I Love Bell's - Short
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Espero que gostem então "bora ler"
1 Capitulo: Irmã Gêmea.
Pov. Narrador
Era mais um fim de tarde agitado em Nova York, o verão era típico, quente como sempre, as calçadas cheias e com o vai e vem de pessoas, sempre estavam apresados, os carros parado no transito era um transtorno pra muitos, as avenidas mais famosas era sempre as mais movimentadas, mas alguns preferiram pegar as ruas mais calmas, não só para fugir do transito, mas sim pois o gosto por velocidade corria nas veias do ruivo de cabelos bagunçados e da pequena morena ao seu lado.
Eles corriam sem se importar com os sinais, a velocidade os fazia sorrir, a adrenalina de serem perseguidos por guardas deixava tudo ainda mais emocionante a Edward e Isabella.
Edward era jovem de 23 anos já casado com sua amada Isabella, sempre fez de tudo para impressiona-la e não se preocupava em correr risco se a mesma estivesse se divertindo com isso. Ele sempre gostara de velocidade, mas quando pequeno praticava Cart e MotoCross, jamais sendo imprudente no transito, isso ate ele conhecer Isabella e se apaixonar pela jovem morena.
Isabella sempre fora esnobe e mentia para quem quer que fosse sempre gostou de perigo, sem se importar com os outros, sempre pensará só em si própria, não pensou duas vezes quando se mudou para o ensino médio em se mostrar superior e fizer todos os garotos se apaixonarem por ela, mas seu preferido sempre foi Edward Cullen, herdeiro as herança de Carlisle Cullen, fundador das empresas farmacêuticas Cullen’s. Edward sempre fez tudo para Isabella e ela sempre soube aproveitar disse e não perdera tempo quando Edward a pediu em casamento quatro anos atrás.
O carro de Edward deslizava na pista, sem ao menos fazer barulho, o pouco movimento nas ruas em que ele dirigia era tanto que o mesmo nãose dava ao trabalho de olhar os cruzamentos ou semáforos, mas ao fazer a conversão Edward quase perdera a direção do carro quando uma moça apareceu no meio da rua o forçando a fazer uma guinada com o carro que derrapou e parou a poucos metros da garota, que olhou tudo assustada e sequer se moveu um centímetro se quer.
– o que foi garota? Você tem que sair da rua! – Edward disse saindo do carro e olhando sobre o mesmo para ver a garota ainda intacta e se surpreendeu ao ver sua mulher ali parada, por reflexo ele olhou para o carro e viu Isabella sentada ao lado do passageiro olhando a garota pela janela.
Edward se sentiu confuso, será que tinha morrido e estava tendo visões, ou sofrido um grave acidente e estava tendo alucinações?
– me desculpe! – a garrota disse baixo e saiu andando apressadamente sem nem ao menos olhar para trás.
Edward ficou ali parado por um tempo ainda confuso, Isabella lhe chamou a atenção e ele logo voltou ao normal e logo deu partida e pegou o caminho para a casa, com Isabella lhe falando das futilidades que ela fizera durante o dia, coisa que ele sempre ouvira, mas não dessa vez, não depois de ver a garota.
Anabella não queria acreditar no que estava acontecendo, ela não queria acreditar que havia o reencontrado, como era possível reencontrar alguém em NY, como? Ela sempre fugira do seu passado, mas em um segundo tudo acaba desmoronando aos seus pés, ela não podia deixar aquilo acontecer, mas já tinha acontecido, não tinha volta.
Ver Isabella ao lado dele era o que mais lhe machucava, ela sempre gostara dele desde quando ia ao parque com seus livros para fugir do abismo de tristeza que era sua casa e o via jogar futebol com os amigos, desde quando entrará no ensino médio e virá o menino do parque se transformar em um homem bonito e atraente, mas ela jamais gostara de como ele agira perto de Isabella, ela era seu mal, o fim de toda a beleza e ingenuidade do homem que sempre amou.
Secando as lagrimas e ajeitando a bolsa sobre o ombro se viu em frente ao central park, um lugar que sempre lhe trouxe lembranças, mas naquele momento se transformou em um mar de lembranças, algumas amargas, ruins, mas muitas boas, perfeitas aos seus olhos. O único problema era que havia se proibido de mergulhar naquele mar, que a chamava mais a cada instante.
Anabella tentou se arriscar afinal tinha que voltar para casa e enfrentar as lembranças, enfrentar o que estava por vir.
Assim que chegou a casa Isabella correu para seu quarto a fim de tomar um banho para lhe tirar o stress que passará durante o dia, mas tudo não se passava de uma desculpa para se afastar do marido e do ranheto do seu filho.
