Notas iniciais
O capítulo de hoje é TODINHO para Andy Hide! Baby, espero que goste :3 Anyway, perdão por qualquer erro de digitação e aproveitem, seus safadenhos ( ͡° ͜ʖ ͡°) Tradução do capítulo: Prazer

— Você sabe por que estou fazendo isso?

Minha respiração está acelerada. Eu estou de vestido e o meu sobretudo azul-marinho está sobre a poltrona da sala de Steve.

O tecido de minha longa vestimenta está levantado, portanto o final do pano está à altura da cintura. Steve está sentado no sofá e eu estou em seu colo. Meus seios e minha barriga se pressionam contra suas coxas flexionadas. Praticamente, eu me encontro de "quatro" por cima de suas pernas.

— Porque eu revirei os meus olhos.

Minha voz sai rouca e ofegante. Minha pele quente começa a formigar e eu mordo o lábio ao perceber certo de lugar de minha calcinha ficar molhado e escorregadio.

— E isso é educado?

Mordo o lábio novamente, fechando os olhos com força. Está divertido viver esta cena de ensinar bons modos. Palmadas não doem tanto assim. Eu até sinto prazer. Não diria que sou masoquista, mas é uma prática da qual eu gostaria de tentar. Experimentar o limite de meus limites seria... interessante!

— Não, Capitão.

Steve desliza a mão por minha nádega direita, inclinando-se e pressionando os lábios contra a mesma região. Eu coro e gemo de prazer ao sentir um beijo se estalar contra minha pele.

— Irei mostrar que não. – murmura antes de desferir a primeira palmada.

SLAP

A superfície de meu tecido epitelial queima sob seu rústico golpe, mas eu não me importo. Foi gostoso.

— Mais? – indaga e eu sorrio descaradamente.

— O quanto mais eu merecer, Capitão.

Posso ouvir a risada profunda de Steve. Ele investe com mais força e eu repenso sobre a resposta que lhe dei.

— Mais?

— Sim. – estou decidida em testar meus limites. Em um contrato sadomasoquista, eu ter aceitado somente palmadas chega a ser vergonhoso. Céus! Se eu aceitei, então posso testar mais coisas.

— Certeza?

— Sim, Capitão.

SLAP

Seus dedos se separam durante a palmada. Consigo imaginar o desenho vermelho de sua mão marcando a pele branca e delicada de meus quadris. Também não me importo. Afinal, uma surra com vara seria bem pior!

— Como se sente? – a voz de Steve está ofegante e rouca. Ele sente prazer ao me estapear? A dúvida cutuca minha curiosidade e eu quase pergunto "por quê?", mas consigo controlar a teimosia de meu súbito interesse.

— Bem, Capitão. – adquiro o mesmo tom que sua voz adquiriu.

Mais uma vez, ele sorri enquanto me estapeia. Tento segurar um gemido, mas meu corpo não obedece aos comandos de meu cérebro. Deste jeito acho que chegarei logo a um orgasmo. Até eu, menina!

— Estou fazendo isso para que aprenda a ter bons modos com o seu Capitão. – Steve fala enquanto me bate. Não sinto mais dor. Antes, eu conseguia sentir minha pele queimar. Agora, ainda arde, mas é uma ardência gostosa. Eu aprovo!

— Eu peço perdão ao meu Capitão. Não irá se repetir. Aaai!

Grito quando os dedos de Steve trabalham juntos em me dar um beliscão.

— Desculpe. Sua bunda é tão gostosa que eu não consegui me segurar em não apertar.

E eu não consigo me segurar em não rir e corar. Steve! Você precisa mesmo me deixar assim? Eu me sinto escorrer... opa! Opa, opa, opa! Opa... eeeepa! O que é isso? Steve?

— Minha linda... – sua voz sai quase numa lamúria, devido a isso, eu gemo profundamente. — Ah, Natasha... você está tão molhada!

Seus dedos acariciam meu clitóris sensível por cima do tecido da calcinha abundantemente molhado. Se não fosse minha excitação, eu poderia dizer que havia feito xixi.

— Deve estar uma delícia. – Steve empurra a calcinha para o lado e toca diretamente em minha entrada. — Nossa! Que vontade de enterrar minha língua em você!

As carícias são realizadas com mais intensidade. Eu não controlo meus gemidos. Ofego como se tivesse com asma.

Menina! Quando você era pequena, costumava ter crises. Deveria andar com uma bombinha para todos os lados. Ao menos quando estiver com Steve. Vou providenciar isto já, Little Red.

