I Put a Spell On You 🔞
20 Capítulo 2O — A sample
Notas iniciais
Hello!!!! Senti falta de alguns leitores no capítulo passado, maaaas... okay. Espero que comentem no de hoje ^^
Anyway... aproveitem e sorry por qualquer erro de digitação :3
Tradução do capítulo: Uma amostra

— Pensei que fosse dormir com ele.— Comecei a sentir cólicas e vim logo para casa. – responde com o rosto tenso.— Aqueles dias?— É...— Entendo. Mas vocês ainda vão sair hoje?— Sim. Acho que pegaremos um cineminha.— E como ele é? Você não fala muito da pessoa dele.— Incrível! – Rebby sorri empolgada. — Sam me faz sentir feliz e segura. Não sei. Acho que está dando certo.— Fico feliz por você!— Eu também fico por você! – ela comemora. — Parece que encontramos dois ótimos partidos!Tento acompanhar seu sorriso, mas tudo que consigo fazer é sentir um nó se formar em minha garganta. Abaixo a cabeça e respiro fundo.Ah, Rebby! Você até pode ter encontrado uma pessoa legal e estar bem com ela assim como eu. Mas, no meu caso, não posso permitir que essa euforia se expanda. Vai apenas até os limites de um contrato nojento!— Nat?— Oi. – pisco. — O que foi?— Está tudo bem?— Sim. — Bom, já falou com Clint?— Ele me ligou há alguns dias. Por quê?— Então já está sabendo, né?— Co-como assim? Sabendo do quê?— O pai dele será transferido para um hospital em San Frascisco, já que eles irão se mudar para lá.— Ah, sim! Ele fará a cirurgia por lá mesmo, né?— Sim. É melhor do que ele viajar de avião num pós-cirurgico.— Imagino. E quando eles irão para San Frascisco?— Parece que amanhã.— Amanhã? – indago. — Já?— É. Perdeu a noção do tempo? Eles te deram a data!— Nossa! – espalmo o rosto com o susto. — Acho que acabei me desligando mesmo.— Sei! – Rebby me solta uma risada significativa. — Eles estão no hospital para mais uma consulta. Vai visitá-los?— Sim. Quero me despedir. – levanto da cama e sinto a dor no meio de minhas pernas me atingir novamente.— O que foi? – Rebby nota o incômodo presente em meu rosto.— Nada. – desvio o olhar e vou para o banheiro.— Steve esteve com você?— Rebby...— Esteve, né? Logo que eu saí ontem encontrei com ele aqui embaixo.— Rebby, vai arrumar o que fazer.— Pior que vou mesmo! – ela apoia as mãos no ventre com mais uma careta. — Termine de fazer logo esse xixi! Quero tomar um banho e me deitar um pouco.— Vou esquentar a bolsa térmica para você. – sorrio enquanto lavo as mãos. — Vá pegar uma roupa confortável.— Okay, mamãe!Rebby me faz rir antes de voltar ao seu quarto.▪️▪️▪️— Oh, não se preocupe, querida! Nós vamos ficar bem. – tia Edith me tranquiliza mais uma vez após me abraçar.— Eu sei, tia, eu sei, mas vou sentir saudade. – ela sorri tristemente com meu comentário, o que me faz sentir culpada.— Também iremos, meu bem. E muita. Pode ir nos visitar em San Francisco quando quiser. – convida tio Harold deitado na cama do quarto de hospital.— Estarei lá assim que possível! – afirmo com um sorriso caloroso. — Como está se sentindo, tio?— Bem. É apenas uma consulta para uns últimos exames. Os medicamentos estão controlando a dor.— Que ótimo, pai! – Maria surge no quarto. — Olá para todos! – ela vai direto a tio Harold e beija seu rosto.— Oi, querida. Onde está Derek?— Trabalhando, pai. – responde. — Ele lamentou por não poder vir visitá-lo.— E por que ele está trabalhando hoje, meu bem? É o dia de folga dele.— Eu sei, mas ele conseguiu um serviço com um amigo e vai aproveitar o dinheiro extra.