Notas iniciais
Ooi, gente! Já tava com saudade de ganhar recomendação! Obrigada, Gabi R! Capítulo dedicado a vc, anjo! Muito obg! Boa leitura a todos :3

*LEIAM AS NOTAS FINAIS. É IMPORTANTE!*

TODAY IS MY BIRTHDAY! Antigamente esse era um dia tão agradável e perfeito. Nesses últimos anos só me faz lembrar das rugas que surgem nos cantos dos meus olhos. Triste… Fora que eu ainda tenho que acordar cedo pra trabalhar.

- Sabe que dia é hoje? — Jason sussurrou no meu ouvido enquanto ainda estávamos deitados. Eu estava de costas pra ele.

- Sei. — Respondi sorrindo.

- Te ligo se eu virar vice-presidente da empresa.

- Como é, Jason Turner?! — Ele riu.

- Eu estava brincando contigo. Feliz aniversário. — Ele disse ainda sussurrando e um buque surgiu na minha frente. Me virei pra ele.

- Obrigada! — Disse sorrindo. Ele se inclinou pra me beijar. — Sem nojeira. Tenho que escovar os dentes ainda. Já te beijo. — Levantei e fui pro banheiro. Quando saí, ele ainda estava deitado. Me joguei na cama e beijei o Jason.

- Vamos sair pra jantar hoje. — Ele disse me abraçando e fazendo carinho na minha cintura.

- Você adora me levar pra jantar.

- Mas é lógico. E eu comprei um presente pra você.

- O que é?

- Depois você vê. — Ele dizia no meu ouvido.

- Quero ficar o dia todo assim. Deitada aqui. — Ele sorriu. Bateram na porta e eu pedi pra entrar. Não podia ser outra pessoa a não ser a Sophie.

- Feliz aniversário! — Ela disse enquanto colocava uma bandeja de café da manhã do meu lado na cama.

- Você tiraram o dia pra me mimar, é isso? — Perguntei rindo.

- Você merece. — Jason disse. Awn! — Não derrubou nada na escada, Sophie?

- Não. Por que?

- Isso é um milagre, já que você subiu carregando a bandeja.

- Nossa, que graça. Bom dia pra você também, pai. — Ela disse irônica. — Eu vou me arrumar. — Sophie pegou cortou um pedaço do cacho de uvas e saiu comendo.

- Você ajudou? — Perguntei pra ele sobre a bandeja.

- Só dei dinheiro pra ela comprar as coisas.

- Não acredito que ela fez suco!

- Nem eu. — Jason disse rindo. — Bom, tenho que me arrumar. — Ele disse olhando pro relógio na cabeceira da cama.

- Não! — Passei um perna e um braço por ele.

- Vamos almoçar juntos.

- Daqui a horas!

- Quer almoçar as 07h00 da manhã?

- Sophie tem razão. Você tá cheio de gracinha.

- Passo pra te pegar na hora do almoço. E também quando der 18h00 e vamos direto pro shopping.

- A gente não só ia jantar?

- Vamos dar uma volta. Por que não? — Dei um selinho nele.

- Ok. Eu vou comer enquanto você se arruma, então. — Me desgrudei do Jason e liguei a televisão num filme qualquer, enquanto comia.

(…)

- Feliz aniversário! — A secretária do meu chefe disse com um bolinho pequeno nas mãos. Havia uma vela minúscula em cima do bolo.

- Obrigada! — Juro que não aguentava mais falar isso. Foi pra moça do caixa da padaria, o padeiro (like Peeta. Jesus!), o moço do posto de gasolina, minha mãe, Robert, Simon e a Angel. Fora o Jason e a Sophie!

- É, isso aí, Jennifer. Muitos anos de vida e aquela coisa toda. — Meu chefe, meigo, disse.

- Obrigada. — Resmunguei virando os olhos. Assoprei a vela do bolinho. Cortamos em três pedaços, já que era minúsculo, e eu fui pra minha sala. Senti um negócio na barriga e sorri. Na hora liguei pro Jason.

- Já tá com saudade de mim? — Ele perguntou assim que atendeu.

- Ela chutou! — Disse ainda sorrindo.

- Sério?! Doeu?! Foi muito forte?! Não era só gases? — Revirei os olhos.

- Lógico que não eram gases, seu idiota! E doeu um pouco só.

- Então não foi forte?

- Minha filha não é uma jogadora de futebol, Jay. — Podia imaginar ele revirando os olhos rindo.

- Mas pode ser. Nunca se sabe. Sophie jogava comigo.

- Sophie é quase um menininho. — Disse rindo.

- É… Tenho que concordar. Charles disse que comprou uma roupinha. — Tive que rir.

- Não imagino ele entrando numa loja de nenéns e escolhendo alguma coisa.

