Notas iniciais
Muito obrigada pelos 848 comentários, 176 acompanhamentos, 75 favoritos, 8 recomendações e 19.101 visualizações :D Meus queridos e minhas queridas, acreditam que, ontem mesmo, fechei o último capítulo de IPASOY, no Word? Pois é. A fic já está terminada *0* Eu nem sofri... quer dizer, com o final, sim. Mas não sofri por ter acabado... mas okay. Chega de falar, senão, acabarei soltando spoilers, mesmo que sem querer :S Anyway... aproveitem o capítulo. E perdão por qualquer erro de digitação ^^ E LEIAM AS NOTAS FINAIS! Aviso importante! Na verdade, é um pedido, mas é do interesse de vocês! Tradução do capítulo: Confie em mim

Despertando de meu tranquilo e até então profundo sono, sinto algo quente e macio ser pressionado contra os meus lábios. Sorrio, abrindo os olhos e vendo Steve com o rosto colado ao meu. Seus dentes apertam e puxam meu lábio inferior gentilmente.

— Olá! – sua voz firme e rouca adentra meus ouvidos. — Dormiu bem?

— Sim. – respondo com um bocejo. — Que horas são?

— Já passa das seis.

— Por que me acordou agora?

— Porque temos um jantar para ir. – Steve pressiona o corpo acima de mim e beija meu pescoço.

— Jantar? Qual jantar? – sua boca desce para meu colo ao mesmo tempo em que seus dedos puxam os lençóis para baixo.

— Não se lembra de que minha mãe nos convidou para um jantar? – sua língua alcança meu seio direito e rodeia meu mamilo.

— Si-sim... – minha voz se arrasta enquanto eu suspiro e fecho os olhos, sentindo a mão de Steve acariciar meu seio esquerdo enquanto sua boca ainda trabalha no direito.

— Então temos que nos arrumar para ir. – ele morde meu peito antes de dar um chupão.

— Que horas é o jantar?

— Às sete.

— Então preciso me levantar para tomar banho.

— E é por isso que estou aqui. – Steve me puxa para seus braços e fica de pé. — Vamos tomar um banho, Srta. Romanoff!

— Ér... no banho, nós vamos... nós vamos fazer alguma coisa?

— "Alguma coisa"? – ele tenta esconder o sorriso que quer se formar em seu rosto. — Como assim?

— Você sabe! Sexo!

— Você quer?

— Bom, querer eu quero, mas...

— O que é? Dolorida?

— Sim. Nós... nós fizemos de tarde quando você acordou e mais vezes ao dia, então...

— Não se preocupe. – Steve abre a porta do banheiro de "meu" quarto e, quando está pronto para fechá-la, meu celular começa a tocar.

— Ér... eu tenho que atender. – desço de seu colo e pego uma toalha para enrolar no corpo.

— Vou esperar lá fora. – Steve passa rapidamente pelo quarto antes de fechar a porta.

Corro até minha bolsa sobre a poltrona e encontro meu Iphone tocando e vibrando.

— Alô?

Natasha?

— Oi, mãe!

Oi, querida! Como está?

— Bem. O que foi?

Nada, nada, apenas queria lhe dar seu presente de formatura.

— Presente de formatura? Outro?

Esse é ainda mais especial!

— Mãe, o que você...

Eu comprei uma passagem para você! – anuncia pausadamente.

— Como é? Uma passagem? Para onde?

Para Los Angeles, ora! – mamãe ri. — Iremos em dois dias.

— Iremos? Mãe! – exclamo surpresa. — Mãe, eu não acredito!

O que foi, querida? Não gostou?

— Gostei! Gostei, sim! Claro que gostei, mãe, mas... é que... não estava esperando por isso.

Sei que está sem emprego. Mas pode encontrar algumas propostas por lá.

— Mãe, eu já te disse que não vou me mudar para Los Angeles.

Eu sei, eu sei, mas você pode conseguir alguma transferência. Quem sabe?

— Mãe...

Eu tenho um amigo que pode te ajudar a arrumar um consultório. O que acha?

— E seria em Los Angeles? Mãe, se for lá, eu não...

Não será lá, Natasha! Ele tem outros contatos por todo o mundo. Pode ter algum em Nova York também.

— Ah, sim.

E então? O que acha? Você vai comigo? Eu já comentei sobre você para ele.

— E o que ele disse?

Disse que está disposto a ajudar.

— Que bom! – sorrio. — Okay. Eu vou, mãe. Será quando mesmo?

Dentro de dois dias. Por favor, Natasha, não desperdice o presente.

— Eu não vou, mãe. – afirmo. — Será bom passar uns dias por lá com você e Hazel. E com a vovó, Sebastian, tia Kim... estou com saudades de todos!

