I Hate You, Don't Leave Me

15 Capitulo 15 Editado!!!!


Notas iniciais
Estou de voltaaaa!! Obs: eu não revisei o capitulo, ok? Esse capitulo é meio chatinho, mas eu gosto e espero que gostem

Regina POV

Abri os olhos lentamente, me acostumando com a claridade do local. Demorou um pouco para eu perceber que não estava em meu quarto. Notei que um braço estava apoiado em minha cintura. Me virei para essa pessoa vagarosamente e me deparei com Killian. A princípio, levei um susto, mas lembrei da noite passada e pude me acalmar.

Levantei da cama sem fazer barulho e fui para o meu quarto. Depois de tomar banho, resolvi fazer o café da manhã.
Terminei de fazer as panquecas, tirei o café da cafeteira e, ao me virar para pegar o açúcar na geladeira, me deparei com Killian sentado na mesa da cozinha.
– AAAAAAH QUE SUSTO!! — gritei espantada
– Me desculpe. — ele disse rindo
– Se eu tivesse uma parada cardíaca, você ia ter que pagar um médico para mim! — falei um pouco chateada
– Se eu provocasse uma parada cardíaca em você, não seria desse jeito. — um sorriso malicioso enfeitava seu rosto, me fazendo ficar vermelha — Você ficou corada por causa dessa cantada? Que bonitinha.
– Para Killian, você já foi perdoado pelo o que você fez, não precisa me cantar. — falei, me recuperando da vermelhidão.
– Gata, me chama de passaporte que eu te faço viajar! — Killian piscou para mim sensualmente. Eu senti as minhas bochechas queimarem mais ainda. — Antes você estava vermelha, agora já está quase roxa.
– Você realmente precisa melhorar essas cantadas. — falei rindo da cara triste que ele fez.

Um silêncio desconfortável pairou no ar, então voltei terminar de fazer o café da manhã. Quando acabei, fui colocando as coisas na mesa aos poucos e Killian me ajudava.

Estávamos prontos para sentar e comer, quando ele me impediu me puxando para perto dele:
– Regina, eu preciso falar isso com você agora. Eu ia fazer isso depois de comer, mas eu não aguento.
– O que foi? — indaguei preocupada
– Precisamos conversar sobre ontem.
– Killian, eu já te perdoei. Não precisa se preocupar.
– Não é sobre isso, é sobre tudo que eu te falei ontem. — falou hesitante.
– Olha, eu não sei o que você quer dizer com isso. Você pediu desculpas e eu te perdoei, nada mais.
– Mas Regina...
– Mas nada, Killian! — cortei sua fala — Não aconteceu nada demais! Você estava bêbado e não dizia coisa com coisa. Você tem meu perdão e isso é suficiente. Além disso, você continua sendo o mesmo Jones que eu...

Fui interrompida por um beijo selvagem, o qual eu não demorei em corresponder. Killian colava seu corpo ao meu cada vez mais, enquanto minha respiração ficava falha. Para finalizar o beijo, ele me deu vários selinhos e nós separamos com sorrisos no rosto:
– Tem certeza que isso não é nada demais? — perguntou com um sorriso malicioso — Eu não estava completamente bêbado. Eu lembro de tudo, ou quase tudo... Mas eu sei o que eu disse e sei o que eu quero.
– O que você quer?
– Ser alguém especial para você. Eu lembro que eu fiquei com raiva ontem porque o August fazia você rir, estava do seu lado e dançando com você, enquanto eu era o babaca que invadiu a sua privacidade. Eu queria trocar de lugar com ele, mas eu sou o Jones que te menosprezou quando pequenos, sempre implicou com você só porque gostava de te ver brava. A propósito, eu ainda tenho esse fetiche porque você fica linda quando está zangada... Mas você fica mais bonita rindo.
– Killian... — tentei falar
– Será que eu consigo isso? — ele perguntou
Hesitei antes de responder, mas pensei bem, mas ao ver sua cara pidona respondi:
– Acho que sim, mas eu quero começar devagar para me acostumar com toda essa situação.
– Se for assim tudo bem... Só um minuto — disse ele saindo da cozinha