— Você já comeu alguma coisa, filha? – pergunta tia Edith.— Derek e eu tomamos café antes de sairmos de casa. — Café? Mas já está na hora do almoço!— Eu sei, mãe, mas não estou com fome agora. Ah! Por favor, preciso que todos vocês estejam presentes hoje à noite. – diz eufórica. — Até mesmo você, Natasha.— Eu? – coro com seu convite. — Por quê?— Tenho uma surpresa para vocês. Acho que pode não ser o melhor momento, mas também acho que irá nos alegrar. E estamos precisando disso.— O que foi, querida? – tio Harold pega na mão de Maria.— Saberá mais tarde, pai. Aguente a curiosidade. – as falas de Maria me fazem lembrar de Steve e acabo sorrindo involuntariamente.— Nat, já começou a procurar por emprego? – Clint chama minha atenção, o que mata meu sorriso aos poucos.— Ahn... não. Estou visando a Minds Manhattan mesmo. Até lá vou me virando com alguns bicos. E minhas economias. Lugar nenhum me contratará para apenas um mês de trabalho.
— Irá conseguir passar por isso, querida! – afirma tia Edith. — E logo alcançará seu objetivo maior!— Obrigada, tia. – sorrio com seu carinho antes de vestir meu casaco. — Tenho que ir agora.— Aonde vai? – a pergunta de Maria me surpreende, mas consigo disfarçar a tempo de deixar meu queixo cair no chão.— Ahn... eu tenho um compromisso. – passo a bolsa pelo ombro. — Até mais, tio Harold! Tentarei estar aqui de noite, Maria. – aviso antes de abrir a porta e sair.Na verdade, meu compromisso é um almoço com Steve, já que ele me telefonou pela manhã dizendo que iria se redimir por ter saído sem se despedir.No início, fiquei zangada, mas ao ouvir suas doces palavras ao telefone, não pude evitar de amolecer.Desculpe, Nat. Eu poderia ter te acordado para avisar que estava indo, mas eu acabei dormindo por aí e acordei tarde. Perdi a hora e precisei correr. Mas prometo compensá-la com um almoço. Ou jantar. Você escolhe. E pode escolher o restaurante também, linda.Foi automático. Ao escutar seu doce "linda", eu acabei me derretendo incondicionalmente. Mas, mesmo tendo essas palavras de Steve em minha cabeça, também sei o seu outro porquê de querer me ver: a resposta do contrato. É isso que ele quer. Um sim ou não.A verdade é que Steve quer um "sim", mas eu não sei se posso dar isso a ele. Eu realmente terminei de ler o contrato até mesmo no dia que Steve me deixara em casa depois de nossa primeira noite juntos. Mas eu precisava de mais tempo. E ainda preciso. E se ele realmente me quer e sente algo por mim terá de me entender e respeitar minha decisão.▪️▪️▪️— Oi! – sorrio de modo eufórico após entrar no restaurante e encontrar Steve sentado à mesa.— Oi, Nat! – ele se levanta e beija meu rosto. — Você está bonita! — Obrigada. – sinto minhas bochechas corarem. — Você também.— Obrigado, Srta. Romanoff. – Steve sorri docemente. — E como você está?— Bem. – Steve puxa a cadeira para que eu me sente. — E você? Dormiu bem?— Muito. – ele volta ao seu lugar. — Está com fome?— Hmmmm... mais ou menos. Você já pediu? – pego o cardápio e começo a estudar minhas opções.— Não. Estava esperando por você.— Já pensou em alguma coisa?— Talvez um peixe. Ou sopa.— Prefiro sopa. – fecho o cardápio e o ponho dobrado sobre a mesa onde estava antes.— Okay. Qual?— Ahn... – Steve ri ao notar que eu direciono meu olhar para o cardápio que acabei de fechar.