I Put a Spell On You 🔞

32 Capítulo 32 — I need more, I want more


Notas iniciais
Hello!!!!! Estou muito feliz!!! A fic ganhou mais uma recomendação, amoooores! Muito obrigada, Dorothy Mel! Eu amei! Seu carinho foi imensamente maravilhoso! Me emocionei bastante! Esse capítulo é TODINHO seu, gatona :3 Anyway... babies, o capítulo está meio simples hahaha maaas tem uns mistérios de leve. E, mais "autonomia" da Nat hahaha espero que gostem :) Perdão por qualquer erro de digitação e aproveitem ^^ Tradução do capítulo: Eu preciso de mais, eu quero mais Ps: leiam as notas finais, please :3

Eu me mexo e remexo na enorme cama de casal do quarto de Steve. Do lado de fora, o tempo escuro, gelado e nevoso faz com que eu me encolha e puxe as cobertas grossas para cima de mim, enrolando minhas pernas nos lençóis.

Levanto a cabeça e vejo Steve dormindo. Tão calmo. Tão sereno. Tão angelical. Tão diferente do que aparenta ser quando embarca no personagem Dominador Sádico e Ditador. Heil Hitler!

Suspirando calma e profundamente, eu me viro para o outro lado e tento voltar a dormir, mas braços fortes e protetores abraçam meu corpo. Uma respiração branda e quente bate contra o meu pescoço antes de lábios macios e molhados se chocarem contra a mesma região.

— Você está bem?

— Sim. – acariciando sua mão que está em minha barriga. — Pode voltar a dormir.

— Ei... – ele passa as pontas dos dedos por baixo de sua blusa que estou vestindo. — Você teve um pesadelo?

— Não. – enrugo o cenho e me viro para poder fitá-lo.

— Então o que foi? Por que não está dormindo?

— Nada. Só estou sem sono. – sorrio para tentar convencê-lo.

— Natasha.

Ah! Claro! Estava demorando. Eu reconheço este tom. É o que ele usa quando está determinado a conseguir algo. E, no momento, seu foco é descobrir o motivo de minha suposta aflição.

— Okay. – inspiro e solto o ar lentamente. — Sabe quando... quando Bucky te perguntou se eu era sua namorada?

— Sim. O que tem?

— E aí você disse que estamos caminhando para algo do tipo.

— Sim. E?

— Por que disse aquilo?

Observo Steve respirar fundo pela boca enquanto as sobrancelhas formam uma expressão de confusão em seu semblante.

— Ficou incomodada por eu ter dito aquilo?

— Não! – enrugo o cenho. — Não, não! Pelo contrário! Eu adorei! – um sorriso se ilumina em meu rosto. — Só quero entender o porquê de você ter dito isso.

— Achou que eu não seria capaz?

— Sinceramente? – ele cerra os olhos e força um sorriso sarcástico em resposta. — Não. Desculpe, mas jamais imaginei que pudesse ouvir tal decla... ér... coisa de você.

— Eu entendo. – Steve abaixa o olhar não parecendo perceber o que eu iria dizer. Ufa! — E não te culpo por isso. – seus olhos percorrem meu busto enquanto ele volta a fitar meu rosto. — Nunca fiz uma coisa como aquela antes.

— Supus que não. – murmuro bem baixinho. — Mas por que fez hoje?

— Porque eu senti que deveria. – seus ombros sobem e descem lentamente. — E é verdade. Você não é minha namorada, porque eu ainda não te pedi em namoro, mas estamos caminhando para algo do tipo.

— Ainda?

— O quê?

— Ainda. Você... você disse "ainda".

— Uh...

— Isso significa que... que você pretende me pedir em namoro? – meus olhos ardem ameaçando o início de uma lacrimação.

— Não. Não, Natasha! Eu... me expressei mal. Perdão.

