I Need Your Love.

22 Que comece o Apocalipse.


Notas iniciais
Voltei, gente. E sabe o que aconteceu.. Eu viajei e isso aqui tá um porre. Serio, eu preciso ir pra casa. Mas, então eu decidi explicar melhor a morte de Frederick e com um P.O.V.S do Luke gostoso meu Castellan. E eu sou uma garota apaixona por medicina e cirurgia. Então, eu esbanjei tudo o que eu sabia nesse capitulo. A parte da cirurgia ficou um bostinha, mas enfim... Musica para o capitulo : http://www.youtube.com/watch?v=vUqX0teEqj4 (How To Save A Life -tá na versão do seriado medico mais foda do mundo Grey's Anatomy.) Se a formatação do capitulo ficou ruim, não sei o que ocorreu. Se quiserem escutem essa também http://www.youtube.com/watch?v=Qtb11P1FWnc Boa leitura.

POVS Luke.

No momento em que a transferência de dinheiro estava sendo feita, meu celular tocou fazendo-me dá um pulo e afastando-me da sala onde estava os outros. Quando olhei, logo percebi de quem era a chamada.

–Alô? Já foi feita. A dívida foi paga, deixe minha família em paz. –Falei áspero e com a voz controlada para impedir que os outros escultassem a conversa. Não esperei a resposta, desliguei.

Calmamente, como se nada estivesse acontecido voltei para o sofá colorido ao lado de meus pais. Então, um pequeno toque irrompeu o silêncio nauseante. Era uma mensagem do meu celular.

‘’Uma parte da dívida foi paga. Depois de tudo duvido que sua loira gostosa seja a mesma, graças ao Universo que ela não é tão burra feito você. E sempre bom fazer negócios com traidores.’’

Uma onda de fúria percorreu meu corpo, e o celular foi jogado em cima do vaso grego –favorito de Annabeth-. Encarei o olhar de todos, e me levantei.

–Tudo bem? –Falou Hera.

Ah, claro. Minha esposa foi sequestrada por uma máfia sanguinária, minha mãe está um passo da loucura. E acabei de perder vinte milhões de dólares.

–Vai sim, era... -Não pude inventar uma mentira deslavada já que meu sogro derrubou o copo de vidro no chão e em seguida caiu no chão se debatendo. Mas, seus movimentos não duraram nem mesmo um minuto já que em seguida o corpo dele parou. E quando Athena fez menção de levanta-lo. Impedi.

–Está louca? –O tirei dali, me ajoelhando perto de Frederick. –Ligue para o 911. Vamos! –Gritei. Percy pegou o telefone e discou e se afastou.

–O que é isso? –Falou Athena.

–Sorria, Frederick. Pense em Annabeth e sorria.- Ele não sorriu, apenas o lado esquerdo da face dele moveu em um desvio. –Okay, agora levante os braços. Vamos... –Ele levantou o esquerdo perfeitamente, mas assim que o direito levantou, o velho não teve força e ele caiu. –Agora, vamos lá: Diga: ‘’o céu é azul.’’

–O ceu é azul. –A boca mal se moveu, mas o ruído saiu pela boca.

–Okay, Frederick. Muito bom.

–O que houve?

–Acidente vascular cerebral. AVC.

Quando chegamos ao hospital onde eu trabalhava, alguns internos vieram receber a ambulância.

–Frederick Chase, 58 anos, inglês. Possível AVC hemorrágico. –Falei. –Murphy, tomografia computadorizada, Ressonância magnética, angiografia, ultrassonografia e ecocardiograma, peça preferência. Wilson, reserve uma sala de cirurgia. E faça as perguntas a senhora Chase. Vou para minha sala e se precisar de cirurgia me chame. –Me aproximei dela. E sussurrei: -Por favor, cuidado para ele não morrer nas suas mãos, docinho. Tenho certeza, que se você fizer as coisas direitinhos será muito bem, recompensada.

–Claro, amor. –Ela falou e saiu arrastando a maca com meu sogro. Andei pelos corredores e fui para minha sala. Uma coisa que as pessoas perguntam é porque em hospitais tudo é branco. De acordo com a psicologia o branco faz as pessoas guardarem o temor para si, acalmando o próximo, mas fragilizando a si mesmo. Realmente, é verdade. Quando há alguma situação de risco, nosso cérebro rentem todos os pensamentos para tentar resolver os problemas –até mesmo aqueles que ainda não pode ser resolvido- o branco acalma o exterior, te faz refletir e mudar. Consolar o outro e possivelmente esse outro te consolar. Afinal, o branco é a mistura de todas as cores em um determinado momento, não é?

