I Need Your Love.
10 Chase's e Jackson's.
Notas iniciais
Pov’s Annabeth.
Já fazia uma semana desde que Jonathan tinha feito a cirurgia, e tudo corria bem.
–Hey, Jace. –Falei, eu estava guardando as coisas que tínhamos trazidos, brinquedos, roupas, o vídeo game. Sorri para ele.
–Oi, mãe... Vou poder ir embora hoje?
–Sim.. –Falei animada.
Ele já estava bem melhor, já estava um pouco mais corado, e animado. Luke entrou no quarto, e bagunçou os cabelos de Jace. Fazia tempo que eu mal ficava com e ele, nós estávamos revezando. Pela manhã, eu ficava com Jace, e ele a tarde, e a noite nos revezávamos.
E durante esse tempo, eu mal vi Percy. Eu estava evitando ele, as ligações, as mensagens, tudo.
–Quer uma ajuda? – Ele perguntou. Balancei a cabeça negando, enquanto fechava a bolsa. Ele desligava os aparelhos- ele tinha permissão para isso – e então, colocou Jonathan no colo. –Vamos para casa?
–SIM! –Ele gritou. –Vocês nem tentem me enganar que tão me devendo aquele passeio a praia...
–Ninguém vai te enganar. E só que a mamãe e o papai, vão precisa de algum tempo pra normalizar. –Falei, enquanto assinava a papelada.
–Olha a mamãe deixou a empresa na mão, para cuidar de você... E o papai tem pacientes no hospital.
–Mas a gente vai né?
–Claro que vamos. –Falei. O celular de Luke tocou.
–Ei, não vou poder ir com vocês ok? Tenho um paciente agora. Mas a gente podia comer pizza não é?
Jonathan comemorou e eu ri.
–Vamos entre... –Coloquei ele no cadeirinha no banco de trás do carroKia Sportage.
–Comprou um carro novo mamãe? –Jonathan perguntou.
–Uhum... Assenti. –Coloquei a bolsa no porta mala. E fui falar com Luke. –Chegue cedo, tudo bem? Tenho uma surpresinha para você.
–Você devia me contar...- Ele sussurrou no meu ouvido.
–Sexo. –Beijei ele, ele correspondeu. –Te amo.
Entrei no carro e sai.
–Vamos ao Central Park? –Perguntei ao meu filho.
–Sim, e posso tomar sorvete?
–Tudo bem. –Em dez minutos, chegamos lá e eu estacionei. Peguei minha bolsa e o óculos escuros e desci do carro. E desci Jonathan, e o coloquei no chão. Damos as mãos e saímos. O Central Park era lindo, o sol estava morno e era iluminado, várias crianças estavam lá brincando. Passamos pela trilha, e eu comprei dois sorvetes de chocolate.
–Annabeth? –Era Thalia. Ela estava com Sophie.
–Oi Thalia. –Abracei e beijei o rosto dela. –Oi princesa. A menina sorriu e foi brincar com Jonathan. Thalia e eu sentamos no banco.
–Quando Jonathan teve alta?
–Pela manhã.
Eu parecia uma adolescente perto de Thalia. Eu usava short curtos e rasgados e blusa. Já ela, parece que aceitou bem a vida de mulher de empresário. Usava short de tecido e blusa mais comportados, cabelos negros.
–Ele parece bem...
–Pensa em ter outros filhos Thalia? –Perguntei curiosa.
–Não... Uma já tá bom demais. E olha que nem filhos eu queria ter. –Eu me lembrava, Thalia odiava a ideia de ter filhos. –E você? Que eu me lembre você queria ter dois.
–É eu queria...-Olhei para Jonathan, que dividia o sorvete com Sophie. –Mas eu não posso.
Thalia sorriu.
–No domingo, é o aniversário de Sophie, vai ser lá em casa as 19:00 horas, mesmo. Por favor vá, tudo bem? Sabe, Annabeth... Às vezes, eu tenho saudades da minha melhor amiga. –Ela sorriu.
–Eu também sinto sua falta Thals. –Falei, aquilo era verdade. Thalia foi desde dos meus dez anos minha melhor amiga, mas quando eu fui embora para a Inglaterra, eu a abandonei. –Jonathan, vamos?
Ele beijou o rosto de Sophia. E Sophie corou. O que fez eu e a mãe dela ri.
–Tchau, Thalia.
Depois, que chegamos em casa já era a noite, Jonathan jantou e foi dormir. Ele estava tão cansada que nem esperou a pizza.
Eu estava deitada na cama, Luke tinha me ligado, e eu falei que Jonathan já tinha dormindo, então... Ele perguntou se eu podia esperar um pouco, e eu disse que sim.
Luke entrou no quarto, e foi ao banheiro. Ouvi o chuveiro ser ligado e ele cantarolar. Quando ele saiu, ele colocou a cueca e eu queria arranca-la.
Sim, eu estava sem sexo.
