I Need Your Love.
8 Recompensa?
Notas iniciais
Pov. Annabeth
–Mas eu não posso ficar até depois das 7. Tenho compromisso pra agora a noite.- Falei para Malcolm enquanto corria pela minha sala procurando pela papelada certa.
–Mas lembra daquela improvável reunião importante que você estava tentando agendar com os advogados das Coreias pra ver se conseguia abrir filiais por lá? Pois é. Eles ligaram decidindo que eles queriam fazer isso hoje depois das 7:30 da tarde. Caso não seja hoje, terá que escolher um dos dois. Eu paro um pouco e respiro.
–Então ficamos com a Coreia do Sul. Acho que lá será mais aberto a possibilidades e com melhores profissionais. Desmarque a de hoje e marque uma para segunda com os representantes sul coreanos lá em New York. Eu só vim resolver algumas coisinhas, não posso ficar indo para reuniões.
–Desculpe, Anne. Mas não posso fazer isso. Isso vai alavancar seu escritório e se você desmarcar pode ser o fim dele. Um tratado de paz entre as Coreias depois de todos esses anos de guerra por causa do seu escritório? Todos vão querer lhe contratar e todos os países irão querer filiais, principalmente a Ásia que tem sido a mais relutante. Mas instigar uma nova guerra escolhendo um lado? Isso vai destruir a carreira que você passou esse tempo construindo. Não sei o que você tem que fazer de tão importante que terá de abrir mão dessa oportunidade, mas acho que não é motivo de desistir. Demita-me se quiser, mas você mesma terá que desmarcar. Acompanhei você por todos esses anos, até quando esse escritório era apenas uma sala lá na Europa e não quero ser responsável pelo fim dele.
Paro um pouco e penso no que tenho em mãos. E com toda certeza digo:
–Marque a reunião. Já vou pra sala, só fazer uma ligação.
*** Pov. Percy
“Desculpe, Percy, mas não poderei ir jantar com você hoje. Reunião importante, você sabe como é. E como demonstração do meu pesar, mandei deixar uma recompensa no quarto do hotel pra você. Espero que ele seja suficiente. Beijos.”
Olho para o celular incrédulo. Mentir para Thalia e conseguir deixar tudo em ordem para que eu pudesse vir até aqui foi difícil e delicado. Mas a pior parte foi ter fantasiado todas aquelas coisas a manhã inteira para quando chegasse aqui, não ter nada. Fico chateado e com uma pontada de raiva quando peço a conta já dando a nota de 100 e dizendo para o garçom ficar com o troco. Pego o carro com o manobrista e dirijo até o hotel, no caminho já procuro pelos horários dos voos de amanhã cedo.
No hotel, a recepcionista pergunta se quero alguma coisa. Nego com um movimento rápido e entro no elevador antes das portas fecharem. Aperto no botão da cobertura. A medida que ia subindo, as pessoas iam saindo e quando chego no andar 26 já não tinha mais ninguém. Ia ter uma longa viagem sozinho até a cobertura no 38º andar . Tiro o celular do bolso e ligo para Annabeth. Chama 3 vezes cai na caixa postal. Tento mais uma vez e cai na caixa postal. Decido deixar um recado:
“Annabeth, não precisa mais vir amanhã.”
Não queria dar explicação, porque realmente não tinha necessidade. Ela já estava lá, o único motivo que ela precisaria ter de não precisar vir até aqui era eu dizer que não precisava vir. Ela entenderia no fim das contas. Chego e vou até a única porta do andar. Entro, tranco a porta e jogo o paletó na primeira poltrona que encontro. Imagino que se Annabeth estivesse aqui, em um momento como esse, ela já estaria sem roupa e sentada na poltrona enquanto eu a acariciava e me deliciava com os gemidos dela. No banheiro, tiro a gravata e a blusa, jogo o sapato e as meias no canto e me olho no espelho. Escovo os dentes e vou até o quarto. Decido ir dormir. Coloco o relógio e o celular em cima da mesinha. Penso na Annabeth sentada ali com os seios firmes e delicados expostos enquanto minhas mãos apertavam suas nádegas e minha língua brincava com seus mamilos. Ela agarraria a borda com tanta força enquanto eu a penetrava que a mesa cederia. Suspiro. Por que ele não pode vir? Ela vai ter que me pagar o stripper. Escuto o barulho de interruptor sendo ligado e vejo que é da luz do quarto. Quando chego na porta do quarto me deparo com a imagem que mais me deu tesão na semana inteira, no mês inteiro, talvez na minha vida inteira.
Annabeth deitada como uma deusa na minha cama, com um vestido vermelho de seda, seus cabelos loiros estavam soltos, com caracóis dourados nas pontas, estava sem maquiagem, exceto um batom vermelho que lhe dava um aspecto felino que combinava juntamente com seus olhos vorazes e desafiadores.