— Steve... – um de seus dedos entra enquanto os outros dois continuam a acariciar meu clitóris.

— Diga, Nat. – Steve desce o tronco e beija minhas nádegas sem parar com os movimentos de seus dedos.

— Por favor... por favor... – tento sair de seu colo, mas ele força o cotovelo do braço livre contra as minhas costas e me prende.

— Não, linda. Eu quero que você goze primeiro. Quero que goze na minha mão.

— Eu... eu... ah!

Ele acrescenta mais dois dedos de uma vez. Três. São três longos, calejados e firmes dedos entrando e saindo de dentro de meu canal pegajoso. Eu me sinto subindo para as nuvens.

Aperto suas coxas com as mãos e finco as unhas contra sua calça jeans.

— Vamos lá, meu bem! – o incentivo de Steve desenfreia um coro de gemidos de minha parte. — Goze! Vamos, goze!

Três dedos seus me penetram enquanto seu polegar continua a acariciar meu clitóris sensível. Quanto mais Steve aumenta a força, mais eu me perco em gemidos. Nossa...! Está ficando difícil de respirar!

— Steve... awn... eu...

Tibum! É como se minha vagina explodisse! Sinto os dedos de Steve ficarem pressionados dentro de meu canal. As paredes úmidas e internas de meu corpo os prendem lá dentro.

Deslizando, Steve retira seus dedos de dentro de mim.

— Você tem um gosto incrível! – exclama, logo depois botando sua mão com os dedos melados em minha frente.

— Steve...

— Prove.

Ele não me dá tempo de responder. Invade minha boca com os dedos e me faz circular a língua nos mesmos. Sinto o meu gosto. É um pouco amargo, com uma fraca pitada salgada. Prefiro o de Steve, mas faz tempo que não lhe realizo um boquete.

O primeiro e único fora na casa de sua mãe. Oh, que lugar para fazer tal tipo de coisa!

— É uma delícia, não? – Steve retira os dedos de minha boca. — Vamos, quero terminar o que comecei.

Ele me levanta de suas pernas e me joga sobre os ombros. Solto uma risada alta com sua atitude de homem da cavernas.

Cruzando a sala e começando a subir as escadas, Steve me carrega no colo até chegarmos à porta de seu quarto. É estranho que aqui ele não me ponha num ambiente diferente para dormir. Dividimos a mesma cama e dormimos abraçados. Quem dera não pudéssemos viver para sempre aqui nessa bolha!

Steve abre a porta de seu quarto bruscamente antes de rodar a trinca e me jogar na cama. Meu corpo quica duas vezes antes de ele abrir minhas pernas com as mãos e passar os dedos em minha calcinha molhada. Eu me remexo inquietamente em meio a gemidos e suspiros.

— Suas mãozinhas irão ficar amarradas... – observo Steve andar até o armário e puxar uma gravata cinza de dentro da gaveta de baixo. — ...ali.

Sigo a direção que ele aponta e olho para as cabeceiras brancas da cama. Ela não tem grandes e Steve parece perceber minha confusão.

— Com isso. – completa ao me mostrar um instrumento com um gancho. — Ele se prende à cama para que você se prenda a ele. – explica prazerosamente. — Entendido, Srta. Romanoff?

— Entendido, Capitão.

Num só puxão, Steve segura meus tornozelos e me leva para beirada da cama. Estou deitada de costas e, quando ele me puxa, o roçar de meus quadris contra o colchão faz com que minhas nádegas piniquem.

— Vamos tirar esse vestidinho.

Sabiamente, ele desce as alças de meu vestido e empurra meus braços violentamente para cima. Steve amarra a gravata ao redor de meus pulsos, segurando-os em uma só mão enquanto me puxa para cima.

Na altura certa, minha cabeça repousa contra os travesseiros. Steve sobe mais os meus braços e prende o laço da gravata no gancho do instrumento conectado à cabeceira. Pronto! Estou presa e vulnerável, como ele deseja.

— Essa visão é tão linda! – suas mãos terminam de descer meu vestido e o tira de mim.

Com a roupa em mãos, Steve afunda o rosto contra a mesma e inspira meu doce aroma. Assisto à cena com excitação, remexendo as pernas.

O atrito da parte interna de minhas coxas contra a minha intimidade é realizado no desespero de aliviar meu tesão. Mas nada se compara às ações manuais de Steve, que percebe minha tática frustrante de tentar abrandar a pulsação de minha vagina.

