I Hate You, Don't Leave Me
3 Capítulo 3
Notas iniciais
Killian POV
Aquela semana começara muito bem para o meu gosto pois já numa segunda eu havia conseguido irritar Regina Mills, nós temos uma história complicada, nada muito importante para explicar agora, mas eu gostava de chamar sua atenção, mesmo se for a irritando. Mas estava bom demais para se verdade... Assim que cheguei em casa, minha mãe disse que tinha que conversar comigo e isso NUNCA era bom.
– Killian, como você sabe, faz mais ou menos 1 ano que eu me divorciei do seu pai e você sabe muito bem as razões que me levaram a fazer isso, não é? — eu assenti pois lembrava das traições que aquele ser, que dia ser meu pai — então, nesse período, eu reencontrei um ex-namorado do colégio e começamos a sair mais. E como estamos com um pouquinho de pressa no quesito "amor", ele me pediu em casamento... E eu aceitei.
Meu rosto estava se esquentando e eu estava vermelho de raiva. Minha mãe me olhava com toda a superioridade do mundo
– COMO ASSIM?! VOCÊ MAL SAIU DE UM CASAMENTO E JÁ VAI PARA OUTRO?! -eu praticamente gritava, mas ela nem reagia, o que dava mais raiva — ESSE HOMEM DEVE TER INSISTIDO MUITO PATA VOCÊ ME CONTAR TUDO, PORQUE, SE FOSSE POR VOCÊ, EU ACORDARIA UM DIA E VOCÊ ESTARIA NA LUA-DE-MEL
– SE ACALME — a voz dela preencheu o ambiente — Filho, você sabe muito bem o tipo de casamento que eu saí... E a decisão de contar, foi tomada por ambos...Eu só quero seu apoio, as também se não der, eu caso do mesmo jeito. Depois você me dá sua resposta......Ah, e nunca mais grite comigo novamente.
Ela foi para o escritório trabalhar, me deixando arrependido de gritar com ela pois sabia,que quando eu fazia isso, parecia com o meu pai.
***
Depois de um tempo escutando musica e terminando meu trabalho de história, fui até o quarto de minha mãe e bati na porta, entrando no quarto:
– Então, qual é a sua resposta? — perguntou ela
– Só quero que você seja feliz, portanto eu apoio — Ela deu um aberto sorriso, mas quando eu completei minha frase, seu sorriso fechou — Eu quero saber qual é o nome desse indivíduo
– Meu noivo é Henry Mills — ela disse confiante, mas esperando alguma reação — Agora vá dormir, já está tarde
Eu dei mia volta e segui para meu quarto pensando: "Henry Mills...esse nome não é estranho para mim" Deitei-me na cama, mas meus pensamentos não acabaram "Eu só conheço uma pessoa com o sobrenome Mills..." Então deu um estalo na minha cabeça e caiu a ficha , esse o motivo do mistério. Eu queria esclarecer tudo com minha mãe, mas eu acabei jogando algumas coisas contra a parede.
***
Durante a semana, eu quase não dormi pensando sobre o ocorrido e durante as aulas, eu me pegava encarando a Mills para ver se ela sabia que eu iria ser seu meio irmão, mas ela não tinha ideia e eu poderia fazer uma surpresinha no dia da festa de noivado
***
Quando cheguei à festa com minha mãe, verifiquei se Regina estava presente, mas aparentemente não, então eu fiquei no bar tendo uma ótima visão da porta e dos convidados.
No meio da festa, enquanto eu bebericava alguns drinks, minha atenção foi direcionada à uma figura latina de vestido preto longo, porém justo o bastante para marcar suas curvas, o que me fez ficar de queixo caído e a calça um pouco apertada. Quando meu olhar foi parar no rosto da pessoa, percebi que era Mills, que não havia me visto
Esperei até ela ir pro bar, o que não demorou muito, e a surpreendi dizendo as simples palavras :
– Olá irmãzinha — senti ela estremecer devida nossa proximidade.
Ela se virou com uma cara de espanto, até parecia que havia visto um fantasma, mas não me dei o luxo de rir naquela hora. Ela piscava algumas vezes e sua boca abria e fechava. Demorou u pouco até ela falar alguma coisa:
– O que você está fazendo aqui? — ela sussurrou, mas para si do que para mim.
– Estou no jantar de noivado da MINHA MÃE com o SEU PAI — eu não parava de sorrir
– Não, isso é impossível, você deve estar enganado — ela ainda estava na fase da negação — Meu pai não casaria com a SUA MÃE, isso seria um pesadelo
– Então pode ir acordando porque esse pesadelo se tornou real, Mills — gargalhei, mas com a minha atitude, o rosto dela ganhou uma tonalidade avermelhada(talvez mais vermelha que o batom que usava) e ela me empurrou para longe dela
– ERA POR ISSO QUE NINGUÉM ME CONTAVA NADA !! EU VOU SER OBRIGADA A CONVIVER COM ESSE GAROTO!! — nossos pais notaram que aquilo não acabaria bem, então o pai dela a carregou para o jardim, longe dos convidados, enquanto ela gritava — VOCÊS SÃO MENTIROSOS!! COMO VOCÊS PODEM FAZER ISSO COMIGO!! ME SOLTE!! — o resto da gritaria dela foi em espanhol, eu não entendia nada, mas sabia que não eram coisas bonitas.
Eu tentava controlar o riso, mas não adiantava nada. Minha mãe tentava controlar a situação dizendo "Os problemas já estarão sendo resolvidos" e depois me fuzilava com o olhar e apontando pro jardim. Então fui em direção ao jardim e pensando " Eu vou me fuder com isso, mas vai ser muito divertido"
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