I Put a Spell On You 🔞
40 Capítulo 4O — I Put a Spell On You
Notas iniciais

Enquanto Sebastian sorri e agradece, nós, o público, continuamos a aplaudir e gritar seu nome. Um coro de Sebastian, Sebastian!, Você é demais!, É o cara! e Passa o telefone! preenche a sala.
A namorada de Sebastian, Blake, está quieta. Quando meu primo terminou de se apresentar, ela gargalhou e foi a primeira a ficar de pé para aplaudir. Mas, depois que tal coro de outras mulheres começou, Blake se sentou e formou um bico no rosto. Eu a entendo. Também sinto ciúme em relação a Steve, que a propósito também está aplaudindo e assobiando para Sebastian.
— Nossa! Ele foi demais, não?
Pisco enquanto me concentro para saber se realmente ouvi o que eu acabei de ouvir. Steve fazendo elogio? Sendo legal? Sendo divertido? Steve sendo um... Steve sorridente?
— O que foi?
Pisco novamente ao balançar a cabeça e voltar ao mundo real.
— Ér... nada. E sim. Sim, Sebastian foi muito bom! – sorrio e aplaudo com mais força.
— Hmm, você está bem?
— Estou.
— Mesmo?
— Sim.
— Mesmo, mesmo, mesmo?
— Sim, sim e sim. – rio e Steve se inclina em minha direção.
— Acho que você já pode parar de aplaudir. – sussurra em meu ouvido e eu noto que somente eu estou batendo palmas.
Corada, abaixo as mãos e olho para os meus pés, querendo afundar a cabeça na terra assim como uma avestruz.
— É a minha prima, gente. – a voz de Sebastian soa ao microfone. — Está emocionada porque consegui dinheiro para o pão de amanhã. – as pessoas riem novamente e eu não consigo evitar de acompanhá-las. — Não se preocupe, Nat. A mesa do café vai estar linda!!!!
Com mais uma salva de palmas, Sebastian abre as bandas das cortinas vermelhas e se retira do palco antes do dono do teatro ocupar seu espaço.
Quando penso em me sentar, sinto o celular vibrar no bolso da calça e o pego. É uma mensagem de Sebastian.
Queridona, vem aqui no camarim. Preciso falar com vc. Na verdade preciso de um favor! Venha logo!
Terminando de ler sua mensagem, guardo o celular no bolso da calça e me afasto da mesa, mas sinto a mão de Steve segurar meu pulso.
— Aonde vai?
— Falar com Sebastian. – eu me sento em seu colo para explicar. — Ele quer que eu faça um favor.
— Qual?
— Tenho que ir até lá para saber. – ergo os ombros com um sorriso.
— Então por que sentou no meu colo?
— Porque eu queria que você me abraçasse. – meu rosto cora e Steve sorri carinhosamente.
— Como se você precisasse pedir... – ele me aperta e beija meu pescoço ternamente.
Seus beijos são languidos e suaves, o que me faz faz querer mais e mais. Sem perceber, eu começo a rebolar em seu colo e só paro quando sinto a mão de Steve apertar fortemente minha coxa.
— Steve...
— Quieta. – ele estala a mão em minha perna.
— Ai! – minha coxa queima por baixo da calça jeans.
— Natasha! Está maluca de fazer isso aqui?
— Isso? Como assim? Fazer o quê?
— Rebolar no meu colo e gemer!
— Steve...
— Quer que eu te jogue nesta mesa e arranque suas roupas?
— Oh! Seria fantástico. – provoco e ele me encara com uma expressão furiosa.
— Não me tente. Seria uma foda tão intensa que você precisaria que eu te carregasse no colo.
— Não seria tão mal assim. – comento. — Uma hora ou outra, minhas pernas voltariam a se locomover corretamente.
— Eu não teria tanta certeza assim, Srta. Romanoff.
— Bom, só há um jeito de comprovarmos, Sr. Rogers.
— Okay. – Steve suspira e passa a língua pelos lábios. — Quem é você e o que fez com a minha Natasha inocente?
— Não sou inocente. – digo. — Você não me deixa mais ser inocente.
— Ah, eu?
— É. Com você... parece que eu "desaflorei". – tento não achar graça de minha própria fala. E até consigo, mas Steve não deixa que eu continue com a expressão neutra de antes, pois o mesmo solta uma gargalhada.
Quando penso em lhe responder, mais uma mensagem vibra em meu celular. O pego rapidamente e vejo que é Sebastian.
Cadê vc, porra? Está dando uma rapidinha com Steve? Merda, Nat, venha aqui!!!
Sorrindo, guardo o celular novamente e fito Steve.
— Vai. Eu quero um abraço. Por favor. Preciso ir ver Sebastian. E não quero ir sem um abraço seu.
— Okay.
Steve me aperta em seus braços enquanto enterra o rosto na curvatura de meu pescoço, aspirando o aroma de meus cabelos e pele.
