Notas iniciais
Babies!!!! Como vão? E aí? Estão curtindo as férias? Saindo muito? Namorando...? Hahaha então... peço que leiam as notas finais porque preciso de conversar com vocês sobre uma coisa importante desta fic. Na verdade, duas. Então, please, leiam as notas finais, certo? :3 Agent Patty Atwell!!!! Que recomendação mais linda! Muito obrigada, baby! Eu amei! Enjoy the chapter!!!! Aproveitem e perdão por qualquer erro de digitação!

Desde que Steve me deixara após nosso beijo, não consigo me concentrar em nada do que faço.

No momento, tento arrumar meus livros na caixa de papelão que está no meu quarto, retirando-os da estante de madeira devido à nossa mudança. Mas faço isso distraidamente, pois só consigo me lembrar da suavidade dos lábios de Steve pressionados contra os meus. De seu gosto viciante fazendo com que eu quisesse mais e mais de seu toque. De seu calor me deixando aquecida e protegida. Ah, Steve! Volte para mim. Volte...!

Após finalmente terminar de tirar todos os livros da prateleira, fecho a caixa de papelão com fita durex. Prendo os cabelos em um rabo de cavalo e pego meu documento da faculdade a fim de conferir minhas notas finais do período.

Quando termino de digitar meu número de matrícula e a senha, clico no canto correspondente à consulta de grau acadêmico e sorrio orgulhosamente ao ver que alcancei todas as médias altas.

— Natasha?

A voz de Rebby chama minha atenção enquanto eu faço logout e me levanto da cadeira. Eu me viro para ela pronta para gritar um tremendo ESTOU FORMADA quando noto seu rosto apreensivo.

— Natasha, onde estava? – Rebby anda cautelosamente até mim sem me dar a chance de sequer cumprimentá-la.

— Eu dormi fora. Você sabe que eu estava com Steve. O que foi?

— Ah! – ela balança a cabeça. — Verdade! Ahn... Nat... você chegou agora?

— Acho que faz uma hora. – já estou nervosa quando levo as mãos à cintura. — O que aconteceu? Você está me assustando, Rebecca.

— Ainda não está sabendo do que aconteceu?

— Não! Não, não! Como assim? O que aconteceu, Rebby? Fala logo!

— Foi o Sr. Barton.

— O que aconteceu com o tio Harold?

— Ele está no hospital. – Rebby limpa algumas lágrimas.

— O quê?! Ma-mas... co-como assim? Quem te disse isso?

— Ninguém.

— Então...

— Eu estava voltando para casa e passei pela livraria no caminho, porque achei que você já estivesse lá, mas estava tudo fechado. E Maria estava gritando no telefone. – Rebby faz uma pausa enquanto soluça. — Nat, ela estava chorando muito.

— Mas você chegou a falar com ela, Rebby? O que ela te disse?

— Disse que o Sr. Barton foi levado às pressas para o hospital. Clint foi correndo assim que soube.

— E o que ele tem?

— Ainda não sei. Maria só disse que parecia ser grave porque o Sr. Barton passou muito mal durante a madrugada e sentiu muitas dores.

— Oh, meu Deus, Rebby! Eu... eu estou indo para o hospital. – às pressas, calço meus tênis antes de vestir o casaco e apanhar a bolsa com o celular. — Você vem comigo?

— Vou tomar um banho e te encontro lá. Aqui o endereço.

— Obrigada! – pego o papel das mãos de Rebby. — Até mais, Rebby!

— Até, Nat. Dê notícias!

▪️▪️▪️

Ainda não dá para acreditar que tudo isso esteja realmente acontecendo. O pai de Clint, doente, com tumor no estômago? Meu Deus!

Desde que cheguei ao hospital, já havia me preparado para ouvir de tudo: um mal-estar, pressão baixa ou alta, mas nunca esperaria ouvir sobre o tumor.

Olho para dentro do quarto através da parede de vidro transparente e vejo Clint e sua irmã, Maria, agarrados às mãos de tio Harold, que dorme tranquilamente sobre a cama de lençóis brancos. Apesar dos médicos afirmarem que ele irá se curar, todos nós estamos apreensivos e temendo pelo pior.

— Nat?

Eu me viro lentamente após limpar algumas lágrimas, vendo tia Edith caminhar em minha direção com seus olhos inchados e avermelhados.

