If I Could Change Your Mind

74 4 de julho - parte III


Notas iniciais
Olá pessoas! Bom dia, dedico esse cap a Leleca de novo haha pois ela pediu tanto que umas coisas acontecessem que eu tive que apressar uns caps. Espero que gostem e Leleca esse é pra vc nesse busão! kk Boa leitura!

Mais tarde, quando já era noite, Brittany estava cantando no palco e muitas pessoas assistiam, ela cantava uma música romântica e alguns casais dançavam. Quinn estava em pé conversando com Santana perto da barraquinha dos Lopes, Maribel estava dançando com Henrique, Emily ainda estava na barraca.

— Cadê a Rachel? Vocês estavam só no love hoje mais cedo – disse Santana servindo uma pessoa que fora comprar churros.

— Ela ainda está se arrumando – disse Quinn cruzando os braços observando Sam dançar com Beth igual um maluco.

— Hoje tem né? – disse rindo.

— Santana você é nojenta – disse Emily.

— Ah irmãzinha, você não sabe de nada ainda, nunca experimentou uma vagina, então fica quietinha.

— Sim ela é nojenta – disse Quinn olhando para Emily – E se quiser te dou umas dicas Em, porque sua irmã ta devagar pelo o que estou vendo – disse recebendo um tapa da latina no braço.

— Mas sério, não façam muito barulho ok? O quarto da Em é bem do lado do seu e a Beth pode escutar algo – disse limpando as mãos em um guardanapo.

— Não vamos fazer nada Santana – disse rindo.

— Por que? Eu faria – disse rindo – Por que não vão fazer nada? – perguntou novamente.

— Santana por favor, você que nos obrigar a transar?

— Tem algo errado aí. Ela ta fazendo greve? Não ta liberando? Qual é eu sou sua amiga poxa.

— Ela ainda ta mal em relação a mãe – disse baixo.

— Que droga – Santana disse séria dessa vez – E vocês estão sem fazer nada desde...

— Sim – disse olhando Rachel que vinha em sua direção.

— Aguente firme – disse a latina tocando no ombro da loira. Ela estava falando sério, mas aquilo não era tipo de Santana, de um jeito ou de outro soava como se ela estivesse fazendo uma piada.

— Oi amor – disse Rachel chegando e dando um selinho da loira – Oi meninas.

— Oi – disse Emily.

— Quer dançar? – Quinn perguntou.

— Eu quero passear – disse sorrindo – Quero uma maçã do amor, algodão doce – disse pegando na mão de Quinn e balançando igual uma criança e Quinn sorriu.

— Ok, vamos então – disse saindo com a morena sem nem dizer tchau as meninas.

— Eu quero um amor assim um dia – disse Emily olhando as duas saindo.

— Serve eu? – disse Paige chegando no lado na barraca.

— Paige! – Emily correu para abraçar a menina – Nossa que saudade – disse durante o abraço.

— Calma, só fiquei fora uma semana – disse a menina sorrindo – Oi San- disse quando desfizeram o abraço.

— Vocês ficam se pegando, porque não começam a namorar logo? Eu sei que você gosta da minha irmã e sei que ela está caidinha por você há muito tempo – disse Santana deixando as meninas constrangidas.

Rachel caminhava com Quinn de mãos dadas, a morena comia um algodão doce junto com Quinn.

— Vem, vamos ficar ali – disse Quinn puxando a morena para um balanço antigo que tinha embaixo de uma árvore.

— É seguro? – Rachel perguntou antes de sentar, Quinn deu-lhe um selinho e ela sentou.

A loira começou a embalar a morena lentamente.

— Eu costumava brincar aqui com Santana depois do colégio – disse a loira.

— Onde é sua antiga casa? – Rachel perguntou.

— Ta vendo aquele carro vermelho ali? – ela apontou.

— Sim.

— A segunda casa depois de onde ele está estacionado.

— Ela é bem grande.