— Calma, minha linda. A pressa é inimiga da perfeição. – ele joga o vestido para trás e sobe na cama, ficando em cima de mim.

Suas mãos deslizam por minhas costelas até chegarem às minhas costas, onde seus dedos trabalham juntos em abrir o fecho do sutiã. Tendo o feito, Steve também o joga para trás assim como fez com o meu vestido.

— Que vista mais gostosa...! – sua voz pinga desejo assim como minha intimidade pinga excitação.

Nua. Apenas uma calcinha de renda branca cobre o meu corpo. Mas, rapidamente, a própria recebe o mesmo destino das outras peças. Agora, sim: nua. Completamente nua. Sinto até mesmo minha alma despida. Estou inteiramente livre e natural para Steve. Como vim ao mundo e como gostaria de partir. Não me importaria caso morresse agora. Estaria com o homem que amo. E já tive um orgasmo que valeria por outros mil.

Okay. Mas não pense em suicídio. Não tem que morrer agora. Aproveite. E bem vivinha! Steve já lhe dissera que não se interessa por necrofilia. Little Red, você precisa parar de levar tudo ao pé da letra!

— Agora é a minha vez. – suas mãos descem para cintura e puxam a barra de sua camisa para cima.

Os músculos de seu peitoral se mexem enquanto Steve movimenta os braços. Uau! Ele é forte! Muito forte!

Ao ter a camisa retirada, ele a joga para o ar e se concentra em desafivelar o cinto de sua calça. Suas ações de se despir continuam até que ele está tão nu quanto eu. Mas não totalmente.

Ele jamais estará assim para mim. Sempre terá uma sombra para se esconder. Jamais será apenas Steve Rogers. E sim Steve Sombrio Misterioso Sinistro Sádico Rogers. Faltou algum? Bem, se faltou, nós podemos considerar a inclusão. É. Mais fácil!

— No que está pensando?

Saio da conversa com minha consciência e direciono meu olhar perdido a Steve. Suas mãos estão acariciando os lados de minha cintura.

— Em como quero outro orgasmo, Capitão.

Mentira! É, mas... ah! Não! Não, até que não. Eu realmente quero.

— Nossa, Srta. Romanoff! Nunca te vi sendo tão honesta e direta!

Sua exclamação atinge o fundo de meu âmago assim como alguém que pula e vai parar no fundo de uma piscina. Cheio de adrenalina e felicidade, mas também sem ar.

— Irei usar isto... – Steve balança seu cinto de couro preto nas mãos. — ...para tampar seus olhinhos de esmeralda.

Balanço a cabeça positivamente vendo que ele sorri antes de afivelar o cinto ao redor de minha cabeça. O material de couro se aperta contra minha testa e eu mordo o lábio.

A circulação de meu sangue fica ainda mais coagulada. É como se eu estivesse em brasas. Nunca suei tanto, assim como nunca me senti queimar do mesmo jeito.

— Você ainda está encharcada. – seus dedos se concentram na umidade entre minhas pernas. — Perfeito!

Ooh, I got a body full of liquor

Ooh, eu tenho o corpo cheio de licor

With a cocaine kicker

Com uma carreira de cocaína

And I'm feeling like I'm thirty feet tall

E estou me sentindo como se eu fosse trinta metros mais alto

So lay it down, lay it down

Então relaxe, relaxe

You got your legs up in the sky

Você está com suas pernas para cima no céu

With the devil in your eyes

Com o diabo em seus olhos

Let me hear you say you want it all

Me deixe ouvir você dizer que quer tudo

Say it now, say it now

Diga isso agora, diga isso agora

Beijos quentes e famintos se concentram em meu pescoço. Steve roça dentes e língua contra minha garganta e me atiça a gemer ainda mais. Ele me provoca com um prazer descomunal. Ele me tortura com carícias insanas e intensas. Sinto que não posso aguentar muito tempo. Já estou sensível pelo orgasmo que tive. Deus...!

Os mesmos beijos ficam ainda mais febris quando Steve os direciona à minha clavícula. Ali, sua boca deposita um chupão. E, quando chega ao meu seio esquerdo, crava uma mordida em meu mamilo.

— Aaaai! – grito apenas para sentir um beijo em seguida.

— Desculpe. – Steve parece estar mamando em meu peito. Oh, Deeeeus...!

Suas mãos vagueiam por minha barriga lisa. Respiro com tanta ansiedade e desespero que me sinto como se estivesse fazendo abdominais. Meus músculos sobem e descem, ora tensos, ora relaxados.

