I Need Your Love.

12 Ela está vindo...


Notas iniciais
Escrever fics é um hobby, lembrem-se. Sim, eu demorei. Porem, meu pc tinha quebrado e eu tive de mandar pro concerto. Lado bom nisso? Os proximos cinco capitulos já estão escritos 00/ Então, quem sabe... Se voces me fizerem feliz com muitas reviews, favoritamentos e talvez uma recomendação, eu posso fazer uma maratona.

Povs Annabeth

Meu escritório estava ficando cada vez mais conhecido mundialmente, várias propostas de empresas vinham até mim, tanto para compra-lo ou assinar um contrato com nossos serviços. Assim, uma empresa ou até mesmo uma pessoa precisa ter bons advogados, tanto para um problema empresarial ou um divórcio. Todos precisam de ajuda jurídica ou administrativa e é isso que minha empresa oferece.

Olhei para o notebook com um monte de dados e números que eu me perdi no meio de tudo aquilo, parecia um círculo e eu sempre, depois de tanto ler e ler e tentar entender chegava ao mesmo lugar, nada. Isso estava me causando problemas em casa, eu mal aparecia, eu comecei a repetir mentalmente.

‘’ Eu sou uma empresaria. E advogada. E sou ocupada.’’ Minha mente repetiu isso várias vezes, numa falha tentativa de me fazer concordar. Eu mal via Luke, só no café da manhã ou à noite quando íamos dormir – Isso quando ele não estava de plantão – Nem mesmo Jonathan, pois quando eu chegava em casa ele já estava dormindo. Eu estava me tornando quem eu mais temia.

Athena, minha mãe.

Tirei os pensamentos da minha cabeça e fechei meus olhos por alguns instantes e me imaginei em casa brincando com meu filho... Mas, a visão mudou. Agora era Percy.

Percy Jackson.

Meu pecado mortal. Sempre me perguntava o que eu sentia por esse homem, que tanto parecia me perseguir? Era como se o destino estivesse conspirando a nosso favor. Eu me sentia loucamente desejada e livre quando estava ao lado de Percy, como se nada ao meu redor me preocupasse, eu gostava dessa sensação. Do desejo dele e do meu. Do perigo em sermos amantes ou do prazer me proporcionado, eu sei. Eu sempre tentava fugir dele, mas éramos imãs. Opostos, mas atraídos um pelo outro.

Meu pensamentos foram embora quando a minha secretária surgiu na minha frente estalando os dedos ou chamando meu nome. Foquei nela e afastei Percy Jackson da minha mente

–Annabeth seu marido está subindo. Ela falou rindo e eu assenti. Sorri. E ela saiu.

Logo, ele apareceu na minha sala e eu tentei me recompor. Passei a mão pela blusa, e alisei meus cabelos, então percebi que estava com eles preso. Luke tinha o sorriso que seria capaz de te fazer sorrir só de olhar, não era como o de Percy que me irritava.

‘’ Irrita tanto que tu praticamente implora para ele te foder...’’ Pensei. Porra.

–Aconteceu algo? –Perguntei sem me levantar. Luke raramente aparecia no meu trabalho.

–Só vim aqui para saber se ainda temos um casamentos. –Ele jogou essas palavras na minha cara. Mordi meu lábio inferior e me remexi na cadeira. As mãos deles se apoiaram na minha mesa de mogno. Eu olhei para ele e levantei meu olho.

–Anh... Por algum acaso chegou em seu trabalho alguns papeis com o pedido de divórcio? –Perguntei cínica e fingindo que aqueles olhos azuis não me faziam efeito. Como eu disse, fingindo. Por instinto próprio, guardei as papeladas e todos os objetos que se encontravam na superfície da mesa.

–Ainda não. –Prepotente, pensei. –E que eu mal te vejo Annabeth, e há um mês que eu só te vejo pela madrugada ou quando eu estou saindo para o plantão ou quando estou chegando do plantão. –Ele se sentou em uma das cadeiras a minha frente, e tocou na plaquinha de metal com meu nome Annabeth Chase. Presidenta da empresa. –Ainda me pergunto o porquê de você nunca usar o Castellan? Formalmente. –Ele disse me encarando.

–Isso é meu trabalho, assim como você tem o seu, eu tenho o meu. Meu escritório está ganhando importância, e você saba como ninguém como foi difícil chegar até aqui. Além disso, Castellan é seu nome, ou seja meu nome de casada e se eu colocasse seu nome no lugar do Chase tenho certeza que se um dia nos separássemos, seu pai pediria a metade disso aqui. Temos nossas regras, Luke e espero seriamente que não se importe sobre elas.

–A de o que é meu é meu e o que é teu é teu. E os dois juntos são de Jonathan? –Ele perguntou, puxando meus braços me levantando.

–Você que as criou, amor... –Sussurrei.

–Mas, o engraçado é que antes você reclamava tanto do meu trabalho no hospital e agora? Você é pior Annabeth. –Revirei os olhos, mas sabia que ele estava certo. –Ah, sua adorável mãe ligou Annabeth... Ela chegará aqui amanhã, passará quatro dias conosco e está visivelmente com raiva já que você escondeu dela que Jonathan fez uma cirurgia e estava no hospital.

–Droga... –Sussurrei, Athena era o peso da minha existência humano, meu carma.

