Notas iniciais
Heeey Cupcakes!! E aqui estou eu mais uma vez, com outra fic novíssima em folha para vocês, que assim como eu já estão morrendo de saudades de Percy Jackson !! kkkk Espero sinceramente que gostem!! Boa Leitura!!

Havia alguns meses que decidiram dividir um apartamento. Percy trabalhava para uma empresa ambiental voltada para a preservação da fauna marinha mundial, e Annabeth finalmente tinha finalizado a construção do seu escritório, que dividia com outros dois sócios, Jenny e Cooper, que haviam se tornado dois grandes amigos.

Eles estavam felizes com sua estabilidade financeira, e portanto após uma grande relutância por parte da Sra. Sally Jackson e do Sr. Frederick Chase, passaram a morar juntos. A rotina não havia se tornado um problema, embora seu tempo juntos estivesse perceptivelmente mais curto e as típicas picuinhas de casal tivessem aparecido.

Percy detestava discutir com a namorada, visto que ele nunca conseguia vencê-la em uma discussão. Para ela, o sentimento era mútuo, embora ambos adorassem suas “reconciliações”.

Annabeth percebera que o namorado estava um pouco distante nos últimos dias e perguntava-se se alguma coisa tinha acontecido.

– Amor, talvez vou chegar mais tarde hoje, ok?

– Ok Percy. Alguma coisa no trabalho? Algo que eu possa ajudar?

– Não, não é nada sério. Não se preocupe. – Disse se aproximando e dando um selinho na namorada antes de sair. – Te vejo mais tarde.

Ele trabalhou normalmente e quando finalizou seu trabalho o relógio marcava 18h00 em ponto. Seguiu direto para o Edifício Empire State, mais precisamente para o Olimpo.

Percy não tinha mais dúvidas em relação a seus sentimentos por Annabeth, que apenas se fortaleciam com o tempo. E em seu futuro ele via somente uma vida com ela ao seu lado. Então tomaria uma decisão da qual tinha certeza de que nunca se arrependeria: a pediria em casamento.

Porém ele sabia que existia uma pessoa para quem ele deveria “implorar” primeiro: sua sogra, que não era ninguém menos do que a deusa da sabedoria, a qual poderia transformá-lo em cinzas apenas com um olhar. Portanto, seguiria as regras tradicionais de pedir a mão da menina primeiramente a seus pais.

Ele havia ficado consideravelmente nervoso quando pedira ao Sr. Chase, mas nada comparado ao eminente encontro com a Athena. Quando a porta do elevador se abriu, seu coração batia acelerado, enquanto ele tentava parar de tremer. Seguiu para o Templo de Athena, e admirava as construções que sua futura esposa havia projetado.

Ele parou na entrada do templo, rezando para não ser fulminado, tentando inutilmente enxugar as palmas de suas mãos que se encontravam suadas devido ao seu tamanho nervosismo.

– Hesitação é sinal de dúvida, meu caro. – disse uma voz ao seu lado, o assustando, provocando um sobressalto.

Recompôs-se ao perceber que tratava-se justamente da Deusa com quem queria falar.

– Lady Athena... Ahn... Olá!

– Olá Perseu. Acho que você está no templo errado. Se não me engano o de Poseidon está mais a frente.

– Não, não. Eu gostaria muito de poder falar com a senhora se não for incomodar.

– Espero que não tome meu tempo com bobagens, herói. Já basta eu ter que aguentar você como namorado da minha filha.

– Pois bem, é justamente sobre ela que queria falar.

– Sobre Annabeth? Alguma coisa errada?

– Não, está tudo perfeitamente bem. E por isso, eu vim lhe fazer um pedido.

– Diga então.

– Quero primeiramente que saiba que amo muito sua filha, e jamais a farei sofrer. Mas acima de tudo, o que eu realmente quero saber é se tenho sua benção para pedi-la em casamento.

– Ca-casamento?!

– Sim...

– Mas vocês são tão jovens! E ela ainda tem um futuro brilhante a frente, e além disso...

– Athena! – uma nuvem rosa apareceu à frente do templo onde se encontravam, e aproximou-se dos dois trazendo consigo um delicioso perfume, doce e forte ao mesmo tempo. Só poderia ser uma pessoa, ou Deusa, no caso: Afrodite.

– Ai, Deuses... – sussurrou Percy apertando os olhos em desespero.

– Nem pense em dizer não!

– Afrodite, por favor, esse assunto não lhe diz respeito. Não se intrometa!

– É claro que sim! Eu sou a Deusa do Amor, e como tal tenho total interesse, especialmente no amor entre ele e sua filha!

– Você! É claro, como poderia me esquecer?! É a principal culpada por ela ter se apaixonado por esse filhote de peixe!

– Ah, eu ainda estou aqui... – disse Percy, sem graça, rezando para não morrer ali mesmo.

– Oh, Athena, não culpe o garoto se as coisas não deram tão certo entre você e Posei...