— Seus seios são maravilhosos...!

A luxúria percorre seu timbre rouco. Gotas de seu desejo por meu corpo respingam contra minha pele toda vez que Steve a marca com beijos e chupões.

Cada centímetro que não é tocado se sente com frio e solitário. Mas, quando Steve o faz, os mesmos quase o agradecem de joelhos e mãos juntas.

Look what you’re doing, look what you done

Olha o que você está fazendo, olhe o que você fez

But in this jungle you can't run

Mas, nessa selva, você não pode correr

'Cause what I got for you

Porque o que eu tenho para você

I promise it’s a killer, you'll be banging on my chest

Eu prometo é mortal, você estará batendo no meu peito

Bang bang, gorilla

Bang bang, gorila

Ooh, yeah

Ooh, sim

You and me, baby, making love like gorillas

Você e eu, querida, fazendo amor como gorilas

You and me, baby, making love like gorillas

Você e eu, querida, fazendo amor como gorilas

Após torturar meu seio esquerdo, Steve passa para o direito. Os mesmos gestos são repetidos. Mas eu não sinto tédio. Pelo contrááário!!!! Sinto muito mais prazer! Oh, sim!

Sua mão desliza ainda mais para baixo e Steve volta a atiçar os nervos de meu clitóris. Putaquepariucaralho! Que magia é essa que os dedos dele têm?!

— Respire com calma, Srta. Romanoff.

Sua boca está colada em minha barriga quando ele diz isso. Mas eu não sou capaz de obedecer mesmo querendo e lutando muito para fazê-lo.

Beijos preenchem o mesmo lugar e os dedos de Steve abandonam meu centro molhado. Quase reclamo, mas consigo me acalmar quando noto que ele mordisca os lados de minha virilha. Sua respiração quente bate contra minha entrada. Espero ansiosa pelo o que virá.

— É isto que você quer? – Steve indaga e eu balanço a cabeça positivamente. — Diga.

— O que posso dizer, Capitão?

Ele desliza a língua sobre meu clitóris. Sua ação é lenta e intensa. Quase me perco em um orgasmo, mas sou capaz de fugir da onda que, por pouco, não me dá um caixote.

— Diga o que você quer. – ele repassa a língua. — Diga exatamente o que quer, Natasha.

Suas mãos apertam minhas coxas. Movimento os braços e sinto o aperto da gravata me machucar. Mas o prazer e ansiedade que estou sentindo acabam passando por cima do incômodo em meus pulsos.

— Quero o meu Capitão. – ofego. — Meu Capitão me chupando e me fodendo.

Meu rosto queima. Não é adrenalina. Não é excitação. É timidez. Ah, para! Sério? É. Eu deveria ter dito isso? Eu deveria... ohhhhhh, sim!!!

Sim, sim, sim, sim! Deveria! Deus! Se ter dito isso acaba provocando o que Steve acabara de fazer, então eu posso dizer coisas muito mais sujas!

— Sua fala me atiçou, Srta. Romanoff. – seus lábios se juntam em meu clitóris e Steve me dá um chupão. — É bom saber que só eu te deixo assim. – sua língua raspa os nervos do meio de minhas pernas. — Você é minha!

Seu grunhido é raivoso. Steve pressiona os dentes no calor úmido de minha vagina ao mesmo tempo em que me penetra com dois dedos.

Remexo as pernas inquietamente e Steve segura apenas uma, pois sua outra mão está ocupada, já que seus dedos não me abandonam.

Nunca pronunciei tantos gemidos quanto agora. Já posso me ver sem voz no dia seguinte devido aos gritos que minha garganta libera. Vou ficar terrivelmente rouca, mas também saciadamente cansada e nas nuvens. É. Vale a pena. E muito!

Yeah, I got a fistful of your hair

Sim, eu tenho um punhado de seu cabelo

But you don't look like you're scared

Mas você não parece estar assustada

You're just smiling tell me, ‘daddy, it's yours’

Você está sorrindo e me dizendo "papai, isto é seu"

‘Cause you know how I like it you’s a dirty little lover

Porque você sabe como eu gosto, seja uma amante safada

If the neighbors call the cops,

Se os vizinhos chamarem a polícia

Call the sheriff, call the SWAT, we don't stop

Chamem a policia, chamem a SWAT, nós não paramos

You and me, baby, making love like gorillas

Continuamos curtindo, enquanto eles batem à nossa porta

And you're screaming, "Give it to me, baby

E você está gritando, "Dê isto para mim, querido

Give it to me, motherfucker"

Dê isso para mim, filho da puta"

Pronto!!! A amargura levemente salgada de meu gosto sai de dentro de mim invadindo a boca de Steve, que faz questão de passar e repassar a língua por minha entrada até que eu pare de gozar.