Oh, droga! Esqueci. Okay... tenho que me controlar. Não posso assustar Steve deste jeito. Não posso forçá-lo. Não posso pressioná-lo. Já foi bastante corajoso ele admitir que sentiu a necessidade de me "assumir" como namorada. Tecnicamente, isso significa que ele nutre algum sentimento por mim. Cuidado, Natasha!

— Ah. Tudo bem. – estico os dedos pelo colchão e acaricio sua mão embaixo do rosto. — Não tem problema.

— Sabe quando você me diz que eu posso confiar em você? – Steve pergunta com a voz baixinha.

— Sim?

— E que você quer me ajudar?

— Aham. O que tem?

— Eu... eu acredito. Eu acredito em suas palavras. Acredito que você realmente quer o meu bem.

— E eu quero, Steve. Eu quero acima de tudo.

— Eu sei, eu sei. Mas é complicado para mim.

Continuo encarando seu rosto, que se abaixa lentamente. Espero por um tempo para ver se Steve tem algo a mais para dizer, mas nada sai de sua boca. Somente a respiração acelerada e nervosa.

— Quer conversar sobre isso?

— Não. – seu rosto assume uma expressão de ódio e medo. Sinto minha espinha gelar de tensão. — Natasha, eu já disse que o meu passado é...

— Tenso. – completo com a boca seca. — Posso perguntar uma coisa?

— Depende. – Steve suspira antes de relaxar os músculos. — O que é?

— Quando estamos no Quarto das Brincadeiras... – mordo a língua para não falar Quarto da Tortura. — ...e eu estou presa e você está sem camisa, eu vejo suas costas.

— E...?

— São cortes? – ele franze seu cenho. — O que você tem nas costas são cortes de faca? Algumas parecem queimaduras, mas tem outras tão finas. Essas finas são cortes?

— Não. – sua boca treme. — Quer dizer, não todas as marcas. Algumas.

— Quem fez isso com você? – minha voz se perde em dor e revolta. — Quem te machucou dessa forma tão covarde?

— Eu não tive um bom começo de vida, Natasha. – admite num tom envergonhado. — Aliás, eu acho que só passei a ter vida a partir dos meus dezessete anos.

— Tem certeza de que não quer conversar?

— Tenho! Natasha, eu disse que...

— Eu sei, eu sei. Tudo bem. – minhas bochechas queimam enquanto eu desvio a atenção de meus olhos para baixo. — Só achei que seria bom para você tentar desabafar.

— Mas eu não quero.

Sua voz sai de modo frio e impiedoso. Continuo com o olhar vidrado nos lençóis sem encarar seu rosto e a imensidão sombria e azul que cobre suas mágicas íris.

— Natasha?

Steve me chama, mas ainda não ergo a cabeça. Sua respiração pesada — porém tranquila — bate contra o topo de minha testa.

— Natasha, olhe para mim.

Lenta e relutantemente, começo a subir meu olhar. Quando estou quase alcançando o início de seu queixo, ele exclama, não alto o bastante para acordar os outros da casa, porém alto o suficiente para me assustar, fazendo meus olhos arderem e minha garganta criar um nó invisível.

— Agora!

Com um suspiro entrecortado pelo susto, finalmente o encaro nos olhos sentindo a respiração vacilar e as mãos tremerem.

— Já disse para me obedecer quando eu mandar!

— Por quê? – minha garganta dói. — Por que isso, Steve?

— Está questionando uma ordem, Srta. Romanoff?

— Por um único momento, Steve, pare de me tratar como uma simples e não importante submissa.

— Acha mesmo isso?

Já é tarde. Enquanto tento formular uma linha de raciocínio pela fala de Steve, as lágrimas quentes e molhadas escorrem da base de meus olhos.

— Como assim?

— Você. – ele suspira. — Acha mesmo que você é isso? isso? Uma simples e não importante submissa?

Dou uma leve fungada ainda lutando interiormente para entender aonde ele quer chegar.

