Notas iniciais
Hello, amores!!!! Como vocês estão? Eu estou muito feliz porque hoje mesmo descobri que passei passei no vestibular! Gente... a emoção é tão grande que me faltam palavras hahaha finalmente poderei estudar aquilo que mais amo, admiro e acredito: Literatura *------* Anyway... quis compartilhar essa alegria com vocês porque também vinha desabafando sobre a pressão do vestibular e tals... então achei legal dizer a vocês que consegui :3 Bom, dedico o capítulo de hoje à Miley Hemsworth! Obrigada pela linda e maravilhosa recomendação, mozona, que inclusive foi a última até agora hahaha mais alguém quer recomendar a fic, antes que acabe? Ainda tem tempo, galerinha... :) Anyway... aproveitem e perdão por qualquer erro de digitação. Tradução do capítulo: Escapismo

Foi triste ter de dizer "adeus". Foi triste ter de me despedir. Ter de abraçar as pessoas que mais amo, entrar num avião e partir assim como das outras poucas vezes em que fui visitar minha família.

Sinto falta de minha mãe. De conviver com ela, de abraçá-la, de beijá-la. Sinto falta de seu perfume. De seu carinho. De seus conselhos. Para isso, a existência de telefones é bastante útil, menina! Eu sei, Little Red. Mas não é a mesma coisa.

Preciso de minha mãe aqui. Sempre. Ainda mais agora, que ainda permaneço nesse conflito interno. Qual, menina? Sabe qual é. Esse impasse que vivencio todo dia e toda hora. A cada segundo. Só me resta o final de semana com Steve.

Fevereiro estará aí na segunda junto com meu estágio e uma nova etapa de vida. E cabe a mim e somente a mim saber se será algo bom ou ruim.

— Srta. Romanoff?

Saindo de meu melancólico e revoltante transe, movo a cabeça e noto que Fury está segurando a porta aberta esperando que eu desça do carro.

— Ah. – murmuro. — Obrigada! – pego minha mochila e saio. — Desculpe, Fury, eu estava...

— Não se preocupe, senhorita. – ele fecha a porta e me acompanha até a entrada do prédio de Steve. — Irei levar as malas para sua casa.

— Oh, é, bem... não precisa. – sinto meu rosto corar. — Quer dizer, se quiser, tudo bem, eu...

— São ordens do Sr. Rogers. – explica. — Pode subir, Srta. Romanoff.

— Okay. Mas eu vou ficar com a mochila. Preciso de algumas roupas que estão aqui. – Fury assente com a cabeça e estica a mão na direção da portaria.

Após entrar no prédio e cumprimentar o porteiro de Steve, pressiono o botão do elevador e aguardo por sua chegada. Enquanto espero pacientemente, meu Iphone vibra em meus seios.

Retiro o aparelho de dentro do sutiã e vejo quem está me ligando.

— Alô?

Nat! Já voltou? Estou com saudade. – a voz de Rebby me faz sorrir.

— Oi, Rebby. Sim, já voltei. Estou em Manhattan.

Sério? Que máximo! Está indo para casa? Eu preciso...

— Não. Não, na verdade, não. – suspiro. — Estou com Steve.

Steve? Quando vai para casa?

— Logo. Ele me pediu para vir aqui primeiro. Sinto muito. Eu vou amanhã.

Só amanhã?

— Sim. – o elevador chega e eu espero as portas se abrirem totalmente antes de entrar. — Aconteceu alguma coisa? Você está bem?

Estou. É que... bem... eu não estou em casa.

— Oh! – gaguejo surpresa. — E onde você está? Com Sam?

Não. Eu não estou com Nova York.

— Ahn? E onde você está, Rebby?

San Diego.

— San Diego??? – quase grito. — O que está fazendo aí, Rebby?

Priscilla precisou fazer uma viagem de última hora. E eu precisei vir com ela.

— Rebby...

A boa notícia é que eu apresentei meus modelos.

— Seus modelos?

É. Meus desenhos.

— E?

Os estilistas gostaram! E colocarão em exposição!

— Que máximo, Rebby!

É. Sinto muito não ter avisado antes. Cheguei aqui há dois dias. Até tentei te mandar mensagem, mas não consegui parar de trabalhar.

— Rebby...

Olha, eu preciso falar rápido. A exposição acontecerá daqui a alguns dias. Mandei um convite para você pelo correio. Deve demorar um pouco para chegar.

— Caraca, Rebby! Você está em San Diego e eu estava em Los Angeles. Poderíamos...

Sim, poderíamos, mas não deu. E também estou me matando por isso. – ela gargalha. — Olha, avise a Steve que eu também mandei um convite para ele, tá?

— Pode deixar.

E fale para Sam que estou com saudades.

— Eu falo.

Nat, se tiver sucesso na exposição, terei o direito de assistir ao desfile em Paris na semana de moda! E foi o próprio Valentino que me convidou!

