If I Could Change Your Mind

64 Rocky Horror Picture Show - A Estréia


Notas iniciais
Hey pessoas, me desculpem por não ter postado nada ontem, estava sem inspiração por motivos do coração, algumas leitoras sabem... mas enfim ,hoje estou feliz e anciosa pra votação do impeachment... Momento histórico do nosso país. Dedico esse capitulo a Dark Girl, uma leitora muito companheira e bacana que tenho privilégio de conversar e que me deu inspiração também, muito obrigada. Dedico a Charlie Agron também por motivos pessoais, para alegrá-la depois de algo chato que acontecera, gosto muito de você e ja disse que deveríamos nos pegar, mas você mora longe hehe zueira. Espero que gostem desse. Boa leitura! Hoje não tem indicação também, não de música, mas sim de filme. Sério, assistam Rocky Horror na internet, é legendado, eu amei esse filme quando assisti uns anos atrás, ou assistam no youtube, mas lá não é o filme original, e sim um musical reencenado com outros atores, ele é atual, mas não tem legenda, quem entende dos "inglês" assiste lá.

Quinn vestia um vestido azul, com detalhes amarelos, estava com um salto preto, um sobretudo preto, estava com os cabelos soltos e lisos e usava seu óculos de grau. A loira respirou fundo ao estacionar seu carro no teatro, olhou a hora em seu celular, 20:50. A loira saiu do seu carro e entrou pelos fundos. Logo falou cumprimentou um segurança que já a conhecia e rumou em direção aos bastidores. Viu a porta com o nome Rachel Berry e uma estrela dourada ao lado e sorriu. Deu duas batidas.

— Ta aberta – disse a morena.

— Cadê minha atriz preferida? – disse colocando apenas a cabeça para dentro do camarim.

— Quinn, meu amor – disse levantando e indo até a porta – Eu não via a hora de você chegar – disse puxando a loira pela mão.

— São pra você – disse tirando uma das mãos que estavam atrás de sua costa, mostrando um buquê de rosas vermelhas – Eu fiquei confusa na hora de escolher as flores, mas eu sempre lembro de você quando vejo rosas vermelhas, então as trouxe – disse entregando para a morena.

— São lindas Quinn, eu amei – disse dando um selinho na loira e em seguida cheirando as flores – Esse cheiro, me lembra você – disse colocando-as em cimas de uma mesa e voltando para a loira – Eu estou tão nervosa – disse colocando seus braços ao redor do pescoço de Quinn e colando sua testa na da loira.

— Não fique, todos que te amam vão estar naquela primeira fileira te apoiando – disse em sussurros.

— Santana me ama? – disse rindo.

— A San te ama, por isso implica tanto com você – respondeu no mesmo tom.

— Eu tenho uma hora pra me arrumar e me maquiar e depois mais meia hora pra aquecer a voz.

— E...?

— Eu tenho que esperar os maquiadores chegarem – disse passando suas mãos do pescoço para o rosto da loira – E isso significa que eu não tenho nada pra fazer até agora.

— Que bom... Eu só gostaria de saber o que está usando por baixo desse roupão – disse tirando a mão da cintura da morena, fazendo menção que iria abrir o roupão da mesma.

— Seu presentinho de mais tarde – disse segurando a mão da loira – Ta vendo como sou uma namorada boazinha, você ta me devendo por ontem e eu ainda te compro um presentinho.

— Por isso que eu te amo – disse beijando o maxilar da morena e indo em direção a sua orelha – Minha gostosa – disse mordendo de leve.

As duas iam se beijar quando ouviram batidas na porta e logo em seguida entraram os maquiadores e as pessoas responsáveis pelo figurino e cabelo da morena.

— Parece que eu tenho que ir né – disse se afastando da morena.

— Infelizmente.

— Eu ia esquecendo de perguntar...

— O que foi?

— Cadê seus pais? Eles não estavam lá em casa quando cheguei.