E com Robert também. – mamãe me repreende. — Deve dar uma chance a ele, Natasha. Já faz anos que você não dá nenhuma abertura. Não é certo. Ele já fez muita coisa por você.

— Eu sei. – digo vendo Steve abrir a porta lentamente. — Ér... mãe, eu tenho que desligar agora. A gente se fala depois, certo?

Certo. Até mais, querida! Conversamos melhor quando estiver em casa. Eu te amo.

— Okay. Também te amo. Tchau.

Encerro a chamada e guardo o Iphone de volta na bolsa antes de Steve enroscar os braços ao meu redor.

— Sua mãe? – seus dedos curiosos desfazem o nó da toalha que cobre meu corpo.

— Sim.

— Algum problema? Está tudo bem?

— Não. Não, está tudo bem. Ela só queria conversar um pouco. – respiro com dificuldade devido aos beijos que ele deposita em meu pescoço.

— Bom. Fico feliz que esteja tudo bem, porque agora ficará melhor ainda... – Steve me joga por cima do ombro e corre até o banheiro, o que me faz rir de cabeça para baixo. — Então, onde paramos? – ele me coloca de pé no chão.

— Você estava dizendo... estava dizendo que íamos tomar um banho juntos.

— Ah, sim. E fazer outras coisas.

— Outras coisas? Mas eu disse que...

— Você aguenta, Srta. Romanoff.

— Quê?

— Não vou com tanta força. – Steve retira sua bermuda jeans e eu me deparo com sua ereção grande e já vazando.

— Oh, meu Deus!

— Não vai escapar de mim, Srta. Romanoff.

Suas mãos alcançam minha cintura e me puxam de encontro a seu corpo, fazendo meus seios baterem em seu peitoral musculoso. Ele sorri e estica o braço para girar a torneira dentro do box.

— Como está se sentindo, Srta. Romanoff? – as palavras escapam da boca de Steve em um leve e rouco sussurro.

— Bem, Capitão. – fecho os olhos e sinto o calor de sua voz bater contra a pele de meu pescoço.

— Vai se sentir melhor ainda!

Steve me puxa pelos braços, fazendo minhas pernas se cruzarem ao redor de sua cintura enquanto entra no box junto comigo. Ele descansa minhas costas contra a parede de ladrilhos escorregadia.

— Antes de começarmos o banho, vamos suar um pouquinho, Srta. Romanoff. – Steve beija meu pescoço e desce as mãos por meu tronco.

Seus dedos ásperos e grossos circulam meus seios e puxam meus mamilos os enrijecendo ao máximo. Seus dentes e língua trabalham na pele sensível das laterais de meu pescoço avidamente, fazendo com que eu gema e ofegue enlouquecidamente.

— Você é tão gostosa, Srta. Romanoff! – Steve abaixa a cabeça enquanto sobe meu corpo. Com a ajuda de suas duas mãos, ele acaba pressionando os dentes em minha aréola rosada, que agora está escura devido à excitação.

— Steve... – sua mão circula e estimula meu clitóris inchado. — Steve, eu...

Sua língua continua a passear por meu tórax, onde ele deposita beijos e chupões junto de mordidas. Está tudo tão profundo, tão intenso...!

De repente, mãos fortes apertam minha cintura e, em seguida, meus pés descalços tocam o chão frio e molhado do box.

— Steve, o que você...

— Quieta, Srta. Romanoff.

A ponta de sua língua desce por minha barriga. Steve morde bem abaixo de meu umbigo, o que faz com que eu suspire profundamente e apoie as mãos em seus ombros enquanto tento controlar meus batimentos cardíacos. Lentamente, sua boca alcança minha virilha ao intercalar beijos e chupões no interior de minhas coxas.

Meu corpo estremece e eu perco o equilíbrio no momento que Steve passa dois dedos por minha entrada sensível e vibrante, provocando ondas de prazer por todo o meu sistema nervoso.

— Você está tão molhada, Srta. Romanoff... – sua voz sai rouca e abafada devido à sua boca estar encostada em meu centro úmido. — Seu gosto é maravilhoso...! – a língua de Steve separa meus lábios vaginais, fazendo com que eu grite e aperte a carne suada de seus ombros com as unhas.

— Steve!

— Quieta. – uma palmada é desferida em minha coxa, fazendo minha pele arder.

Os dentes de Steve pressionam meus nervos. Mordo o lábio para tentar controlar um gemido, mas não consigo. É inútil!

Steve trabalha tão bem em minha intimidade que não consigo mais me segurar. Eu me perco em um tremendo e longo orgasmo, repousando a cabeça na parede de ladrilhos e sentindo todo o corpo ficar mole.