— Nossa! Parabéns, Rebby! Imagino você em Paris e... uau!

É.

— Espero que consiga, Rebby.

Eu também.

— Mas a exposição vai ser aí em San Diego?

Não. Será em Nova Jersey.

— Ah... até que é perto.

Sim. Bem, preciso desligar agora. Eu te vejo daqui a duas semanas.

— Okay. Beijo, Rebby. Boa sorte!

Obrigada. Eu te amo.

— Também te amo.

Rebby encerra a chamada e eu guardo o Iphone no bolso de frente da mochila. Solto um longo suspiro e encaro o hall do apartamento de Steve. Chegou a hora!

DIM DOM

Meu dedo se aperta contra a campainha e logo a porta é aberta para mim por Jessie. Ela está sorridente e gentil como sempre. Mas, por trás da doçura de sua voz e olhar quando me cumprimentam com seu costumeiro "Boa tarde, Srta. Natasha" posso ouvir os gritos estressados e rudes de Steve.

Ainda respondendo ao atencioso cumprimento de Jessie, vejo que, de soslaio, Rogers anda de um lado para o outro no meio da sala visivelmente nervoso. Irritado. É, Steve está bem puto!

— Jessie...

— Ele está tendo um mal dia, senhorita. – sussurra enquanto fecha a porta. — Parece que foi algum problema no trabalho.

— Ah, sim. – assinto vendo que ela faz o mesmo antes de voltar à cozinha.

Lentamente, torno a virar o rosto para observar Steve. Músculos tensos saltam de seus braços e peito. A testa está levemente suada e uma veia azulada marca o meio dela. Seu rosto está vermelho e a respiração, ofegante.

Quero abraçá-lo. Confortá-lo. Tudo bem que um problema no trabalho pode não significar muita coisa, mas eu nunca vi Steve assim. E assistir a este seu espetáculo só me faz ficar ainda mais nervosa sobre o conflito interno que mantenho em mim.

— Não quero saber! Eu disse que a reunião não seria agora! – seu grito é firme e agudo, o que me faz sorrir por perceber sua frequente prática de dominar. — Não me interessa, Veronica! Quantas vezes terei que repetir que o dono sou eu? Resolva isso logo! Hoje mesmo, entendeu?!

Tento me manter parada, quieta, quase não respiro, mas tudo é inútil. Quando Steve vira o rosto, ele me vê. E, se não soasse tão louco, eu poderia dizer que, de certa forma, ele se acalmou.

— Oi... – sussurro e ele suspira.

— Tenho que desligar agora. Resolva isso!

Steve joga o celular sobre o sofá e anda rapidamente até mim. Uma vez em minha frente, ele segura meu rosto e pressiona os lábios famintos e desesperados contra os meus. Agora é diferente.

Seu toque não está carinhoso e doce como estava em Los Angeles. Está sedento. Fulminante. Selvagem. Em outras situações seria o essencial para que eu me excitasse e o deixasse arrancar todas as minhas roupas, tanto com o uso de suas mãos quanto o uso de seus dentes. Mas me sinto ainda mais tumultuada sentimentalmente com esse beijo.

Durante todo o tempo de voo, eu já tinha um texto pronto e decorado em minha mente. E eu o recitaria para Steve hoje mesmo, mas não sou capaz de murmurar nenhuma sílaba sequer com ele me tocando e me beijando desse jeito.

— Steve... – o ar me falta e eu o empurro cuidadosamente para longe.

— Oi, Nat. – sussurra antes de voltar a me beijar. — Como foi a viagem?

— Boa. – sinto que meu rosto está quente e vermelho assim como o dele. — Está tudo bem? – antes de fazer tal pergunta, pensei e repensei inúmeras vezes. Mas decidi arriscar. Afinal, ele pode me dar alguma abertura.

— Nada que te interesse. – sua resposta é ríspida e rude e eu me encolho. — Ei...! – Steve sobe minha cabeça novamente acariciando minhas bochechas. — Não quis ser grosso.

— Bom, o que você disse é verdade. – ergo os ombros, mas não escondo minha chateação.

— Eu quis dizer que não é nada que possa te interessar. É um problema no trabalho. Não precisa se preocupar.

— Okay. – abaixo o olha e mordo o lábio. — Se quiser, eu posso ir. Quer dizer, eu volto amanhã. Quer que eu faça isso?

— Não... – sua voz se perde no sussurro que sai de sua boca. — Não quero que vá. Nunca. – não sou capaz de segurar o sorriso que brota em meus lábios. — Quero outra coisa.

— Outra coisa? – Steve assente. — O que é?

Estudo as ações de Steve assim como uma psicóloga estuda as de seu paciente. Foi um péssimo exemplo, eu sei.

Steve não faz parte de sessão alguma minha, mas isso não significa que eu não possa analisá-lo em silêncio. Seus olhos parecem estar mais azuis e intensos do que nunca. Estou gelada. Nervosa. Tremendo.