— É sim – disse Quinn indo para a frente da morena – Sabe, eu acho que – a loira fora interrompida pelo seu celular tocando – Sam? – ela disse em voz alta olhando a tela do celular – Por que ele estaria me ligando se estamos no mesmo lugar? – ela atendeu – Oi Sam.

— Quinn, eu preciso que você venha aqui na casa dos pais da Santana, a Beth caiu e ela machucou o braço – disse ele um pouco nervoso.

— O que? Como isso aconteceu? – ela perguntou preocupada e nervosa.

— O que foi? – Rachel perguntou.

— Ta eu to indo – disse ela desligando.

— O que aconteceu? – Rachel perguntou.

— A Beth caiu – disse Quinn pegando a morena pela mão para ela se levantar.

— E ela ta bem? – Rachel perguntou já andando rápido com a loira.

— Parece que machucou o braço.

Elas entraram na casa e logo viram a menina sentada no sofá olhando Sam nervoso.

— Hey como você ta? – disse Quinn indo em direção a menina.

— To bem, foi só um corte no cotovelo – disse ela mostrando.

— Ok, vamos cuidar disso – disse Quinn levantando – Por que não fez um curativo logo? – perguntou Quinn olhando para Sam.

— Ele não pode – disse Rachel segurando o no ombro do rapaz para que ele sentasse – Eu vou buscar uma água com açúcar pra você – disse ela para o loiro.

— O que? Você não pode ver sangue? – disse Quinn olhando para o rapaz.

— Nem fala essa palavra – disse ele querendo vomitar e Quinn riu.

— Que bobão – disse Beth e Quinn olhou para a menina.

— Você tem que tomar mais cuidado filha antes de pular de lugares altos – disse pegando indo pegar o Kit de primeiros socorros que estava no armário em baixo da escada – Tem que ver se o solo tem algo que vai te machucar.

— Foi um garoto idiota que fez eu cair, mas depois eu me vingo – disse ela olhando a loira limpar o sangue – Você me chamou de filha? — a menina olhou nos olhos de Quinn.

— Chamei? – Quinn se surpreendeu, nem ela tinha percebido.

— Sim.

— Deve ter sido o hábito – disse disfarçando.

— Você nunca me chama assim, sempre é princesinha ou loirinha minha, quem me chamava de filha era minha mãe – disse ela triste e Quinn suspirou.

— Ok, já está novinha em folha – disse terminando de colocar o band-aid.

— Aqui sua água – disse Rachel chegando com um copo na mão e entregando para o loiro.

— Não foi nada de mais – disse Quinn olhando para a morena.

— Eu quero algodão doce – disse Beth vendo o que ainda estava com Rachel.

— Vamos comprar então – disse Rachel saindo com Beth.

— Está melhor? – Quinn perguntou para Sam.

— Só um pouco enjoado – disse ele com uma cara pálida e Quinn riu.

Ela esperou ele ficar melhor e saiu com ele da casa. Mas não saiu em bom horário.

— Ohh olha só – disse Russel que estava na frente da casa dos Lopez conversando com Henrique – Se não é a ovelha negra da família – disse ele com um copo de alguma bebida na mão.

— Por favor não fale comigo – disse ela tentando passar direto junto com Sam.

— E ela está com um cara – disse ele segurando-a pelo braço e logo Sam se meteu em sua frente.

— Não encoste nela – disse o loiro.

— Hey gente, estamos em família, por favor Russel, não comece – disse Henrique.

— Quer dizer que arranjou um macho agora? – disse ele olhando do loiro para a filha.

— Eu sou amigo dela senhor, com licença – disse ele tentando sair e o homem o empurrou.

— Para com isso! – Quinn gritou e algumas pessoas que estavam perto olharam – Seu estúpido miserável – disse ela com os olhos mareados – Eu te odeio – disse ela saindo com Sam.

