I Want You Just For Me
5 Capítulo 5 - O Que Está Acontecendo?
Notas iniciais
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Agora vou falar esclarecer algumas coisas da fic.
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A fic conta a história de Annie NO colégio. Tudo o que acontece, maioria das coisas, são vividas NO colégio.
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E novos personagens irão entrar *-*
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E é iisso kkk
Enjoy ^^
Ontem foi super legal, tirando o momento em que a Juliana começou a nos estressar. Johnny foi para a casa dele e Juliana... Bem, a Juliana.
Ontem foi super legal, tirando o momento em que a Juliana começou a nos estressar. Johnny foi para a casa dele e Juliana... Bem, a Juliana.
Eu estava em frente á casa de Johhny esperando que ele entrasse em casa, para que eu tivesse a certeza de que ele estava entregue, já que ele foi até a minha casa me buscar. Juliana estava ao meu lado, conversando no celular novamente. Eu ignorei e saí andando.
—Ei, espera garota! -Ela correu até a mim. —Nossa heim, você não anda, você corre. -Dei um sorrisinho irônico. —Então, você é lés? —Lés? —É. Lésbica! -Senti meu coração acelerar, só em ouvir aquela palavra. —Não! Claro que não. —Sabia que não parece? —Pois me desculpe, eu não gosto de ter relacionamentos com garotas. Eu gosto de homem. Pegada forte, sabe? -Não, ela não sabe. Ela era lésbica. Eu havia me esquecido disso. —Nós lésbicas, temos mais pegadas do que qualquer outro homem. E fazemos melhores que eles. -Sorriu maliciosa. —Cara, não acredito que você está falando isso pra mim! -Me irritei. Eu odiava falar de sexo. Com qualquer pessoa. Até mesmo com minhas amigas.
—Tá, desculpa. Só estou tentando dizer que eu não sou uma pessoa ruim ou uma tarada. Se é isso o que você pensava de mim quando chegava na sala. -Eu não sabia o que eu pensava dela. Se é que penso. —Está bem. —Então, me diz aí. O que você não gosta em uma pessoa? -Pergunta fácil de responder. —Eu odeio que tratem mal, amigos meus! -Na testa. Espero que ela não seja burra para não perceber que a indireta foi pra ela. —Hum... —E você? -Ela chutou algumas pedrinhas que estavam no caminho. —Eu...? Eu não gosto de mentiras. Eu odeio elas. —Hum...
Eu havia chegado na minha casa, e ela voltaria até o ponto novamente, para ter que ir pra casa dela. Afinal, eu não mandei ela vir comigo.
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Segunda-Feira e eu estava um pouco confusa sobre o que pensar da Juliana. Tinha as vezes que ela parecia má, irritante, maliciosa e invejosa. Mas tinha horas, que ela parecia inocente, doce, encantadora, boa pessoa e boa amiga. Eu não sei qual é a dela. Que tipo de bipolar é você?
Segunda-Feira e eu estava um pouco confusa sobre o que pensar da Juliana. Tinha as vezes que ela parecia má, irritante, maliciosa e invejosa. Mas tinha horas, que ela parecia inocente, doce, encantadora, boa pessoa e boa amiga. Eu não sei qual é a dela. Que tipo de bipolar é você?
—Então, vai pra escola segunda? -Ela perguntou. —Não sei. Não sei. -Ela nem se despediu. Virou as costas e segui caminho.
Eu havia chegado cedo na sala, mas sabia que só teria aula no terceiro tempo. Eu precisava estudar para o teste, e o melhor lugar pra mim, era na escola, dentro da sala vazia.
Estava com o caderno aberto sobre a mesa, lendo as questões, e ela, Juliana, entrou dentro da sala. Parou em frente ao quadro e tornou a me fitar. Eu cansei de ignorá-la sempre que ficava á me olhar, e fiquei á encará-la. -Ela riu.
—O que foi? -Perguntei suspeita. —Nada. É que... -Puxou uma cadeira e sentou-se. —É que o que, Juliana? —É que. Você não vai entender. -Sorriu. —Entender? O que? -Ela levantou de sua mesa e sentou ao meu lado. Ficou me olhando por um longo tempo. —Está.. me analisando? —Quase isso. -Ela voltou a ficar me olhando. Eu comecei a gostar daquilo, me permiti aos poucos, á olhar de volta. Dava sorrizinhos tímidos, e ela tirava o cabelo que caía em meu rosto. —Você tem certeza de que não é lésbica? -Eu fechei os olhos e respirei bem profundo.
—Certeza absoluta. —Então, prove-me! —Não! -Eu não gostava de sair falando pra Deus e o mundo que eu gostava de alguém. Mas a Juliana não me deu escolha. —Ou você conta, ou eu falo pra todo mundo que eu te beijei. —Mas você não me beijou! -Afirmei. —Vai contar ou não? -Ela parecia impaciente. Eu não queria que as pessoas pensassem que eu era... Ah, lésbica!
—Eu gosto de alguém. —Quem? —É da nossa sala. —Johnny? -Fez cara de nojo. —Não! E não faz essa cara, ele é legal. —Tá, que seja. Mas quem é o garoto que eu vou ter que matar? -Ela sorria. Ela fazia as coisas parecerem assustadoras. —Lucas! -Ela olhou para o meu caderno. —L.U.C.A.S! -Soletrou. —Lucas! -Eu estava começando a ficar com medo.
—Bem, até que ele não é feio não. —É, eu sei. —Mas então, já disse á ele? —Não, claro que não. —Então por que não diz? Sabe, os garotos adoram quando as garotas se delcaram pra eles. —Mas você é lésbica! -Não pude deixar de lembrá-la. —Isso não faz de mim, uma não entendedora de homens.
O sinal tocou e os alunos subiram para o teste. Juliana saiu do meu lado e voltou para seu lugar. No teste inteiro ela ficava me olhando, eu odiava aquilo.
Johnny mais uma vez não havia ido á escola e eu estava sentada sozinha. Depois do teste, ganhei uma nova colega de mesa.
—E então, vamos lá fora? -Juliana perguntou. —Mas a professora vai voltar. -Eu nunca me preocupei em sair da sala enquanto o professor não estava. Eu saia até quando eles estavam. —Ah qual é, Annie? -Era imprenssão minha, ou era a primeira vez que ela havia falado meu nome? Soou tão... interessante. —Está bem.
Fomos para a escada, ficamos sentadas ali. Ninguém subia, ninguém descia. Estava começando á ficar tedioso.
—Já beijou uma garota? —Claro que não. Eu já disse que eu gosto de homens. Garotos, eu gosto de rapazes. —Tá. Eu sei. Mas, nunca pensou que beijaría uma garota? Nunca passou isso pela sua cabecinha de algodão doce não branco? —Não! -Ela não desistia. Ela era boa no que fazia. —Pense... Eu quero saber. Preciso que pense. E vou repetir mais uma vez. -Me olhou nos olhos, bem no fundo dos meus olhos. —Você nunca pensou em beijar uma garota? -O diretor Roberto subiu as escadas e pediu para que nós duas, entrassemos em sala.
Eu esperei Juliana subir, pois não queria ser vista ao lado dela, já que teve uma chantagem maligna de espalhar para todos que ela havia me beijado, sem mesmo ter tocado meus lábios.
Eu estava frustrada. Nada estava legal pra mim.
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