Algo em meu estômago borbulha e eu não sei se é ansiedade ou a tão metafórica frase "Borboletas no estômago".

— Quero você... – ele me olha intensamente de cima a baixo. — ...no Quarto das Brincadeiras em dez minutos.

— Mas...

— "Mas..."? – indaga com o cenho franzido. — Alguma objeção, Srta. Romanoff?

Quero gritar que sim! Sim, Steve, tem! Eu quero conversar. Quero passar um tempo com você sem que seja apanhando e recebendo suas estocadas. Quero variar.

Eu... eu quero o mais que você me deu em Los Angeles, pelo menos enquanto ainda nos restam setenta e duas horas de convívio. Menos que isso, menina.

— Não. – meus pensamentos descem pelo ralo assim como água de banheira. — Não, Capitão Rogers.

— Ótimo! Faça o que eu mandei.

Sem esperar mais, aperto a alça de minha mochila na mão e lhe dou as costas ao me encaminhar para as largas escadas.

▪️▪️▪️

Relacionamentos sérios. Relacionamentos normais. Relacionamentos felizes e firmes. Até mesmo relacionamentos a longa distância. Mas, ainda assim, são relacionamentos.

Os casais conversam, sorriem, trocam carinhos, desabafam... resumindo: os casais interagem. São companheiros. São amigos. São... Não importa, menina! Você e Steve não são um casal!

Quero gritar com minha consciência e a mandar calar a boca, mas não posso. Estaria dando um tiro no escuro. Ela está absolutamente certa. Não somos um casal. Não somos amigos. Não somos... não somos... espere. Afinal, o que nós somos? Sócios? É, de certa forma, sim. E que tipo de sociedade!

— Você está bem?

Sua voz me envia fortes e vibrantes calafrios pelo corpo. Sinto meus finos e ruivos pelos dos braços ficarem arrepiados ao mesmo tempo em que meus mamilos se enrijecem diante de seu áspero tom.

— Sim, Capitão.

Minha boca está seca assim como a alma de Steve. A verdade se estampa bem à minha frente e a ficha cai. Já passei tempo demais tentando entendê-lo. Tentando compreender suas atitudes. Já passei tempo demais tentando fazer o possível e o impossível para que a nossa "relação", seja ela qual for, chegasse a algum veredicto. Mas ele sempre reconstrói os muros que eu começo a derrubar. Substitui por materiais mais fortes e resistentes.

Steve é como o exemplo do físico Dalton: uma bola de bilhar, que não fura e não quebra! Maciça, indivisível e indestrutível. Este é o homem à minha frente por quem estou perdidamente apaixonada: uma bola de sinuca.

— Bom. – Steve roça os lábios no lóbulo de minha orelha direita. — Fique parada.

Seu sussurro é rouco e sensual e eu me sinto excitar mais. Em poucos segundos, algo desliza por minhas pernas. Parecem fitas de couro que sobem e descem por minha pele arrepiada.

Mesmo com a raiva e ansiedade explodindo em mim, é impossível não me deixar conduzir pelo seu toque de sedução.

Steve acende em mim as mais variadas quenturas. Ele é como óleo diesel em contato com uma mísera fagulha. Apenas uma gotinha é o essencial para eu me tornar um verdadeiro incêndio.

— Sabe o que é isso que estou passando em você?

A pergunta de Steve atiça a minha curiosidade e eu mordo o lábio sentindo minha região íntima pulsar.

— Não, Capitão.

— Lembra de quando discutimos o contrato?

— Sim.

— E lembra de quando me perguntou sobre Flog?

— Si-sim.

— Pois é isso. – ele estaciona as tiras de couro sobre minha vagina e as esfrega no centro molhado.

Arqueio as costas e remexo braços e pernas ouvindo o barulho das argolas contra a cama estalarem. Estou presa.

A tal conhecida "Cruz de Santo André" está representada na forma a qual estou deitada na cama. Mãos e pés estão amarrados. Meus pulsos e tornozelos estão circulados por cordas vermelhas que estão entrelaçadas nas cabeceiras da cama. E minhas pernas estão abertas.

Steve me mandou relaxar e confiar nele. E eu, como uma boa e obediente submissa, devo obedecer ao meu Capitão.

— Está gostando? – um beijo se estala contra o vale de meus seios e eu coro.

— Sim, Capitão. – ofego quando Steve mordisca todo o percurso até meu pescoço antes de beijá-lo.

Um golpe é desferido em minha coxa e eu gemo por conta disso, sentindo a carne tremer sob a pancada de mais golpes.

Agora, Steve acerta minha barriga. Depois, meus seios. Pescoço. Volta para as coxas e por fim termina em minha região íntima ensopada.

— Fale uma cor da qual você gosta.

— Ahn?

— Responda, Srta. Romanoff.

