I Need Your Love.
5 Confusa?
Notas iniciais
Capitulo 4
Pov’s Annabeth.
A volta do jantar foi estranhamente desconfortável. Luke não olhou na minha cara e nem eu na dele. Homens tão estúpidos...
Mas assim que chegamos em casa ele bateu a porta com tanta força. E logo eu explodi:
–Por que você está com raiva? Que eu saiba sou eu que devia estar com mais raiva. Você me tirou do meu trabalho na Inglaterra, meus amigos, me arrastou meio mundo para continuar me traindo? Palma pra você. – Bati palmas. – Sabe o que você fez? Me fez desafiar Zeus, na casa dele. Agora me diga aonde você estava?
–Eu não te devo satisfações. –Ele tirou a camisa.
–Então você não deve satisfação a SUA esposa? Você sabe que seu pai não vai gostar nada disso.
–Você sabe muito bem porque meu pai te quer na família...-Ele tirou a calça, ficando apenas com a box vermelha, desviei o olhar rapidamente.
–Poupe –me de sua falação, Luke. Agora, a vergonha que você passou na casa dos Olympus vai ficar na história. Se quiser me trair tenha ao menos a decência de pedir o divórcio.
Ele se aproximou de mim rapidamente e me apertou na parede. Nossas respirações estavam acelerados, aquilo podia ser quentes nos filmes, mas a única coisa que eu sinto é raiva.
–Vou lhe dizer pela última vez nesta noite: Eu não estou te traindo! – Ele me soltou e foi ao banheiro.
Peguei algumas coisas e fui para o quarto de Jonathan. A babá estava lá e logo dispensei ela. O menino dormia na cama, calmamente. Sem nenhuma preocupação.
–Oi Jace... –Sussurrei, afastei ele um pouco, de um modo em que eu pudesse me deitar com ele. –Mamãe vai dormir aqui, ok? E.. Sabe apesar de tudo, ela te ama.
Lembrei –me de Percy automaticamente, eu julgava Luke por acreditar que ele me trai, mas a três dias atrás eu estava em um motel com meu ex namorado, quer por sinal é casado. Meu sentimento por Percy são confuso, pode ser paixão, desejo. Mas Luke é meu marido, e eu o amo.
Não é Annabeth?
[...]
O prédio do consultório estava divino, sério. Três andares, cinza e branco, escada, recepção. Minha sala era enorme, arrumada. Mas, faltava eles. As pessoas mais importantes da minha carreira.
Clarisse La Rue. Charles Beckendorf. Silena Beauregard.
Meus melhores advogados.
Eu já tinha mandado eles virem para New York. Eles deveriam tá no avião já.
Charles e Silena eram casados, mas ainda continuavam com os nomes diferentes. Clarisse ainda é solteira.
Agora...
Eu tenho que me encontrar com Percy...
–Oi.- me sentei ao lado dele e ele me deu um beijo.
Era um lugar bem afastado do centro. Mas era aconchegante.
–Porque aqui? Meu GPS quase errava.
–Eu gosto. – falei.
–O que foi aquilo com Luke?
–Eu acho que ele me traí. –Falei.
–Sei.
–Sabe por que eu realmente escolhi aqui? — Sussurrei no ouvido dele. -Ali atrás tem um motel. –Mordi a orelha dele.
–Então o que estamos fazendo aqui mesmo? –Ele me puxou e fomos juntos.
Em menos de meia hora, nossas roupas já estavam no chão do quarto. E ele ia começar um oral em mim.
–Sem preliminares... –Eu já estava tão excitada com aqueles beijos dele que a cada momento que passava chegava a doer.
–Sim, senhora. -Ele sussurrou sensualmente, puxou minhas mãos e me beijou, ao mesmo tempo que me penetrou. Gemi baixinho e ele começou a estocar rapidamente, e eu me agarrei aos lençóis.
Chegamos ao ápice, eu primeiro e ele em seguida.
Ele ficou ao meu lado, e eu me aninhei em seu peito. Era um gesto amoroso, sim, Mas foi automático, ele me envolveu com seus braços, e eu percebi que não sabia o que estava acontecendo ali. Eu me importava com Percy, mas eu tinha medo que aquilo mudasse, se tornasse mais intenso. Mais urgente.
–Venha... – Ele me levou até o banheiro, que era basicamente do tamanho do quarto. Ele encheu a banheiro com sais e sei lá o que. E fez um gesto para mim entrar. Sorri e amarrei meu cabelo, a espuma já estava perfeita. Ele logo me acompanhou.
