I Will Always Be With You
15 Capítulo 15
Notas iniciais
eu demorei sim meu....e eu gostei do capitulo sim...comente por favor...se não eu não posto mais....obg a quem le...amo todas
Então estiquei meu braço, fechei minha mão, encarei a porta por alguns minutos, pensando que talvez saísse de lá de dentro um velho mau-humorado, que nos expulsaria de lá, fazendo assim Frank me condenar eternamente por seu resfriado. Bati duas vezes, afastando assim meus braços, e encarando impaciente a porta, torcendo para que algum ser bondoso abrisse a porta, nos deixasse entrar, e assim dormiríamos em uma cama quentinha, talvez não só dormiríamos. (se é que você me entende)Entreolhamos-nos, comecei a ficar impaciente pela demora. Até que alguém abriu a porta, e nós olhamos ansiosos. Uma velinha baixinha e gordinha apareceu, sorrindo exageradamente e docemente pra nós. - Sim? –ela perguntou sua voz tão doce quanto seu sorriso.- É....bem....nós nos estávamos andando sabe, e começou a chover, ai nós vimos sua casa, e queríamos saber se nós podemos... - Claro meu jovem, entrem, vocês devem estar congelando. –ela disse, Frank sorriu pra mim, passou na minha frente, e entrou, me deixando parado lá fora o olhando entrar e conversar com a velinha. Sua casa não era muito grande, parecia morar sozinha. Era uma casa bem feliz por assim dizer, tinha vários quadros de crianças sorrindo, provavelmente seus netos. Andamos por um não muito grande e apertado corredor, até chegarmos a uma cozinha, talvez o maior cômodo da casa. Ela se sentou em uma das cadeiras da mesa, nós automaticamente sentamos também. - Bom como vocês se chamam?- Eu me chamo Frank, e esse aqui –apontando pra mim –Se chama Gerard. A velha sorriu de novo, e nos encarou. - Eu me chamo Helena, bem, é bom vocês tomarem um banho quente, se não vocês pegaram um resfriado. Sabe, eu tinha um filho, morreu com a idade de vocês mais ou menos, acho que as roupas dele iram servir se vocês quiserem. –ela disse, incrível como ela conseguia falar da morte do filho como se fosse algo normal, Frank passou a mão em seu cabelo molhado, aparentemente sem graça. Como uma pessoa deixava duas pessoas entrarem em sua casa, sem os conhecer? E se eles fossem assassinos ou algo do tipo? Pessoas desse tipo me comovem. Então ela nos levou até um dos quarto, no fundo do pequeno corredor, acendeu a luz. Como esperado, o quarto não era grande, e o detalhe: tinha apenas uma cama, não muito grande como tudo naquele lugar. Ela se virou, nos olhou, ainda sorrindo. - Vocês se importam de dormir na mesma cama? É que vocês sabem, a casa é pequena, já é até grande demais para uma velha solitária como eu, espero que não tenha problema. Creio que eu olhei um tanto maliciosamente para o Frank, pensando em dormir em uma cama sozinho com ele, ele devolveu com um olhar um tanto estranho. - Claro que não nos importamos não é Frankie? –eu disse, envolvendo meus braços no seu ombro, ele sorriu.- Nós não nos importamos. Ela abriu a porta do armário que estava no canto do quarto, tirou de lá duas toalhas brancas, e nos deu, logo depois saiu do quarto, e reapareceu segurando algumas roupas. - As roupas são velhas, mais são as únicas que eu guardei, aparentemente elas são do tamanho do Gerard, então provavelmente vão ficar grandes para o Frank. –ela disse, nos entregando as roupas, ainda com seu sorriso em seu rosto. Pode se dizer que aquele sorriso doce estava começando a me deixar irritado, ninguém conseguia sorrir por tanto tempo. Ela continuou conversando com agente por mais algum longo e exaustivo tempo, enquanto nós ainda estávamos com nossas roupas molhadas, congelando, Frank batia seus dentes, invadindo o quarto com um incomodo barulho. - Eu vou deixar vocês se trocarem agora, se quiserem alguma coisa é só pedir, ah sim, quando vocês tirarem as roupas, me dêem, ai eu vou por para secar, assim amanha vocês poderão por elas. –ela disse, e finalmente saiu do quarto, Frank fechou a porta rápido, encarou as roupas em cima da cama, e logo depois se virou para mim. - Não sei por que essa mulher me da medo. –ele disse, rindo, pegando duas peças de roupas, e as olhando, aparentemente chocado. –Alias, essas roupas vão ficar enormes em mim. –ele continuou.- Você pode simplesmente ficar pelado, eu iria adorar. –eu disse, o encarando, tentando parecer sério, mais logo depois estava rindo de novo, o fazendo corar.