O bater de sua respiração quente e calma contra mim quase me causa cócegas, mas eu consigo me segurar. Passo as mãos por seus cabelos e as desço até os ombros, sentindo seus músculos ficarem tensos à medida que me aproximo de suas costas. Okay. Não posso tocar ali. Recuando. Recuando. Pronto.
— Eu volto logo!
Beijo sua boca e levanto de seu colo, seguindo para o camarim dos artistas que aqui vieram se apresentar. Preferi me afastar antes que Steve começasse a discutir comigo sobre não toque em minhas costas. Estou experimentando o conselho de Little Red. Não irei forçar. Que bom, menina! Obrigada!
Rapidamente chego à porta de madeira e entro no camarim sem bater. Lá dentro encontro com mais três jovens que estão ensaiando e saem correndo assim que o dono do teatro anuncia algo no microfone. Quando ficamos apenas Sebastian e eu, noto que ele está sentado no banco enquanto apoia os cotovelos no balcão. Sua cabeça está entre as mãos.
— Sebastian? – fecho a porta atrás de mim e denuncio minha chegada.
— Oi. – murmura ainda se me olhar.
Eu me aproximo lentamente antes de tocar seu ombro. Sebastian está tenso sob meus dedos e eu começo a me preocupar.
— O que houve? – puxo seu rosto para mim e me deparo com olhos azuis gélidos e apreensivos. — Você está bem?
— Estou. – sua resposta sai junto de um suspiro.
— Então o que foi?
Mais um suspiro.
— Blake.
— Blake? O que ela fez?
— Nada. – responde. — Mas eu estou apavorado.
— Apavorado? – pego a cadeira atrás de mim e me sento ao lado de Sebastian. — Por quê? O que aconteceu?
— Ela é muito especial. – admite. — Muito mesmo, Nat!
— Sebastian...
— Antes de eu a conhecer, você sabe que teve a Michelle.
— Sim.
— Eu achei que ela era especial. Mas, na verdade, eu só estava iludido. Ela não se importava comigo.
— Sebastian... – tento iniciar um conselho, mas decido me calar ao ver que meu primo ergue a mão frente ao rosto indicando que quer continuar falando.
— Michelle era... era uma mimada, filhinha de papai.
— Eu sei.
— Já Blake é diferente. Mais madura. Mais doce. Mais astuta. Temos os mesmos gostos, os mesmos sonhos, as mesmas ambições...
— Você a ama. – comento mais para mim do que para ele e Sebastian sorri.
— Muito! – seus olhos azuis brilham. — E quero provar este amor.
— Como assim? – ergo uma sobrancelha.
— Eu... eu... – Sebastian suspira e trava e eu colo minha mão a dele.
— Pode falar.
— Quero pedi-la em casamento.
— Casamento?! – meus olhos se arregalam. — Sebastian!
— Eu sei, eu sei. Ainda somos jovens, eu ainda não tenho emprego, Blake ainda está na faculdade e nós não podemos viver de Stand-Ups. Mas eu já me formei. Eu poderia... poderia me apresentar em clubes. Ou...
— Sebastian, eu admiro o que esteja sentindo e o que queira fazer, mas não acho que é o momento certo. Vocês ainda são jovens. Podem esperar mais. E também não sabemos o que Blake quer.
— Ela me ama.
— Tudo bem, mas ela ainda está estudando. E você disse que ela trabalha, não é?
— Numa cafeteria. Starbucks.
— Pois é. Espere mais um pouco. Ela ainda tem vinte anos. Você tem vinte e cinco. Podem esperar mais um pouco. – minha mente divaga ao se relembrar que Sebastian é apenas um ano mais novo que Steve.
— Tem razão. Não quero que Blake se sinta pressionada.
— Eu sei. – murmuro. — Sebastian, é muito lindo que a ame tanto assim a ponto de querer propor casamento. Mas casamento não é só amor. É amadurecimento.
— Eu sei, Nat. Só precisava desabafar com alguém.
— Hmm... e me chamou aqui para isso? – coço a cabeça. — É óbvio que quer me dizer mais alguma coisa. Pode falar. Você me disse que estava precisando de um favor. O que é?
— Eu escrevi uma música para Blake.
— Uma música? – um sorriso meigo se espalha em meu rosto. — Sério? Que fofo! E aí?
— Preciso de uma ajudinha.
— Ajudinha?
— Sim.
— Para...? Dueto? Sebastian, nem que...
— Não, não. Não precisa ser um dueto. – ele logo se apressa em me tranquilizar. — Mas você ainda toca violão, né?
— Bom, eu me lembro de como é. – ergo os ombros. — Por quê?
— Porque será isso que você fará.
— Sebastian...
— Eu vou tocar a minha bateria e você vai me ajudar no violão.
— Eu...
