Notas iniciais
Hello!! Desculpem a demora mais uma vez. Eu demorar pra postar tem se tornado frequente né e.e Enfim, to quase me desdobrando pra escrever e blahblah. Aquilo q vcs já sabem. Bom, obrigada Mia World pela recomendação na primeira temporada! Recomendação tão fofa, linda aw ♥ Capítulo dedicado a vc, anjo! Boa leitura a todos :3

- Então, né, gente… — Disse pra quebrar o gelo.

- Tá fazendo o que aqui? — Simon perguntou pro Lucas, me ignorando totalmente. Sinto que estou no meio da terceira guerra mundial.

- Estávamos conversando até você chegar e atrapalhar.

- Ah, eu atrapalhei? Você chegou que nem um intruso no meio da gente. Tá falando o que?!

- Não tenho culpa se você é covarde.

- Pelo menos não fui rejeitado.

- HEY! Parem de berrar no meu ouvido, por favor! — Berrei e eles soltaram um muxoxo. — Por que demorou? — Perguntei olhando pro Simon.

- Minhas notas caíram. Professor ficou enchendo o saco. — Lucas riu com deboche. — Tá rindo de que, palhaço?

- Você se acha melhor do que os outros, mas na verdade é um otário. — Simon levantou e eu entrei na frente, me levantando também.

- Pelo amor de Deus! Barraco em público não. Se vocês continuarem e até se a coisa ficar realmente séria, eu juro que não olho mais pra cara de vocês! — Simon sentou. Lucas se levantou, murmurou um “tchau” e foi sentar em outra mesa. — O que deu em você?

- Não. O que deu em você pra falar com ele?

- Simon, ele é meu amigo.

- Você falava a mesma coisa antes daquele cinema. — Apoiei meus cotovelos na mesa e meu rosto nas mãos. Eu to tentando achar a paciência que eu não tenho.

- Sim, mas aquela vez eu gostava do Lucas. Isso não vai mais acontecer.

- Certeza?

- Se você continuar enchendo o saco, vai acontecer! — Olhei pra ele. — Sério, só estávamos conversando.

- Não gosto dele.

- Ah, jura? — Ri. — Eu sei. — Ele pegou na minha mão.

- Ele ainda tá te rondando.

- Suas amiguinhas também.

- Não ligo pra elas.

- Elas estão olhando pra cá. — Disse olhando disfarçadamente pra um grupinho de meninas do segundo ano.

- Elas sempre olham. — Ri. Não era mentira.

- Ahn… Simon, você gosta do Caribe? — Ele riu. — Tá rindo de que?

- Espera, você perguntou sério?

- É lógico. Virei retardada agora?

- Sempre foi. Mas ahn… gosto.

- Então… Você podia desistir da viagem pra Los Angeles. — Ele ficou olhando pra mim confuso. Até que parece que uma luz acendeu naquela cérebro lerdo.

- Você vai pro Caribe?! — Ele perguntou quase tendo um troço. — Que tipo de pais resolvem passar o ano novo no Caribe?!

- Qual o problema com o Caribe?

- Bebidas, mulheres, sexo… — Revirei os olhos.

- Depende da onde você vai.

- É né, seus pais casaram em Vegas. Só aí já dá pra ver que não são normais.

- Simon! Enfim, você vai?

- Não sei. Eu… Sua mãe tem que falar com a minha.

- Eu sei.

- Eu quero muito passar o ano novo com você.

- Você vai?

- Ahn… Vou.

- Não senti firmeza, Simon.

- Eu vou, Sophie.

- Se não quiser, tudo bem.

- Eu quero. Tudo bem, Los Angeles é perfeito. Mas Caribe é mais. Ainda mais porque você vai tá comigo. — Sorri sentindo minhas bochechas corarem.

POV Jenny

Aqui estou eu batendo na porta da casa do Simon. Isso é quase uma prova de amor a Sophie, já que a mãe dele não vai com a minha cara desde a vez que eu perguntei de quantos meses ela estava, sendo que era gordura. Não tenho culpa.

- Ah, é você. — Ela disse com um sorriso irônico. Oushe.

- Eu preciso falar com você.

- Sobre o Simon e a Sophie, suponho. Entra. — Entrei e fomos pra sala. Nos sentamos no sofá. — Por incrível que pareça, com ela, Simon tem juízo. Apesar da sua filha ter um fogo maior que o normal.

- O seu filho que quase não aguenta ficar sem uma relação entre homem e mulher! E eu não vim falar disso.

- Hm…

- Bom, vamos passar o ano novo fora. Então, Simon pode ir junto?

- Pra onde?

- Caribe.

