Notas iniciais
Como não amar o Shipp Império romano e chibitalia? A cada dia eu me apaixono mais por eles, quero mostrar a vocês leitores um pouco da minha paixão kkkk
Espero que gostem :3

Numa tarde fria na Áustria, ouvia-se choro do quarto do segundo andar. Um moreno chorava ao reler a carta que tinha escrevido ao seu amado.

Ele deu uma ultima olhada antes de colocar no envelope e com muito cuidado bota-la em cima do pequenino vaso de tulipas na janela. Feliciano limpou suas lagrimas e sorriu antes de apagar a luz do quarto e ir embora.

“Querido Imperio Romano.

Passei uma tarde inteira no jardim hoje, o jardim da Elisa, você lembra-se daquelas tulipas que você me deu uma vez? Eu as encontrei hoje, como naquela tarde ensolarada. Mas elas não têm o mesmo sentido para mim, do que adianta ter flores se eu não tenho você?

Chorei agarrado á aquelas flores, chorei como naquele dia em que você foi embora, como sinto sua falta, do tempo que passávamos juntos procurando flores. Não é a mesma coisa. Posso ter crescido, mas todas as noites eu olho para as estrelas e lembro-me de uma frase que você me disse, “Os grandes guerreiros nunca morrem, eles se transformam em estrelas, para que suas amadas olhem para eles todos os dias e nunca se esqueçam do seu amor.”.

Eu ainda olho as estrelas, claro que choro baixinho na cama depois disso. Eu tentei seguir em frente, te esquecer Império romano. Foi impossível, eu te amo demais para fingir que você morreu, pois eu sei que você não morreu. Eu sinto isso, você ainda esta em algum lugar que meu coração não alcançou ainda.

Você vai voltar, lembra-se da nossa promessa? Aquela que você fez no dia em que foi embora? Sei que algum dia nos encontraremos atrás das arvores novamente, passearemos a cavalo juntos e nos beijaremos no por do sol como sempre fizemos, voltaremos á ser felizes novamente.

Estou à espera de quando você retornar, eu te amo Imperio Romano.

Feliciano Vargas”

Com a porta meio aberta o Alemão adentrou no quarto do italiano. Logo viu uma carta no vaso de tulipas, as mesmas tulipas que Feliciano chorava agarrado hoje de manhã. Ludwig tentou conter sua curiosidade, mas era meio impossível, já fazia algum tempo que ele admitira que amava o pequeno Itália.

Pegou o envelope e de alguma forma sentiu que tinha uma necessidade enorme de ler, algo em seu peito o impulsionava para a leitura daquela carta.

Leu em silencio, como sempre fazia, mas assim que terminou de ler se entristeceu:

-Feliciano...- Estava magoado, o coração do moreno pertencia a outro. O pequeno coração de pedra de Lud derreteu. Se não poderia ter o amor do italiano ele faria de tudo para que Feliciano fosse feliz. Afinal ele o ama.

-Você ira achar o seu amor Feliciano. – Disse no anonimato, enquanto fechava a porta e escondendo os seus sentimentos novamente.

O amor de Ludwig é enorme. Largar a mão de seu amor, pois sabe que ele ama outra pessoa e sabe que não poderá competir com a paixão dos dois. E ainda ajudará para que o moreno viva feliz com a pessoa que ama. Um guerreiro eu diria.

Mas não era como Ludwig pensava...

A resposta para os seus problemas é ele mesmo.

“O amor faz coisas enlouquecedoras nas pessoas, ele nos muda, nos transforma. Mas no final de contas o amor só que o nosso bem.”

Notas finais
O amor é algo complicado de se entender ...
- Eu sou adepta a teoria de que Alemanha e Império Romano sejam a mesma pessoa, até porque são idênticos e tem provas que os dois sejam a mesma pessoa KKKK

- Obrigada por lerem este conto que eu escrevi as pressas, comentários são bem vindos , criticas também.

-Um grande beijo e abraço Pipocas!

Tete
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!