— Tem o resto da banda. O tecladista, o que tocará o tambor, meu outro amigo que tocará a outra parte da bateria... mas a menina do violão está com o braço quebrado.
— Mas...
— Por favor. Por favor, Nat! Faça isso por mim.
— Sebastian...
— Por favoooooooor!
— Faz tempo que eu não toco, Sebastian! A gente fazia isso quando era criança! Meus dedos estão enferrujados!
— Natasha, pior do que não ter uma batida de violão é que não poderá ficar! – ele discute comigo antes de juntar as mãos frente ao rosto. — Por favor, Nat! Ajude seu primo! Por favor!
— Ai, tá! – bufo. — Quando?
— Esta noite. Temos um lugar para ir.
— Lugar? – cruzo os braços e o encaro com um olhar desconfiado. — Aonde iremos, Sebastian? Por que não me comunicou antes?
— Pensei que daria no mesmo.
Solto um profundo suspiro enquanto reviro os olhos.
— Aonde vamos?
— À festa da faculdade dela.
— Ahn? Festa?
— É. A faculdade dela sempre tem festas quando é lua cheia.
— Mas...
— Não se preocupe. Já me encarreguei de conseguir mais dois convites.
— Dois?
— É. Não vai levar seu namoradinho engomado?
Pressiono os lábios um contra o outro para evitar a vontade de rir. Não fale assim, Sebastian!
— Ér... se ele quiser ir, sim.
— Ótimo! Ainda temos tempo!
— Tempo? Para...?
— Para você ir para casa e colocar uma roupa melhorzinha!
— Sebastian...
— Ligue para sua amiga da moda e peça sos!
Lentamente, percorro o olhar por meu corpo e me sinto corar. Okay. Sebastian está certo.
— Tá bom. – concordo.
— Apresse-se. – ele pega minha mão e me puxa para fora do camarim. — Pegue Steve e conte para ele.
— Certo, mas e os convites?
— Estão comigo. Iremos juntos.
— No seu carro?
— É, pode ser.
— Acho que Steve preferirá que usemos o carro dele.
— Por quê?
— Ele tem um motorista. Provavelmente, nós iremos beber lá.
— Ah, sim! Então vamos com seu namorado. – Sebastian aponta para frente e eu enrugo o cenho sem entender.
— Vão comigo? Aonde?
Viro a cabeça e vejo Steve atrás de mim nos encarando com um olhar curioso.
— Steve! – a exclamação de Sebastian impede que eu explique alguma coisa. — Eu tenho um compromisso. E você e Nat irão comigo. Na verdade, quem tem é a Blake. Uma festa da faculdade dela.
A namorada de Sebastian passa por Steve e enlaça os dois braços ao redor da cintura de Sebastian, apoiando a cabeça em seu peito.
— Natasha aceitou? – pergunta.
— Sim. E você? – Sebastian se direciona a Steve.
— Nós iremos? – Steve olha para mim e eu ergo os ombros.
— Será divertido! Quer ir?
— Claro! – Steve afirma com um sorriso. — Uma festa universitária! Espero não estar muito velho para isso!
— Você está na tenra idade, meu amigo! – o comentário de Sebastian arranca uma risada profunda de Steve, o que provoca um calor borbulhante em meu peito. — Nat, vá se arrumar! Eu vejo vocês dentro de... – ele checa o horário em seu celular. — ...uma hora. Feito?
— Feito! – Steve e eu concordamos.
— A gente se encontra na casa de vocês? – Blake olha para mim e Sebastian.
— Sim, pode ser. – respondo.
— Okay. Até mais!
— Até! – observamos Sebastian e Blake se afastarem ainda abraçados.
Quando ficamos sozinhos no corredor, Steve se vira para mim e me fita com uma sobrancelha erguida.
— Então, você quer ir à festa?
— Si-sim. – minha voz falha e Steve me encara com os olhos cerrados.
— Quer me contar o que é?
— Ér... bem... Sebastian pediu minha ajuda.
— Para...?
— Uma surpresa para Blake. – ele se aproxima cada vez mais. — Sebastian fez uma música para ela e precisa de alguém para tocar o violão.
— Você toca violão? – seus lábios distribuem beijos por todo meu rosto corado.
— Toco.
— E também toca piano, né?
— Sim.
— O que mais?
— Piano, violão, tambor, bateria, flauta...
— Meu Deus! – exclama. — Queria ser musicista?
— Não. Mas eu gostava. Quando era pequena fiz minha mãe me levar a todas as aulas de instrumento que possam existir. – revelo com uma risadinha. — Vamos? Preciso me arrumar e estudar o ritmo da música com Sebastian.
— Espere. – Steve empurra meu ombro até encostar minhas costas contra a porta do camarim. — Você está muito gostosa, Srta. Romanoff!
— É? – de repente, é como se a temperatura estivesse subindo gradativamente.
— É! – Steve ri antes de olhar rapidamente para trás. — Sebastian nos deu uma hora, né?
