I Miss You

11 Capítulo 11


Notas iniciais
Lá vai mais um capítulo! Espero que gostem!
Boa leitura!

Pov. Angie

Como a Anne ia vir o mais rápido possível, então tinha de pegar as informações, então decidi ligar para a Vilu e pedir para eu ir à mansão jantar.

Ligação on

— Alô? Vilu?

— É ela! Quem está falando?

— Aqui é a Angie!

— Oi Angie!

— Eu queria falar para colocarmos umas matérias em dia, já que eu não tomei café ai nos últimos dias.

— Pode ser você aproveita e janta aqui!

— O.K. Até logo, beijos.

— Beijos.

Ligação off

Estava caminhando para a mansão e percebi como a noite estava linda, toda estrelada com uma lua cheia, estava tudo tão lindo, até que passo na frente do Studio e lembro-me daquele beijo que eu dei no Germán, comecei a rir sozinha, quem passasse por ali ia achar que estava doida, continuei caminhando e passo em frente à pracinha que eu e o Germán comemos maçãs carameladas, até que cheguei na mansão, eu entrei pelo cozinha mesmo, isso foi um grande erro, pois comecei a me lembrar daquele beijo, mais do que perfeito que tivemos, estava suspirando lembrando desses momentos, até que alguém me chama.

— Angie! Angie! ANGIE!- Percebi que era a Vilu, ela estava chacoalhando a mão na frente do meu rosto.

— Ah! Oi Vilu!

— Estava pensando no que, para fazer você suspirar desse jeito?

— Eu não estou pensando em nada!

— Aham! Sei! Vamos para o meu quarto?

— Claro!

Estava indo em direção ao quarto da Vilu até que eu passo pela sala e melembro de outros momentos! Aquela casa não me fazia bem! Cheguei ao quarto da Vilu e adivinha? Mais lembranças! Aquela vez que o Germán estava fazendo cosquinha na Vilu e eu fiz nele, foi tão bom! Eu sai do meu transe antes que a Vilu começasse a reparar.

— Então, vamos começar?

— Claro! Vou pegar meus cadernos!

Eu expliquei toda a matéria que estava atrasada para a Vilu até que alguém bate na porta.

— Posso entrar?- Era o Germán.

— Pode entrar papai!- A Vilu gritou.

— Ah! Angie! Pensei que tinha saído.

— Eu fui! Mas eu tinha que passar mais umas matérias para a Vilu, então eu voltei.

— A tá! Você vai jantar?

— Vou sim.

— Então vamos? A Olga me pediu para falar que a janta está servida.

— Então vamos Vilu?

— Pode ir, só vou arrumar uns cadernos aqui.

— Então tá.

Eu desci até a sala de jantar junto com o Germán e vi Esmeralda já na mesa me olhando com certo ódio.

— Oi.

— Oi Angie, nem te vi chegando!- Esmeralda disse, que cínica.

— Eu cheguei faz pouco tempo.

— A tá.

Eu me servi e percebi a Vilu descendo, ela se juntou a nós rapidamente e se serviu, a mesa estava um silencio só, até que a Vilu quebra o silencio.

— Alguém poderia me passar o suco?

Eu fui pegar e ao mesmo tempo o Germán também pegou o que fez nossas mãos se tocarem, eu e ele rapidamente tiramos nossas mãos, o nosso pior erro porque a jarra já estava no ar, a jarra caiu em cima da mesa virou e derramou suco bem em cima da Esmeralda, eu ri muito, mas mentalmente, obvio. Todos estavam perguntando para a Esmeralda se ela estava bem e só prestavam atenção nela, foi ai que vi o momento perfeito para ir ao quarto dela e ver suas coisas. Eu subi e ninguém me viu, comecei a mexer na bolsa dela e vejo um tablet, achei que seria bom pega-ló, eu o peguei e quando estava saindo me deparo com alguém.

— O que está fazendo no meu quarto?- Era a Esmeralda.

— É... Que... — Eu não conseguia pensar em nada- Eu... Deixei... Meu anel... Cair! Isso! Meu anel caiu e eu peguei.

— Aham, sei! Saia do meu quarto imediatamente!- Eu simplesmente sai correndo para o quarto da Vilu, guardei o tablet na minha bolsa e desci com ela.

— Gente! Está meio tarde, bom eu vou indo.

— Eu te levo lá Angie.

— Não precisa!

— Eu faço questão!

— Então vamos!

— Vou buscar a chave do carro e um casaco.

— O.K.- Fiquei esperando ele e em questão de minutos ele já volta.

Estávamos dentro do carro em um silêncio e Germán o quebra.

— Bom... Eh... Como vai o Studio?

— Está ótimo- Disse meio sem graça.

— Quem bom!

— Pois é!

Voltamos a ficar em silêncio até que escutamos um barulho. Pneu furado. Que ótimo!

— Parece que o pneu furou!

— A vá Germán!

— Tem como ir a pé daqui?

— Fica bem mais longe! Mas não tem outro modo- O caminho por onde eu passo a pé era bem mais perto do que o de carro.

— Vamos andando então.

— É o jeito.