— Ah eles iam vim com Kurt e Blaine, daí resolveram passar essas horas na casa deles pra conversarem.

— Que horas você foi pra la? – Quinn perguntou lembrando do que acontecera mais cedo.

— Eram umas 6 horas – disse olhando para os maquiadores que estavam tirando seus matérias de bolsinhas – Por que?

— Aconteceram umas coisas hoje, mas eu te conto depois.

— Tudo bem.

— O Teatro ainda não está com quase ninguém... então eu vou dar uma saída e já volto – disse perto da morena.

— Vai onde? Fazer o que?

— Comer algo – disse rindo e dando um beijo na testa da pequena.

— Até mais tarde amor – disse a puxando para um abraço.

— Vai ficar tudo bem... – disse baixinho.

— Rachel? Já estamos esperando... – disse um rapaz um pouco sem graça de interromper o abraço.

— Tudo bem – disse olhando para ele – Coma algo saudável por favor – disse dando um selinho na loira.

— Pode deixar – disse se afastando e saindo.

— Bom... então vamos lá – disse a morena sentando em sua cadeira.

A loira foi até uma lanchonete e pediu um hambúrguer com refrigerante e batatas fritas. Passou exatamente meia hora no local, olhou em seu celular, 09:55 da noite, faltavam quase meia hora pro show. Quinn pagou a conta e voltou para o teatro. Vendo que o lugar já estava quase lotado cuidou de rumar a primeira fileira, lá viu vários rostos familiares. Shelby na ponta, ao seu lado esquerdo Aria, do lado da morena de olhos azuis estava um rapaz que ela estava namorando, Ezra, ao lado do rapaz estava Leroy, seguido por Hiram, ao lado do homem estava um lugar vazio, provavelmente era o seu, ao lado do lugar vazio estava Santana, ao lado da latina estava Brittany, ao lado da loira estava a irmã de Sam, Spencer, ao lado da morena alta estava Mercedes, que a pouco tempo estava saindo com o loiro, ao lado da mulher negra, estava Kurt, seguido por Blaine, mas Quinn se surpreendeu com quem estava ao lado do moreno e na última cadeira ocupada por rostos conhecidos, Carmem Tibideaux, e em seguida várias pessoas importantes, críticos, financiadores do show como Sue Silvester e outros.

A loira fora rumando a seu lugar ao lado do sogro, sorrindo e cumprimentando todos.

— Finalmente né Quinn, achávamos que você seria a primeira a chegar, que abriria as portas do teatro pra nós, mas to vendo que é a ultima a chegar – disse Santana no ouvido de Quinn quando a loira sentou.

— E eu fui a primeira, mas estava nos bastidores, dando todo o apoio que ela precisa se você quer saber – disse no mesmo tom, mas sem olhar para a latina.

— Ihhh já vi que rolou rapidinha no camarim – disse a latina e Quinn a olhou com repreensão, pois o sogro poderia escutar.

— Já vi que fiquei no pior lugar – disse a loira sacudindo a cabeça.

Não demorou muito para as luzes da plateia diminuírem a intensidade e iluminarem o palco, dando inicio ao primeiro ato. Uma mulher vestida de empregada estava sozinha no palco, com as cortinas fechadas atrás de si. A mulher tinha um cabelo estranho e vermelho, tinha cara de megera, mas era bonita. A luz estava inteira nela, com um espanador na mão, ela pulou do palco e todos se assustaram e em seguida riram, quando ela começou a canção Science Fiction/Double Feature. A mulher andava pela plateia, limpando os ombros das pessoas ou qualquer coisa que visse pela frente, o que arrancou mais risada das pessoas. No fim da música, ela subiu no palco e ao cantar o ultimo verso, as cortinas se abriram atrás dela, lá havia uma capelinha, com árvores, um cenário de um casamento. A mulher saiu do palco e todos aplaudiram sua performance, em seguida, saia da capela Brad e Janet. Quinn sorriu ao ver a morena, ela nem se importava com Jesse ali do lado dela, apenas focava nela.

