Notas iniciais
Então gente, já era pra eu ter postado esse, mas deu um problema e eu tive que refazer esse capítulo, meu not deu merda e perdi o texto que tinha digitado, então tentei me lembrar de tudo que estava no original. Juro que não postei nada essa semana porque estava muito, muito ocupada, mas arranjei um tempinho pra postar esse. Acho que postarei outro logo pra compensar o tem que não postei hehe. Enfim, espero que gostem. Boa leitura.

Eram cinco da tarde, Quinn já estava se preparando para deixar a empresa, guardando seus pertences em sua bolsa e pegando seu sobretudo, quando de repente Santana entra em sua sala.

– Ei vamos! Vou te levar pra tomar umas... – disse a latina fazendo um gesto com o polegar.

– Como? – Quinn não entendera a intenção de sua amiga.

– Eu sei que você ta aí toda tensa por causa da viagem da Emma, então precisa de uns drinques pra tirar o estresse e eu também to precisando – diz a latina seriamente, o que era raro.

– Ah... – expressou Quinn curvando uma de suas sobrancelhas, pois estranhou a seriedade da amiga – Eu não posso, bem que eu queria, mas não vai dar San... desculpe.

– Ok mais uma loira me rejeitando... – disse a latina bufando e sentando-se na poltrona na frente da mesa de Quinn.

– Ok, isso não é comum... – disse Quinn largando seu sobretudo e sua bolsa, sentando ao lado de Santana – O que foi San?

– É a Britt... – disse a latina pensando e dando uma pausa – eu to pensando em pedir ela em casamento – Quinn se assustou com o que amiga disse, porém deixou Santana terminar de falar – mas ontem a gente teve uma briga e ela falou até em me deixar... – Santana abaixou a cabeça após terminar de falar.

– Ta... Deixa-me ver se entendi. Você quer pedir a Britt em casamento e agora que me conta? E como assim te deixar? Vocês estão tão bem e brigar do nada assim? Me explica isso!

– Ah Quinn, já ouviu dizer que as aparências enganam né? A gente não ta muito bem desde quando ela viajou, isso não quer dizer que eu não a ame mais, porque isso nunca iria acontecer, mas sei la sabe, acho que caiu na rotina, seis anos namorando e morando juntas... ficou monótono.

– E casando isso mudaria...?

– Sei la, acho que ta na hora de virar adulta de verdade sabe, sair daquele apartamento e comprar uma casa grande, com um quintal, um cachorro e talvez até filhos – Quinn realmente estava surpresa com as palavras da latina.

– Santana você está me assustando... – disse Quinn tentando fazer amiga sorrir.

– Ah deixa de graça sua vadia — disse a latina voltando ao seu humor natural.

– Falando sério agora... Acha que se cansando isso possa melhorar?

– Eu realmente não sei, mas já seria algo diferente né?

– Seria – disse Quinn concordando.

– Então vai me ajudar? — perguntou Santana.

– Sempre sua vadia, sabe que pode sempre contar comigo pra essas coisas – disse Quinn rindo e abraçando Santana.

– Ai Quinn isso é tão legal né? – disse a latina.

– O que? — perguntou Quinn desfazendo o abraço.

– Sermos irmãs de vadiagem – quando a latina disse isso, Quinn abriu uma gargalhada – Vai me dizer que não é verdade? Chamamos uma a outra de vadia desde criança.

– Ai Santana você não presta – disse Quinn parando de rir.

– Então... Por que não pode sair comigo pra tomar umas doses? – insinua Santana.

– Eu tenho que fazer um negócio... – Quinn não quis falar que ira atrás de Sam, pois ela o odiava.

– Hum... vai bem comer a Rachel escondida né safada! – disse a latina.

– SANTANA!!! – disse a loira dando um tapa no braço da amiga.

– Acabei de confirmar isso com esse tapa que me deu – disse a latina levantando e Quinn levantou em seguida – Bom, eu vou pra casa pedir desculpas da minha loira e fazer um sexo gostoso de reconciliação.

– Ok – disse Quinn rindo.

Quinn se despediu da amiga e foi para a lanchonete, chegando lá as 18:00 horas. Quinn entrou e viu Rachel no telefone. Ela se aproximou sem que a morena a visse e sentou em uma mesa que estava atrás de Rachel...

– Ok pai, tudo bem, tchau – disse a morena desligando o celular e parando para pensar ali mesmo.

– Pode anotar meu pedido? – perguntou Quinn chamando a atenção de Rachel que levara um susto, pois a loira estava bem atrás dela.

– Nossa, me assustou – disse se sentando – Ta aí há quanto tempo?

– Não muito — disse a loira com os braços cruzados em cima da mesa – Então, que horas esse Sam chega?

– Ah... – Rachel olha em seu relógio – Já era pra ter chegado, são 18:10, ele ta atrasado.

– Então vou esperar aqui mesmo – diz a loira sorrindo.

– Já vou sair – disse a morena.