Fomos andando, mas como era longe! Continuamos andando e andando, mas estava bem mais longe do que o normal! Eu estava começando a desconfiar até que meu pé fica preso em uma poça.

— Ai que nojo!

— O que aconteceu?- Eu não disse nada, apenas apontei para os meus pés, ele começou a dar risadas.

— Não é engraçado tá legal?

— Eu penso o contrário!

— Olha só, meus sapatos sujaram, e vai ser difícil limpar!

— Simples! Me dá eles!- Eu entreguei com certa desconfiaça, adivinha o que ele fez? Jogou no lixo.

— Porque você fez isso?

— Não estavam sujos?

— Mas não era para jogar eles fora!

— Ué! Se quiser eu volto lá e pego!

— Agora não adianta mais, bocó!

— Da próxima vez não confie mais em mim.

— Pode deixar!

Continuamos a andar até que começa ventar e muito, mas o pior era que eu não estava de blusa, tinha como piorar isso? O pior é que tinha! Começou a chover, nossa muito legal! Eu comecei a tossir e espirrar.

— Você está bem Angie?- Germán perguntou preocupado.

— Estou sim, Atchim.

— Toma, coloca a minha blusa!

— Muito obrigada!- Coloquei a blusa dele e me senti melhor, mas eu estava descalça, senti algo no meu pé e nem liguei, mas eu continuei tossindo e espirrando.

Pov. Germán

Eu resolvi levar a Angie em casa, até que o pneu do carro fura, eu jogo o sapato da Angie no lixo e começa a chover, a noite estava sendo incrível! Eu acabei dando a minha blusa para a Angie, porque eu joguei o sapato dela fora, ela estava descalça, com frio e tossindo e espirrando muito.

— Tem certeza que está bem?

— Só estou com um pouco de frio!- Eu coloquei meus braços em torno de seu pescoço e a abracei.

— Melhorou?

— Bastante!

A gente estava andando cada vez mais e mais, mas não achávamos a casa da Angie, acho que estávamos perdidos! O pior é que já estava de madrugada e nós dois andando sem rumo, até que avisto uma pracinha.

— Angie! Vamos parar um pouco?

— Vamos! Atchim.

Sentamos em um banquinho, já que estávamos completamente molhados, nem ligamos mais para a chuva! Mas a Angie começou a espirrar bem mais e eu fiquei preocupado.

— Angie! Vamos procurar um lugar coberto!

— Vamos!- Ela disse um pouco fraca. Eu vi uma daquelas tendinhas de loja e corri para lá. Eu corri juntamente com a Angie, ela correu um pouco fraca, mas conseguiu, ficamos lá livres da chuva, mas Angie estava morrendo de sono.

— Quer deitar no meu colo?- Ela apenas balançou a cabeça em forma de afirmação e se deitou, eu comecei a olhar em sua bolsa e achei cada coisa! Mas eu achei o que precisava um cobertor, sério, ela tinha um cobertor e não tinha um guarda chuva? Como o cobertor era um daqueles pequenos ela se encolheu um pouco, mas coube nele, eu fiquei acariciando o cabelo dela até ela adormecer. Estava vendo como Angie ficava bonita dormindo, era bonita de qualquer jeito, mas dormindo ficava parecendo um anjinho.

Eu estava morrendo de sono também, mas não podia dormir, então fiquei observando lugar, era a rua em que Angie morava! Eu em uma questão de segundos avistei a sua casa, mas como a Angie ainda estava dormindo, eu a peguei no colo e fui caminhando ate lá. Chegando lá eu peguei as chaves dentro de sua bolsa, com certa dificuldade, mas consegui, abri a porta e coloquei a Angie em seu sofá, fui em direção ao seu quarto e arrumei a sua cama. Peguei-a na sala e a levei até o seu quarto, comecei a revirar a gaveta procurando um termômetro, já que ela estava muito quente, até que achei, medi a sua temperatura, 40º, nossa ela estava com uma febre e tanto, eu corri para a cozinha e fiz uma sopa, não queria acordar ela, mas foi preciso.

— Angie! Acorda!

— Germán?

— Sou eu, olha toma isso que eu fiz- Ela pegou a tigela e a colher um colocou na boca.

— Eca! O que é isso?

— Uma sopa!

— Pois não parece! Está horrível!

— Não pode estar tão ruim assim!- Eu peguei a sopa e tomei um pouco- Eca! Está mesmo horrível!

— Pois é! Me deixa dormir agora? Estou muito cansada e ainda vou ter de trabalhar.

— A senhorita nem pense em trabalhar! Você esta com muita febre!

— Você pode ligar para o Pablo para mim então?

— Eu ligo sim!

Em questão de minutos a Angie dormiu novamente, eu até tentei dormir em um colchão ali, mas eu não conseguia dormir pensando em como meu anjinho estava mal, então eu levantei, sentei na beirada da cama, a abracei e fiquei a observando dormir! Até que percebo que ela estava deitada em meu peito, acariciei seus cabelos e naquela posição eu consegui dormir.

Notas finais
Não se esqueçam de comentar! Beijos, até o próximo!