— Ér... azul marinho.

Steve sorri largamente ao pegar uma venda da mesma cor que eu pronunciei na gaveta da cômoda. Ele volta a se sentar sobre mim e passa a venda por minha cabeça.

O pano macio e suave está colado à minha testa. Steve sai de cima de mim e fica em pé ao lado da cama.

Ele se debruça sobre uma cadeira e pega um cinto de couro preto, dobrando-o nas mãos e passando o material por minha barriga.

— Você confia em mim?

Seus olhos brilham em expectativa. Não consigo lhe dar uma resposta negativa. Até porque eu confio plenamente nele com toda a minha vida!

— Sim.

Tudo o que consigo ver antes de ele voltar a se sentar em cima de mim é um sorriso presunçoso e convencido desenhar-se em seu rosto.

Logo em seguida, Steve larga o cinto sobre minha barriga e desce a gravata. Preto. Escuridão. Blecaute. A "cor" incolor do Buraco Negro que fica no infinito Universo. É tudo o que eu vejo. Tudo que está ao meu redor.

Ouço um barulho de vidro batendo contra outro e, em seguida, é como se uma rolha escapasse de uma garrafa. Um líquido gelado e fino respinga contra meu peito e meus mamilos enrijecem. O resto do líquido cai em abundância contra meus seios e barriga e eu arqueio as costas, sentindo o nó das finas e vermelhas cordas machucarem meus pulsos.

Beijos molhados e cheios de desejo são espalhados por meu colo. As mãos ásperas e calejadas de Steve apertam minha cintura enquanto seus lábios pressionam os meus num beijo quente!

— Steve... – aspiro e ele sorri contra meu pescoço.

— Confesso que me deu vontade de te castigar agora que me chamou pelo primeiro nome. – diz e eu fico tensa sob ele. — Mas não farei. – franzo o cenho. — Parece soar mais sexy, Natasha... – sussurra em meu ouvido antes de morder o lóbulo.

Uma de suas mãos brinca com meus seios enquanto a outra desce por minha barriga, chegando à minha vagina e rodopiando os dedos em meu clitóris.

Quero me remexer, gritar, espernear... mas Steve não permite. Ele força o peso de seu corpo contra o meu e me silencia com um sufocante beijo.

Os lábios quentes e macios alcançam meu seio direito e Steve passeia com a língua em meu mamilo. Dentes firmes beliscam a carne sensível e eu ofego ainda mais, tentando mexer os quadris contra seu toque lá embaixo.

— Fique quietinha, pequena Srta. Romanoff. – seus dentes mordem a base de meu seio.

Suas ações físicas me levam à loucura. Gostaria de que pelo menos metade de seu desempenho sexual se permitisse emprestar para seu desempenho emocional, que por sinal é nota zero.

Steve é confuso. Seus mistérios me deixam atordoada. Se ele fosse uma bula de remédio, ainda assim seria difícil de se compreender. Conseguimos visualizar rapidamente a resolução de um jogo de quebra-cabeças, enquanto que a respeito de Steve não conseguimos visualizar nem uma fração de seu suspense.

Algo o trava de falar. De agir. De pensar. É pressão demais sobre mim. Não tem nada a ver com isso, menina. Little Red, agora que me encontro apaixonada por ele, eu me sinto mais envolvida do que nunca!

O calor de algo se aproximando de mim aquece meu pescoço. Beijos e mordidas se espalham pelo local. Dedos ásperos e másculos passeiam por minha intimidade estimulando meu ponto pulsante.

Lábios macios e famintos descem por meu tronco. Steve alcança meu seio esquerdo com sua língua, rodeando meu mamilo e agora derramando algo quente.

Um cheiro doce e inconfundível invade minhas narinas e eu sinto água na boca apenas por apreciá-lo: chocolate!

A calda acaba melando meus seios e barriga, os mesmos lugares que antes receberam jatos de algo frio e molhado.

— Sabe o que eu estou fazendo? – Steve lambe meu seio esquerdo sem esperar que eu responda. — Primeiro, eu derramei Champagne em você.

— E agora? – pergunto com a voz rouca.

— Calda de chocolate.

— Suspeitei pelo cheiro.

— Você é uma delícia, Srta. Romanoff!

O mesmo líquido gelado cai no meio de minhas pernas e bate contra meu clitóris sensível. Eu arfo e afundo no colchão com o choque de calafrios que me atinge.

— Um orgasmo? Já te dei?

— Foi a Champagne. – sorrio já conseguindo imaginar a falsa expressão carrancuda que Steve deve estar formando no rosto.

— Certo, Srta. Romanoff. Então, veremos agora...

It's what you do

É o que você faz

It's what you see

É o que você vê

I know if I'm haunting you

Eu sei que se estou te assombrando

You must be haunting me

Você deve estar me assombrando

Sua língua quente e molhada passeia por meus seios. Os lábios formam beijos intensos e estalados contra minha pele melada. A cada toque seu, meu corpo vibra em mais ansiedade e excitação.