– Poxa, eu vou ficar sozinha aqui... – Quinn nem terminara de falar e um rapaz a interrompeu chamando Rachel.

– Já volto – disse ela se levantando.

– Tá né...

– Ai, tenho que cantar mais uma música – disse ela em pé perto da mesa quando voltou.

– Ok, pode ir – disse Quinn e Rachel sorriu.

– Boa noite – disse Rachel no pequeno palco e Quinn sorria – Ah... essa canção é pra uma pessoa muito especial que está aqui no momento – nessa hora Rachel olhou pra Quinn e a loira ficou paralisada de nervosismo – Já que o meu amigo Sam não está presente, peço pra que meu amigo Ryder me ajude aqui no violão, pode me ajudar? – disse ela olhando para o rapaz e ele apenas foi. Ela sussurrou algo em seu ouvido e ele sorriu parecendo conhecer a música que ela dissera. Quando os primeiros acordes foram tocados e o primeiro verso da canção saíra da boca da morena, Quinn sentira calafrios em todo seu corpo.

When I was younger I saw
My daddy cry and curse at the wind
He broke his own heart and I watched
As he tried to reassemble it
And my momma swore that she would
Never let herself forget
And that was the day that I promised
I'd never sing of love if it does not exist

But, darling, you are the only exception
Well, you are the only exception
Well, you are the only exception
Well, you are the only exception

A música deixava claro o que Rachel sentia e Quinn ficara totalmente sem saber o que fazer, Quinn ficara emocionada em uma parte alta da canção, pois era bem a sua situação.

I've got a tight grip on reality, but I can't
Let go of what's in front of me here
I know you're leaving in the morning when you wake up
Leave me with some kind of proof it's not a dream, whoa

A canção finalmente terminou, os clientes aplaudiam Rachel incansavelmente, a morena depositara muita emoção nessa canção tanto que em certo momento deixara até cair uma gota de lagrima. Quinn estava completamente inerte, ainda sentada, não se mexeu nem para aplaudir, seus músculos estavam paralisados e quando Rachel se aproximou da loira, os músculos do seu cérebro com certeza ficaram mais ainda.

– Gostou? — perguntou a morena abraçando Quinn.

– Nossa, você manda muito bem — responde a loira desfazendo o abraço e sem saber o que falar.

– Obrigada — diz Rachel sem jeito para perguntar o que realmente queria saber — Mas eu quero saber o que você realmente achou? — pergunta ainda não falando o que realmente queria saber.

– Ah... Eu... Eu gostei do solo que aquele carinha fez — nessa hora Rachel balançou a cabeça e mordeu a língua com uma leve irritação — Ele realmente manda bem, você cantando e ele ali com o violão sabe, só ele, ele arrasou — Quinn realmente não sabia o que dizer e falava coisa com coisa.

– Quinn para! — disse Rachel respirando fundo — Você sabe que não é isso que eu quero saber — diz Rachel olhando nos olhos de Quinn.

– Rachel eu não sou adivinha, como vou saber o que você quer saber? — Quinn se fazia de mal entendida pelo seu nervosismo.

– Como você é convencida — disse Rachel com um ar de arrependimento.

– O que? Rachel eu realmente não sei o que ta pensando, se ta com esperança de algo é melhor parar, porque eu realmente não faço a mínima ideia do que quer que eu diga... — disse Quinn.

– Como você é estupida — disse a morena com raiva, se virando e saindo.

– Rachel espera! — disse Quinn indo atrás e a morena se virou.

– A propósito, aproveite a noite, Sam sabe fazer muitos solos em violões também — disse a morena virando em direção a porta e saindo. Quinn apenas balançou a cabeça e sentiu vontade de esmurrar a si mesma.

– Ah! — gritou Quinn após se virar e dar um encontrão em um rapaz loiro — Me desculpe! — disse com a mão na boca vendo que tinha derrubado as bebidas que o tal rapaz, um garçom, trazia.

– Que droga — disse o rapaz se abaixando para pegar a bandeja e Quinn fez o mesmo para o ajudar.

– Eu realmente não vi você, me desculpe — diz a loira abaixada, de repente, os olhares se cruzam e o rapaz fica hipnotizado com a beleza de Quinn.

– Lor Manari — diz o rapaz sorrindo.

– Que? — Quinn olha com estranheza para o rapaz.

– Significa que você tem olhos bonitos — diz o rapaz se levantando e Quinn ainda o achava estranho — É Na'vi... língua de Avatar. Lor Manari — diz orapaz seriamente e Quinn acha graça daquilo.

– Ok... Você deve ser o tal de Sam Evans...

– Sou o Sam, Sam sou eu — diz o rapaz esticando a mão para a cumprimentar — Espera, como...- o rapaz fez cara de confuso.

– Me falaram muito de você, enfim... temos muito o que conversar essa noite — diz Quinn.

A noite seria cheia de surpresas, mas... nem tanto.

Notas finais
E aí? Comentem. Beijos!