- Eu não vou ficar pelado, porque eu tenho medo do que você possa fazer.- Nada que você não queira Frankie. Ele me encarou, sorriu, e eu retribui. Depois disso um silencio confortável invadiu o quarto, Frank tirou seus olhos de mim, e voltou a encarar as roupas. Creio que eu nunca vi uma pessoa que ficasse vermelha com tanta facilidade, e o pior é que dessa vez eu não sabia por quê. - Por que você esta vermelho Frankie? –eu disse, enquanto ele segurava firmemente suas roupas, as olhando fixamente.- Eu...não...nada. –ele se atropelou com as palavras, creio que ele disse mais algumas coisas que foram impossíveis de se entender.- Não me diga que você esta com vergonha de se trocar na minha frente? Olha, eu juro que não fico excitado tão facilmente, e se ficasse, eu não iria simplesmente te atacar. Ou se você quiser, eu posso não olhar. –eu disse, sorrindo pra ele, e cobrindo meus olhos com uma de minhas mãos, deixando pequenas aberturas entre meus dedos, ainda conseguindo vê-lo.- É....eu não achei que você me atacaria, apenas, tenho vergonha, mais não tem problema Gee. Sendo assim, ele se virou, ficando de costas pra mim, suas roupas ainda molhadas grudadas em seu corpo. Ele era magro, não muito, tanto forte para seu tamanha. Sim, ele era pequeno, o tipo de pessoa que parece uma criança, que da vontade de pegar no colo e levar pra casa. Então ele abriu levemente seus botões, e deixou a camisa escorregar pelo seu corpo, caindo assim no chão, e fazendo barulho. Eu o encarava. Depois, ele abriu o zíper de sua calça, e a tirou com dificuldade, ela estava realmente grudada em seu corpo.Você se lembra de me ouvir dizer que eu não ficava excitado tão fácil, não? É meu querido Frankie, às vezes não conseguimos nos controlar. Mais é claro que eu não iria atacá-lo ou algo do tipo, afinal, eu prometi. E eu não estou tão necessitado assim, claro que faz um tempo que eu não fico com alguém, se é que você me entende. Mais mesmo assim, eu sei me controlar.Incrível como quando eu estava com mulheres, era completamente diferente, talvez porque ele era extremamente sexy. Ele se virou subitamente, e eu me assustei, mais não tirei meus olhos dele, coisa realmente impossível meu caro. Impossível tirar os olhos de um “ser” como ele. Será que ele era real mesmo?Ele poderia ser algum tipo de....não sei....aquelas pessoas perfeitas sabe? Que no final são apenas meros robôs?É....eu deveria assistir menos filme. Não sei porque eu senti meu rosto queimar, foi tão....rápido.AAAAA claro Gerard, acho que você deveria olhar ao seu redor, e perceber que o Frank esta te encarando, e o relevo de sua calça aumentando. Controle-se.Ouvi então um estralar de dedos, acordando de minhas fantasias sexuais com o corpinho completamente sexy, porem pequeno de Frank. A sim, seria bom mencionar que meu rosto estava me incomodando. Sabe a leve queimação de meu rosto? Agora se tornou mais do que uma leve queimação, eu poderia jurar que eu não estava apenas vermelho de vergonha. - Sabe Gee, eu pensei que você não se excitava tão facilmente. Olhe pra você, ele esta, bem.....muito maior do que o normal. –ele disse, apontando para meu agora gigante relevo na parte mais sensível do corpo. A cobri então com a toalha que Frank estava segurando, puxando-a de sua mão. E ele ria de mim, ria muito e muito alto. - Eu não fico excitado fácil, você que me deixou assim Frankie boneca, venha aqui me ajudar com isso. –eu disse, rindo, tentando amenizar a vergonha que estava sentindo. Eu levantei, e comecei a correr em volta do quarto, atrás dele. Apenas duas criancinhas completamente felizes. Eu agarrei seu quadril, fazendo com que nós dois caíssemos na cama, ele em baixo de mim. - Ei, sai de cima, você ta molhado. Eu acabei de trocar de roupa Gee, alem do mais, você ta bem pesadinho, não? –ele disse, me empurrando, tentando tirar meus braços que estavam fortemente em volta de sua cintura.- Ai, você me ofende assim. Eu não to pesadinho, eu sou....okay, eu sou um Um gordinho excitante extremamente sexy que você sonha todas as noites e tem fantasias sexuais.- Você é um pervertido Gerard, que horror. –ele disse, me empurrando mais uma vez.- Tudo bem, eu saio de cima, mais só se você me der um beijo. - Como se você precisasse pedir. Então ele aproximou seu rosto do meu, puxando levemente meu pescoço, e assim tocou meus lábios com os seus, senti então sua língua quente invadir minha boca movimentando-se junto com a minha. Separamos-nos. - Agora eu saio de cima Frankie, para você não ficar doente sabe. Eu não quero ter que te dar sopinha na cama. Ele riu de mim, e se acomodou na cama, tentando secar-se.
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