— O que você acha de tomarmos uma Sopa de peixe do norte alemão? – ele parece confiante em sua sugestão. — É uma delícia! Leva camarão e mexilhões. Você quer? É alérgica a frutos do mar?— Não. – sorrio com minha barriga roncando. — Parece uma delícia! Vamos tomar essa!— Okay. – Steve sorri satisfeito. — E para beber? Vinho?— Sim. Você escolhe.— Certo. Ahn... garçom!— Sim, senhor?— Por favor, dois pratos de Sopa de peixe do norte alemão. E para acompanhar vamos querer um Sancerre.— É para já, senhor. Com licença. Senhorita. – o garçom assente em minha direção antes de se afastar.— E então? Por que me chamou aqui? – Steve sorri com minha pergunta.— Sabe a resposta.— Sim. O contrato.— Não. – ele me deixa confusa quando enruga o cenho.— Não?— Não, Natasha. Acha que só penso sobre o contrato?— Sinceramente? Acho.— E por quê?— Porque sempre tenta me persuadir a aceitar quando está comigo. – sou direta nas palavras e Steve as toma no fundo de seu âmago.— Justo! Mas não te chamei aqui para isso. Dessa vez. — Tudo bem. – envergonhada, abaixo o olhar. — Desculpe. Eu me precipitei. Mas também sei o quanto quer que eu aceite ser sua submissa.— É, eu quero. Natasha, eu...— Eu já li o contrato, Steve.— Já leu? – repete com os olhos arregalados. — E o que achou? Aceita? – pergunta após me ver assentir à sua primeira pergunta.— O fato de eu ter lido não significa que eu não precise de mais tempo para pensar.— Pensar? Mais? Natasha...!— Steve, você gosta dessas coisas, você pratica essas coisas! Mas eu... e-eu não estou acostumada com isso, eu não faço isso. Entenda.— Eu entendo. – ele grunhe ao respirar fundo. — Juro que entendo, Natasha, mas a vontade de ter é enorme.— E por que você tem que me ter nesses termos? – ele desvia o olhar. — Steve?— O que foi? – pergunta após suspirar.— Por que faz isso?— Ahn?— É. Você ouviu. Por que faz essas coisas?— Natasha, eu não tenho que te explicar nada! – antes que eu possa responder, o garçom volta à nossa mesa segurando duas taças e uma garrafa de vinho.Ele deposita os objetos sobre a mesa e nos serve calmamente. Agradecemos e o garçom se retira, mas não sem antes nos ver dar o primeiro gole.— Calma. Por favor. – controlo minha vontade de gritar com ele. — Estou falando direito com você, então fale direito comigo também.— Então pare de me cobrar.— Não estou cobrando, só estou perguntando!— Mas você não tem que perguntar!— Steve!— O que é?— É o mínimo que você pode fazer é me explicar alguma coisa! Quer me arrastar para essa sua prática doentia, então ao menos me deixe saber o porquê.— Prática doentia? É assim que você me vê então?— Desculpe. – balanço a cabeça. — Falei sem pensar, não quis ofender você. Mas ainda é novo para mim. E me assusta.— Entendo que te assuste, mas eu também disse que não vou te machucar. O que pensa que eu sou? – ele não me deixa responder, apenas ri forçado. — Claro! Um doente!— Steve! Não é nada disso! Só acho que é meu direito saber sobre isso, uma vez que você esteja tentando me arrastar para essa coisa.— Você não tem direito de nada! Eu não te disse que te dedicaria uma autobiografia!— E nem eu estou pedindo por isso, só quero entender um pouco sobre isso, sobre o porquê de fazer isso.— Porque é o jeito que eu sou! – exclama alto, atraindo a atenção das poucas pessoas que também almoçam no fino restaurante.— Por favor, fale baixo. – tampo um lado de meu rosto ainda envergonhada.— Desculpe. – Steve suspira. — Não quis gritar com você.