— Você me faz sentir assim. – ergo os ombros e me sento na cama trazendo as cobertas até o pescoço.

— Natasha, você é muito mais do que isso! – Steve se levanta ao meu lado.

— Oh, meu Deus! – levo as mãos até a cabeça enquanto apoio os cotovelos nas coxas dobradas cobertas pelos lençóis.

— O que foi?

— Você! – limpo as lágrimas de meus olhos. — Você é tão... é tão confuso! E me deixa ainda mais confusa.

— Natasha, você precisa entender que tudo ainda é muito novo.

— E o que é novo? – viro o rosto e encaro o seu. — Isso? Isso que estamos tendo, seja lá o que for?

— É.

— Vamos encarar os fatos, Steve.

— Que fatos?

— Você está bravo.

— Natasha...

— Está bravo por eu estar indo viajar daqui a dois dias com a minha mãe! Mas você não tem esse direito! Ela é a minha mãe!

— E você é a minha submissa!

— Não!

— Não?

— Está se ouvindo? – fico de pé no quarto enquanto reflito de costas para Steve e a cama. — Não pode passar por cima dos meus princípios.

— Se você tivesse me solicitado...

— O quê? – viro para fuzilá-lo com o olhar e vejo que já está se aproximando de mim. — Queria que eu te pedisse uma solicitação para ir viajar com a minha mãe?

— Cuidado, Natasha.

— Eu não tenho medo de você, Steve! Não é um contrato que me configura como sua! Você mesmo já me disse isso inúmeras vezes!

— Sim! Disse! Assim como disse que você sabia o que estava prestes a encarar quando concordou em assinar o contrato!

— E eu ainda sei. – cruzo os braços sentindo o nervosismo dominar todo o meu sistema.

— Sabe mesmo? – ele pende a cabeça para o lado. — Eu te disse que precisaria manter a mente aberta para fazer parte dessa relação. Você concordou. Você aceitou. Porra, você assinou um contrato sobre isso!

— Eu sei!

— Não, porra, você não sabe! – exclama alto. — Não está cumprindo com nada do que aceitou cumprir!

— Estou tentando! Mas é... é difícil, caramba!

— Então por que aceitou?!

— Porque... – tensa, eu me forço a engolir as palavras.

Eu aceitei para poder ficar perto de você, Steve, na estúpida esperança de conseguir acender algum sentimento dentro de você sobre mim. Natasha! Segure isso! Não cuspa nada disso para Steve, segure!!!

— E então? – ele cobra. — Não tem nada a dizer? Pois eu tenho! É muito frustrante ser o seu Dominador!

— Eu... eu sinto muito! Eu... eu estou tentando, Steve. Não é fácil! Acha frustrante ser o meu Dominador? Pois eu acho frustrante ser submissa em qualquer hipótese!

— Então por que aceitou? – Steve torna a cobrar.

— Eu... e-eu não sei... talvez... talvez para experimentar.

— Pois saiba que não está se permitindo a experiência completa.

— É difícil. Muitas coisas vão contra os meus princípios, vão contra o que sempre me ensinaram.

— Você pode pular fora, Natasha.

— É isso que quer? – pergunto chorosa.

— Não. – admite tenso. — Não é o que eu quero. Está longe de ser!

— Então...?

— Se você não está confortável, o que mais eu posso fazer? Quer que eu te force a ser uma submissa? Isso não faz parte do acordo. Tudo o que é discutido é consensual.

— Eu sei. Eu sei, eu sei. Você tem o meu consentimento para as coisas que fazemos.

— Mesmo? – Steve escorrega para a ironia.

— Desculpe. Eu não quero te frustrar. Eu... eu estou me esforçando ao máximo, Steve, mas... mas... eu já te disse. Isso é muito vago.

— O que é vago?

— Tudo! Todas essas coisas carnais! Todas essas palavras e atitudes de posse!

— Nat...

— Eu... eu preciso de mais. Eu quero mais!