— Tia Edith! – vou até ela e a abraço. — Oi!

— Oi, minha querida! – ela me abraça de volta enquanto afaga meus cabelos gentilmente. — Não vi você chegar. – tia Edith me solta para nos conduzir até as cadeiras do corredor.

— É, eu cheguei há pouco tempo. Vi que estava conversando com os médicos.

— Ah, sim. – ela assente.

— E então? O que eles disseram? Tio Harold vai ficar bem, né?

— Oh, minha querida... – tia Sue pega em minha mão e sorri tristemente. — Eles disseram que ele está bem, a ferida no estômago é delicada, mas ele ficará bem.

— Ferida no estômago? – repito. — É uma ferida? Ouvi Maria dizer que era um tumor...

— Os médicos disseram que é um tumor, mas é benigno, portanto também pode ser chamado de ferida.

— Ma-mas... então... ele está com gastrite? Mas, tia Edith, isso... isso é bom! Digo, ao menos é algo que podemos tratar. Não é grave.

— Sim, sim, mas os médicos ainda não apontaram como uma simples gastrite. – seus olhos se enchem d'água. — Tenho medo de ele... tenho medo de ele... de ele morrer, Natasha. – Tia Edith desaba em lágrimas no meu colo. — Oh, Deus... que jeito de passarmos o Natal! – ela esbraveja ao levar as mãos até o rosto.

— Calma, tia Edith, calma. – eu a aperto nos braços. — Vai ficar tudo bem, vai ficar tudo bem! Tio Harold vai ficar bem e passaremos o Natal todos juntos!

— Natasha!

O chamado me faz erguer o rosto do ombro de tia Edith e me deparar com uma figura que sei que me acalmará num momento como esse.

— Pai!

Levanto e corro até papai, abraçando-o fortemente e chorando em seus braços.

— Oi, minha princesa! Vim assim que pude. Como ele está?

— Pai, ele... ele... tio Harold está doente.

— O que ele tem, filha?

— Uma ferida, pai. – soluço enquanto limpo meu nariz. — Uma ferida no estômago, que também pode ser chamado de tumor. Eu pensei de ser gastrite, mas a tia Edith disse que os médicos ainda não afirmaram se é mesmo isso.

— Oh, meu Deus! – papai anda até titia. — Oi, Edith!

— Oi, Vladimir!

— Como ele está?

— No momento, dormindo. – responde. — Clint e Maria estão lá dentro com ele. Eles se recusam a deixar o quarto, mas parece que os médicos terão que fazer mais alguns exames. Vão ter que sair de lá de qualquer jeito.

— Não se preocupe. Iremos resolver quando chegar a hora. – papai pega em sua mão e me puxa para que eu me sente ao seu lado. — O que mais disseram?

— Disseram que tio Harold tem chances de se curar. É benigno. Mas, mesmo assim, eu estou com medo, pai.

— Calma, minha princesa, calma. Edith, Clint e Maria precisam de nós. Temos que ser fortes por eles! Está bem? – papai sussurra para mim.

— Okay. – limpo novamente minhas lágrimas e narinas com as mãos. — Está certo, pai. Entendi.

— Eu... eu falei com a sua mãe. Ela, Robert e Hazel virão para cá hoje mesmo num voo da noite. Robert já está resolvendo isso.

— Okay. – fungo mais uma vez. — Você está bem, pai?

— Estou. Estou, princesa. Não se preocupe. Ahn... eu vou entrar um pouco para falar com Clint e Maria. Você fica aí com Edith?

— Fico. Fico, pai.

— Certo. Eu volto logo, princesa. – papai se despede de mim com um rápido beijo em minha cabeça antes de entrar no quarto.

— Sra. Barton?

— Sim?

— Olá! Sou a Dra. Stabler. – vejo tia Edith se levantar e me levanto também. — Sou a médica que está acompanhando o caso de seu marido.

— Sim, doutora. Oi. Ér... esta é uma amiga nossa, Natasha Romanoff.

— Olá. – a doutora assente em minha direção e eu devolvo o cumprimento. — Bom, Sra. Barton, o caso de seu marido é simples. Claro, um tumor é algo delicado e que precisa de cuidados, mas nada que seja grave e que não possamos resolver.

— Oh, doutora! Como fico feliz ao ouvir isso!

— Bom, o Sr. Barton apresenta um quadro estável em seu tumor.