— Sim.
— Ótimo! Só preciso de dez minutos! – ele suspira. — É aqui o camarim?
— É.
— Perfeito!
Steve abre a porta atrás de mim e me empurra para trás. Assim que entramos, ele se vira e roda a trinca antes de me encarar com fome nos olhos.
É inconsequente. Estamos num ambiente público e qualquer um pode bater aqui. Qualquer um pode entrar e nos pegar numa situação comprometedora como essa. Mas eu não ligo! E é mais um motivo para se apressarem, menina!
— Quais são os seus planos, Sr. Rogers?
— Fazer você ficar molhada logo. – responde enquanto tira seu casaco. — E depois te foder até nós vermos estrelas.
— Uau! – com a voz ofegante e o corpo trêmulo, levo a mão ao peito. — E depois?
— Se fizermos mais de uma vez, não poderemos ir à festa. – ele se aproxima já sem camisa. — E então você não poderá ajudar o seu primo.
— Okay. – concordo atônita. — Então será só uma vez.
— Sim, só uma vez. – Steve me empurra até minhas nádegas baterem no balcão. — Por hora. – sussurra em meu ouvido antes de desabotoar e puxar meu jeans para baixo.
— Steve... – seu dedão começa a me acariciar e eu me contorço inquietamente.
— Já está molhada para mim, baby? – ele ofega contra o meu pescoço. — Precisamos ser rápidos. Okay?
— Okay... – assinto ainda sem perceber o que acontece ao redor, exceto por isso. — Ah! Por favor!
Minha calcinha começa a ficar molhada e pegajosa. Em poucos segundos, Steve a puxa bruscamente por minhas pernas e desabotoa a sua calça.
— Tire a blusa!
Eu puxo meu casaco para trás antes de subir a camisa por minha cabeça. Steve encara meu peito vermelho e ofegante coberto pelo sutiã.
Sem desabotoar a peça, ele puxa as taças para baixo e rola meus mamilos enrijecidos nos dedos. Eu mordo o lábio para segurar um gemido e fecho os olhos com força.
— Está gostoso? – seus dentes encontram meu pescoço.
— Steve...!
— Diga. – ele me beija e mexe o dedo com mais agilidade em meu clitóris. — Está ficando molhada para mim, linda?
— Sim... – seguro seus ombros e começo a tremer. — Oh, meu Deus!
— Isso precisa ser rápido. Okay?
— Okay. – torno a repetir enquanto Steve puxa sua calça e cueca para baixo.
— Pronta?
— Sempre!
Ele sorri e investe lentamente para mim. Ainda não estou molhada o suficiente para sua entrada ser fácil. Uma onda de calor movida a desconforto me atinge. Steve percebe quando eu franzo o cenho e seguro seus ombros com mais força.
— Tudo bem? – seus dedos voltam a me acariciar enquanto ele aguarda que eu me acostume com seu tamanho.
— Sim. Espere só um pouquinho. – peço com a respiração falha.
Steve volta a beijar meu pescoço e acariciar meus seios com a mão livre. Seus dedos puxam, pressionam e empurram enquanto eu me desfaço em gemidos e suspiros.
Atrás da porta, nós escutamos risadas e anúncios. A todo momento penso que alguém tentará entrar e desconfiará do que está acontecendo aqui dentro. E tudo isso só torna o momento ainda mais excitante.
— Vou me mexer agora. – Steve avisa em meu ouvido antes de puxar e empurrar.
— Oh! – o prazer me sobe dos pés à cabeça em arrepios por todo o corpo. — Sim! Por favor!
À medida que meus músculos relaxam mais e minha intimidade de lubrifica com mais facilidade, Steve acelera os movimentos e aperta minha bunda com mais força.
Deixo marcas de arranhões em seus ombros e mordidas em sua clavícula enquanto Steve me fode com mais agilidade. Puta que pariu!
— Shhhh – ele beija o meu rosto e força a mão contra minha boca. — Não faça barulho, linda.
— Steve...
— Eu sei. – sua cabeça assente antes de sua mão livre beliscar meu clitóris.. — Shhhh
— Ah!
Jogo a cabeça para trás, o que faz minha boca ficar livre para gritar e gemer. Steve salpica meu pescoço com beijos e lambidas.
— Por favor!
— O que você quer?
Ele aperta minhas nádegas. O movimento de abrir e fechar as bandas de minha bunda acabam impulsionando seu membro com mais força para dentro de mim.
Minha respiração engata em falhas e gemidos. Sinto minha pressão subir e a cabeça, pesar, girar e queimar. Minha bexiga aperta e implora por libertação. Sei que estou quase lá.
— Steve... por favor...
— Venha comigo, baby. – ele beija o meu pescoço e acaricia os meus seios. — Agora! Porra, porra!