–Eu sei que você está acordada, Annie. –Ele passou o corpo por cima do meu, e nossos narizes se encostaram, ele se apoiava com a mão. Abri meus olhos e ele estava sorrindo.
A língua dele percorreu meu ouvido depois meus lábios. Ele puxou minha camisola, e eu fiquei apenas de calcinha, já que estava sem sutiã.
–Te amo ainda mais assim... –Beijei ele e ele correspondeu. Então, ele passou a mão pelos meus seios. E mordia, e chupava. E depois, fez o mesmo como outro. Ele beijou minha barriga e todo o meu corpo se arrepiar por inteiro.
Beijei ele ferozmente. E quando minhas mãos ia tirar a box, ele puxou as mãos e levou até o topo da cabeça.
–Vamos tirar o atraso. –Ele falou rouco. E eu sorri maliciosa.
Ele rasgou minha calcinha com uma única mão. E retirou a cueca. Ele me virou bruscamente, e suas mãos apertaram minhas pernas com força que eu gemi, ele bateu na minha bunda, fazendo que eu arqueasse, e ficasse de quatro.
–Você tem uma bela bunda, querida. -Aquelas palavras me deixaram ainda mais excitada. Luke raramente é assim, agressivo. Ele me penetrou com força e começou a estocar lentamente.
–Por favor, não me foda como Zeus fode Hera. Mais rápido.
Ele riu. Minhas mão apoiadas em uma almofada. E ele aumentou as estocadas, eu já gemia descontroladamente, tudo piorou quando, ele começou a pressionar meus clitóris. Mordi meus lábios. Eu já estava chegando ao ápice, e ele também. Eu rebolava cada vez mais, e ele estocava com força. Quando o ápice veio, eu não tive forças para continuar apoiada, e fui jogada na cama.
Luke me virou. E eu derrubei ele. Ficando por cima. Masturbei o pênis dele. Então, lambi toda a extensão, dava leve chupões e ele gemia baixinho. E massageava as bolas dele. Então, as mãos dele foram até minha cintura, e eu me sentei no membro dele. Eu cavalgava no membro dele, enquanto ele apertava meus seios. As mãos deles apertaram minhas pernas e eu gemi. Chegamos ao ápice. E ele me beijou. Levantei e vi os olhos de Luke me acompanhar.
–Para de olhar para minha bunda, safado.
–De que adianta acabei de fuder ela mesmo -Ele falou como se fosse obvio. Peguei uma colcha de cama e coloquei na cabeceira.
–Pensei que ia trocar...
–Ah, docinho... Não tirou meu atraso. Ainda. -Pulei em cima dele, e ele me colocou pra baixo...
POV’S Percy.
–Thalia, se acalme por favor... –Pedi. Minha esposa estava enlouquecendo. O salão de festa estava todo enfeitado, rosa e marrom, o tema era princesa.
Era o aniversário de Sophie.
–O bolo ainda não chegou... Sophie ainda está dormindo. E nem metade das pessoas confirmara.
–Querida, olhe... O bolo não chegou porque ele só irá chegar uma hora antes, Sophie está dormindo porque todo dia nesse horário, ela dorme. E sobre os convidados, você falou que seria uma festinha simples... E festinhas simples, ninguém confirma.
–Eu estou exagerando não é?
–Um pouquinho. Mas é normal.
Quando a noite caiu, os convidados começaram a chegar... Alguns pais de coleguinhas de Sophie, os pais de Thalia. E meus pais.
–Oi, meu filho... –Abracei minha mãe. Eu mal via ela e meu pai. Ele moravam em Washington. Depois abracei meu pai.
–Cadê a aniversariante??-Ele perguntou.
–Vovô! –Sophie pulou no colo de meu pai e ele a girou no ar.
–Oi, docinho. Já está virando uma mocinha... –Falou minha mãe sorrindo.
–Oi, vovó!! –Ela pulou pro braço de minha mãe que gargalhou. –Aqui está seu presente... –Ela tirou uma caixinha negra de veludo e mostrou um colar brilhante.
–Um colar de princesa, para a nossa princesa. –Sophie sorriu tão feliz. E deixou que minha mãe colocasse nela.
–Estou bonita papai? –Ela perguntou.
–Você está linda!
–Obrigada, vovó e vovô...
Ela saiu correndo.
–Espere que ela não quebre. E quando acabar a festa, guarde em um cofre, ok?
–Você deu um colar de brilhantes a uma menina de sete anos?
–Dei. –Ele falou rindo.
–Poseidon! –Falou Zeus. –Deveria se lembrar dos irmãos, seu bastardo...
Eles se abraçaram, cumprimentei meu sogro e a mulher dele.
Fiz sala para os pais dos coleguinhas de Sophie, enquanto Thalia estava conversando com Afrodite e Demeter.
–Afrodite que linda você está...
–Percy Jackson... Sempre muito bem-educado.
Ela me abraçou, usava um vestido lilás decotada, que mostrava uma bunda enorme e um pelo par de seios, não que eu tenha reparado.