- Você tá me pedindo pra deixar meu filho ir sob sua responsabilidade pro Caribe?

- Ele ia pra Los Angeles sem nenhum adulto por perto…

- Quando vocês saem?

- Dia 30 de dezembro.

- Hm… Pelo menos eu acho que seu marido tem juízo. — Revirei os olhos. Eu vou dar nessa velha!

- Oi, tia Jenny! — Simon disse quando chegou sei lá de onde.

- Oi, meu bem. Falei com a sua mãe sobre o Caribe.

- Ah… Então? — Ele perguntou.

- Tenho que falar com o seu pai. — A velha disse.

- Bom, eu já vou indo. — Disse me levantando. — Tchau, gente. — Simon abriu a porta pra mim e eu voltei pra casa.

(…)

- Odeio a sua sogra. Só pra avisar. — Disse assim que a Sophie entrou na cozinha, onde eu comia uma salada de frutas.

- Que sogra? Não tenho sogra. — Ela disse abrindo o armário.

- Ela é estúpida. — Sophie deu de ombros.

- Ela deixou, pelo menos?

- Disse que vai falar com o pai do Simon primeiro. Ela deixa o menino ir com nenhum adulto por perto pra Los Angeles e não deixa ele viajar com a gente, que somos uma família? Absurdo!

- O tio vai deixar. Ele sempre deixa.

- Aquela vadia! Só porque eu perguntei se ela estava grávida. Isso é motivo pra não gostar de alguém?

- É, mãe. — A voz da Sophie saiu abafada por ela estar com a cara dentro da geladeira.

- Tu é uma traíra! — Ela me olhou.

- Mas o que eu fiz?!

- Ficou do lado dela.

- Não fiquei, não!

- Tudo bem. Eu supero. — Ela olhou pra mim e não disse nada. Pegou uma lata de coca e um pacote de salgadinho.

- Tá parecendo uma louca. — Ela disse antes de sair da cozinha.

- Olha aqui, garota, louca é a sua vó paterna!

(…)

- Ai, tá gelado! — Disse quando o médico passou o gel na minha barriga. Ainda mais que hoje tá frio.

- Só mais dois meses, Jenny. — Bateram na porta e o Jason entrou.

- Deu um problema no trabalho. Desculpa o atraso. — Ele disse e sentou em uma cadeira que tinha do lado da maca. A ultrassom foi a mesma coisa de sempre. Tá tudo bem, desinchei um pouco… Fomos almoçar, já que eu tinha que estar em jejum antes da ultrassom.

- O médico disse que tudo bem, já que, na viagem, ainda vai faltar um mês pra ela nascer. — Disse depois que fizemos os pedidos.

- Então, vamos. Mas, no máximo, cinco dias.

- Tudo bem. Minha mãe já viu na internet os preços. Eu achei que ficaria mais caro.

- O ruim é que a gente não vai poder aproveitar muito.

- Como assim?

- Nós… Paraíso… Um quarto… — Revirei os olhos rindo.

- Idiota.

- Mas totalmente sexy. — Ri.

- Eu, gorda como estou, sou mais sexy que você.

- Só acho que não. Só acho.

- Shiu! — Ele riu. A comida chegou e eu quase comecei a devorar o prato de fome. — Ui! — Disse e o Jason me olhou.

- Que foi?

- Senti uma pontada.

- Na barriga?!

- É. Ai! Ô menina! — Disse olhando pra baixo. — Ela só tá chutando. Mas tá doendo pra cacete.

- Será que tá na hora?

- Não, Jason. Realmente só foi uma pontada.

- Mas tão forte assim?

- É. — Peguei a mão dele e coloquei na minha barriga. — Ó, ela tá chutando ainda.

- Acho que teremos uma atleta na família. — Ele disse sorrindo. Sorri também.

- Nem ficou feliz né.

- Não, imagina… — Ele disse irônico, me fazendo rir. — Mariah vai ser uma jogadora de futebol.

- Pelo jeito, ela vai jogar melhor que você.

- Nasci pra jogar basquete, não futebol.

- Até porque, se você resolvesse ser jogador de futebol, trabalharia como açougueiro.

- Tá muito zoera hoje, Jenny.

- Melhor parar. To sabendo…

- E sabe o que tem amanhã né?

- Sei. Dia de jogo. Já vou avisando que não to com saco pra ouvir gente berrando no meu ouvido.

- Eles vão ter consciência e não vão fazer muito barulho. — Sei… Aham… Jason vai ser o primeiro a gritar. Tenho certeza.

Notas finais
Eu tenho reparado q faz um tempo q o Charles não aparece 3 No próximo ele vai dar o ar de sua graça. Bye! :3