Aquelas palavras doeram no coração dele, mas ele continuou com o papel.

Quinn andou com Sam até onde Rachel estava.

— Hey amor já a menina ali vai catar o hino nacional – disse Rachel que não tinha visto o que tinha acontecido, mas viu a loira estranha – Aconteceu alguma coisa?

— A gente encontrou o pai dela ainda – disse Sam com as mãos no bolso e Quinn olhou com uma cara de repreensão pra ele, o loiro fez uma cara de “foi mal”.

— Nada, o mesmo de sempre – disse Quinn.

— O que tem seu pai? – Beth perguntou.

— Nada princesa – disse Quinn.

Um homem gordo subiu no palco e começou a falar umas coisas.

— Boa noite gente, ainda faltam 10 minutos para soltarmos os fogos e cantarmos o hino – as pessoas aplaudiram – É, É – ele gritou – Bom, já tivemos muitas vozes hoje por aqui, muitas ótimas vozes e venho avisar que ainda tem tempo para uma ultima antes do hino, então, pessoa que quer cantar, essa é a hora – disse ele saindo do palco.

— Vem comigo Sam – disse Quinn saindo puxando o rapaz.

Perto do palco ela parou de andar e virou para ele.

— O que foi Quinn? – ele perguntou assustado.

— Conhece a música Fool For Love do Lord Huron?

— Não – disse ele.

— Então vê a cifra aí na internet – disse ela e ele pegou o celular.

— Ah é fácil – disse sorrindo.

— Então vamos – disse andando.

— Você vai cantar? – ele perguntou.

— O que você acha? – ela disse rindo.

Quinn subiu no palco e viu muitos rostos conhecidos, pessoas que não via há muito tempo, todos olhavam para o palco, já que seria a ultima música livre e a próxima já seria o hino e os fogos encerrariam a festa. Sam pediu um violão da banda e ficou em pé do lado da loira que também estava em pé.

— Boa noite pessoal – disse ela – Eu estou hoje aqui, nesse dia tão feliz e especial, curtindo um momento em família muito importante – disse olhando os rostos aleatoriamente e encontrou o da mãe – quero dedicar essa música, as pessoas mais especiais de minha vida, a minha família, dedicar a meus pais – disse sorrindo – Maribel e Henrique Lopez, eu amo vocês, dedico também à minhas irmãs, Kitty, Emily e Santana, aos meus amigos aqui presente, Sam, Puck, Britt, mas principalmente para as pessoas que entraram recentemente em minha vida e já são minha família também, Rachel e Beth – disse sorrindo olhando em direção a morena – Essa é pra você amor – disse tirando os olhos da namorada e olhando em direção a Russel que estava encarando-a com ódio.

Sam começou a tocar a musica e logo Quinn começou a canta-la.