- Disse isso pra ele. Ele falou que eu penso que ele é um canalha. O que digamos que não é mentira. — Ri de novo. — Amor, eu tenho uma reunião agora.

- Tudo bem. Até mais tarde.

- Até. Te amo.

- Eu também. — Desliguei.

(…)

- Ai, Jay. — Briguei com ele quando ele me puxou pra dentro de uma loja no shopping. Depois do trabalho, ele foi me buscar e viemos pra cá.

- Eu queria te mostrar! Olha que bonitinho pra por na cozinha. — Olhei com a testa franzida pra ele.

- Passou no boteco pra beber antes de ir me buscar?

- Óbvio que não, Jenny. Por que?

- Desde quando você se interessa pelas coisas da casa? Te conheço, meu filho.

- Vai falar que é feio? — Ele perguntou segurando um arranjo de flores nas mãos. Realmente, era lindo.

- Não é feio. Mas tu tá estranho.

- To normal. Vai querer? — Ele apontou pro arranjo.

- Não… Não vou ter onde colocar. Eu to com fome.

- Então, vamos. — Ele deixou o arranjo e pegou na minha mão de novo. — Pensei em pedir um fast food. — Olhei pra ele.

- O que tá acontecendo, Jason?

- Nada.

- Você deixando eu comer fast food sendo que eu to grávida? Desde quando isso?

- Eu quero chegar cedo em casa. Hoje o trabalho me cansou. E subway é um fast food saudável.

- Sei… — Falei ainda desconfiada. — Vamos então. — Fomos até a praça de alimentação. — Vou guardar uma mesa pra gente. Só não pega aqueles lanches cheios de mato, por favor. — Ele riu.

- Ok, Jenny. — Me sentei em uma mesa. JESUS! Eu preciso tirar esses sapatos. Bom, ninguém aqui vai olhar pros meus pés, então… Sabe quando você fica horas apertada pra fazer xixi? A sensação de tirar um sapato fechado depois de horas é a mesma. Me senti na libertação dos escravos.

Depois de uns minutos, Jason veio com duas bandejas. Uma em cada mão. Ele colocou na mesa e depois se sentou.

- Obrigada. — Disse sorrindo.

(…)

- Achei que a gente ia jantar. — Disse irritada já dentro do carro. Entendam meu lado: é meu aniversário e o cara me leva pra comer fast food. Se não fosse o pai das minhas filhas, juro que eu matava o Jason.

- Ué, tu não jantou? Com pão de 30 centímetros ainda. — Bufei.

- Cala a boca, Jason. — Ele riu. Jason estacionou o carro na frente de casa e entramos. Quase morri quando acendi a luz e brotaram seres humanos berrando “surpresa" na minha frente.

- Jesus! Vocês vão me matar do coração! — Eles riram. — Apesar disso e de você terem rido da minha cara de susto, isso foi meigo.

- Parabéns, querida! — Minha mãe disse me abraçando. — Jason conseguiu te enrolar?

- Ela queria me bater! — Ele falou se defendendo.

- Jason me levou pra comer fast food! Absurdo!

- Pelo menos agora tem bolo! E aquela hora que eu te puxei pra loja do arranjo, era porque a Sophie e o Simon estavam saindo da doceria com o bolo. Alias, eles podiam ter pego o bolo de tarde.

- Eu estava ocupada com as coisas aqui em casa. E mandei fazer uma salada de frutas, mãe. — Sophie disse. — Você não pode comer salgadinho. — To cansando disso. Juro.

- Então vamos direto pro bolo! — Disse e todos comemoraram.

- Comprei uma roupinha pra neném, Jenny. — Charles disse conseguindo passar pela povo que me encurralava na porta ainda.

- Obrigada, Charles.

- Espero que não seja tão chata quando essa aí. — Ele indicou a Sophie com a cabeça e eu ri.

- Também espero.

- Mãe!

- Não menti.

- Eu já disse: tenho dó dessa criança! — Simon gritou lá do fundo e eu ri de novo.

- Bom, eu quero bolo! — Falei.

- Sophie, traz as velas! — Minha mãe gritou pra ela enquanto trazia os bolos.

- Já tá aqui. — Minha mãe acendeu e cantaram parabéns pra mim. Mais um ano de vida… Pelo menos eu ainda posso mentir a idade.

*LEIAM AS NOTAS FINAIS. É IMPORTANTE!*

Notas finais
Bom, se algum cap estiver confuso, me falem. Tive um problema com She Will Be Loved. Descobri ontem q o Nyah cortou mais da metade de quase todos os capítulos. Ainda bem q tava na começo. Se alguém lê, eu repostei a fic. Aqui o link: http://fanfiction.com.br/historia/394904/She_Will_Be_Loved/ E desculpem por isso. Xoxo! :3