Molenga e realizada, sinto Steve subir os beijos para minha barriga antes de chegar aos meus seios. Suas mãos deslizam pela parte interna de minhas duas coxas.

— Steve...

— Eu sei o que você quer. – ele me silencia com um beijo. Sinto resquícios de meu gosto quando sua língua se choca contra a minha. — Eu também quero. – Steve percorre os lábios por meu queixo e mordisca meu pescoço. — Está tomando as pílulas?

— Si-sim... – ofego e ele aperta minha cintura.

— Estou falando sério, Natasha. Tem tomado as pílulas rigorosamente?

— Sim. – repito com firmeza.

— Ótimo! – Steve esfrega a cabeça de seu pênis em minha entrada escorregadia.

Dito isso, seu membro me invade. A grossura estica as paredes de minha vagina e eu jogo a cabeça para trás vulneravelmente entregue a Steve.

Oh, look what you’re doing, look what you done

Ohhh, olha o que você está fazendo, olhe o que você fez

But in this jungle you can't run

Mas, nessa selva, você não pode correr

‘Cause what I got for you

Porque o que eu tenho para você

I promise it’s a killer, you'll be banging on my chest

Eu prometo é mortal, você estará batendo no meu peito

Bang bang, gorilla

Bang bang, gorila

Ooh, yeah

Ooh, sim

You and me, baby, making love like gorillas

Você e eu, querida, fazendo amor como gorilas

You and me, baby, making love like gorillas

Você e eu, querida, fazendo amor como gorilas

Suas estocadas não começam lentas e leves. Pelo contrário. Steve impulsiona os quadris com força e rapidez. Oh!!!! É perfeito!

Desesperada, enrosco as pernas ao redor de cintura e prendo os pés no início de suas costas. Ao mesmo tempo em que pressiono meus tornozelos contra a pele macia e suada de seus quadris, suas mãos apertam minha cintura enquanto seus beijos estalam a pele transpirada de meu pescoço.

I bet you never ever felt so good, so good

Aposto que você nunca sentiu tão bem, tão bem

I got your body trembling like it should, it should

Eu faço o seu corpo tremer como deveria, deveria

You'll never be the same baby once I'm done with you

Você nunca vai ser a mesma, querida, depois que eu tiver acabado com você

Não vou aguentar mais. Não vou. Já estava em ponto de ser liberta. E, agora que Steve está se movendo assim, não demorará muito para que eu... para que eu... awn... para que eu... Deus!!!! Não consigo nem completar uma frase!

— Ah, Natasha! – Steve grita e eu o acompanho. — Goze para mim! Vamos, minha linda!

Steve! Steve, você não precisa nem pedir. Eu vou... eu vou... oh, meu Deeeeus!!!!

— Natasha! – seu grito ecoa pelo quarto. Sinto meu prazer lado a lado com o seu na intensidade de nossos orgasmos. Juntos. Fizemos isto juntos.

A grossura e quentura de seu líquido me invade. Instintivamente, lembro do maravilhoso gosto e, devido a isso, lambo e mordo meu lábio inferior.

Estou languida e maravilhosamente cansada. Steve continua a morder meu pescoço. Não quero que ele pare.

— Você é minha. – murmura voltando a se mover dentro de mim. — Minha, Natasha. Somente minha!

Oh, you with me, baby, making love like gorillas

Oh, você comigo, querida, fazendo amor como gorilas

You and me, baby, we'll be fuckin' like gorillas

Você e eu, querida, fodendo como gorilas

You and me, baby, making love like gorillas

Você e eu, querida, fazendo amor como gorilas

Sim... sua! Somente sua...!

Notas finais
E então? O que acharam? Deu pra suprir a demora? Gente... em duas semanas, a fic completa 1 ano *u* Tô muito emocionada hahaha :) Anyway... muito obrigada por todos os 1.275 comentários, 251 acompanhamentos, 115 favoritos, 19 recomendações e 37.401 visualizações ^^ Please, acompanhem, favoritem, recomendem e comentem :3 Ps: tem uma nova fic ROMANOGERS no site. Corram pra ler, eu me apaixonei já: https://fanfiction.com.br/historia/706036/Widow_Makers