— Tudo bem. Apenas... se controle um pouco.— Ha... – Steve ri balançando a cabeça. — Controle é algo que não fica de fora do meu alcance, Srta. Romanoff.— Dá para ver, Sr. Rogers. – provoco com firmeza em minha fala. — Mas, como o senhor mesmo já me disse uma vez, eu não sou sua, portanto não pode me controlar.— Natasha...— E, se continuar falando comigo neste tom, eu irei continuar sem ser sua.— Natasha, não faça isso. Não me provoque e, principalmente, não me desafie.— Por quê? Vai fazer o quê? Vai me sequestrar e me forçar a ser sua submissa?— Natasha! – grunhe com os dentes cerrados, fazendo com que eu suspire e feche os olhos.— Desculpe. – a culpa me consome. — Não sou de ficar provocando nem respondendo às pessoas, mas você, Steve, faz coisas comigo que sinceramente gostaria que parasse.— Tipo...?— Tipo me deixar agoniada!— Agoniada?— É, agoniada. E não só agoniada.— Então como mais eu te deixo, Srta. Romanoff?— Bom, agoniada é uma delas. Mas também me deixa nervosa. Confusa. Ahn... maluca, preocupada, receosa... o que mais? Estérica também? – indago e ele ri. — Claro! Também me deixa irritada!— Mas é só assim que eu te deixo?— Como assim?— Eu só te deixo assim, com essas más sensações?Mais uma vez, respiro fundo repousando as costas no encosto da cadeira enquanto observo o rosto ansioso de Steve.— Bom, não. – ele sorri abertamente com minha revelação.— E de que outros modos eu te deixo, Srta. Romanoff?— Acho que você já sabe.— Mas você pode dizer.— E por que deveria?— Natasha. Vamos lá, linda! Diga.— Ai, Steve! – ele ri com o meu bufo. — Pare de rir de mim.— Sempre que você fica bravinha e faz este biquinho, a vontade de te agarrar e te foder é ainda maior.— Pare de falar assim. – remexo as pernas embaixo da mesa.— Por quê? – Steve afrouxa sua gravata. — Fica excitada?— O quê? Excitada? – enrolo meus fios ruivos e os jogo para trás.— É. — E por que acha que fico excitada?— Porque eu posso sentir.— Sentir?— É, sentir.— E por que você pode sentir, Sr. Rogers? – pergunto com a voz rouca e sedutora.— Porque eu conheço situações como essa que estamos vivenciando.— E como elas são?— Exatamente assim. Do jeito que você está.
— Co-como...— Nervosa. Suando. Tremendo. Gaguejando. – Steve pega minha mão sobre a mesa e acaricia minha pele com seus dedos. — Está fervendo e mordendo o lábio.— Isso não quer dizer nada.— Sim, isso quer dizer tudo, Srta. Romanoff. E ainda por cima está corada.— Pode ser consequência do vinho. – mexo a cabeça para o lado e olho para a taça cheia pela metade em cima da mesa.— Boa desculpa, mas é falsa! Está corada por outra coisa.— E que outra coisa poderia ser?— Adrenalina. – Steve mexe em seus cabelos com a mão livre. — A mesma adrenalina que está te fazendo respirar aceleradamente e apertar as coxas.— Ahn? Como sabe sobre minhas pernas?— Senti a movimentação na toalha da mesa.— Ér... mas e então? – ergo uma sobrancelha. — O que pretende fazer a respeito?— No momento, não posso fazer nada, pois estamos em público e eu não pretendo dividir a beleza do seu corpo com mais ninguém. – sua fala me faz ofegar. — Mas, depois daqui, nós podemos ir para o meu apartamento, onde eu arrancarei toda a sua roupa e a farei gozar em minha língua. Mais de uma vez.— E se eu não for ao seu apartamento? – indago com certa dificuldade em raciocinar.— Você vai. – afirma com um sorriso convencido.