–Demeter... Cadê Perséfone? Ela vem?
–Acho que ela e Hades estão com problemas.
Olhei para Thalia e sorri torto. Ela estava linda, usava um vestido azul, comportado. Mas quer valorizava as curvas dela.
Então, eu ouvi uma risada familiar, a mesma que tinha me evito durante semanas. Annabeth. Ela estava tão linda. Divina, praticamente.
Usava um vestido de renda cinza ou creme escuro. Tomara que caia o deixam o ombro nu. Com uma faixa preta e um laço no meio. Longo. Cabelos loiros soltos.
Ela cumprimentava Poseidon e Sally. E eu me aproximou.
–Annabeth, há quanto tempo...Você está linda. –Ela e minha mãe se abraçavam.
–Annabeth... Realmente, você está divina. –Poseidon disse. –Se eu fosse 20 anos mais novos... E solteiro.
Annie riu corada.
–Eu teria quatro anos... –Annie respondeu, e meu pai riu com minha mãe.
–O mesmo bom humor da mãe. –Falou minha mãe. –Como ela está?
–Se apaixonou pela Inglaterra e nunca mais quis saber da América.
–Mande lembranças...
–Mamãe... Papai está pedindo sua ajuda.
–Diga a seu pai que se ela quebrar algumas daquelas bonecas eu vou bater nele...
–Seu filho? –Perguntou Sally.
–Sim, Jonathan.
–É lindo.
–Annabeth, nunca mais invente de trazer bonecas de porcelanas. – Luke, chegou ele trazia uma caixa enorme e a colocou no chão.
–Sophie querida. –Eu, Sophie e Thalia chegamos lá. –Sabe o que a tia Annie trouxe para você? –A menina disse não. –Você gosta muito muito muito de princesas não é?
–Eu amo princesa. –Annabeth sorriu satisfeita.
–Abra a caixa. –Ela pediu. –Com cuidado pelo amor de Deus.
Sophie abriu a caixa, era maior que ela. Rasgou o papel rosa. E eu tirei o papelão.
Era um castelo dourado de porcelana.
–Olhe assim, você abre. –Annie puxou, e o castelo abriu no meio e mostrou um monte de bonecas. Branca de neve, a Cinderela, Bela Adormecida, Rapunzel e por ai vai. –E você cuida delas, mas tem que ter cuidado. Elas são de porcelana, então, eu te aconselho, a brincar com as suas e guardar essas entende?
Sophie estava estática, ela tinha uma mão na boca, os olhos dela acompanhavam o castelo. Ela estava pálida.
–Sophie, você não gostou? Eu posso trocar, sabe... –Annie já estava envergonhada.
–Nem ouse... É a coisa mais perfeita do mundo. –Ela abriu um sorriso ainda. E Annie sorriu aliviada. –Olha papai, é o melhor presente de todo o mundo.
–Ah, é sim. –Falei.
–Agradeça a Annie. –Sophie pulou nos braços dela, e beijou ela.
–Você é a melhor tia do mundo.
–Agradeça ao Luke. Ele que conhecia o cara que vendia os castelos. –Sophie agradeceu a Luke.
–Oi, Jonathan.
–Parabéns Sophie...-Eles se abraçaram.
–Papai você pode colocar no quarto.
–Tudo bem, vá brincar querida. Castellan’s vocês compraram um castelo do tamanho da minha casa... Mas obrigada. Agora, Luke vamos isso lá para cima.
–Eu guio vocês.
Quase não chegamos ao corredor do quarto. O castelo era enorme e de porcelana, qualquer coisa quebrava. Subir a escada foi uma loucura.
–Sabe o que eu estava pensando... –Começou Annabeth
–O que? –Perguntei.
–A gente, tipo, nós três. Eu sou casada com Luke e você já foi meu namorado Percy... Estava imaginando um ménage com vocês dois.
Luke e eu gargalhamos alto. Sorri malicioso para Annie e ela piscou sexy. Como o Luke estava atrás levando o castelo ele não viu.
–Aqui. Qualquer dia, eu ainda faço um ménage com os dois. –Ela disse.
–Parece a mesma menina de anos atrás. –Falou Luke rindo.
–Vou encarar isso como um elogio Castellan, se não eu te deixo sem sexo.
–Está vendo onde eu me meti Percy?
–Por favor, me diga... Que ali não é o filho de vocês com a minha menina.
Na piscina, Jonathan e Sophie, estavam com os pés dentro da agua. Quando olhei direito. Jonathan beijou minha filha na boca.
–Eles se beijaram... Que fofos. — Falou Annie.
–Isso não tem nada de fofo. Ela é minha filha.
–Eles nem sabe o que é isso... Olhe ela está envergonhada, e ele também. -Falou Annie.
–Vamos embora. Até que eu expulse o filho de vocês.
Olhei uma última vez, e vi os dois meninos sorrindo um para o outro.
‘’ Os Chases e os Jackson estão destinados a ficar junto.’’ –Pensei, olhando para Annie.
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