— E o que isso quer dizer? – pergunta tia Edith.

— Teremos que fazer mais alguns exames para descobrir, mas provavelmente precisará de uma cirurgia.

— Uma cirurgia? – indago nervosa. — E... essa cirurgia será...

— Delicada... – a doutora suspira. — ...apesar de ser benigno.

— Oh, meu Deus! – tia Edith tenta conter as lágrimas. — Certo. Entendemos, doutura.

— Acalme-se, Sra. Barton. Prometo fazer todo o possível para curá-lo. – diz a doutora. — Bom, preciso fazer mais uns exames no Sr. Barton. Com licença.

Dra. Stabler se afasta e tia Edith me abraça mais forte, chorando em meus braços.

— Oh, minha querida... o que eu vou fazer?

— Calma, tia Edith, calma. Vai ficar tudo bem, nós...

— Como vai ficar tudo bem? Essa cirurgia deve ser cara. Não temos dinheiro, a única coisa que temos é a...

Tia Edith se cala e seus olhos ganham um novo tom de brilho. Diferente do brilho das lágrimas, ganham um brilho de felicidade e esperança.

— Tia Edith? – chamo, mas ela ainda não me olha. — Tia Edith, está tudo bem? O que foi?

— Mas é claro! É claro! Nós... nós temos como resolver isso, Natasha!

— O que foi, tia Edith? Diga.

— A livraria! – exclama ao olhar para mim.

— A livraria? O que tem a livraria?

— Podemos vendê-la! Assim teremos como pagar a cirurgia de Harold!

— Ven-vendê-la? – engulo em seco.

— Querida, eu... eu sinto muito, mas... ma-mas... não vejo outra solução. O jeito será vender a livraria.

— Vender... – repito com o olhar perdido.

— Sim.

— É o único jeito, né?

— Sinto muito, minha querida. Não temos plano de saúde. Ainda precisamos pagar por todos esses exames, mais a cirurgia e os procedimentos pós-cirurgia. Tudo isso levará a ainda mais exames. Você entende, não?

— Eu entendo, tia Edith. Claro que entendo!

— Ah, Nat, desculpe. Sei que acabará ficando sem emprego, eu...

— Não se preocupe com isso, tia Edith. Acredite em mim, eu consigo arranjar alguma coisa. Aliás, minhas notas foram todas excelentes. Acho que terei boas referências e receberei interessantes propostas de emprego.

— É mesmo, minha querida?

— Sim. Chequei minhas notas no site da faculdade essa manhã e fui muito bem! Ao me formar ganharei meu diploma. Pretendo fazer um estágio na Minds Manhattan. Se eu conseguir, ganho um emprego fixo.

— Que bom, minha querida! Ao menos uma boa notícia para nos alegrar um pouco. – tia Edith me abraça e sorri

— Ér... eu... bem, posso tentar encontrar alguma coisa até lá. Não se preocupe comigo.

— Obrigada, minha querida!

— Nat! – Clint e Maria virem até mim.

— Oi! Oi, gente! – abraço os dois após me levantar. — Como estão?

— Como acha que estamos, Natasha? – o rebate ríspido de Maria me faz corar. — Destruídos! Meu pai nos deu um baita susto, pensamos que ele fosse morrer...!

— Não, Maria, ele não vai. Não diga isso. Também está sendo duro para mim ter que aguentar tudo isso, mas vai ficar tudo bem, a médica acabou de falar conosco e...

— Meu pai está com um tumor, Natasha! Como quer que me acalme, ahn?

— É justamente por isso que não podemos perder a fé, Maria. – digo com a voz calma e baixa.

— Não seja ridícula!

— Maria, chega! – Clint suspira e se vira para mim. — Sabemos que também está sendo difícil para você, Nat. – ele sorri tristemente. — Não ligue para as bobagens que Maria diz.

— Ela pode até estar triste por papai, Clint, mas não está sofrendo. Muito menos, mais do que nós!

Maria se afasta, indo se sentar ao lado de tia Edith enquanto Clint e eu permanecemos em pé.

— Nat...

— Por que sua irmã me odeia? – ergo os ombros enquanto cruzo os braços. — O que eu fiz para ela?

— Maria não te odeia, Nat. É ciúme por papai, mamãe e eu termos cuidado de você quando chegou aqui. – Clint sorri brevemente. — E também ela está nervosa e angustiada, portanto está dizendo coisas sem pensar. Releve. Por favor.