Edward diferente de Isabella quando chegou foi logo atrás de Antonhy, seu filho com Isabella, mas que era bem diferente da mãe, ele era carinhoso e brincalhão com o pai, que sempre que havia um tempo livre ficava com o garoto, às vezes Edward estranhava a forma que sua esposa tratava o filho, mas ficava mais tranquilo ao perceber que o garoto não se importava.
– oi pequeno! – Edward disse assim que entrou no quarto azul de Antonhy e dispersava a baba para aproveitar um tempo com seu filho. Antonhy com seus dois anos de idade ainda não dava sinal algum de fala e isso preocupava Edward, mas sempre que comentava com sua esposa ela lhe dizia ser normal.
Ainda no banheiro, Isabella andava de um lado para o outro, irritada, enfurecida, pois suas ligações eram frustradas, não queriam atende-la e isso era o cumulo para ela.
Ela era Isabella Swan Cullen, todos caiam aos seus pés, ate mesmo a idiota da irmã, então por que a mesma não atendia ao telefone.
Sem pensar duas vezes Isabella irritada jogou com toda a força o celular que tinha nas mãos ao encontro da parede, fazendo com que o aparelho se quebrasse com o impacto.
– sua idiota! – gritou ela jogando os produtos do balcão do banheiro no chão.
O céu já estava escuro e Anabella continuava ali sentada aos pés de uma grande arvore no central park, ela olhava o grande gramado a sua frente que aos poucos foi ficando vazio, ate tudo ficar silencioso.
As lembranças haviam conseguido sufocar Anabella a fazendo parar e ficar observando o lugar por horas, ate mesmo seu telefone tocando não havia sido o bastante para tirara-la de tantas lembranças, seu rosto agora cansado pelo trabalho agora continha manchas das lagrimas que lavaram a culpa que sentia por tudo que tinha acontecido ate ali.
“– se você não me ajudar Anabella, pode ter certeza que vou fazer da sua vida e a do idiota do Cullen o maior inferno que conseguir”. As palavras da Irma rechicotearam em sua mente fazendo a culpa que sentia se intensificar, ela não conseguia entender o porquê de ter traído e mentido tão descaradamente, ainda mais para o homem que tanto ama.
– vamos Anabella, pare de chorar, ele ama a ela e não você! – disse a si mesma e saiu em direção a sua casa.
Naquela noite Isabella não desceu para o jantar e quando Edward subiu para seu quarto ele estava todo destruído e Isabella dormia tranquilamente.
Ele queria saber o motivo daqueles transtornos de raiva que sua esposa tinha, ela dizia que eram os remédios que tomava desde pequena, mas não entendia como um remédio podia fazer aquilo com uma pessoa.
Já era tarde da noite, mas Anabella não conseguia dormir, ficara deitada na cama rolando de um lado para outro,quando adormeceu teve um sonho que a fez acordar assustada, o suor colava o cabelo em seu rosto, mas foi por pouco tempo, aquilo já era demais pra ela.
Anabella levantou rápida e decidida, trocou de roupa, jogou uma água no rosto e pegando uma bolsa e o cassaco saiu para a rua novamente, dessa vez para um lugar só dela, seu refugio em meio a confusão da sua vida e de nova York, um lugar onde podia realizar todos os seus desejos e se entregar ao passado, as lembranças.
“Isabella andava diferente ultimamente e todos na casa de Edward e ate mesmo ele percebia isso logo que a viam, ela estava cada vez mais sorridente, tratava os empregados cada dia melhor, era carinhosa como nunca fora antes, mas isso não preocupava Edward, pelo contrario, ele ficava feliz, se sentia melhor, Isabella o faia melhor.
Naquela tarde Isabella havia ligado na empresa planejando um piquenique no fim da tarde no central park, só os dois para passarem mais tempo juntos, ele pensou em recusar, afinal tinha trabalho acumulado, mas com Isabella tão carinhosa daquela forma ele largaria tudo pela esposa, sempre fora assim.
Bastou Anabella desligar o telefone para o mesmo voltar a tocar estridentemente.
– alo!
– oi maninha!
– Isabella? – Anabella sentiu seu corpo estremecer, ela sabia o que a esperava sempre que recebia uma ligação de Isabella, sempre a pedindo favores que ela forçava a Irma a fazer ou ate mesmo para maltrata-la.
– oi belinha, queria saber como esta tudo na minha ausência? – Isabella tinha a voz fria como gelo e sempre com sarcasmo na voz.
– esta tudo como devia e você não devia me ligar! – Anabella sempre tivera medo de que fosse pega e não melhorava em nada a irmã ficar ligando em sua casa.
– isso é muito bom! – Isabella disse ignorando o pedido da irmã.