— E se eu não quiser?— Irá do mesmo jeito.— Você vai me forçar, Sr. Rogers?— Não será preciso, Srta. Romanoff.— Por que não?— Porque mudará de ideia. – diz simplesmente. — Sei que mudará de ideia.— E como pode ter tanta certeza?— Porque eu te conheço e sei as coisas que faço despertar dentro de você.— Você sabe?— Sim, eu sei. E não é a única coisa que eu sei, Srta. Romanoff.— E o que mais sabe, Sr. Rogers?— Sei como te fazer perder o controle. Sei como te fazer enlouquecer. – Steve lambe os lábios e aperta ainda mais seus dedos contra minha mão. — Sei como te fazer implorar por mim. E mais uma coisa.— O quê? – minha garganta está seca enquanto minha calcinha está completamente encharcada.— Sei o quanto quer isso. Tanto ou até mesmo mais do que eu.Continuamos nos olhando com as respirações pesadas e aceleradas. O garçom volta à mesa com nossos pedidos em mãos, o que me faz corar e soltar a mão de Steve num pulo.— Tenham um bom apetite! – ele sorri antes de se afastar.— Hmmm... está deliciosa! – Steve exclama após levar a primeira colherada à boca. — Gostou?— Sim, está perfeita!— Que bom! O que fará mais tarde?— Nada. – respondo. — Devo ir para casa. – direciono meu olhar para Steve, que sorri para mim por breves segundos.— Como vai o pai de Clint?— Bem. Eles vão se mudar para San Franciso amanhã. Tio John será transferido para um hospital de lá, onde passará pela cirurgia.— Como ele está? — Acordou sem dores hoje. Os medicamentos continuam fazendo efeito.— Fico feliz! Espero que tudo dê certo.— Dará. – afirmo. — Irei com eles até o aeroporto amanhã para me despedir.— Você vai?— Sim.— Eu te levo.— Você?— Sim.— Mas e o seu trabalho?— Que horas eles vão?— Devem ir pela manhã. – digo. — Acho que sete ou oito horas.— Não tem problema. – Steve toma mais de sua sopa. — Posso te levar ao aeroporto.— Obrigada. – meu rosto cora com sua gentileza. — E obrigada também por nos ajudar com a mudança. Isso fez parte de alguma amostra de mimo?Steve ri antes de limpar a boca com o guardanapo e se preparar para me responder.— Você ainda não assinou.— Ah! – mexo a boca em um gesto travesso. — Tem razão. Achei que pudesse ser mais uma exceção reservada especialmente para mim. – sorrio docemente antes de levar mais um pouco da sopa à boca.— Quer saber? Na verdade é. – Steve chama minha atenção. — Você é uma tremenda e maravilhosa exceção, Srta. Romanoff!Sorrio, completamente perdida e apaixonada por suas doces e carinhosas palavras, mas acima de tudo sinceras.Sei que Steve não precisa mentir para conseguir me conquistar. Ele é verdadeiro e direto e consegue me fazer sentir ainda mais apaixonada.A cada toque, olhar ou palavra que ele me direciona, um profundo e silencioso suspiro escapa de minha garganta. Ah, Steven Rogers...!— Termine sua sopa. – ordena e eu rio.— Sim, Sr. Rogers.▪️▪️▪️Após sairmos do restaurante, Steve e eu usamos seu carro para rodarmos por toda Manhattan, avistando lojas, visitando lugares, vendo pessoas passearem pelas ruas cobertas de neve; foi um dia calmo. E silenciosamente fiquei repensando sobre a afirmação de Steve quando me disse não ser romântico.— Jessie, estou em casa! – ele grita assim que fecha a porta.— Boa noite, Sr. Rogers! – sua governanta para na divisória entre a sala e a cozinha. — Olá, Srta. Romanoff!— Oi, Sra. Benson!— Desejam alguma coisa? – ela pergunta de modo prestativo.