— E eu já te disse que não posso te dar mais. Não é da minha natureza.

— Não é da sua natureza? Como assim?

— É complicado, Natasha. Você está me pedindo coisas que...

— Eu só quero sentir que... que pode ser mais do que submissão. – passo a mão pelo nariz ao fungar. — Eu não quero que me encha de mimos, eu sei que é algo inaceitável para você, mas...

— Não é que seja inaceitável. – eu me calo esperando que Steve continue. E ele continua após longos segundos. — É apenas algo que eu não conheço. Algo que eu nunca tive a chance de conhecer. E tenho medo de... – ele para e me encara nervosamente.

— Medo? Tem medo de quê? – eu me aproximo e pego suas mãos.

— Natasha...

— Confie em mim.

— Eu confio. – suas mãos soltam as minhas e se direcionam para meu rosto. — Mas eu não confio em mim. Não confio no que eu possa vir a fazer com você.

— Eu não entendo. – um suspiro frustrado escapa de minha garganta. — Por que não podemos fazer coisas juntos?

— Como assim?

— Você sabe. Por que não dormimos na mesma cama?

Steve arregala os olhos e olha ao redor do quarto antes de apontar para seu colchão.

— Sabe o que eu quis dizer. – cruzo os braços em pose de brava. — Não consigo entender. Por mais que eu tente...!

— E o que é que você não entende?

— Você. Você e essa sua obsessão. É doentio! Steve, você é muito confuso. Parece que... parece que está sempre tentando me mudar.

— Natasha...

— Por acaso não gosta de mim pelo o que eu sou? Não gosta de mim pelo meu jeito de ser?

— O quê? Não! Não é isso, é claro que eu gosto!

— Então por que tenta me mudar? Por que tenta me submeter a coisas que... que sabe que não sou eu?

— Natasha, a única coisa que eu quero é que se renda a mim.

— Por quê?

— Eu já te disse. Eu sou Dominador.

— O que você faz comigo vai além de relação Dominador e submissa. – faço uma pausa tocando em suas mãos que ainda seguram meu rosto. — Eu sinto que vai. Só não entendo por quê.

— Natasha, você é boba. É ingênua.

Mesmo que a dureza saia bem nítida em cada palavra que Steve pronuncia, também noto que a sinceridade e calmaria vêm juntas. E, quando penso em responder, ele completa.

— Não consegue perceber, não consegue ver que é você... que é você que...

— Que sou eu o quê? – eu o incentivo a falar ao notar sua dificuldade. — O que eu não consigo perceber?

— Não consegue perceber que é você quem está me mudando!

Perco o ar e todos os meus outros sentidos. Minha visão fica turva e eu agarro os ombros de Steve quando minhas pernas desfalacem.

— Ei, ei, você está bem? – Steve me segura gentilmente pela cintura.

— Si-sim. – fecho os olhos. — Sim, eu...

— Vamos deitar.

Ele me põe nos braços antes de me levar à cama e me cobrir de volta com os cobertores. Steve acaricia minha cabeça e me puxa para seu peito.

— Shhhh shhhh, durma. Eu estou aqui. – ele beija meu rosto.

▪️▪️▪️

Uma luz fosca e amarela bate contra o meu rosto. Relutantemente, abro os olhos e os fecho em seguida, sentindo a lacrimação me causar incômodo.

Passo o braço pelo outro lado da cama sentindo o colchão frio e vazio por baixo dos lençóis grossos que me aquecem. Enrugo o cenho e me sento.

As cortinas estão puxadas para o lado, o que deixa a claridade do dia lá fora adentrar o quarto. Noto o céu nublado e o vento frio do lado de fora, mas ao menos já não parece nevar como ontem à noite. Parece que a tempestade já passou e conseguiremos finalmente ir para casa.

— Bom dia, Srta. Romanoff!

Steve sai de dentro do banheiro de seu quarto com o peito molhado e uma calça preta cobrindo as pernas.

