não dependia daquilo, mas, os dois, sim.

Eles precisavam estar juntos para poderem se sentir completos e felizes. Só assim eles estariam bem novamente.

Like a permanent stain wishing I could just wash away, away

(Como uma mancha permanente, desejando que eu pudesse lavá-la, lavá-la)

Prayed our love wasn’t vain

(Rezei para que o nosso amor não fosse em vão)

Who was the blame for all the pain? For all the pain?

(Quem foi o culpado por toda a dor? Por toda a dor)

Blaine continuou a cantar, sem tirar sua mão da de Kurt. Ele sentia falta daquele toque. Aliás, ele sentia falta de tudo em Kurt.

Sentia falta da voz do castanho, sua doce e suave voz; sentia falta dos seus olhos, que mais pareciam um infinito oceano ou o céu durante o dia; sentia falta daquele abraço confortável, carinhoso; sentia falta daquele perfume viciante; sentia falta daquele sorriso que, ao mesmo tempo, era tranquilo, cativante e lindo; sentia também falta daquele beijo que só Kurt poderia ter, um beijo extremamente viciante.

If I would’ve known, if I would’ve known

(Se eu soubesse, se eu soubesse)

If I would have known it could have been you

(Se eu soubesse que poderia ter sido você)

If I had the chance, if I had the chance I’d make us brand new

(Se eu tivesse a chance, se eu tivesse a chance eu nos faria novos em folha)

I never wanted to be, wanted to be your enemy

(Eu nunca quis, quis que fossemos inimigos)

No, but if I, if I would’ve known

(Não, mas se eu, se eu soubesse)

If I would have known it could have been you, been you

(Se eu soubesse que poderia ter sido você, sido você)

A música acabou e todos aplaudiram os dois. Os dois agradeceram e desceram do palco.

— O que você vai fazer agora? Vai voltar a fugir de mim? – Perguntou o Anderson.

— Não. Eu não vou mais fugir do meu destino. – Kurt tinha um sorriso bobo no rosto.

— Então eu sou o seu destino? – Blaine sorriu ainda mais ao ver Kurt assentindo. – Eu sei que você diz que isso é errado e, de certa forma, é completamente errado. Mas eu vivi vinte e quatro anos sem saber da existência do meu irmão, eu te encontrei e me apaixonei. Eu não posso engolir esse sentimento e fingir que ele não existe só porque nós descobrimos um laço sanguíneo.

— Todos vão ficar contra nós. – Avisou Kurt.

— Nem todos. Sebastian fez isso de propósito, Kurt. Ele queria juntar eu e você. Ele e Nic planejaram isso. – Disse o moreno. – E mesmo que o resto do mundo fique, eu não me importo. Não podemos extinguir nossa alegria só porque eles não a aceitam.

— E você tem razão, eu acho isso um erro. – Disse Kurt.

— Sei disso, Kurt. Por um lado eu também acho. – Kurt riu.

— Mas então vamos concordar com uma coisa. – Começou o castanho. – É o melhor erro que alguém poderia cometer.

Notas finais
Música: https://www.youtube.com/watch?v=k4D3Xq6Ncpg Me digam o que acharam. A opinião de vocês é muito importante ♥ Bjo ♥