Ao seu comando, minhas pernas tremem e eu esguicho contra seu pênis, que ainda me penetra antes de Steve explodir em meu interior e seu pênis amolecer languidamente. Estamos ambos ofegantes, suados e corados quando descemos de nosso ápice.
— Obrigado pela rapidinha, Srta. Romanoff. – Steve sorri e me beija novamente quando eu começo a rir. — Agora precisamos ir ou não sairemos mais daqui.
▪️▪️▪️
A casa da fraternidade onde ocorre a festa é grande, iluminada e cheia de gente! Fazia tempo que eu não frequentava uma.
Quando iniciei os estudos em Nova Jersey com Rebecca, fui a muitas poucas. Na verdade, se cheguei a ir a três festas como essa já foi muito! Rebecca é quem costumava ser convidada com mais frequência para essas ocasiões. E, mesmo assim, depois de um tempo acabou se cansando e se juntando ao nosso sofá junto comigo ou às nossas saídas simples com nossos amigos.
Steve é que parece tão ou até mais tenso do que eu. Sua mão segura a minha com força enquanto tentamos nos deslocar dos jovens bêbados e dançantes ao nosso redor. Todos estão segurando copos vermelhos nas mãos e se movimentando como se estivessem numa montanha-russa. A sorte é que Steve também trocou seu terno por uma camisa preta e a calça pelo jeans despojado.
Eu segui os conselhos de Sebastian e liguei para Rebecca a fim de ouvir suas recomendações. Ela me orientou a meia-calça trançada preta e saia com forro coberto por cima. Uma blusa de mangas compridas amarela e botas. E tudo isso descobri ser novo em minha mala. Parecia que Rebecca já estava à espera de uma festa de fraternidade vir por aí...!
— E aí, Nat? – ouço a voz de Sebastian ao meu lado e olho para ele. — Legal, né?
— É. Se você está tentando me matar. – Steve abafa uma risada à minha esquerda. — Tem gente demais!
— Fraternidade, baby!
— Uau! E são todos do curso de Blake?
— A maioria.
— Puxa!
— O que foi?
— Ah! – grito por cima da música. — Nada! É que... sei lá... eles são tão talentosos!
— Idosos?! – Sebastian repete incrédulo antes de aproximar o ouvido de minha boca.
— Ta-len-to-sos! – repito aos gritos bem perto de sua orelha.
— Ah, sim! – ele assente aliviado. — Você e eu também! E provaremos isto dentro de alguns minutos! – brinca e eu assinto.
— Espero...!
— Mas aqui não tem só a galera de Artes Cênicas. Também tem gente de Letras, Design, Publicidade...
— Publicidade?
— Sim. Por quê?
— Tenho amigo que também estudava isso. – no momento que termino de dizer, a mão de Steve aperta meu braço no limite extremo do desconforto.
— Qual o nome dele? Eu conheço?
— A-acho que sim. – ignoro a pressão de Steve. — Pelas vezes que foi à Manhattan, você consegue se lembrar de algum Miguel?
— Hmmmm... não sei. Como ele é?
— Alto, moreno, divertido... – Steve aperta com força e eu gemo.
— O que foi, Nat?
— Na-nada. – digo. — E então? Você se lembrou?
— Acho que não. Tem uma foto?
— Não aqui.
— Depois você me mostra. – Sebastian sorri. — Vou ali na Blake. Ahn... Steve? – o ciumento nervosinho ao meu lado encara meu primo. — Enturmem-se! Dancem, bebam, comam... resumindo: divirtam-se, crianças!
Com rápidos passos, Sebastian se afasta de nós. Ele cruza o salão e abraça Blake por trás ganhando uma risada alta em troca. Por um tempo, fico encarando tal cena. Tão feliz. Tão sincera. Meu primo e ela se completam.
Gostaria de me sentir assim. Mas acabo notando que vivo uma mentira com Steve. Ele é carinhoso e cuidadoso comigo, mas são apenas momentos. Apenas os mimos que eu lhe pedi. Caso o contrário, ele envolveria uma coleira em meu pescoço. Ou me colocaria em uma gaiola. Ou me surraria com cintos e varas. Ou tudo de uma vez só, menina. Sim, Little Red. Sim...!
— Você está bem?
Sua voz chama a minha atenção e eu paro de encarar Sebastian e Blake.
— Estou.
— Mesmo? – ele sorri e beija o meu pescoço. — E como está andando?
— Com pernas trêmulas. – solto um sorriso ofegante. — Mas faria tudo de novo.
— Cuidado. – adverte divertido. — Nada me impede de te arrastar para um armário ou um banheiro.
— Vamos entrar mesmo no clima universitário? – brinco.
— Evidentemente, Srta. Romanoff!
— Estou de pleno acordo, Sr. Rogers!
— Não me tente. – ele ordena, mas ri. — Mas é sério. Está bem mesmo?
— Sim. Mas estou com fome. E você?