— Ér... claro! Claro, Clint, claro. Desculpe, eu... eu sei que não estão com cabeça para isso agora. Desculpe.

— Tudo bem, não tem que pedir desculpas, baixinha. – Clint me faz sorrir ao tocar na ponta de meu nariz.

— O que a médica disse para vocês?

— Da cirurgia que papai precisará fazer.

— Ela disse quanto custará?

— Não disse o valor, mas disse que será cara.

— Entendo... – murmuro. — Sua mãe já me disse que vender a livraria é um bom meio de conseguir o dinheiro.

— Assim que a doutora nos contou, Maria e eu pensamos a mesma coisa.

— Entendo. Eu também pensaria assim.

— Como você está perante nossa decisão?

— Ah, Clint, claro que vou sentir falta de trabalhar por lá, mas eu entendo a situação. Já disse que no lugar de vocês faria o mesmo. Não se preocupe com isso.

— Sim, eu me preocupo, Nat. Não é justo com você. Sei que está com dívidas por causa dos empréstimos estudantis.

— Clint, eu vou ficar bem. Tenho meu pai, minha mãe e Rebby para me ajudar. Vá em frente e venda a livraria. Não se preocupe com mais nada, okay? Estarei aqui com você para tudo que vier!

Ele sorri antes de me puxar para um forte e acolhedor abraço.

▪️▪️▪️

Quando a tarde chega, Rebby já está no hospital. Minha amiga também chorou. Apesar de não ter muito contato com a família de Clint assim como eu tenho, de certo modo, Rebby também é próxima, portanto sei que também está triste assim como todos nós.

— Nat, não quer ir para casa e descansar um pouco? – ela me desperta ao tocar meu braço.

— Casa? – esfrego os olhos e ajeito minha posição na cadeira. — Não, não. Vou ficar aqui com tia Edith.

— Você está dormindo sentada, Nat.

— Não, não. Foi só um cochilo, só isso.

— Vai para casa. Sr. Barton está bem. Não precisa passar a noite aqui. Eu posso ficar mais um pouco se você quiser, assim eu te tranquilizo.

— Não, Rebby. Não precisa.

— Você está aqui desde manhã. Já está ficando tarde, vá descansar.

— Ér... tarde? – eu me lembro de meu compromisso com Steve. — Que horas são?

— Hmm... quase sete.

— Já?

— Sim, por quê?

— Não, nada. Preciso dar um telefonema.

Pego meu celular dentro da bolsa enquanto me levanto e me afasto de Rebecca para falar com Steve. Começo a discar os números, mas a voz de uma enfermeira me faz parar.

— Com licença, senhorita?

— Sim?

— Desculpe, mas não pode usar o telefone aqui.

— Ah, ma-mas, eu... eu preciso dar...

— Terá que se retirar para poder telefonar. Sinto muito, são as normas do hospital.

— Certo. – suspiro em derrota e mordo o lábio. — Perdão. Com licença.

▪️▪️▪️

Alô?

Ah! Ouvir a voz de Steve foi a melhor coisa que pude ter o prazer de fazer hoje. Como eu preciso de vê-lo, preciso de sua força...

— Oi, Steve.

Natasha? Onde está? Eu já ia te ligar. São quase sete horas e eu já pedi para Fury ir te buscar, mas ele disse que a livraria está fechada.

— É. É, eu sei. Tentei te avisar antes, mas nem estava com cabeça para isso.

Como assim? O que aconteceu, Natasha?

— É o pai de Clint. Ele está doente, Steve. Tumor. Um tumor no estômago.

Sinto muito. – diz Steve após longos segundos de silêncio. — Eu... eu sinto muito mesmo, Natasha.

— É... – volto a chorar. — É, eu também sinto, Steve. Os médicos disseram que... disseram que é benigno e que ele vai se recuperar, mas... ér... – puxo o ar com força, tentando fazer a dor em minha alma diminuir.

Natasha? Natasha, você está chorando?

— Estou. – minha dor parece não acabar mais, parecendo estar rasgando meu peito. — Estou, Steve. O pai de Clint é... é um segundo pai para mim e, apesar dos médicos dizerem que ele irá se curar, eu... eu estou com medo.

Natasha, eu sinto muito.