— Você goza rápido... – Steve sobe o rosto e encontra o meu. — Quer sentir seu gosto?

— Meu gosto? – enrugo o cenho com a voz cansada. — Como assim?

Steve apenas sorri antes de apertar o corpo contra o meu e pressionar nossos lábios. Sua boca está inchada, úmida, quente e levemente salgada contra a minha.

Ele agarra meus quadris e me impulsiona para cima, prendendo minhas pernas moles ao redor de sua cintura. Apertando minha bunda, Steve impulsiona o membro para trás e para frente dentro de mim.

— Você é... você é muito gostosa! – seus dentes beliscam a pele de meu pescoço.

— Steve! Steve, você não está... você não está usando camisinha... – consigo pronunciar em meio de gemidos.

— Irei vazar para fora. – ele morde minha orelha e me penetra com mais agilidade. — Você é muito gostosa!

Suas mãos exploram lentamente todo o meu corpo corado, suado e molenga. Primeiro, apertam meu pescoço enquanto Steve beija a mesma área, chupando e mordendo.

Segundo, passeiam por meu tronco e alcançam meus seios — um em cada mão — ao apertá-los e acariciá-los.

— Tem um corpo muito tentador. – seus dedos circulam meus mamilos. — Tocar em você é a melhor coisa que existe!

— Continue... continue tocando. – gotas quentes de água caem sobre nós dois quando Steve nos coloca embaixo do chuveiro.

— Você.É.Minha! – ele empurra com força e intensidade até eu explodir mais uma vez.

— AH! AH, STEVE!

Sem perceber, minhas mãos descem por suas costas e minhas unhas cravam na extensa região suada. Steve se retira de mim rapidamente e goza contra a parede. Seu esperma escorre pelo ladrilho úmido até atingir o chão e se misturar com a água que desce pelo ralo.

Tento me equilibrar em minhas pernas molengas e fracas, observando Steve formar uma expressão mais do que furiosa em seu rosto enquanto mantém as duas mãos na cintura.

— Steve? – chamo, mas ele ainda não me olha. — Steve?

— Você me tocou.

— Eu... me desculpe.

— Você tocou nas minhas costas, Natasha. – rosna trêmulo. — Eu te disse que ali não pode!

— Eu... e-eu... sei. Steve, eu... eu sinto muito. Eu não tive a intenção. Eu só...

Ele se vira para mim e me puxa com força, esticando a perna e debruçando meu corpo contra sua coxa flexionada.

Respiro fundo quando sinto suas mãos apertarem minha cintura fortemente e uma série de palmadas fortes e intensas começam a ser desferidas em minhas nádegas.

— Eu disse para não tocar em minhas costas! – ele grita comigo sem parar de me bater nem de diminuir a força das palmadas. — Eu mandei, Natasha! Mas você simplesmente resolveu ignorar e ainda por cima arranhar!

— Desculpe! – lágrimas escorrem por minhas bochechas coradas. Meu rosto gelado pelo suor recebe as gotas quentes que saem de meus olhos.

— Você merecia muito mais do que isso! – Steve deposita mais palmadas finalizando com uma forte e audível no meio de minha bunda.

Ele me solta, mas eu continuo mole e chorosa. Suas mãos seguram meus ombros e ele me vira de frente, fitando meu rosto vermelho e molhado devido ao suor e ao choro.

— Não faça mais isso.

— Não me toca! – eu o afasto com um empurrão. Steve parece confuso no início, mas depois suspira e estica as mãos para mim.

— Nat...

— Está ardendo! – eu me esquivo das gotas do chuveiro que caem em minha pele. — Está ardendo, Steve!

— Vai passar. – ele tenta se aproximar novamente.

— Não! Não, não, não! – começo a me debater contra seus braços. — Por que fez isso?

— Porque você me tocou.

— Mas foi sem querer! – exclamo. — Foi na hora que você me fez gozar! Eu jamais ultrapassaria um limite seu, Steve!

— Mas ultrapassou. – sua voz sai ofegante e tensa. — E eu fiquei cego.

— Eu percebi.

— Sinto muito, Natasha. Se você não está confortável, pode...

— Não quero isso! – eu o interrompo para não precisar ouvir seu convite de me dispensar. Não quero deixá-lo. — Eu não quis machucar você.

A culpa me sobe por dentro como a lava de um vulcão em erupção. Ter tocado em suas costas deve ter trazido milhões de lembranças ruins de seu passado. Foi por acidente, mas eu errei. Não justifica a sua atitude, mas eu errei.