Estou deixando esse lugar para trás

E vou pegar a estrada essa noite

Estou indo para as terras invernais

Bem para o norte por ter te ensinado a ficar

Antes de começar minha viagem

Vou pedir a Lily para ser minha noiva

Sei que tem outro homem

Mas ele não vai atrasar meus planos

Sei que ela será minha esposa

Irá se apaixonar, vou passar minha vida com ela

Sabe, aposto que ele não é tão durão

Não tenho medo dele pois sou um tolo por amor

Vim de longe para encontrar Big Jim

Bem, aqui estou e acho que você é ele

Vejo como você ganhou esse nome

Você é alto pra caramba e largo como um trem

Dizem que você é um valentão

E o cara mais malvado em toda a terra

Bem, não tenho medo de lutar

Vamos lá pra fora e vou te mostrar o porquê

Estou cantarolando como um caminhão acelerado

Não importam as chances vou tentar minha sorte com ela

Apenas me diga quando tiver tido o suficiente

Sou perigoso pois sou um tolo por amor

Sabe, você não bate tão mal assim

Pelo meu amor vou deitar em uma cova hoje à noite

Só espere eu recuperar meu fôlego

Vou te mandar para uma morte precoce

Estou deitado na neve à deriva

Sangrando enquanto ela me cobre

Se a primavera chegar antes de me encontrarem

Apenas jogue meus ossos em um buraco no chão

Perdi amigos pelo caminho

Sabia que ia precisar deles algum dia

Não, não tenho medo de morrer

Só estou bravo, deixei Big Jim vivo

Sei que nunca deveria ter olhado para trás

Mas você não vai ganhar o coração de uma mulher assim

Eu nunca deveria ter chamado o blefe dele

Nasci para perder pois sou um tolo por amor

Eu olho para o céu infinito

E vejo um conto da minha vida passar

Flutuo para o grande desconhecido

Realmente não sei para onde estou indo

Eu olho para o céu infinito

E vejo um conto da minha vida passar

Flutuo para o grande desconhecido

Realmente não sei para onde estou indo

Ela terminou e todos aplaudiram. Quinn estava sorridente, desceu do palco junto com Sam e caminhou até Maribel e Henrique, dando um abraço nos dois, logo fora em direção a Rachel e no caminho ouviu uma frase de Santana.

— Sambou na cara dele – disse baixinho e Quinn riu.

Quando a loira chegou perto de Rachel fora recebida com um abraço e um selinho demorado. Judy acompanhou a filha com os olhos desde que descera do palco, a mulher deixou cair uma lágrima.

O Hino nacional fora cantado por uma jovem ao vivo e todos acompanharam. No fim fogos de artifício das cores da bandeira foram colorindo o céu e todos aplaudiam.

Meia noite, todos já estavam indo para seus quartos depois de muita conversa na sala. Puck ia dormir lá, ele fora o primeiro a ir se deitar, alegou dor de cabeça de tanto ouvir grito de crianças. Quinn já tinha colocado Beth na cama a uma hora atrás estava despreocupada. Todos se despediram e Rachel e Quinn subiram para o quarto.

A morena já tinha tomado um banho logo que haviam entrado na casa, então se deitou. Quinn fora para o banheiro e voltou com um short folgado e uma camisa larga e grande. Ela sentou na beira da cama e suspirou. Rachel observou todo o percurso da loira até ela chegar na cama sem falar nada.

— Está com dor? – perguntou Rachel.

— Não, só tensa, to pensando no que eu fiz – disse ainda de costa para a morena. Quinn fechou os olhos e suspirou quando sentiu as mãos da morena apertando seus ombros.

— Relaxa, você não fez nada de mais – disse beijando o ombro da loira – Eu amei – sorriu dando um beijo no pescoço da loira – Eu te amo de mais – disse dando um beijo agora na nuca de Quinn.

A morena desceu as mãos do ombro de Quinn pelos braços da mesma, segurou a mão da loira e apertou-as, sem parar com os beijos no pescoço.

— Rachel... você.... tem certeza? – Quinn perguntou com os olhos fechados quando sentiu uma das mãos da namorada em um de seus seios por baixo da camisa.

— Eu quero você Quinn, quero você em mim – disse no ouvido da loira.

Quinn se arrepiou toda com aquilo.

— Nós não estamos em casa, então sem barulho ok? – a loira se virou e fora deitando o corpo moreno na cama.

— Tudo bem – disse Rachel já deitada.

Quinn engatinhou na cama e ficou sobre o corpo moreno, ela olhou Rachel dos olhos até os seios que ficavam bem visíveis naquela camisola que usava. A loira começou a beijar o pescoço da morena sem pressa, ela pode sentir o cheiro de Rachel entrar em seu cérebro.

— Como eu estava com saudade da sua pele – disse mordendo a orelha da namorada – Meu amor você é tão... eu sou viciada em você – disse beijado os lábios da morena com bastante desejo. Rachel aproveitou a mão livre e tirou a camisa que Quinn usava, a loira estava sem sutiã. Rachel jogou a camisa no chão e começou a massagea-los. Quinn lambeu o próprio lábio e a morena a puxou para um beijo.