— Eu sei. Ér... eu te liguei para avisar que... não vai dar para eu... para eu me encontrar com você hoje. Desculpe... mas...

Não se preocupe com isso. Precisa de alguma coisa? Você quer que eu vá ficar com você?

A proposta de Steve aquece meu coração, fazendo minha cabeça rodar e minhas pernas flutuarem. Ele realmente se importa comigo! Oh, meu querido Steve...!

— Não. Não, não, não precisa. Eu... eu sei que está ocupado.

Natasha...

— E eu vou voltar para casa já, já.

Tem certeza de que não precisa de mim?

Não, Steve. Eu preciso desesperadamente de você. Preciso que me beije, que me abrace e que cuide de mim. Preciso da sua força para somar com a minha. Eu preciso!

— Tenho. – silencio todo o meu discurso interior e me dou por vencida. — Tenho, Steve. Obrigada!

Certo. Bom, espero que que dê tudo certo. Irei torcer por ele.

— É, eu também. Preciso desligar agora.

Espere!

— O quê?

Em que hospital ele está internado?

— Ér... bom... Kindred Hospital New Jersey — Wayne. Por quê?

Por nada. Apenas, se eu puder ajudar em alguma coisa, diga.

— Certo. Obrigada, Steve, mais uma vez.

De nada, Natasha. Fique bem. Eu te ligo amanhã. Se precisar de qualquer coisa, ligue para mim. Não importa a hora, entendeu?

— Sim. Sim, eu entendi. Até mais, Steve.

Até mais, Natasha. Por favor, se for mesmo para casa, ligue para mim e me avise que já chegou.

— Ahn... okay. Na verdade, eu não queria ir, mas estão insistindo, para que eu possa descansar um pouco.

É. Eu entendo que queira ficar, mas também acho que seja mais conveniente que vá para casa.

— É, por isso estou indo. Rebby também deve ir, ou não, eu não sei. Acredito que meu pai irá ficar.

Vai ficar bem estando sozinha em casa?

— Sim. Sim, eu vou.

Tem certeza?

— Tenho. – sorrio levemente. — Não se preocupe.

Então, por favor, ligue e avise que já chegou, certo? – Steve parece rir do outro lado da linha, o que me faz rir também.

— Certo, eu vou avisar, Sr. Mandão. – brinco e ele suspira pesadamente.

Okay, Srta. Rebelde e Teimosa. Agora vá para casa antes que fique tarde.

— Tarde? Mas não são nem sete horas, Steve!

Natasha...!

— Okay. – sorrio em modo de derrota. — Já estou indo. Vou apenas me despedir da família de Clint, de papai e de Rebby.

Está bem. E me avise quando chegar.

— Já entendi, Steve. – sorrio e reviro meus olhos. — Até mais!

Até mais, Nat.

Notas finais
Sei que estavam esperando outra coisa, mas precisei de montar tais acontecimentos. Nat e Steve vão se encontrar logo, prometo. Bom, pedi para virem até aqui porque... preciso de esclarecer algumas coisas. Eu fiz pesquisas sobre Sadomasoquismo antes de começar a escrever a fanfic, e vi que realmente existem contratos entre os praticantes. Então, apresentarei um contrato entre Natasha e Steve. E, antes que alguém pense em denunciar a fic ao site dizendo que é plágio, já aviso para nem se dar o trabalho. Já entrei em contato com o Nyah! e apresentei o contrato que montei. Incluí e retirei coisas. Claro que a base veio do livro, mas apenas uma ideias. Ideias tais que... na pesquisa que fiz, vi que realmente são necessárias de se colocar no papel. Ahn... a segunda coisa é sobre as cenas de sexo que terão. Serão intensas, principalmente a primeira noite que eles estiverem juntos. Não está vulgar, mas as descrições estão bem explícitas. Repito: não é baixaria, mas são bem descritas. Quero saber se... têm alguma restrição sobre isso. E, por favor, respondem nos reviews. Era isso, galera! Já estou avisando sobre o contrato porque... tem sempre um que não tem o que fazer e quer vir encher o saco de gente de bem hahaha Muuuito obrigada por todos os 294 comentários, 123 acompanhamentos, 48 favoritos, 4 recomendações e 6.553 visualizações :3 Por favor, acompanhem, favoritem, recomendem e comentem :3 Beijocas!