— Você é minha, Natasha.

Descendo pela minha barriga, sua boca encontra minha entrada. As mãos de Steve apertam minhas nádegas e ele separa ainda mais minhas pernas frente ao seu rosto.

Sua respiração bater contra meu clitóris e gemo ao remexer o corpo.

— Está ansiosa?

— Sim, Capitão Rogers.

— Tenha calma, linda. – ele desce a mão por minha barriga e circula minha entrada com os dedos.

Seu peito esmaga meus seios enquanto Steve me beija nos lábios e eu me remexo sob seu corpo. De repente, sua boca se afasta e volta a descer por mim. Eu não sinto mais nada em minha intimidade. Mais nada que não seja a respiração ofegante e quente de Steve. Seus lábios úmidos e quentes juntam em meu centro e a língua me abre sabiamente para seu todo dispor.

Arqueio com o corpo novamente apenas aproveitando a sensação de suas ações. Steve trabalha em chupar meu clitóris com maestria e sabor. O leve roçar de seus dentes em meu ponto molhado e sensível atiça ainda mais a chegada de meu outro orgasmo.

— Oh, oh! Steve!

It's where we go

É aonde vamos

It's where we'll be

É aonde estaremos

I know if I'm on to you, I'm on to you

Eu sei que se eu estou em você, eu estou em você

On to you, you must be on to me

Em você, você deve estar em mim

Quando sua língua se concentra em se mover para cima e para baixo rapidamente em meu clitóris, não me controlo mais. Quero me segurar. Quero esperar por mais. Quero continuar aproveitando a sensação que me atinge. Quero... quero... ah, eu quero... não dá! Não consigo mais me controlar!

Quando dou por mim, percebo que já me perdi em mais um intenso, forte e desgastante ápice! Céus...!

— Seu gosto é incrível! – a voz de Steve está ofegante e eu coro ao ouvir o barulho de ele se tocando para aliviar seu desejo.

— Steve...

— Mas eu estou com um puto tesão para mais preliminares! – ele encosta a cabeça de pênis em minha entrada. — Eu quero você. Agora, Natasha!

Seu desespero parece mais um pedido do que um aviso. Não sei se concordo, se discordo. Não sei o que lhe responder. E nem sei se devo lhe responder. Não sei se ele quer que eu responda.

— Natasha?

— O que espera? – indago e suas mãos apertam meus seios enquanto seu rosto desce e Steve chupa meus mamilos doloridos. — Siga em frente... – gemo na última palavra e ele morde meu peito.

— Não me provoque... – sussurra ao lado de minha orelha. — Para o seu próprio bem, Srta. Romanoff!

My haunted lungs

Meus pulmões assombrados

Ghost in the sheets

Fantasma nos lençóis

I know if I'm haunting you

Eu sei que se eu estou te assombrando

You must be haunting me

Você deve estar me assombrando

Steve desliza as mãos pelas minhas coxas e segura meu pé esquerdo. Seus dedos se apressam em soltar o nó de meu tornozelo. Ele repete a mesma ação na perna direita. Com os calcanhares livres, Steve planta beijos pela parte interna de minhas coxas.

Eu me contorço com seu toque bruto e desesperado. Ainda me beijando, Steve aperta minha cintura com as mãos e vira meu corpo bruscamente. Ele me deixa de quatro sobre a cama.

Meus joelhos estão apoiados contra o colchão vermelho e minhas mãos estão presas nas cordas que estão amarradas à cabeceira. Meus cotovelos descansam nos travesseiros e, devido à posição, minha bunda encontra-se completa e sabiamente empinada no ângulo perfeito para Steve me penetrar!

Novamente, dedos longos e ásperos provocam minha entrada. Começo a gemer e a ofegar descontroladamente, ansiando por mais um orgasmo. E, antes que Steve possa me presentear com tal ação de seus dedos, os movimentos cessam e eu bufo em resposta.

— Calminha, minha deusa.

My wicked tongue

Minha língua perversa

Where will it be?

Onde é que vai ser?

I know if I'm onto you

Eu sei que se eu estou em você

I'm on to you

Eu estou em você

On to you, I'm on to you

Em você, eu estou em você

On to you, you must be on to me

Em você, você deve estar em mim

É tudo o que ele me diz antes de forçar seu membro para dentro de mim. Sinto a pele úmida, quente e pegajosa de seu pênis esticar as paredes de minha vagina. É completamente notável que ele está sem camisinha. E, segundo Steve, deste jeito é muito melhor!

Uma dor se prolifera em minha intimidade. É como se, rapidamente, o interior de meu núcleo sofresse um beliscão ao mesmo tempo em que Steve empurra-se para dentro de mim. Deve ser pelos dias em que passamos separados. Meu corpo pode ter se desacostumado de seu toque. De sua força. De seu vigor.

