I Hate That I Love.
5 Capítulo 5.
Notas iniciais
mais ta ai um capítulo, mt legal ( ou não)
beijos ♥ boa leitura...
Meu pé ainda doía um pouco. Decidi ficar no meu quarto, ate conseguir apoiar o pé no chão.
Ouvi algumas batidas na porta e gritei para entrar.
- Ta pronta ?. — era Bernardo.
- Pronta pro quê garoto idiota ?. — perguntei.
- Para ir na fisioterapia comigo. — ele respondeu.
- Não, eu não vou Bernardo. — falei.
- Você, vai sim. — ele retrucou.
- Não. — afirmei.
Bernardo não deu a mínima ele me pegou no colo, como um homem na idade da pedra e me levou ate o carro, os possíveis xingamentos que vinha na cabeça eu gritava para Bernardo, ele não respondia nada, nem me chamava de chata, idiota ou alguma coisa, ele apenas ria.
Chegamos na clínica e foi atendida pelo Doutor José, ele fez algumas perguntas e começou a sessão.
- Valeu em Bernardo. — falei no meio da sessão.
- Seu namorado ?. — o médico perguntou.
- Não. — respondi imediatamente. — nunca vai ser meu namorado.
O médico ria com as idiotices que Bernardo fazia.
Finamente acabou a sessão e eu poderia voltar para casa, antes de sairmos da clínica o médico falou que eu poderia voltar a andar perfeitamente em 4 semanas se eu fosse diariamente para a fisioterapia, o que era bem impossível.
- E como está o pé ?. — Bernardo perguntou já no carro.
- Melhor. — respondi. — Pra tua sorte.
- Por que pra minha sorte ?. — ele começou a rir.
- Porque você foi tipo um ogro, um cara das cavernas quando me levou a força para a fisioterapia. — respondi.
- Eu né ?, você que prefere ficar sem ganhar o campeonato de patinação à aceitar minha ajuda. — ele retrucou.
- Não prefiro ficar sem ganhar o campeonato, só não quero sua ajuda. — falei.
- O que ?, por que você não quer minha ajuda ? você me odeia tanto assim ?. — ele pareceu triste.
- Não, minha decisão não tem nada a ver com eu gostar ou não gostar de você, só não acho certo sabe. — respondi.
- Tão tá, eu vou te fazer uma proposta. — ele falou.
- Ai, qual é ? agora você quer pagar minhas roupas, meu dentista. — comecei a rir.
- Não, não é isso Cris. Eu não vou te dar o dinheiro para a fisioterapia eu vou te empresta e com o dinheiro do campeonato você me paga. — ele propôs.
Pensei por um tempo, ate que não seria uma má ideia, meu orgulho não seria abalado.
- Vai Cris aceita. — ele pedia.
- Ta, Bernardo, ta bom. — aceitei.
E sem querer ou querendo Bernardo me beijou, eu retribui o beijo, e ficamos nos beijamos dentro do caro, na chuva com trânsito.
- Bernado, você está maluco ?. — afastei-me dele.- Você namora a Débora, ou fica com ela. — falei.
- desculpa. — ele falou.
Ficamos o caminho inteiro sem trocarmos uma palavra, Bernardo me levou ate meu quarto e foi embora, peguei uma roupa qualquer e fui tomar meu banho, queria contar para Nanda oque aconteceu no carro, mas só amanhã, eu estava tão cansada que só queria dormi loucamente.
Acordei com uma disposição absurda e não conhecida por mim, me troquei o mais rápido possível, queria pedir carona para ir à escola e a pessoa escolhida era Bernardo, ele aceitou para minha alegria ou não,ele estava muito feliz.
- Nanda meu amor você não sabe o que aconteceu. — falei, pulando feito uma louca.
- Você e Bernardo saíram nos tapas e ai como desculpas ele te trouxe de carro. — ela sorria.
- Engraçadinha.- resmunguei.- Eu fui obrigada à ir com Bernardo na fisioterapia e quando estávamos voltando para casa, ele me beijou. — falei.
- Cris, de novo ?. — Nanda perguntou espantada.
- Sim. — respondi.
Antes que Nanda fosse falar que eu estava apaixonada por Bernardo, Livramento chamou todos os alunos dos 3 anos para conversa.
— Meu queridos alunos. — ele sorrio irônico. — Como Beto assumiu a culpa do ocorrido com Cristiana, vocês não irão para o acampamento nesse feriadão, mas como Beto assumiu que foi ele, vocês só irão quando Cristiana ficar recuperada.-
Todos os alunos começaram a reclamar com Beto, graças a Deus Livramento fez alguma coisa que realmente presta-se naquela escola.
As aulas passaram voando, Bernardo se ofereceu à me levar para a fisioterapia, eu bem que queria que ele me leva-se, pegar ônibus lotado não era a melhor opção.
- Cristiana, apesar de ser seu segundo dia na fisioterapia, você reagiu bem ao tratamento, continue assim. — Dr. José falou.
Uma mulher entrou na sala e pediu a ajuda do Doutor.
- Ajude aqui essa garota. — o Doutor falou para Bernardo.
Bernardo pegou o meu pé e eu fazia o mesmo movimento, eu forçava meu pé, era o movimento que o médico mandou fazer. Bernardo me olhava com outros olhos, me olhava com um olhar preocupado e ao mesmo tempo feliz, eu ate tentei não o olhar do mesmo jeito, mas não deu. Bernardo provocava situações diferentes dentro de mim.
- Bom, a sessão acabou por hoje, volte sempre em Cristiana. — o médico entrou na sala.
Agradeci ele pela ajuda, e fomos para o carro, Bernardo começou a falar sobre Carol e Débora e aquilo me irritava, ele só sabia falar de Carol e Débora, como eles se divertiam e bla bla bla, as vezes pensava que ele fazia isso para me irritar ou deixar com ciúmes, mas qual é ? eu odeio Bernardo Oliveira.
Notas finais
beijos i ate o proximo ♥
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