— Também. – vejo que ele sorri. — Nat?
— Diga.
— Não mencione mais sobre Miguel.
— Steve, não foi nada de mais. Eu estava tentando fazer Sebastian se lembrar dele.
— Miguel gosta de você. E eu sinto...
— Ciúme. – completo sem me importar em esconder minha frustração. — Só que você não precisa. Eu já te disse que não tenho olhos para nenhum outro homem.
— É mais forte do que eu. – ele se justifica a contragosto, o que aguça a minha irritação.
— Por quê? Pensei que estivesse no controle de tudo. Sempre!
Instantaneamente, eu me arrependo do que acabei de dizer. Steve me encara com um semblante sério e repreensivo. Seus olhos são como pedras frias. Uma sensação de infinitos graus negativos são exaladas de seu olhar carregado de ódio.
Meeerda! Os finos e ruivos pelos de meus braços acabam se arrepiando, e eu sinto falta de meu casaco.
— Steve...
— Peça desculpa. – ordena e eu me encolho.
— Mas...
— Peça! – sua voz é firme e autoritária. O tom é baixo, mas a intensidade é forte.
— Okay, certo. – suspiro rapidamente. — Desculpe.
— Capitão. – diz. — Diga "Desculpe, meu Capitão. Isto não irá se repetir".
— Ahn?
— Diga, Natasha.
— Mas...
— Eu pego muito leve com você! – exclama. — Eu... eu me esforço para não ser duro com você. Para não te machucar. Mas você não pode me provocar.
— Mas, Steve, eu não queria...
— Deve parar com isso, Natasha!
Sua voz quase vacila e ele se recompõe rapidamente. Olha para os lados e recupera a pose de machão robusto.
— Como assim? – indago. — O que aconteceria se eu não parasse?
— Punição.
— Steve...
— Você provoca. E isso já está passando dos limites. Eu não prometo sempre conseguir me segurar.
Um aviso. Ele está me dando um aviso. Mas por quê? Ele gosta de punir. Então por que está me dando esse conselho? Ele deveria deixar com que eu errasse, assim poderia me punir. O que deu em você, Steve?
— Entendeu? – ele chama minha atenção.
— Sim.
— Ótimo! Então peça desculpa. E do jeito que eu mandei.
Mandou? Oh, sim. Claro! Meu Dominador...!
— Certo. – murmuro. — Desculpe, meu Capitão. Isto não irá se repetir. – pronuncio as exatas palavras que ele me ordenara e me sinto enjoada.
Meu estômago revira e eu perco a fome. O buraco, que antes estava me fazendo querer devorar o primeiro hambúrguer que visse, agora me faz querer colocar todo o almoço para fora.
É. Eu sou uma submissa. Submissa dele. Tenho que acenar com a cabeça, dizer "sim" e permanecer passiva diante de tudo. Não posso ter opinião própria. Não devo contrariar, responder com malcriações nem fazer o que eu quero.
É proibido! Contra as regras, Natasha! Não vá contra seu Senhor! Eu aprendi a lição, Little Red. Minha voz se silencia para o meu bem e se abre para o prazer de Steve. Somente isso. Somente para meu Capitão.
— Vamos comer. – Steve me desperta e eu nego com a cabeça.
— Sinto muito, Capitão. Perdi a forme.
— Natasha...
— Por favor, Capitão. – sou fria e direta. Meu Mestre percebe. — Quero me sentar.
— Vai comer, Natasha!
— Não vou conseguir.
— Vai, sim. Podemos pegar algo leve. – diz. — Venha comigo.
Ele segura o meu braço e me guia até a cozinha. A bancada está cheia de bebidas. Custamos a achar uma bandeja de salgadinhos.
Steve se vira para mim e me encara com as sobrancelhas erguidas. Oh! Esta é a hora da resposta. É a hora que minhas cordas vocais devem se remexer para dar o prazer da concordância que meu Mestre merece.
— Está bem, Capitão.
Bingo! Sou uma boa menina. Mereço um prêmio! Qual será? Meu Capitão. Todinho para mim enquanto eu continuo envolvida pelas grades de sua dominação.
▪️▪️▪️
Tento me contagiar com a alegria e leveza das outras pessoas ao redor, mas é impossível. As falas de Steve ficam ecoando em minha mente e eu me esforço para não deixar que me menosprezem, mas é difícil. Dói. Mas não deveria doer, Natasha. Você sabia o que enfrentaria. No momento em que Steve lhe contou sobre seu estilo de vida, você sabia o que estava por vir. E compactuou com tudo o que aconteceu. Não se sinta usada agora, porque você não estaria sendo honesta consigo mesma.