–Annie, eu sei que você tem um trabalho, uma empresa... –Ele tocou minhas bochechas levemente com seus dedos e acariciou levemente, o que me fez desejar por mais. –Mas, você também tem um casamento, um filho de seis anos que precisa de atenção. –Puxei ele para mim, e o beijei, rapidamente ele me correspondeu. As mãos deles foram para minha cintura e eu levei as minhas para o cabelo loiro dele. Era um beijo calmo e simples, totalmente diferentes do meu com Percy. As mãos deles tiraram minha blusa e deixaram meu sutiã amostra. Ele desceu os beijos pela curva do meu pescoço o que me fez suspirar.

–Tenho quarenta minutos... –Sussurrei, porem saiu mais como um gemido.

–Annabeth... Se eu quiser te fodo até o anoitecer... –Ele mordeu meu colo e desceu minha saia preta. Me deixando com lingerie preta. –Diga para sua secretaria ir almoçar, porque se ela entrar aqui mandarei ela pra Budapeste.

Ri, e andei até a porta de madeira.

–Ei, tire agora seu horário de almoço... –Ela assentiu entendendo sobre o que estava falando e sorriu maliciosa, fiz gesto com a mão para ela ir logo. Tranquei a porta. -Agora, você pode transar comigo... — Ele veio até mim, e já tinha me poupado o trabalho de tirar suas roupas, já que ele já estava só de cueca. Babei no corpo dele e ele me agarrou pela cintura me beijando. Ele me apertou na parede e eu gemi. Juntei nossos corpos ainda mais, quando enlacei minhas pernas na cintura dele, ele tirou meu sutiã e atacou meus seios. Lambeando, chupando, mas nunca mordendo. Me apoiei no chão, quando ele largou meu seios, e passei minha mão pelo membro dele ereto e duro. Completamente.

Tirei a box dele e apertei o membro e minhas mãos o que o fez gemer... Mas, eu não ia fazer um oral nele, não hoje.

Ele me jogou no sofá ao lado e eu fiquei por baixo. Ele se encaixou em mim, e em meu sofá – que seria mandado lavar, não se preocupe – me penetrou rapidamente, meu corpo pulou, eu já estava acostumada com aquilo, mas meus gemidos sempre eram sastifatorios para Luke. Ele continuou estocando dentro de mim, cada vez mais forte o que fazia meu corpo pular e por eu ter seios grandes consequentemente eles pulavam. Feitos loucos. Eu rebolava no membro de meu marido e ele estocava mais e mais. Minhas paredes pareciam mastigar ele. Minhas mãos se apoiaram nos ombros dele. Luke estocava forte e preciso, então o orgasmo estava vindo e ele acelerou o ritmo e a força aumentou e eu rebolei ainda mais, trouxe o corpo dele mais para mim de modo que nossos copos ficasse colados e eu gemia. E ele também.

Meu corpo tremeu e gozamos juntos. Meus cabelos estavam espalhados e meu rosto suado. Eu queria e Luke também, quando tentei me levantar Luke não deixou.

–Hoje você não fica por cima Annie... –Ele sussurrou. Gemi quando ele apertou minha bunda e minha cintura. -Gostosa, vira. –Ele mandou.

Me virei e fiquei de quatro, e Luke logo ficou ereto e me penetrou, eu era apertada, então Luke começou devagar, mas logo começou a movimentar e eu gemi. Ele me fudia e eu gemia. Após algum tempo, gozamos e caímos eu por cima dele;

Enquanto nos acalmávamos, ele beijava meu colo e eu me arrepiava. Então, eu me levantei e comecei a tatear minhas roupas. E ele também. Nos vestimos em silencio e quando pude amarrar meus cabelos e diminuir a temperatura da sala – eu to com calor – ele veio até a mim e me beijou.

–Eu te amo.

Saiu, sem nem esperar resposta.

Alguns minutos depois ou horas, sei lá. Clarisse invadiu meu escritório.

–Essa sala tá cheirando a sexo. Luke ou Percy? –Ela sorriu.

–Lukyto. – Falei rindo.

–Tá felizinha só porque o marido te comeu, foi?

–O que tu quer em? –Falei séria e ela riu.

–Tô namorando, Chris Rodriguez. 29 anos. Alto. Moreno. Forte. E Fode bem.

–Obrigada por me dizer o quão gostoso seu namorado é... Conheceu aonde?

–Ele é nosso vizinho? –Falou Silena entrando.

–Escuta conversa alheias e senhoria? –Falei.

–Só o que me importa... Annie transou aqui foie Isso ta com cheiro de sexo.

–Agora sim, nem transar com meu marido nessa sala, que é minha, eu posso!

Me irritei, que porra é essa Sexo tem cheiro? OK. Tem. Peguei aqueles aromatizantes de cômodo e comecei a passa-lo por toda a sala. Elas riram.

–Bem melhor.

–Sabe da boa nova, quer dizer duas... –Fofoqueira Silena logo ficou do meu lado. – Não sou virgem mais... –Elas tacaram papeis em mim e eu ri. – Não agora é sério, -Me recompus. -Minha mãe está vindo para cá. –Elas arregalaram o olho. –Para os EUA, atentar minha vida. Que comece o show...Porem, não vou me preocupar com isso agora, tenho que chegar em casa cedinho se não amanhã os primeiros papéis que eu vou assinar vai ser o do meu divórcio.

Notas finais
Maratona talvez?