– o que você quer? – Anabella perguntou cheia de ansiedade, mas ainda tinha medo do que lhe podia ocorrer.
– esta ficando esperta! – Isabella riu, mas Anabella ficou em silencio esperando o que a irmã tinha a lhe dizer – vou ter que ficar por aqui mais uns seis meses e você vai ficar no meu lugar!
– não posso, tenho a minha vida, não posso continuar com isso! – Anabella esta exasperada, ela não podia ficar ali mais um dia se quer.
– você vai fazer o que eu quero ou se esqueceu do que eu posso fazer?
Anabella não ouvia mais as ameaças de Isabella, ela estava com a cabeça cheia de pensamentos, não poderia ficar mais seis meses e mentir sobre aquilo também, ela jamais envolveria alguém tão inocente no meio de toda aquela confusão, ainda mais esse alguém sendo uma criança.
– temos que nos encontrar ainda essa tarde, urgentemente! – Anabella disse e irritada Isabella concordou marcando o encontro no lugar de sempre”
A ansiedade era o maio problema de Edward aquela noite, o sono não vinha e quando adormecia era apenas cochilos com sonhos nada convencionais e que o deixavam cada vez mais preocupados.
Sem se preocupar com o horário ele se levantou trocou de roupa rapidamente e foi a garagem, preferiu pegar sua moto que a tempos não dirigia e ir para um lugar isolado de nova York.
Quando chegou a cabana abandonada em um lugar distante de nova York, ficou surpreso ao ver as luzes acessas, mas não se importou, mas algo o fez ficar em alerta pra qualquer movimentação.
“ – sempre que precisar pensar, venha pra cá eu vou sempre estar aqui pra lhe ajudar – Isabella lhe disse tocando seu peito, sobre o coração e sorrindo pra ele, ela a luz da lua Ra ainda mais bela e atraente do que nos dias de sol mais radiantes”
Ele se lembrou da frase da esposa e achou completamente impossível que a mesma estivesse ali, afinal ele havia saído de casa e a deixado dormindo tranquilamente.
O som das ondas batendo na praia era relaxante, trazia calma e aconchego a quem estivesse por ali, o som era de um chamado, um chamado de um amante para sua amada, pera ela se perder, se aconchegar, se sentir amada em seus braços, mas com as repetições cada vez mais altas podia se imaginar que sua amada estava longe demais para ouvi-lo.
A área estava quente e fofa e abafava o som de quem quisesse caminhar sob o luar, com o barulho das ondas e as sombras da noite, muitos não gostam da noite por causa da escuridão, mas e se for na escuridão que esta a salvação? A luz? E se a escuridão for à resposta para apagar de sua mente que tudo que você passou tudo que sempre achou ser a felicidade, a luz, não passava e uma ilusão, não passava de uma chama que lhe guiava ate onde você esta hoje?
A lua sempre pareceu ser a melhor amiga de Ana, pois bastava ela olhar para o céu para a escuridão da noite e lá estava ela, a lua, disposta a ouvir as lamentações e felicidades de Ana, sempre disposta a doar um pouco do seu brilho para Ana seguir seu caminho sem errar, não era a toa que seu esconderijo, seu refugio era em uma cabana abandonada perto da praia silenciosa.
Era para lá que fugia varias noites, fora ali que amara e se sentiu amada e sabia que podia ser ela mesma, sem se preocupar em ser encontrada por quem fosse.
– Isabella! – Anabella ouviu a voz que tanto lhe fazia se arrepiar, se sentir quente e protegida, a suas costas, mas não se virou para encara-lo, afinal ela não era Isabella. – Isa?
Edward tornou a chamar mais Isa não deu sinal algum de que o ouvirá então ele resolveu se aproximar e toca-la para ela o perceber ali.
Quando tocou seu ombro Isa se sobressaltou assustada, a corrente que por eles fez Edward ofegar, mas acabou sorrindo assim que viu o olhar da esposa, mas seu olhar era de assustada.
– me desculpe se lhe assustei! – Edward disse se sentando ao lado dela lhe puxando para um beijo, no qual ela virou o rosto em direção as ondas. Edward não entendeu o motivo de sua mulher lhe negar um beijo seu, ela nunca fizera isso, talvez ela estivesse chateada por tela encontrada.
– como chegou aqui tão rápido? – ele perguntou e Anabella se virou confusa deixando Edward também confuso.
Anabella se sentia angustiada, a lembrança que ela tanto tentará esconder, esquecer, fingir que jamais existiram a deixou perturbada e a presença de Edward não ajudava em nada.
– não devia estar aqui! – Anabella disse ainda encarando as ondas, ela queria sumir, fugir qualquer coisa seria melhor do que ter Edward ao seu lado pensando que ela fosse sua irmã.