A cabeça de seu pênis bate contra meu útero e eu mordo o lábio sentindo a dor voltar por breves segundos. Porém ela também é boa. Prazerosa. Gostosa. Relaxante. Céus...!

A ideia de senti-lo em meu interior por dias a cada passo que eu der me deixa muito mais excitada!

You want me?

Você me quer?

I walk down the hallway

Eu ando pelo corredor

You're lucky

Você é sortudo

The bedroom's my runway

O quarto é minha passarela

Slap me!

Me bata!

I'm pinned to the doorway

Estou preso à porta

Kiss, bite, foreplay

Beije, morda, preliminares

— Au! – uma palmada é desferida em minha nádega esquerda.

Steve sobe uma mão por minhas costas suadas e trêmulas. Sua palma quente desliza por minha pele transpirada e gelada até que seus dedos alcançam e se firmam contra minha nuca suada.

Os mesmos dedos aproveitam para puxar meus fios ruivos para trás. Steve os embola em sua mão e cria uma espécie de "rabo de cavalo" em mim. A visão perfeita de homens das cavernas está aqui em nós, nesta ação que estamos praticando em cima da cama.

My haunted lungs

Meus pulmões assombrados

Ghost in the sheets

Fantasma nos lençóis

I know if I'm haunting you

Eu sei que se eu estou te assombrando

You must be haunting me

Você deve estar me assombrando

My wicked tongue

Minha língua perversa

Where will it be

Onde é que vai ser?

I know if I'm onto you

Eu sei que se eu estou em você

You must be onto me

Você deve estar em mim

Seu membro sai e entra de mim com avidez. Com força. Com pressa. Com rudez. Steve não está sendo delicado. Sinto tapas atingirem minhas nádegas. Sinto as tiras de couro — do Flog — baterem contra minhas coxas e bunda. Mesmo que de leve, mas eu sinto. Não está doendo, mas Steve está diferente. É como se ele estivesse com raiva. Raiva de algo. E quer descontar no sexo. Em mim. Como se eu fosse seu escapismo.

Steve parece soltar o Flog. Seus braços movem-se por minhas costelas e alcançam meus seios antes de os apertar nas mãos grandes e fortes.

It's what we see

É o que vemos

I know if I'm haunting you

Eu sei que se eu estou te assombrando

You must be haunting me

Você deve estar me assombrando

It's where we go

É onde vamos

It's where we'll be

É onde estaremos

I know if I'm onto you, I'm onto you

Eu sei que se estou em você, eu estou em você

Onto you, I'm onto you

Em você, eu estou em você

Onto you, you must be onto me

Em você, você deve estar em mim

You must be onto me (on to you, I'm on to you)

Você deve estar em mim (em você, eu estou em você)

You must be onto me (on to you, I'm on to you)

Você deve estar em mim (em você, eu estou em você)

You must be onto me (on to you, I'm on to you)

Você deve estar em mim (em você, eu estou em você)

You must be onto me (on to you, I'm on to you)

Você deve estar em mim (em você, eu estou em você)

No momento que Steve começa a massageá-los, eu gemo ainda mais. Quanto mais ofego, mais sei que estou próxima de explodir. Meu canal engole seu falo de uma vez só. Eu me sinto tão cheia. Tão preenchida. Estou lotada!!!! Seu ego infla meu vazio assim como o sal infla o Mar Morto. E Steve me acompanha.

Por incrível que pareça, nós atingimos nossos ápices ao mesmo tempo. Suas mãos não soltam meus seios e nem eu quero isso. Ele repousa a testa em minhas costas e eu sinto beijos serem depositados na mesma região.

Seu líquido quente e grosso preenche meu interior. Estou cheia. Pesada. Cansada. Mole.

Me (on to you, I'm on to you)

Mim (em você, eu estou em você)

Me (on to you, I'm on to you)

Mim (em você, eu estou em você)

Me (on to you, I'm on to you)

Mim (em você, eu estou em você)

Me (on to you, I'm on to you)

Mim (em você, eu estou em você)

Me (on to you, I'm on to you)

Mim (em você, eu estou em você)

— Você é minha. – ele diz ainda me beijando enquanto desamarra as cordas de meus pulsos.

Os músculos de meus braços latejam levemente, mas eu não dou importância.

— Você me cansou... – Steve sorri contra a minha pele suada diante de minha confissão. — Estou com sono.

— Vou te dar um banho e colocá-la para dormir em meu quarto.

— Ahn? – agindo sob meu espanto, retiro a venda do rosto e fito ao meu redor até encontrar Steve. — Seu quarto? Como assim?

— Dormirá comigo hoje. – ele ergue seus ombros como se não fosse nada de mais.

— Mas...

— O que foi?

— Eu... e-eu pensei que eu ia...

— Não.

— Mas...