Por maior que a banheira fosse , nosso corpos estava colados, pude sentir cada pedaço de Percy e perceber o quão mudado ele estava.
No ensino médio, ele já tinha um corpo de homem mesmo, alto, musculoso; mas ele agora tinha um certo charme, o sorriso torto permaneceu, mas agora era ainda mais sexy. O cabelo que antes bagunçado, ele usava penteado para trás. Ele continuava lindo.
Eu continuava baixa, minha cabeça batia na altura da boca dele, então, ele enfiou sua mão direita na minha perna acariciando e eu automaticamente a abri. Foi impulso, sério. Ele sorriu, e ficou na minha frente, seus dedos pressionava meus clitóris de modo que uma corrente elétrica percorria todo meu corpo, desci um pouco mais de modo que minha cabeça ficasse apoiada na borda, eu gemi com os míseros segundos do toque dele, ele penetrou com dois dedos curvados e eu comecei a rebolar nos dedos dele. Minha cabeça girava, meu corpo tremia e rebolava e ele aumentava cada vez mais, eu gozei, mas quem disse que ele parou? Ele continuava, agora mais lento de modo que já estava me torturando, minha respiração ofegava e eu fechei os olhos, então ele parou. E me puxou para seus braços e me beijou, rapidamente meu corpo voltou ao estado ‘’ normal’’, e eu subi em cima dele, beijei , e minha mãe percorria todo o corpo dele, quando ela encontrou seu membro eu o apertei, e Percy revirou os olhos.
–Às vezes...- Eu falei, bombeando o membro dele.- O quão errado isso é. – Ele olhou para mi, e gozou na minha mão. Sorri. Ele me abraçou, e disse:
–Sabidinha, nada é completamente certo ou errado.
E naquele momento eu percebi que mais uma vez, Percy Jackson estava mudando minha vida.
[...]
Eu estava no aeroporto, esperava eles. Logo avistei eles, e e sorri e acenei.
Charles e Silena vinham de mãos dadas, e Clarisse com seus óculos escuros do estilo eu odeio casais melosos.
–Como foi a viagem? – Perguntei quando eles chegaram, eles me abraçaram, beijaram meu rosto.
–Já falei que amo o seu jatinho? –Falou Silena.
–Sim. – gargalhei.
–O casal senhor e senhora melosos passaram a viagem toda se comendo...
Silena corou.
–Mentira...- Ela bateu no ombro dela e sorriu.
–Cadê o babaca do teu marido?
Clarisse e Luke foram criados praticamente juntos, então tinham essa relação de ‘’ babaca-idiotas’’
–Hospital.
–Ok, em qual hotel vamos ficar?
–Hotel? Claro que não, vamos para minha casa que é melhor, lá você se ajeitam...
–Annie, não se preocupe... –Eu cortei logo Clarisse.
–Você mesma de disse que mandei você rodar meio mundo. Agora, vamos, vamos, vamos, meu carro está ali fora, os quartos estão arrumados e Jace está louco para ver os padrinhos.
O caminho até lá em casa foi divertido, Clarisse contou o que eles fizeram em minha pequena ausência.
–Bela casa. – Falou Charles.
–Obrigada. Ok, amanhã iremos começar a trabalhar, meu telefone não parou de tocar desde que botei os pés na América, é o seguinte mesma forma. Mesmo esquema cada um tem seus casos próprios, porém casos maiores, trabalharemos junto, tudo bem?
–Sim sim. –Falou Silena.
Levei eles ao quarto e deixei eles descansarem, me deitei na cama, Jace estava na casa de Hermes. Então, tirei minha roupa e me deitei de lingerie mesmo na cama, estava exausta.
Logo alguém bateu na porta, me enrolei em um roupão e abri.
Era Clarisse. Ela já estava arrumada...
–Agora, eu quero saber... Como foi seu reencontro com Percy Jackson?
– Divertido? –Falei rapidamente.
–Isso é uma pergunta ou uma resposta?
–Eu não sei.
–Fala logo mulher... –Me joguei na cama enterrei a cabeça no travesseiro.
–Eutranseicomele...-Sussurrei.
–Oi?
–Eu transei com Percy Jackson. Duas vezes.
Clarisse fez uma cara de raiva, depois surpresa e ela abriu um sorriso.
–Quem te viu, quem te ver.... Agora conta aí. Como foi relembrar o passado?
Então, eu estava contando tudo... Até o que não devia.
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