–Pensava que você nunca iria chegar, Jackson.
–É que o transito estava meio ruim.- Digo tateando discretamente o meu bolso de trás e dou um suspiro aliviado quando percebo que a camisinha ainda estava ali. Annabeth fingiu não perceber e continuava sorrindo maliciosamente.
–Bem, esse horário realmente está ruim.- Annie se levanta, e o tecido desliza suavemente até deixar seu ombro direito exposto. Ela anda lentamente em minha direção e a medida que se aproxima o vestido vai deslizando pelo seu corpo. Pelo sorriso provocante vejo que era proposital. Então é quando o vestido cai no chão revelando completamente o que tinha por baixo. Umas daquelas lingeries vermelhas de renda fininha e transparente, cinta-liga e afins. Ela estava a poucos passos e é quando eu me aproximo e lhe dou um beijo fervoroso.
–Não, não...- Ela disse se afastando. Eu a olho confuso. Ela apenas solta um risinho e continua:
– Você mesmo disse que o transito estava ruim. Você tem que relaxar um pouco.
Ela me leva em direção a cama, me deita e sussurra no meu ouvido: “Aproveite.” Então, de súbito, uma música sensual começa a tocar e Annie estava dançando. Seus movimentos sensuais estavam me deixando com mais tesão ainda. A cada rebolada e passada de mão nos cabelos eu podia me sentir cada vez mais duro. Então ela tira a cinta-liga e joga em cima de mim mordendo o lábio. O corpo de Annabeth era estupendo, divinamente bem desenhado, as curvas proeminentes, seios fartos e nádegas de perder o folego. E é quando ela começa a engatinhas pela cama vindo em minha direção que não me aguento. Agarro-a e fico por cima. Rasgo sua calcinha penetrando um dedo em sua intimidade e ela solta um gemido de exclamação e depois arfa.
–Esperei muito tempo por isso, você não vai me fazer esperar mais.
POVS Narradora
Então Annabeth sorri.
–Então venha com toda a sua potência, garotão. Jackson ri e vê aquilo como uma deixa, com seus dedos na intimidade de Annabeth, começa a sugar seu pescoço. Ela segurava suas costas com força. Um segundo depois ela já estava sem sutiã e a língua e os dentes dele estavam brincando em seus mamilos.
–Ahh... Vamos Jackson, você não é mais adolescente pra essas coisas.
–Você quer mais que isso, Anne querida?- Ele perguntou com os olhos escuros de desejo. Ela respondeu rindo e Percy tem aquilo como uma deixa. Rapidamente e agilmente ele a vira de costas e a põe de quatro. Percy a penetra rapidamente e ela solta um gritinho. Ele começa com estocadas medianas e lentas, depois vai acelerando e aumentando a intensidade. Anne agarra as cobertas com força tentando se manter de quatro enquanto a pressão no seu ventre crescia cada vez mais. As mãos dele estavam firmes e fortes em seu quadril. Ela não aguenta mais e se segura na coluna da cama.
–Ahh... Jackson... Mais forte. — Ela dizia mordendo o lábio inferior. Percy puxa o cabelo dela e dá uma mordida forte em seu ombro. Ela arfa de prazer e morde ainda mais o lábio até sentir o gosto de sangue. -Não morda com tanta força. Você vai precisar disso depois... Ela cravava suas unhas na madeira deixando marcas, Jackson já estava banhado pelo suor e com uma última estocada os dois gozam.
Lentamente, já quase recuperada do orgasmo, Annie deita Percy e desce com beijos molhados pelo caminho de sua barriga até seu membro enorme e ainda rígido. Ela começa a masturba-lo e ele fica com a boca entreaberta tentando tomar ar enquanto gemia.
Ela começa a masturba-lo e ele fica com a boca entreaberta tentando tomar ar enquanto gemia. Anne monta nele e começa a se movimentar pra frente e pra trás e depois estava cavalgando em cima do seu membro. Ele segurava sua cintura com força, ela estava com as costas arqueadas movimentando o quadril cada vez mais rápido, e é quando Jackson se senta e a puxa para um beijo, puxando e mordendo seu lábio inferior. Um segundo depois ele estava por cima dela dando estocadas. Anne cravou suas unhas nas costas dele e ele começou a morder e chupar seu pescoço.
–Mais rápido, Percy, mais rápido...
E obedientemente ele começa a dar estocadas mais rápidas. Anne agarra um travesseiro com tanta força que rasgou lançando penas para todos os lados. A cama rangia com o movimento dos dois, os gemidos de ambos eram altos cobrindo até as músicas que tocavam.
–Ahhhh!
Os dois atingem o ápice juntos e Percy tomba do lado dela. Eles ficam em silencio por alguns minutos tomando folego.
–Ahh, e aliás, eu adorei a recompensa. — Disse Percy.
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