I should have kissed you
8 Capítulo 8
Notas iniciais
- Sim, sou eu mais por favor não grite, se quiser um autógrafo, uma foto eu te dou, mas sem gritos – ele falou subindo seu capuz de volta
- Tudo bem, eu não vou dar ataques de fã agora (risos)
- Ahh que bom haha ... como é seu nome? – ele me perguntou agora olhando diretamente em meus olhos. Cadê o ar ??
- É Jullie, Jullie Andrews – falei esticando minha mão pra cumprimentá-lo
- O meu é Harry, Harry...
- Styles, é eu sei quem você é — o interrompi
-Você não é daqui né?
-Não haha acabei de chegar. Sou do Brasil e vim pra estudar. — respondi
- Ahh, é que você é muito bonita pra ser daqui, com todo respeito as garotas britânicas (risos)
- Obrigada – falei abrindo um sorriso sentindo minhas bochechas corarem.
Harry’s POV
Ela sorriu...
E meu deus que sorriso era aquele? Meu coração parou... Senti minhas mãos suarem e frio um barriga.
- Então, acho melhor eu ir, já ta ficando tarde e ainda tenho que arrumar minhas coisas no apartamento. – ela falou me tirando do transe
- Ahh sim, já que é nova na cidade – retirei um papelzinho do bolso e anotei meu número – se precisar de alguma coisa pode me ligar.
-Obrigada Harry, irei sim. – e ela se foi, saiu em direção aos táxis e eu fique parado parecendo um idiota com um sorriso bobo no rosto só a vendo ir embora. Depois me arrependi de não ter lhe oferecido carona. Sou muito burro. Argh.
Jullie’s POV
AHH senhor, era ele mesmo? Não acredito... Dentre tantas outras pessoas que eu poderia esbarrar, eu esbarrei logo em Harry Styles.
Deixei meu lado fã por um tempo e consegui falar com ele sem ter algum ataque. Sim, não falei antes, mas eu sou fã de One Direction. Tipo, não dessas malucas e totalmente louca por eles, mas curtia 1D.
Harry me deu seu número e guardei o papelzinho no bolso da calça. Despedimos-nos e fui chamar um táxi. O motorista me ajudou com as malas e logo entrei. Dei o endereço do meu apartamento a ele e sorte que ele sabia direitinho onde ficava.
Era meio longe do aeroporto, então tive tempo suficiente pra observar a cidade. Encostei minha cabeça na janela e não pisquei até chegar em casa.
Assim que o carro parou, olhei pra fora e avistei um enorme prédio. Acho que devia ter mais de 20 andares. Peguei minhas malas atrás e paguei o motorista. Agradeci e me disse que se eu precisasse de uma carona era pra chamar ele. Agradeci mais uma vez e entrei no prédio.
Meu apartamento era o 1002 e ficava no décimo andar. Era bonitinho, bem arrumadinho, tinha cozinha, sala de TV, um quarto de hóspedes, dois banheiros e duas suítes. Tá, era MUITO GRANDE. Mas enfim, dava pro gasto. Afinal iria ficar três anos morando lá.
Desfiz minhas malas e fui tomar um banho. Quando sai já era quase meia noite. Nessas horas meu estomago já implorava por comida. Sorte que ainda tinha umas bolachinhas do avião porque quando abri a geladeira lembrei que havia esquecido de ir no mercado comprar comida. Deixei pra ir no outro dia já que tava tarde e estava morrendo de sono.
E como sempre, a hora que deitei na cama capotei.
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