– eu precisava pensar, por isso eu vim! – Edward disse e quando Anabella olhou ele ainda estava ao seu lado, mas agora olhava o céu com as poucas estrelas que o iluminavam e a lua que o banhava.
– mesmo assim! Você...
– por que esta tão rude ultimamente? – Edward perguntou interrompendo Anabella que tentava inutilmente afasta-lo dali.
– você nem mesmo olha Antonhy, ele sente sua falta! – Edward disse e se virou para Anabella que sentia seus olhos marejados, a culpa sobre seus ombros era demais para ela, ela queria correr dali, ir para sua casa e se esconder perto do guarda roupa e chorar como fazia desde a infância.
– eu não queria que fosse assim – Ana disse sincera, tudo que ela mais queria era não ter envolvido Antonhy nas mentiras de Isabella, mas ela não conseguira negar nada a irmã e ao medo que sentia.
– então demonstre que o ama! – Edward disse.
Anabella já chorava e Edward ficara surpreso pela reação da mulher, ele jamais vira Isabella chorar, ela sempre fora uma mulher forte – me desculpe Isa, eu não queria...
– pare de me chamar de Isa! – Ana disse irritada e logo se levantou da área, ela secara as lagrimas enquanto se afastava. Era o melhor que ela podia fazer afinal a irmã já tinha família, já tinha um marido que a amava, tinha um filho lindo e tudo o queria, ela não podia se meter nisso.
– espere! – Edward pediu enquanto a segurava pelo braço, novamente a corrente elétrica irradiou de ambos, fazendo com que Edward sorri se e Anabella bufou tentando se livrar de Edward, mas este era mais forte e a impediu de se soltar.
– por que esta diferente? – a curiosidade brilhava nos olhos verdes de Edward, ele queria saber por que a mudança em tão pouco tempo.
Hoje mesmo Isa estava sendo fútil e mesquinha como sempre fora, não ligava pra ninguém, destruirá o quarto sem motivo algum e agora aqui estava ela, frágil, carinhosa, apaixonante, era assim que Edward vira sua esposa agora.
– pare para pensar Edward, lembrasse como é sua esposa e olhe para mim, acha mesmo que eu poderia ser Isabella? – Ana perguntou, sabia que estava cometendo um erro, um erro enorme ao contar para Edward, afinal poderia ser presa, pois usurpou o lugar da irmã na família dela, tinha mentido sua identidade.... e tantas coisas mais.
– claro que sim, você tem os olhos os lábios, o rosto, o cabelo, tudo em você é a Isa, mas por que estamos falando disso Isa? – Edward disse enquanto acariciava o rosto que tanto amava o rosto em forma de coração com a pele branca como se não tomasse sol, os lábios vermelhos que sempre chamará sua atenção, que sempre lhe despertavam o desejo de beija-los, as orbes castanhas como chocolate que ele tanto amava e que tinha um brilho único o fazendo desejar mergulhar ali, e os cabelos, castanho avermelhados, tão sedosos e macios, como o perfume habitual de morangos que o levava ao delírio.
– estamos falando disso, pois sou bem diferente da sua esposa Edward! – Anabella disse se livrando dele que esta confuso com as palavras dela.
Será que minha esposa estava sofrendo delírios? Se sim teria que leva-la ao seu medico, afinal ele pagava o tratamento dela, para que ela não sofresse essas alucinações.
– Isabella...
– eu me chamo Anabella, Edward e não Isabella, sou parecida fisicamente com aquela que dizem ser minha Irma! – Anabella disse secamente, não lhe agravada ter a mesma aparência que a Irma, não se sentia confortável com tudo que essa aparência lhe trouxera.
– você esta tendo delírios...
– por que não acredita na verdade? – Ana perguntou, mas lá no fundo Edward sabia que aquela a sua frente não era sua esposa, Isa jamais se mostrara frágil, carinhosa, mas então.... Não Isa já havia sido carinhosa com ele, com sua família, na gravidez de Antonhy ela... A não ser...
As ideias e pensamentos de Edward eram confusas, se sobressaltavam e sobrepunham seus raciocínios.
– como isso é possível? – Edward perguntou sem acreditar no que lhe ocorria.
– eu sou Anabella Carlie Swan, irmã de Isabella!
– Isa não tem parentes, ela nunca falou de irmã, ainda mais gêmea.
– tem muita coisa sobre ela que você não imagina Edward! – Anabella disse e saiu em passos largos, ela não queria mais falar sobre aquilo e agora teria que tomar ainda mais cuidado em andar pela cidade. Se antes ela já se escondia agora ela fugiria dos Cullen igual o diabo foge da cruz.
Notas finais
Me digam o que acharam.
Beijos!
Fale com o autor