I Hate That I Love.
13 Capítulo 13.
Notas iniciais
tudo bom ?
(amanhã não tem aula, coisa milagrosa né ? :3, devemos mandar um grande ''salve'' para o meu diretor do nome estranho : BERALDO ♥).
tá ai mais um capítulo... beijos amo vocês.
Eu já não sentia tanta raiva de Débora, só sentia desprezo, ela não precisava ter sido tão baixa e podre como ela foi, com certeza ela tinha outras maneiras de tentar tirar Bernardo de mim. O barulho de um galho batendo na minha janela acabou com meus pensamentos, eu quase dei gritos de alegria quando vi o tempo, finalmente frio. Me levantei com um pouco de preguiça e fui ao banheiro, demorei no banho por que queria sentir as gotas quentes passeando pelo meu corpo.
Bia já estava na escola, como seria um dia de prova na escola, eu entraria um pouco mais cedo, seria um ótimo motivo para conversa com meu pai, depois que comecei a namorar Bernardo eu nunca mais me sentei para conversa com ele.
- Cris, e como vai seu namoro com Bernardo ?.-
- Bem. — respondi. — Obrigada.
Meu pai começou a desviar o olhar, ele não conseguia me encarar, ele parecia querer pergunta alguma coisa... alguma coisa que o deixava muito desconfortável.
- Cris, você..., você... — ele suspirou. — você já dormiu várias vezes na casa de Bernardo e eu queria...
Aquele momento era constrangedor, o ''senhor'' Alberto nunca falava comigo sobre aquele assunto, ele nunca tocava no assunto afinal... nunca dei motivos mas agora..
- Você e Bernardo já... já...vocês usaram... ca — ele gaguejava.
- Eu sou virgem ok ?. — o interrompi.
Vi um grande alivio vindo do meu pai.
- Agora eu vou embora ok ?. Bernardo está me esperando, beijos. — dei um beijo na bochecha dele e sai.
Bernardo já me esperava no carro, seu cabelo estava completamente bagunçado, Beto estava com ele, os dois pareciam sonolentos, com certeza devem ter passado a noite toda falando de meninas, peitos e sexo.
- Bom dia meu amor. — dei um selinho em Bernardo. — e Bom dia Beto.
Beto acenou com a mão e eu comecei a rir.
- Pronta ?. — Bernado sorriu.
Assenti com a cabeça e retribui o sorriso.
Durante todo o caminho, Beto reclamava da sua dor de cabeça, Bernardo reclamava dos gritos de Beto e eu apenas ria com a situação.
- Se animem, hoje tem prova. — falei.
- Que ?. — Beto abriu os olhos. — Prova ? quem falou em prova ? quem vai dar prova ? que história é essa de prova ?.
Balancei a cabeça negativamente.
- Prova de Química e Biologia, seu tonto. — Bernardo respondeu.
- Química, Química, essa química é filha da mãe, em. — Beto reclamou.
Beto ficou com a cara mais revoltada de todas, eu já não sabia se ria da cara dele ou das contantes reclamações sobre as provas.
Beto saiu do carro e fui falar com alguns amigos, Bernardo não me deixou escapar, ele me enchia de beijos e mimos.
- Vai hoje a tarde na minha casa ?. — ele cochichou no meu ouvido.
- Talvez. — respondi.
Bernardo sorria.
Ele me acompanhou ate a sala, toda a turma foi separada, infelizmente Beto ficou na minha sala, junto com Rafa e Gabi, os três sentaram-se bem próximos a mim. Durante todo o tempo de prova, Beto e Rafa faziam suas palhaçadas, eu e Gabi não conseguíamos nos concentrar, os dois contavam suas piadas nada a ver mas bem interessantes naquele momento, o Professor várias e várias vezes chamava nossas atenções, mas nada funcionava Beto e Rafa realmente estavam inspirados aquela manhã.
Consegui termina minhas provas, passei algumas resposta para Beto que não entendia nada sobre a prova, ele dizia que ela estava escrito em grego.
Sentei com Gabi em um dos bancos da escola, ela me contou sobre o novo blog que ela fez, o novo blog da escola, ali ela contaria de tudo, romance, paquera, babado, briga e blá blá blá, tudo que acontecia em uma escola.
- Como foram as provas de vocês ?. — Nanda se aproximou.
- Horrível e engraçada, Beto e Rafa não paravam de contar piadas. — Gabi respondeu. — e a sua ?.
- Horrível, mas só horrível. Débora choramingava pelos cantos e insistia em falar com Bernardo que só à deixava na bola, no final, Bernardo discutiu com Débora e ela ficou quieta. — Nanda respondeu.
- Ótimo, é disso que ela precisa. — falei.
[...]
Estava no quarto de Bernardo, como sempre Beto estava lá com sua nova namorada ou ''peguete'' como ele dizia. A menina era Manu, do 2 ano, ela era ate que simpática mas nada animador como as outras que Beto tinha apresentado. Manu era um pouco baixa, tinha adoráveis covinhas e um cabelo bem legal, mexas vermelhas e castanhas com um enorme cabelo preto, sem falar nos seus olhos, não eram tão verdes quanto os meus, mas estava quase lá.
- A gente bem que podia sair em grupo. — Bernardo sugeriu.
- Ótima ideia. — Manu acrescentou.
Beto encarou Bernardo, queria fuzilar o pobre coitado do meu namorado, não tão coitado..
- É melhor não, eu tô bem cansadona e quero aproveitar um tempinho a sós com meu namorado sabe... — falei.
Beto me olhou, seu olhar demonstrava o tão grado ele estava por minha ideia de interromper tudo.
Beto cochichou alguma coisa com Manu e os dois saíram do quarto.
- Pô, Cris você bem que podia ajudar, queria quebrar a cara de Beto sabe... — Bernardo me abraçou.
- Não, eu não podia, coitado do seu amigo Ber. — retruquei.
Bernardo começou a beijar meu pescoço e iniciou um longo beijo, passei minhas mãos envolta do pescoço de Bernardo e fiquei acariciando sua nuca. O beijo estava tão bom que com certeza aconteceria alguma coisa que ia nós impedir de terminar, e esse ''alguma coisa'' era Clarinha, ela entrou correndo no quarto e soltou um ''eca'' quando viu eu e Bernardo nos beijando.
- Ber, você tem que descer... tem alguém lá querendo te ver. — ela estava ofegante.
Bernardo olhou confuso para Clarinha mas logo assentiu, ele me puxou escada a baixo, mesmo em batendo meu pé que queria ficar no quarto dele. Chegamos na sala e tinha uma mulher lá, a mulher começou a chorar quando viu Bernardo, ela estava tão emocionada, Dona Lília à encarava com frieza.
- Filho... — A mulher abriu os braços e abraçou Bernardo.
Como assim filho ?, a mãe de Bernardo não era Lília, ou era o que eles me diziam, Bernardo estava mais confuso que eu, ele olhava para mim e voltava a olhar para a mulher... ótimo, eu estava curiosa e queria saber essa história de ''mãe''.
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