I Hate That I Love.
24 Capítulo 24
Notas iniciais
Boa leitura garotada.
Laurinha estava chorando mais um vez, ela nunca foi de chorar e agora chorava feito louca,aquilo estava me deixando louca.Peguei Laura no colo e dei de mamá,gulosa.Era 7:00 horas da manhã e essa princesa querendo mamar. Laura mamou ate 8:00 e voltou a dormi. Eu já não conseguia dormi, hoje eu estaria indo para o apê que comprei bem perto daqui, não demora nem uns 10 minutinhos, eu queria ficar o máximo possível perto de meu pai, já que infelizmente ele cuidaria de Laurinha.
– Minha filha então, vai morar sozinha ? — Meu pai entrou no quarto.
– É... sua filha e sua neta. — respondi.
Ele sorriu.
– Como foi chegar aqui e encontrar Bernardo ?.
– Foi aceitável. — respondi. — Lília já havia me contado, mas é logico que me surpreendi. Bernardo tinha tantas outras escolhas, várias meninas atrás dele e foi logo casando com essa daí.
– Cris, olha para mim e fala foi mesmo aceitável ?. — Meu pai me encarou.Foi, se eu estou falando que foi, é porque foi, mesmo que o coração não aceite isso.
– Foi. — o encarei.
Meu pai meio que aceitou minha resposta, ele dizia que me conhecia muito bem e sabia que eu não estava tão aceitável. Arrumei as coisas de Laurinha, hoje ela iria ficar com Bernardo, eu iria no apartamento resolver algumas coisas que precisavam.
– Aqui tem tudo, leite, roupas caso ela se suje e brinquedos. Ela não gosta muito de calor e nem de muito mimo, então não force a barra com ela. -Entreguei uma mala para Bernardo. — Se ela chorar, você se vira, consegue ganhar todas na lábia, com ela não vai ser diferente.
Bernardo riu. Dei um último beijo em Laura e entrei no carro,maldita hora que esse apartamento revolve ficar pronto.Não durou quase nada, como eu disse, era bem próximo dali. O porteiro chamava 'Antônio'. Ela barbudo e parecia ser legal, entregou as chaves e falou de todas as senhoras mais chatas do prédio. Eu ia morar no 5 andar,elevadores bonitinhos que vão ajudar minha vida.O apartamento era enorme, enorme demais para uma pessoa e meia, mas era o que eu queria, os moveis já estavam todos lá, ate no quarto de Laura,adoro decoradora.
Eu estava na porta do apê, como a última moradora acabou falindo e ficou revoltada a porta não fechava rapidamente, só que desta vez a porta estava me irritando, ela não queria fechar e nem muito menos abrir, eu já estava ficando sem esperanças com a porta, eu já queria bater nela.
– Quer ajuda ?. — Uma voz apareceu atrás de mim, me virei para ver quem era. Um homem do meu tamanho, olhos verdes, branquinho, musculoso, seus cabelos era meio moreno, meio loiro apareceu.
– É-é-é, a porta não está de bem comigo — falei.
Ele sorriu e veio me ajudar. A porta fechou numa boa com ele,portas não gosta de mulheres.
– Então você é a nova vizinha ?. — ele sorriu.
– Conhecida por Cristiana. — retribui o sorriso.
– Prazer, Arthur. Qualquer coisa é só aparecer aqui na frente ou gritar meu nome já que eu moro na sua frente.
Lindo e engraçado. Obrigado mesmo.
– Ah, claro. Bom, eu tenho que ir, adorei lhe conhecer. — sorri.
Eu agradeci mais uma vez e fui para o elevador,vizinhos bonitos de ótima qualidade, eu aceito.Eu estava tarando o vizinho que acabei de conhecer quando a porta do elevador se abriu, era Débora ?cachorras não são permitidos aqui, se eu me lembre.Ela ficou espantada quando me viu.
– Cristiana agora vivendo em um prédio de luxo ?. Nossa. — ela provocou.
– É. — respondi. — Eu só não sabia que se permitia cachorras aqui.
Antes que Débora retruca-se alguma coisa, eu sai do elevador. Era ótimo sentir aquela sensação, Débora nunca conseguiu me derrotar com as palavras e não seria agora.
Eu tinha que procurar meu 'novo fotografo', Ricardo Pianssi. O Flávio tinha me indicado para ele e ele meio que me aceitou. Era bem divertido esse lance de fazer fotos, book e essas coisas, quem sabe aquilo abriria uma nova porta para mim já que eu não sabia o que eu queria. O estúdio do Flávio enorme, várias modelos famosas já passaram por lá devido as fotos pregadas na parede, Ricardo pelo visto era gay, só tocava música da madona ou Beyoncé e eu conseguia ouvir alguém cantando, melhor gritando na última sala. Entrei lá e todos os olhos se voltaram para mim, eu não sabia se corria ou me apresentava.
– Cristiana né ?. — Uma mulher perguntou.
Assenti com a cabeça.
– Peeeer-fei-tá. — Um homem apareceu, era Ricardo.- Flávio mais uma vez fazendo escolhas certas.
Sorri para ele.
– E você já fez escolhas certas ?. — ele perguntou.
–Nem sempre, as vezes erro as escolhas.– respondi.
A mulher negra e estupidamente perfeita me entregou algumas roupas o nome dela era Daiana, era ela que cuidava de tudo por Ricardo.
– Não se preocupe... ele é louco assim mesmo. — Ela sorriu.
– É... eu amo pessoas loucas.
– É.. ate você conhecer o Ricardo Pianssi. Ele é loucamente louco. As vezes dá vontade de mata-lo.
– As vezes da vontade de levar para casa né ?. — perguntei.
– É... da mesmo. — ela respondeu.
Coloquei uma roupa, era um biquíni,engravidar faz bem, eu fiquei tipo, muito sexy com aquilo.Fui ao encontro de Flávio e ele praticamente pulou de alegria quando me viu. As fotos foram bem exaltantes, era para um programa de tv. Ricardo adorou meu corpo, meu cabelo, meus olhos, minha cintura, definitivamente tudo, ele não parava de falar o quanto eu era bonita e o quanto ele precisava de mim.
– Volta aqui amanhã ?. — ele perguntou.
– Tenho outra escolha ?. — perguntei com um tom suave.
– Não. — ele sorriu.Eu quero colocar você no meu desfile e se for preciso matar alguma das outras modelo, eu mato. Eu quero você.
Ricardo e Diana me agradeceram mais uma vez pelas fotos.Acho que já arrumei alguma coisa para domar meu tempo.O que era bem interessante era que ninguém lembrou de mim. A família Oliveira era conhecida por todos e no nosso meio tempo de namoro eu fiquei muito conhecida pela mídia,morar no interior outra ótima opção.Peguei meu carro e voltei pra mansão. Bia e Clarinha estavam com Laurinha enquanto Bernardo observava tudo.
– Como ela se comportou ?. — perguntei.
– Bem. Ela não chora, não faz nada. — ele respondeu.
– Você quer que ela se pareça com o pai ? que não fica quieto ?.
– Bem que deveria. Ela é minha filha, deveria agir que nem o pai.
– Sair por ai, pegando todos né ?. — ironizei.
– Não é para tanto também. — ele respondeu.Bernardo Oliveira sente ciúmes da filha, que coisa maravilhosa.
Notas finais
Imaginem um gay bem louco = Ricardo ♥33
beijos ate o próximo ♥
Fale com o autor