– Afrodite!

– Desculpe querida, mas só estou dizendo a verdade!

– O que houve entre você e meu pai?

– Absolutamente nada.

– Vamos logo Athena, dê a benção aos dois. Eles já têm a minha, do que adiantaria você tentar intervir?

Athena suspirou derrotada.

– Tudo bem , vocês venceram. Mas eu juro Perseu, se machucar minha filha, nem mesmo seu pai poderá te proteger. Você tem minha benção.

Mesmo que grande parte dele permanecesse aterrorizada com a ameaça de Athena, suas palavras deixaram-no extremamente feliz, e um grande sorriso brotou iluminando seu rosto.

– Eu lhe prometo Lady Athena, que farei o impossível se preciso apenas para ver Annabeth feliz. Obrigada. E... Obrigada também, Lady Afrodite. Serei eternamente grato.

Ele saiu apressado do imponente prédio, e seguiu para casa, ansioso para falar com Annabeth, e finalmente dar a ela o anel que se encontrava em seu bolso.

Quando chegou ao apartamento, Annabeth dormia tranquilamente no sofá, com um livro sobre seu peito, e sorriu imaginando os dois casados.

Ficou sonhando acordado durante algum tempo, até que uma realidade diferente o paralisou. “E se ela disser não?” Ele balançou a cabeça, afastando tais pensamentos, e se aproximou dela, agachando-se ao seu lado.

– Annabeth... – sussurrou ele em seu ouvido, antes de depositar um longo beijo em sua bochecha e depois em seus lábios. – Acorda, amor.

– Percy... – disse ela, com a voz rouca, abrindo os olhos lentamente. – Parece que eu caí no sono, não é mesmo? – ela sorriu.

– Parece que sim. – respondeu analisando seu rosto.

– O que foi? Aconteceu alguma coisa?

– Não, está tudo bem. Vamos sair para jantar?

– Alguma ocasião especial?

– Sempre é especial se eu estou com você, Sabidinha. – disse ele beijando-a novamente.

– Uau! O que você fez de errado Perseu? – ela brincou, rindo.

– Engraçadinha... – ele disse se pondo de pé. – Vou tomar meu banho, não vamos atrasar! – ele gritou do banheiro.

Após algum tempo Percy já estava pronto, usando calça clara, com camiseta e blazer aberto, enquanto Annabeth trajava um belo vestido preto.

– Você está linda, eu devo dizer. – ele disse, com um sorriso bobo.

– O que está acontecendo com você hoje? – ela sorriu.

– Nada ué. – ele riu também, quando estacionava na porta do restaurante.

A noite foi extremamente agradável, e após o jantar, Percy a levou para um passeio no cais.

Ela apoiava-se na amurada observando o céu perfeitamente estrelado sobre os dois, enquanto ele a abraçava pela cintura, com o rosto apoiado na curva de seu pescoço.

– O que deu em você hoje Perseu? – ela perguntou virando-se para ele, enquanto ele se perdia no cinza de seus olhos.

– Nada Annie, eu só queria que esta noite fosse perfeita.

– E por que teria que ser perfeita?

– Porque eu preciso muito conversar uma coisa com você.

– E o que pode ser tão importante assim? – ela sorriu.

– Bom – ele disse levando a mão ao bolso, e tirando de lá, a caixinha azul. – É você, Annabeth.

Ela o encarou com os olhos já rasos d’agua.

– Percy... Mas, o que...

– Annabeth... – ele começou, segurando sua mão, e se ajoelhando – Eu posso não ser um cara perfeito, e só você conhece todas as minhas falhas e defeitos como ninguém. Mas eu preciso te dizer agora, e eu sempre continuarei a repetir, que eu te amo. Mais do que tudo nesse mundo. E que eu já não posso mais viver sem ter você ao meu lado. A única coisa que eu quero saber é se... – ele disse abrindo a caixinha e lhe estendo o anel ali – Você quer continuar a me fazer a pessoa mais feliz do mundo, e se casar comigo?

Nesse ponto, as lágrimas já corriam incessantemente pelo rosto de Annabeth, e antes que ele dissesse mais qualquer palavra, ela sussurrou:

– Sim... – ela dizia sorrindo – Sim, sim, e sim... É claro que sim!

Ele se levantou e colocou o anel em seu anelar direito, ao que ela o abraçou e ele a girou no ar, para só então coloca-la novamente no chão, e lhe dar um beijo apaixonado.

Aquela havia sido a melhor noite de sua vida.

E então, um trovão ribombou no céu, fazendo-o despertar e trazendo-o de volta a realidade.

Notas finais
Okay, okay... Eu sei que talvez o final tenha ficado um pouquito confuso, mas não precisam se preocupar que vocês entenderão tudo no decorrer da fic! Muuitooo obrigada por lerem!! Espero que tenham gostado!! Por favor, deixem seus comentários dizendo se devo ou não continuar essa história!! Depende de vocês!! ;))Bjss da Kakau