Tem razão, Little Red. Eu aceitei isso. E posso pular fora a qualquer momento. Mas eu quero continuar. Quero ver até onde isso vai. Em um castigo bem doloroso. Ouviu o que ele disse. Ele se esforça para manter a paciência com você, mas chegará o dia que ele não aguentará mais. E nem você. Mas a sua dor física passará. Já a do seu coração... eu sei, Little Red. Sei disso tudo! Mas não me sinto preparada para ficar longe dele. Eu amo Steve. E o amor que sinto por ele é tão forte que acaba derrubando todos os muros de medo que a minha covardia insiste em continuar montando.
Natasha! Pelo amor de Deus! Olha só a que você está se prestando! Você estudou! Você se formou! Você é uma psicóloga! Você é uma agente de saúde! Como você pode se condicionar a tudo isso tendo o conteúdo de informação que você tem? Aplique isso em sua vida!
— Ei, mundo da lua! – dedos são estalados ao pé de meu ouvido e eu vejo que foram os de Blake. — O que foi?
— Ahn...?
— Você. – diz. — Está distraída, Natasha. O que foi?
— Ah, nada. – balanço a cabeça. — Só estou me sentindo um pouco cansada.
— Já?
— É. Não sou acostumada a ocasiões assim. – ergo os ombros e deposito o copo ainda cheio sobre uma mesa.
—Você não parece bêbada.
— Não, não estou bêbada. Mas já estou ficando com sono. Acho que meu corpo reage assim ao álcool.
— Beber te dá sono? – assinto. — A bebida me faz ficar idiota.
— É, cada um tem seu comportamento. – ela e eu rimos. — Acho que Sebastian não precisa de muito. – Blake ri mais uma vez ao ver Sebastian conversar com alguns músicos. Deve ser o resto de sua banda.
— Por que está aqui sozinha? Cadê o Steve?
Steve. Nem havia reparado que tinha sumido. Aliás ele havia me dito que iria ao banheiro. Só que isso faz meia hora. Acho que nem uma diarreia braba o deixaria todo esse tempo lá.
— Deve estar por aí. – gesticulo as mãos. — Logo volta.
— Hmmm...
— Nat!
Ouço o grito de Sebastian e peço licença a Blake. Caminho até meu primo animado e paro em sua frente.
— Agora?
— Sim.
— Eles...
— Vão cuidar do restante dos instrumentos.
— Gostaria de tocar os outros também. – assim que termino de falar, Sebastian bufa.
— Natasha, eu sei que você toca outros instrumentos. Mas você não é um polvo! Só tem duas mãos.
— Okay, okay. Então vamos fazer isso logo!
— Pegue o violão. – Sebastian me passa o instrumento antes de falar ao microfone. — Ahn... estudantes? Alô? Pessoal! Oi, galerinha. – ele espera todos se virarem para nós no palco improvisado da sala. — Bem, sei que é uma noite de alegria e bebedeira, mas quero dar um presentinho especial a uma das mulheres mais importantes da minha vida!
Blake cerra os olhos enquanto põe as mãos na cintura e, logo, Sebastian trata de consertar.
— Amor, as outras mulheres da minha vida são minha mãe, minha avó, minha tia, minha prima... mas você é a minha paixão, certo?
Observo os olhos castanhos de Blake brilharem em emoção enquanto os outros estudantes sopram risadas e suspiros.
— Amor, esta é para você. Eu te amo, Blake Williams!
Com dedos habilidosos, começo a passear com as pontas dos mesmos pelas cordas do violão. O ruído musical coopera com o ritmo da letra e logo ganhamos um bom início.
Em seguida, a voz de Sebastian entra no conjunto! E tudo fica ainda melhor!
Loving can hurt
Amar pode doer
Loving can hurt sometimes
Amar pode doer às vezes
But it's the only thing that I know
Mas é a única coisa que eu conheço
When it gets hard
Quando fica difícil
You know it can get hard sometimes
Você sabe que pode ficar difícil algumas vezes
It is the only thing that makes us feel alive
É a única coisa que nos faz sentir vivos
We keep this love in a photograph
Nós mantemos este amor numa fotografia
We made these memories for ourselves
Nós fizemos estas memórias para nós mesmos
Where our eyes are never closing
Onde nossos olhos nunca se fecham
Our hearts were never broken
Nossos corações nunca estiveram partidos
And time's forever frozen stil
E o tempo está congelado para sempre
A voz de Sebastian exala ternura a Blake. Esta música é tão linda! Por um momento, quase sinto inveja da demonstração de amor que meu primo oferece à sua namorada. Que horror, Natasha! Eles são pessoas normais! Steve também é, Little Red. Eu briguei com ele quando ele alegou não ser normal e agora você diz isso? Como pode?
Eu não digo nada. Não tenho boca. O que eu "digo" é o que você pensa! Tudo o que eu "digo" são os teus mais profundos e íntimos pensamentos. Então não culpe a mim. Pois eu sou você falando, só que em uma voz silenciosamente audível dentro da sua mente.