Me sentei na mesa peguei o café coloquei na xícara, pus adoçante e comecei a mexer, esperando esfriar um pouco. Então Killian volta parecendo que acabou de acordar, olha para mim, sorri e anda em minha direção dizendo:
– Olá, eu sou Killian Jones, filho da esposa de seu pai — falou como se não me conhecesse — e você é...
– Mills. Regina Mills. Prazer — retruquei entrando no jogo — a gente já não estuda juntos?
– Ah é!! Me esqueci!! Você é aquela latina bonitona!! Nós estudamos juntos quando éramos pequenos!!
– Pois é.... Quanto tempo a gente não se fala!! Se importa de se juntar a mim nesse desjejum preparado exclusivamente por mim?
– Não me importo nem um pouco. — disse ele se sentando e pegando uma panqueca e enchendo a xícara dele de café, leite e açúcar. Eu fiquei o observando enquanto ele dava uma mordida na panqueca. — REGINAAAAA ISSO AQUI ESTÁ DIVINOOOO!! VOCÊ DEFINITIVAMENTE VAI FAZER MAIS DESSAS PARA MIM.
– Só se você se comportar.
– Eu vou me comportar mamãe. — respondeu me fazendo rir
Dali para frente, o café da manhã foi muito divertido, Killian me lembrava de coisas que fizemos quando pequenos, eu não conseguia parar de rir das histórias dele.

Mais tarde, August me ligou preocupado, enquanto eu estava na sala vendo um filme:
– Regina, cadê você? Nem para dar satisfação para o seu bff.
– Eu to bem, ok? Acabei me resolvendo com o Killian.
– Vocês deram uns pegas né? Pode falar...
– AUGUST WAYNE BOOTH!!
– Eu sabia! Usaram camisinha!? Eu ainda não quero ver meus sobrinhos correndo pela casa!
– PARA!! Está tudo bem com você? Está machucado?
– Eu to ótimo! Pela primeira vez batendo num macho alfa e consigo ganhar a luta. Eu não to tão frágil assim não.
– Com esses músculos, frágil é a ultima coisa que você vai ser. — falei gargalhando
– Suas coisas estão aqui. Qualquer coisa você passa na minha casa amanhã depois do colégio e pega as suas tralhas.
– Tudo bem então. Estou desligando...
– Ok! Beijos
– Adiós!

Desliguei o telefone e voltei a ver o filme, quando Killian senta ao meu lado e fala:
– Eles não ficam juntos no final! Eles acabam vendendo a casa.
– Que?
– O casal do filme se divorcia definitivamente. Eu fiquei decepcionado com isso.
– VOCÊ ME CONTOU O FINAL DO FILME?
– Não acredito que você nunca viu "Separados pelo Casamento" — disse indignado
– NÃO!! — exclamei
– De qualquer forma, eu queria jogar Xbox e você vendo o filme não ia deixar. Mas você quer jogar comigo?
– Quantos anos você tem? Dez?
– NINGUÉM É VELHO DEMAIS PARA JOGAR XBOX!! — berrou ofendido
– Ok, calma. Eu vou jogar, mas você precisa me ensinar primeiro.

Killian me ensinou pacientemente como mexer no controle, como era o jogo e o objetivo do jogo: matar todos os zumbis que puder.

Ficamos muito tempo jogando Call of duty até a hora de almoçar, mas como nós estávamos com preguiça de fazer qualquer coisa demorada, fizemos sanduíches e bebemos com suco.

Depois do almoço, Killian estava jogando GTA, deitado no sofá:
– Qual o objetivo desse jogo? — perguntei observando o bonequinho só roubar carro e bater nas pessoas na rua — Virar um fora da lei?
– Na verdades, esse jogo tem vários objetivos, incluindo não chamar atenção da polícia, mas tem vezes que eu só gosto de perambular pela cidade.
– Entendi... Sabe de uma coisa?... Um dos meus maiores desejos é descumprir uma lei.
– Sério? Eu já fiz isso tantas vezes. Quer uma dica? Comece com coisas leves... Já usou o celular na aula?
– Já, mas não é desse tipo de lei, mas sim uma daquelas que você pode ser apreendido pela polícia, sabe... — falei pensativa — mas nada que afete a vida de alguém.
– Acho que eu posso realizar esse desejo seu...
– Como?
– Já foi em corrida de moto? Não é algo legalizado pelo governo.
– Nunca fui, mas tenho vontade. Eu tenho a minha, mas nunca fui à uma corrida.
– Então às 8h00 eu quero você pronta, vou te levar em uma corrida de moto. Não precisa ter medo, nunca fomos pegos e nós somos discretos. — disse sorrindo
– Serio!? Mas é bom mesmo?
– Você sente a adrenalina correndo pelas veias e a sensação de ser pego a qualquer momento é motivadora.

Fiquei animada e levantei avisando que eu ia me arrumar, mesmo faltando 4 horas para irmos para a tal corrida.

Notas finais
GENTEEE!! Eu tive que mudar uns fatos aqui, pois sem querer eu publiquei o rascunho ao invés do capitulo!!!!!!