— Nós dormimos juntos na casa de minha mãe. E em Los Angeles. — Steve ergue os ombros novamente. — Por que não aqui?

— Porque aqui eu tenho o meu quarto. — respondo inocentemente.

— Dormirá comigo hoje, Natasha.

— Mas...

— Quando eu durmo com você...

Ele faz uma pausa e suspira sonoramente. Levo um tempo para analisar seu peito, braços e rosto suados. E algo a mais chama minha atenção. Não é só o suor que percorre por sua face. É algo parecido com medo e nervosismo.

— ...quando durmo com você... – Steve repete. — ...não tenho pesadelos.

— Ah. Ér... okay...?

Estou indecisa. Não sei o que falar. Não sei se não falar será certo ou errado. E não sei se o que eu falar também será certo ou errado. Eu simplesmente nunca sei o que fazer na presença de Steve.

— Durma comigo. Okay? – sua mão acaricia minha bochecha enquanto seus olhos tentam relaxar.

— Okay. – concordo. — Eu durmo.

Observo-o suspirar silenciosamente antes de ficar de pé.

— Venha.

Seus lábios juntam-se em minha testa. Em seguida, em meus olhos, minhas bochechas, nariz, queixo e, por fim, em meus lábios.

Acabo sorrindo por sua demonstração de carinho vendo que ele sorri de volta.

— Vamos te limpar. Você está com uma carinha de muito sono. E precisa dormir.

— É... – eu me espreguiço na cama. — Mas estou com preguiça de tomar banho. – faço uma expressão de manha e Steve sorri.

— Teimosa! – ele me puxa pelas mãos e me senta na cama. — Você parece criança.

— Que bom! – digo com convicção. — Ser criança é demais! Não pense que me ofendeu, Capitão Rogers. – Steve parece estudar minha fala como se algo mexesse com seu interior.

— É. – sua voz está crua e distante quando ele me cobre com o roupão. — Mas nem sempre ser criança é a salvação. – rebate antes de vestir sua bermuda.

Penso em tentar iniciar algum diálogo sobre sua fala, mas não quero discutir. Já estou cansada de Steve fechar todas as portas que abro.

Após me colocar em seus braços, ele sai do Quarto da Tortura sem nem ao menos se preocupar em arrumar a bagunça que fizemos. Steve tranca a porta e desce as escadas até seu quarto. Enquanto me carrega até o banheiro, eu aproveito para repousar a cabeça contra seu ombro e descansar os olhos. Só torno a abri-los quando ouço o chuveiro ser ligado.

Steve pega meus cabelos ruivos e os prende em uma espécie de coque. Ele puxa a manga do roupão para direita e beija meu ombro nu. Isso me faz sorrir, mas estou sonolenta demais para fazer algo além disso. Após estarmos os dois despidos, ele me acompanha ao entrar no box.

Seus olhos percorrem cada centímetro de meu corpo e, mesmo com o cansaço entorpecendo minha mente, não sou capaz de evitar os calafrios que me percorrem. Steve me olha tanto que eu me sinto como se fosse uma relíquia a ser preservada.

— Você está tão linda... – o tom de sua voz é doce e suave como mel. — Você é linda!

As mãos de Steve seguram meus ombros e me viram de frente para a parede de ladrilhos. Observo os azulejos brancos começarem a receber gotas de água devido ao chuveiro estar ligado. O vapor inunda toda a parede.

Atrás de mim, Steve corre as mãos pelas minhas costas nuas. Ele deposita o sabonete líquido contra uma esponja e começa a passá-la desde meus ombros até o cóccix. Enquanto ele esfrega o sabonete com a esponja, sua outra mão fica livre para que possa me tocar. Toda vez que recebo seu toque é como se estivesse sendo eletrocutada. Não sou mais autônoma. Fico na constante necessidade de senti-lo e tê-lo.

Um suspiro entrecortado me escapa dos lábios quando Steve me vira de frente e repete a mesma ação de limpeza sobre meus seios e barriga. Ele faz questão de arrastar a parte áspera da esponja contra meus mamilos junto de seus dedos e suas unhas.

— Steve... – gemo e ele sela meus lábios com os seus.

Sua língua circula a minha. Nossos corpos vão de encontro um com o outro. Passeio as mãos por seus ombros, tomando o conhecimento que só posso delinear tal área. Isso ainda me incomoda, mas decido não iniciar nenhum questionamento sobre sua restrição.

Steve termina de espalhar o sabão por meu tronco e põe meu corpo embaixo das gotas quentes do chuveiro. O ato de me empurrar levemente quebra nosso beijo, formando um estalo audível. Fito seus olhos azuis escurecidos pelo desejo analisarem desde meus pés até meus cabelos ruivos, que estão presos em um coque para não serem molhados.

— Preciso de você, Natasha. – murmura através do todo o vapor quente e transparente que nos cerca.

— Quê? Precisa?

— Preciso sentir você de novo.