— Prepare algo para Natasha comer, Jessie. Por favor. – diz Steve, mas antes que eu possa falar algo, a Sra. Benson se retira.— Steve! Não estou com fome.— Natasha, nós almoçamos uma sopa e você só comeu metade do cachorro-quente.— Sim, mas eu não estou com fome.— Coma só um pouco.— Steve...— Por favor. – ele pega minhas mãos para beijá-las. — Eu gosto de te ver comer.— O quê? Por quê? – acabo rindo de sua confissão.— Não sei. Você come tão bonitinho! Com prazer mesmo! Eu gosto.— É mais um de seus gostos singulares? – ainda estou estranhando seu comentário, mas resolvo brincar com ele. Como que é comer bonitinho?— Sim. Sim, acho que é.— Entendi. – olho para baixo rapidamente. — O que a Sra. Benson fará?— O que você quiser. Só quero que coma.— Só se me acompanhar. – rebato com um beicinho.— Okay. Eu vou comer com você. – Steve sorri e toca em meu rosto. — E depois posso comer outra coisa.— Steve! – corada, eu tento afastá-lo, mas ele só me puxa ainda mais para seu peito.— Não fique tímida, Nat. Combinamos que teríamos liberdade para tudo.— Eu sei. – sorrio antes de senti-lo apertar minhas nádegas. — Steve!— O que foi?— Pare. – eu me contorço para espantar suas mãos.— Nat? – ele me chama— Sim? – subo o olhar e sorrio para Steve, corando ao notar suas pupilas dilatadas.— Não está com muita fome, não?— Não de comida. – respondo de modo atrevido antes de morder o lábio. — Por quê?— O que acha de comermos depois?— Depois? – ele assente ao assistir à minha língua umedecer minha boca. — Depois do quê?— Depois de eu lhe proporcionar uma amostra.— Amostra? Outra?— Sim.— Mas amostra do quê? – pouso as mãos sobre seus largos ombros.— Do meu estilo de prazer.— Co-como?— Quero que veja e sinta como é.— Ma-mas... você já me deu uma amostra. Na minha casa. Lembra?— Será diferente. Quero te dar uma amostra do Quarto das Brincadeiras.— Brincadeiras? – sorrio nervosa. — É assim que você chama aquilo?— Não deixam de ser brincadeiras, linda.— Okay, mas...— Por favor, Nat. Conceda isso a mim.— Por quê? – cerro os olhos para analisar seu rosto.— Eu preciso te ter daquele jeito. Ao menos uma vez, caso não aceite ser minha submissa.— Steve...— Por favor, Nat. Por favor. Faça isso por mim. – insiste com a respiração pesada, soltando lufadas de ar quente contra meu rosto. — Por favor, deixe-me dominá-la. Deixe-me fazê-la minha ao menos uma vez.
Notas finais
Links que não abriram no capítulo:
Banheiro --> https://www.ideiasdecor.com/wp-content/uploads/2018/03/banheiro-branco-83.jpg
Quarto da Rebecca --> https://www.celinamolinari.com.br/wp-content/uploads/2016/03/casa-de-praia-arquitetas-luana-fernandes-carla-tortelli-arquitetando-ideias-quarto-tijolinhos-rustico.jpg
Tcham, tcham, tcham... o que será que vai acontecer? Como será essa suposta amostra que Steve dará à Nat? Uuuuui *u*
Babies, fiquei sabendo de uma nova fic STASHA aqui do Nyah! Eu não pude ler ainda, mas disseram que é muito boa. Então... passem por lá: https://fanfiction.com.br/historia/672025/Same_Old_Love/
Muuuuito thanks pelos 567 comentários, 153 acompanhamentos, 66 favoritos, 6 recomendações e 12.658 visualizações! Vocês fazem da minha vida, uma alegria ainda maior ^^
Quero que todos os novos leitores se sintam MUITO BEM-VINDOS! Até mesmo, os fantasminhas hahaha vocês ajudam nas visualizações :3
Please, acompanhem, favoritem, recomendem e comente, petecos ^^
Beijocas!!!
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