–Ola gostosa. –Falei para minha adoravel secretária.

–Olá, querido. –Ela se levantou, o corpo definido exageradamente e cabelos lisos eram controlados pelo uniforme comportado. –Como está sua mulher, ainda perdida? Talvez ela tenha encontrado um macho que não coloque tanto chifre nela como voce.

Eu ri.

–Espero que voce se controle hoje, gostosa. Meu sogro deu entrada na emergência

–Okay.

Depois que recebi os resultados do exame –que não era bom- mandei Frederick para a cirurgia com Solace, e depois eu iria. Mas, antes eu iria falar com os Olympus.

–O quadro não é o melhor. Há algum tempo, um dos vasos cerebrais dele rompeu, iniciando uma hemorragia, por sorte ou azar de Frederick, o sangue se espalhou muito pouco com o passar do tempo, mas com toda essa tensão dos ultimos dias, a hemorragia se alastrou e entrou em contato com o sistema nervoso. Causando o AVC. É uma cirurgia e como todas tem risco, mas essa é ainda pior. O sangramento de acordo com os exames está controlado, mas quando eu abrir pode piorar ainda mais, ele está totalmente paralisado no lado direito... E caso tudo de certo terá que se dedicar a horas e horas de fisioterapia intensiva. Reparar os danos cerebrais pode ser pior afinal, é o cerebro. O orgão mais misterioso do corpo humano. Tentarei fazer o melhor.

–Tentar? –Falou Athena rispida. –Tentar não é suficiente.Tentar é para os fracos, Voce é um Olympus, voce que passa tanta horas se dedicando ao trabalho largando tudo por esse hospital... Deveria mais do que tentar. Voce não se acha um deus perto dos outros. Seja um deus lá dentro e salve meu marido. Voce já estragou os Chase’s o suficiente por um geração. Annabeth vai...

–Annabeth tem outras preocupações no momento, Athena. Sobre o resto do seu adoravel discurso familiar, ignorado. Eu não sou um deus, mas tentarei. A cirurgia demorará muito tempo. Alguém terá que buscar Annabeth.

Athena deu um passo a frente, se impondo como uma leoa e se aproximou do meu ouvido.

–Ou voce é um idiota que não percebe que esse seu casamento esta falido, ou voce é um aproveitador se aproveitando do poder de Annabeth.

–É sogrinha, talvez eu seja os dois, Athena. –Falei saindo.

A sala de cirurgia já estava pronta, Frederick já estava anestesiado e seu corpo coberto. Will Solace o cardiologista, filho de Apolo estava ali. Repararia o coração. Apenas o peito e o cerebro estava exposto.

–Hipoteticamente, se esse homem morresse aconteceria? –Falou Will.

–Seria o Apocalipse. Ainda bem que hoje é um belo dia para salvar uma vida. –Falei. –Bisturi. –Pedi a instrumentista. Ela me deu. O pequeno corte craniano foi feito, o sangue irrompeu a carne cortada e rapidamente uma gaze limpou.

Coloquei uma pequena maquina para aumentar o espaço do corte.

–Martelo de Buck. Cateter. –Todo o sangue da hemorragia foi retirado. Mas, a pressão arterial caíra. Will mandou colocar aumentar a dose do remédio.

–Porta agulha. –Na hora que fui corta a arteira fragilizada e rompida. O coração do velho parou de bater. –Reanime. –Mandei Will. Me afastei do paciente. Amaldiçoando o velho e rezando para que ele vivesse.

–Se afastem! –Solace mandou. A reanimação foi no proprio coração. –Recarregue em 10J. Afastem! –Isso continuou.

–Aumente a morfina e de clonazepam. –Mandei.Rodei o meu corpo, o visor mostrava fraco o sinal de vida. Ou seja, ele só estava vivendo porque Will ainda estava reanimando ele. Se ele morresse...Will parou.

–Continue! –Gritei.

–Não dá. Acabou, Castellan. Ele se foi.

–Não. –Peguei as pás das mãos dele, e continuei a reanimação. Will veio e me separou.

–Já estamos a quarenta minutos nisso.

–Hora da morte. 23:40. -Anunciei.

Notas finais
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