Ele agarra meus braços e me puxa para fora das gotas de água. Suas mãos empurram meus ombros e eu bato com as costas contra a frieza dos azulejos. Não tenho tempo de raciocinar alguma coisa. Steve desce a mão pela minha barriga e alcança meu clitóris. No meio de minhas pernas, ele me encontra ainda totalmente molhada e escorregadia. Eu arfo e tremo sob seu toque.

Os lábios macios e firmes chocam-se contra meu pescoço. Steve beija e morde minha pele enquanto ainda trabalha em estimular meu clitóris. Involuntariamente, abro ainda mais as pernas e jogo a cabeça para trás, sentindo seus beijos passarem para o outro lado do pescoço.

É como se eu fosse o alimento que mataria sua fome. Sou a necessidade dele, a droga dele, o vício dele. Eu... eu sou dele.

— Ah...!

— Isso, minha linda! Quero te ouvir gritar. – ele espreme meu mamilo direito com a mão livre.

Eu explodo contra seus dedos, sentindo meu prazer vazar de dentro de mim e entrar em contato com a pele de Steve. Ele sorri e leva a mão à boca. Eu apenas assisto, surpresa, encantada e excitada demais para falar ou fazer alguma coisa.

Steve segura minha cintura e me vira de costas. Ele não diz nada, apenas me puxa para trás enquanto encaixa seu membro para dentro de mim. Sou esticada de uma forma "torturantemente" deliciosa e tenho que me segurar para não transbordar em mais um orgasmo.

Ele grunhe e geme contra meu pescoço ao marcá-lo com beijos e chupões. Exprimida contra Steve e a parede, eu apenas gemo e arrasto as unhas pelos ladrilhos úmido e deslizante devido à temperatura quente do banheiro.

Em poucos segundos, Steve solta minha cintura e agarra as costas de minhas mãos. Nossos dedos se entrelaçam. Steve os encaminha para meus seios estimulando meus mamilos. Sentir seu toque ajudando a me dar prazer é surpreendentemente novo.

Ele desce ainda mais nossas mãos juntas e começa a repassar nossos dedos contra meu clitóris sensível. Suas estocadas tornam-se ainda mais fortes e rápidas. Estou no pico da montanha prestes a pular e sentir o ar chicotear meu rosto. A adrenalina corre fundo em minhas veias. Eu me deixo ser guiada pela emoção.

— Steve... – repouso a cabeça contra seu ombro e seus beijos se estalam em meu rosto suado.

— Goze, linda. – Steve aspira em meu ouvido. — Goze!

Nossos dedos juntos esfregam meu clitóris com mais força. Arfo tanto que pareço estar correndo uma maratona. E, quando atinjo o orgasmo, não sinto minhas pernas. Iria ao chão se não fosse os braços de Steve em torno de mim.

Com mais três estocadas, ele explode dentro de mim. Sinto a sustância de seu líquido invadir meu núcleo. Ele preenche cada ponto vazio de meu interior.

— Vamos continuar com o banho. – sussurra antes de dar mais um beijo em meu rosto corado.

— Uhum... – concordo e sou virada de frente para ele.

▪️▪️▪️

Quando o banho termina, Steve desliga o chuveiro e me enrola numa toalha. Ele me seca rapidamente antes de me pegar no colo mais uma vez e nos conduzir até sua cama.

Colchão e edredons quentes deixam meu corpo confortável. Quase agradeço em alto e bom som ao sentir a maciez da cama em contato com minha pele fresca.

Steve sorri e se deita do outro lado. Ele estende o braço e me puxa para seu peito. Dentro de seu abraço, eu me sinto segura e em casa. É aqui que quero e preciso estar, mas tenho apenas o final de semana para dizer isso. Se eu disser.

— Boa noite, minha linda.

Steve pressiona os lábios nos meus, mas eu não consigo retribuir ao seu beijo. Estou cansada demais. Tudo o que consigo ouvir antes de cair em um sono profundo é um suspiro frustrado ser exalado da garganta de Steve.

Fecho os olhos e tento sonhar com algo que me faça ter boas horas de sono, pois a realidade me aguarda amanhã. E, depois de amanhã, o futuro me esperará com duas alternativas minuciosas.

Notas finais
Como vocês viram, o título do capítulo é "Escapismo", uma bela palavrinha que faz parte do mundo da Literatura, principalmente no movimento literário conhecido como Romantismo, onde a válvula de escape era entregar-se a outros mundos, amores, fantasias... era e é um fugir da realidade, do que te perturba, do que te aborrece... enfim, escrever é um escapismo pra mim. E ler também, claro :3 Obrigada por todos os 1.391 comentários, 276 acompanhamentos, 127 favoritos, 20 recomendações e 44.067 visualizações! São vocês que me levam ainda mais pro mundo das Letras :3 Please, acompanhem, favoritem, recomendem e comentem ^^ Beijocas e até a próxima o/