— Eu sei. – Steve despeja shampoo em minha cabeça.

— Essa punição foi diferente.

— Como assim? – seus dedos congelam em meu couro cabeludo.

— Foi vingativa. Movida a ódio.

— A ódio? Não. – Steve me vira de frente para ele. — Jamais terei ódio por você, Natasha. Pode ter sido vingativa, mas não movida a ódio. Foi bruto. Reconheço. Mas não diga coisas assim.

— Foi como me senti. – lambo os lábios salgados pelas lágrimas.

Steve apenas suspira antes de me empurrar novamente para baixo do chuveiro e enxaguar minha cabeça. Em seguida, ele me puxa para aplicar o condicionador em meus cabelos.

— Natasha, serei categórico: nunca mais toque em minhas costas. Entendeu?

— Sim. – murmuro enquanto seus dedos alisam meus cachos ruivos. — Por quê?

— Natasha...

— Apenas se abra comigo, Steve. Deixa eu te entender. Deixa eu ajudar você. – eu me viro para ele e busco seus olhos azuis e nebulosos. — Do que você tem medo?

— De nada! E chega desse assunto.

— Steve...

— Eu disse que chega! Não me faça ficar bravo com você de novo!

— Você... você não confia em mim? – uma dúvida amargurada se forma em minha voz diante da pergunta.

— Não se trata disso! – Steve parece ferido quando enxágua meus cabelos. — Eu já te disse que você é a única mulher com quem eu fiz coisas que jamais fiz com nenhuma outra.

— E então?

— Eu que pergunto! – ele empurra os braços para cima em exaustão. — Qual é o seu ponto aqui?

— Tenho medo de que não confie em mim. De que não confie em mim para... para se abrir comigo.

— Natasha, você não...

— É injusto! Você me força a contar tudo para você. Diz para eu me abrir com você a todo o tempo. Mas, quando eu peço o mesmo, você fica estúpido comigo.

Termino de retirar todo o condicionador de meus cabelos e saio de baixo do chuveiro. A água cai atrás de mim enquanto eu encaro os olhos de Steve me busca de qualquer brecha que ele possa me fornecer.

— Já te disse que tenho um passado conturbado. E nem você nem ninguém precisa saber o que isso significa. Chega!

— Não quero ser intrusa. Eu não quero pressionar qualquer zona de desconforto sua. Só quero te ajudar. – Steve suspira diante de meu murmúrio angustiante.

— O fato de você ter se formado em Psicologia não significa que possa realizar sessões comigo.

Suas palavras são ditas com dureza. Meu estômago se revira e meus olhos ardem. Desvio o olhar para os pés e mordo o lábio não querendo chorar.

Estou tão cansada de fugir. Estou tão cansada de abaixar a cabeça e apenas acatar às suas ordens. Sei que faz parte de nosso acordo. Acordo o qual eu concordei por livre e espontânea vontade, mas ainda assim incomoda. Dói. Dói, Natasha? Mas é isso que terá que aturar. É isso que terá que engolir cada vez que quiser liberar a leoa dentro de você. Steve tem a coleira em torno de seu pescoço. Com um só puxão, você cai e lhe obedece. Você. É. Uma. Submissa!

— Realmente acha que estou apenas treinando com você?

— O que mais eu poderia pensar? – ele parece inseguro e acuado. Noto que não é sua pessoa agindo, mas seu medo interior.

— Eu me importo com você, Steve! Mesmo que não acredite. Mesmo que continue pensando que estou querendo garantir treinos de sessões com você!

— Natasha...

— Eu só quero te ajudar. Quero te confortar. Quero ficar do seu lado e te dar força. Quero... quero que confie em mim. Não duvide disso. Nunca!

Não lhe dou chances para responder. Aproximo o rosto ainda mais e colo nossas bocas num beijo cheio de desejo e paixão.

Deslizo as mãos para seu pescoço e nuca, sentindo as suas descerem para minha cintura e a envolverem com seus fortes e protetores braços.

Estive a um passo de dizer que estou perdidamente apaixonada por ele. Mas não posso. Não posso assustá-lo assim. Não posso pressioná-lo. Não posso expor meus sentimentos de um modo tão invasivo e ao mesmo tempo delicado.

Steve não está acostumado com isso e eu não posso me declarar. Não ainda. Mas eu vou. E quando o fizer estarei certa de minhas atitudes assim como nunca estive antes.

Notas finais
Link que não abriu no capítulo: Banheiro --> https://www.decorfacil.com/wp-content/uploads/2015/04/imagem-2113.jpg E aí? O que acharam do capítulo? Nat ganhou novas palmadas... mas o Steve avisou pra não tocar nas costas dele u.u