Durante o beijo Quinn massageava a coxa lisa da morena e ia subindo a peça de roupa. A morena deu um suspiro durante o beijo e Quinn sorriu. Ela ficou de joelho entre as pernas de Rachel e fora tirando a camisola da mesma, dando beijos molhados em cada pedaço de pele que aparecia. Logo Rachel estava apenas de calcinha e Quinn chupava e massageava seus seios. Quinn subiu os beijos para o maxilar da judia e tomou-lhe os lábios. Depois deu um beijo no queixo da mesma e descera para os seios novamente. Quinn passou a costa da mão entre o seio de Rachel lentamente, de cima para baixo, em seguida beijou o lugar e fora descendo, conforme isso acontecia, Rachel respirava mais ofegante ainda. Quinn tirou a calcinha da mesa e viu que a morena estava toda molhada. Quinn sorriu e beijou a parte interna da coxa da baixinha, logo beijou a virilha e enfim degustou Rachel. Quinn trabalhava lentamente com sua língua, observando todas as expressões dela. Rachel gemia contra o travesseiro que estava ao seu lado, a morena arqueou as costas e sentiu seu corpo estremecer, gozando na boa da loira. Quinn sugou todo o líquido quente e subiu os beijos até a boca da morena. Enquanto a beijava Quinn a estimulava com seu dedo, fazia movimentos circulares no clitóris da namorada. Rachel nem tinha se recuperado completamente e já estava ofegante de novo, ela gemia enquanto não parava de beijar a loira. Quinn tirou o dedo da intimidade da morena e levou a te a boca da mesma.

— Prova só – disse passando nos lábios de Rachel e a morena os lambeu, logo em seguida chupou os dedos de Quinn.

Quinn passou o dedo na intimidade da morena mais uma vez, mas dessa vez os levou até a própria boca.

— Você é deliciosa meu amor – disse dando-a um beijo languido.

Quinn penetrou a morena com dois dedos sem nem avisar. O que fez Rachel soltar um gemido um pouco alto.

— Shiu bem baixinho amor – disse no ouvido de Rachel que mordeu o próprio lábio.

Quinn fazia movimentos precisos dentro de Rachel, seu corpo fazia um movimento de vai e vem sobre o corpo dela. Rachel segurava os cabelos de Quinn com força.

— To quase... – a morena disse entre uma respiração.

Rachel apertou o pulso do braço que Quinn usava quando sentiu que estava vindo. Quinn sentiu o líquido de Rachel em seus dedos, sentiu também a morena ir soltando seu pulso e tentando respirar. A loira fora diminuindo os movimentos e fora beijando o pescoço e os seios da mesma. A loira desceu os beijos e mais uma vez abocanhou a intimidade da namorada. Depois de um tempo Rachel teve mais um orgasmo. Quinn subiu os beijos no corpo moreno e deu um beijo apaixonado em Rachel. A morena podia sentir o próprio gosto vindo da boca da loira, aquela língua quente a fazia delirar. Quando o beijo foi cessado Rachel respirou fundo, pois estava sem ar. Quinn soprou seu rosto que estava vermelho e pôde ver os cabelos da franjinha da morena voarem para o lado, o que fez sorrir.

— Você é o amor da minha vida – disse Quinn sorrindo e Rachel abriu os olhos.

— E você é minha vida – disse puxando Quinn para mais um beijo.

— Eu amo você – disse Quinn entre o beijo.

Elas ficaram um tempo ainda namorado, mas logo Quinn fora para trás da morena e elas ficaram de conchinha. Quinn agarrou a cintura da mesma com muita proteção e carinho, enquanto falava juras de amor no ouvido de Rachel que se arrepiava toda, até que adormeceram.

Notas finais
e aí? comentem, beijo e até o próximo!