—Ei, Janet – disse Jesse.

—Sim, Brad? – disse Rachel, logo todos sabiam a música que viria a seguir.

—Eu tenho algo a dizer – disse ele colocando as mãos no bolso da calça.

—Uh huh?

—Eu realmente amo o... jeito habilidoso, que você bateu nas outras garotas pelo buquê da noiva – disse ajeitando os óculos.

—Oh... oh, Brad

Violinos foram ouvidos e todos sorriram quando Jesse começou a cantar, ele realmente era bom.

O rio era profundo, mas eu nadei (Janet)

O futuro é nosso, então vamos planejá-lo (Janet)

Então, por favor não me diga para enlatá-lo (Janet)

Tenho uma coisa a dizer, e é

Caramba, Janet, eu te amo

A estrada era longa, mas eu corri (Janet)

Há um fogo em meu coração, e você o ventila (Janet)

Se há um bobo por você, então eu sou ele (Janet)

Tenho uma coisa a dizer, e é

Caramba, Janet, eu te amo

Aqui está um anel para provar que não estou brincando

Há três maneiras que eu amor pode crescer

E são boa, ruim ou medíocre

Oh J-A-N-E-T, eu te amo tanto

Ele terminou sua parte e logo a morena seguiu com a sua.

Oh, é melhor que o que Betty Munroe teve (Oh, Brad)

Agora estamos noivos, estou tão feliz (Oh, Brad)

Que você conheceu mamãe e papai (Oh, Brad)

Tenho uma coisa a dizer, e é

Brad, estou louca, por você também

—Oh, Brad

—Oh, caramba

—Estou louca

—Oh, Janet

—Por você

—Eu te amo também

Resta uma coisa a fazer, ah-hoo

E é ir ver o homem que começou com isso (Janet)

Quando nos conhecemos em seu exame de ciências (Janet)

Me fez olhar pra você e entrar em pânico (Janet)

Agora tenho uma coisa a dizer, e é

Caramba, Janet, eu te amo

—Caramba, Janet

—Oh Brad, estou louca

—Caramba, Janet

Eu te amo.

Após o beijo dos dois, a cortina fora fechada, encerrando aquela cena, todos aplaudiram pela cena e porque o narrador entrava no palco. Will estava fazendo esse papel, logo ele sentou-se em uma poltrona, com um roupão de camurça marrom, ele estava com um cachimbo na boca e fazia caras engraçadas, abriu um livro e começou uma estória. Todos estavam concentrados, quando ele terminou de narrar um pedaço da estória, as luzes do palco se apagaram, as cortinas abriram e Will não estava mais lá, e sim Rachel e Jesse em um carro horrível. Tudo estava indo muito bem, conforme nos ensaios. Quinn não tirava os olhos de sua morena.

O show já estava com quase duas horas, já era o ultimo ato, Frank Furter não tinha conseguido seu plano de Rocky ser seu marido, estava sendo malvado com todos, quando o mordomo corcunda e a empregada ruiva se revelaram inimigos do cientista e resolveram voltar para seu planeta, liberando os inocentes da estória, Brad e Janet. A cortina se fechou, as luzes focaram no narrador outras vez, depois de algumas palavras dele, as cortinas se abriram, e lá estava todo o cast, com suas roupas do começo do espetáculo, logo começaram a cantar Time Worp mais uma vez, para encerrar o show. Quando todos se jogaram no chão ao fim da música, todos da plateia levantaram e aplaudiram os atores. O cast era ovacionado pela plateia, eles levantaram do chão, deram as mãos e agradeceram o público. Então a cortina se fechou pela última vez.

Notas finais
E aí? Comentem, beijos e até o próximo! Me add no facebook Raylene Laryssa