— Oi. – murmuro com a voz ainda rouca pelo sono. — Já estamos indo?

— Sim. Mas vamos tomar café primeiro. – explica antes de começar a se vestir.

— Você tomou banho? – noto seus cabelos úmidos.

— Sim, Srta. Romanoff.

— Posso tomar também? – arrisco um olhar tímido para Steve, que disfarça um sorriso enquanto vem até mim e segura meu rosto.

— Quer tomar banho, linda?

— Sim. – respondo baixinho ao roçar meu nariz no seu. — Mas estou sem calcinha limpa.

— Use uma cueca minha. – ele ri do meu rosto vermelho. — Você dormiu bem? – Steve penteia meus cabelos para trás carinhosamente.

— Sim. E você?

— Também. – responde calmo. — Foi um pouco estranho.

— Como assim?

— Nós. Quer dizer, eu. É que... eu te abracei a noite toda.

— Eu sei. E eu gostei! – minha voz sai fina e alegre como a de uma menininha. — Pode fazer isso mais vezes, se quiser. Não tenho nada contra.

— Natasha! – repreende e eu me encolho.

— Tá bom. – abaixo um olhar com um beicinho travesso. — Eu... eu vou indo para o banho. Ér... você... pode me dar uma cueca?

Steve percebe meu desconforto e ri ao se deitar em cima de mim. Seu peitoral ainda úmido roça meus seios por baixo da camisa fina que estou vestindo. E que é dele a propósito.

Descanso as mãos em seus ombros enquanto Steve esfrega o nariz no meu com um sorriso nos lábios.

— Do que você tem vergonha, Srta. Romanoff? Já fizemos inúmeras coisas nus! Eu conheço todo o seu corpo.

— Eu sei, mas...

— Sem "mas". – ele beija meu pescoço exposto enquanto suas mãos percorrem minha barriga por baixo da camisa. — Eu quero sentir você.

— Eu também. – eu me delicio com seu toque enquanto pressiono a cabeça no travesseiro.

— Você ainda está dolorida? – sua mão escorrega por meu ventre até alcançar minha intimidade através da calcinha.

— Um pouco.

— Droga! – Steve grunhe antes de dar mais beijos em meu pescoço e se levantar. — Vá logo para o banho! Não vou conseguir me segurar, você está lindamente tentadora!

— Ahn? Como assim? Eu acabei de acordar! – um sorriso brincalhão estica meus lábios enquanto me sento.

— Por isso mesmo! É quando você fica mais gostosa ainda. Pois está toda quentinha, macia e mole de sono.

— Steve...

— Ainda mais com essa carinha amassada. – seus dedos acariciam minha bochecha.

— Mas, Steve...

— Anda, Srta. Romanoff!

Ele levanta o braço e me puxa para ele antes de estapear minha bunda. Seguro um sorriso e corro para o banheiro ao trancar a porta e me preparar para tomar um banho.

Retiro a camisa e a calcinha antes de ligar o chuveiro e me colocar embaixo das gotas quentes. E, quando começo a espalhar o sabão por meus braços, eu arregalo os olhos e constato: o banheiro está sem toalhas!

Notas finais
Muito obrigada pelos 940 comentários, 191 acompanhamentos, 86 favoritos, 9 recomendações e 22.157 visualizações Amores, quero lhes desejar uma EXCELENTE Páscoa!!!! Aproveitem o feriado com muito amor, carinho, sabedoria, paz, saúde... aproveitem o dia com bastante alegria ao lado de familiares a amigos!!!!! Comam bastante chocolates hahaha mas cuidado com a barriguinha... u.u Please, acompanhem, favoritem, recomendem e comentem ^^ Beijocas e até a próxima, babies!!! Link que não abriu no capítulo: Banheiro --> https://casaefesta.com/wp-content/uploads/2014/05/piso-para-banheiro-aprenda-como-escolher-e-modelos-38.jpg