So you can keep me inside the pocket
Então você pode me guardar no bolso
Of your ripped jeans
Do seu jeans rasgado
Holding me close until our eyes meet
Me abraçando perto até nossos olhos se encontrarem
You won't ever be alone
Você nunca estará sozinha
Wait for me to come home
Me espere para voltar pra casa
Loving can heal
Amar pode curar
Loving can mend your soul
Amar pode remendar sua alma
And it's the only thing that I know
E é a única coisa que eu conheço
I swear it will get easier
Eu juro que fica mais fácil
Remember that with every piece of ya
Se lembre disso em cada pedaço seu
And it's the only thing we take with us when we die
E é a única coisa que levamos com a gente quando morremos
We keep this love in this photograph
Nós mantemos este amor numa fotografia
We made these memories for ourselves
Nós fizemos estas memórias para nós mesmos
Where our eyes are never closing
Onde nossos olhos nunca fecham
Our hearts were never broken
Nossos corações nunca estiveram partidos
Time's forever frozen still
E o tempo está congelado para sempre
O tamanho de minhas unhas contra as cordas do violão, por um momento, quase atrapalham o tocar do instrumento, mas é possível manusear bem quando viro as pontas dos dedos para o lado.
Enquanto continuo a tocar, rodo os olhos pela sala e procuro por Steve. Após alguns segundos em uma busca agoniante, eu o encontro parado quase na porta, como se estivesse acabado de entrar. Seus olhos param em mim e eu vejo que ele sorri com ternura.
Ternura? Ele? Steve Rogers? Sim, Little Red! Ele! O meu Steve Rogers está sorrindo para mim! E você não deve fazer comentários negativos a respeito disto! Mas... ah! Shiu!
So you can keep me inside the pocket
Então você pode me guardar no bolso
Of your ripped jeans
Do seu jeans rasgado
Holding me close until our eyes meet
Me abraçando perto até nossos olhos se encontrarem
You won't ever be alone
Você nunca estará sozinha
And if you hurt me that's okay, baby
E se você me machucar, tudo bem, querida
Only words bleed
Apenas as palavras sangram
Inside these pages you just hold me
Dentro destas páginas, você só me abraça
And I won't ever let you go
E eu nunca vou te deixar ir
Wait for me to come home
Me espere para voltar pra casa
Wait for me to come home
Me espere para voltar pra casa
Wait for me to come home
Me espere para voltar pra casa
Wait for me to come home
Me espere para voltar pra casa
So you could fit me
Então você poderia me colocar
Inside the necklace you got
Dentro do colar que você ganhou
When you were sixteen
Quando você tinha 16 anos
Next to your heartbeat where I should be
Perto das batidas do seu coração, onde eu deveria estar
Keep it deep within your soul
Mantenha isso no fundo de sua alma
A melodia aquece minha alma assim como sol. Eu me esforço para não olhar para Steve, mas é impossível. Sinto como se a sua presença fosse um imã que atraísse minha total atenção.
A rebeldia é exercida em mim e eu cruzo o olhar pelo ambiente até encontrar o seu. Atento. Firme. Focado. Carinhoso. Ahn? Este último é verdade? Sim, é. Ao menos é o que parece. E não acho que Steve precisa mentir. Ele não se incomoda em esconder o que sente e o que pensa. Comigo acaba não sendo diferente.
Seus lábios estão discretamente separados. Ele me assiste a tocar com admiração. Sorrio para ele e fico altamente surpresa ao ver que ele corresponde.
And if you hurt me
E se você me machucar
Well, that's okay, baby
Bem, está tudo bem, querida
Only words bleed
Apenas as palavras sangram
Inside these pages you just hold me
Dentro destas páginas, você só me abraça
And I won't ever let you go
E eu nunca te deixarei ir
When I'm away
Quando eu estiver longe
I will remember how you kissed me
Me lembrarei de como você me beijou
Under the lamppost back on 6th street
Embaixo do poste de luz da 6ª rua
Hearing you whisper through the phone
Ouvindo você sussurrar pelo telefone
Wait for me to come home
Me espere para voltar pra casa
A canção chega ao fim e um coro de palmas emocionados se espalham pelo salão. Blake sorri e chora antes de correr até Sebastian e beijá-lo. Assisto a tudo isto de soslaio, pois estou mais concentrada em Steve. Ele ainda está parado no mesmo lugar, mas também devolve os olhares que eu lhe direciono.
Há poucos minutos atrás, eu estava magoada e com raiva. E agora já estou calma. Apenas pelo olhar, Steve consegue realizar o mudar de sentimentos dentro de mim. É um feitiço! Ele pôs um feitiço em mim! E ele pôs porque eu sou dele.
Menina! Mas você também pôs um feitiço nele. Eu, Little Red? Sim, você. E pelo mesmo motivo. Qual? Pôs um feitiço nele porque ele também é seu. É... eu pus um feitiço em você, Steve Rogers, porque você é meu.
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