Notas iniciais
Desculpa a demora é que eu to cheeeeeeeeeia de problemas!
Mas to de volta com um capítulo novinho para alguém ai que esteja lendo, não acredito que sejam muitos mas aqui tá o capítulo.

Acordei em uma sala branca, alguém segurava fortemente a minha mão, quando virei o rosto para ver quem era vi Gerard.

–Você acordou!- ele disse, aparententemente feliz.

–Onde eu estou?

–No hospital, você desmaiou e eu te trouxe aqui.

–Obrigada.

–Você não tem se alimentado direito, né?

–Verdade.

–Por isso você desmaiou. Coma isso- ele disse, me estendendo algo que julguei ser chocolate.

–O que é isso?- perguntei, dando uma mordida.

–Chocolate.

–Hum...

–Pelo visto, a partir de agora, eu vou ter que cuidar de você e me certificar de que você está comendo direito.

–Virou babá Way?

–Só estou preucupado com você.

–Valeu.

Tenho que cuidar do que é meu.

–E desde quando eu sou sua?

–Desde que eu disse.

–Tá senhor Way, vá sonhando.

–Então vou te conquisar.

–Como se você conseguise isso.

–Nada é imposivel.

–Ok, como quiser.

–Vou falar com a enfermeira para saber quando você vai poder sair daqui.

–Ok.

Ele saiu e eu fiquei esperando, alguns minutos depois ele entrou acompanhado de uma enfermeira, que me examinou.

–Você vai ter que passar a noite aqui.

–Tudo bem.

–Agradeça ao seu namorado, se ele não tivesse te trazido, poderia ter acontecido algo mais grave.

–Não, ele não é meu namorado.- disse, corando.

–Desculpa.

–Tudo bem.

Ela saiu e me deixou sozinha com Gerard.

–Não sou seu namorado até agora.-ele disse, convencido.

–E nem nunca vai ser.

–É oque você pensa.

–É o que eu tenho certeza.

–Se engane mesmo, Sophie.

–Pense o que quiser Gerard.

–Pequena Sophie, por que é tão dificíl para você admiter que me ama?

–Porque eu não gosto de iludir as pessoas.

Ele se sentou ao meu lado, pegou na minha mão e começou a fazer carinho nela com o polegar.

–Eu vou ficar essa noite aqui, com você.

–Não presisa.

–Eu insisto.

–Então, tudo bem.

–Você parece triste, confusa, houve alguma coisa?-ele perguntou.

–Não- “claro que sim seu idiota, eu simplesmente não sei o que sinto por você” pensei- Eu estou bem.

–Não, você não está bem, mas se você não quer me contar... Mas se um dia precisar desabafar estarei aqui.

–Obrigada.

–Mudando muito de assunto, o que você “aprendeu” sobre mim?

–Que você tem um irmão, pais ausentes por conta de trabalho, sua avó morreu quando você era pequeno, e desde a morte dela você não canta, você adora o parque onde fomos e é viciado em café.

–Ok.

–E você o que aprendeu sobre mim?

–Você é Inglesa, foi abandonada pelo seu pai,não tem irmãos,compõe e canta bem e odeia muito que falem da sua altura.

–Tudo certo. Mas se você sabe que eu não gosto que falem da minha altura, por que vive zuabdo dela?

–Porque é legal te irritar.

–Valeu-falei irônica, dando um tapa no ombro dele.

–E além de baixinha é fraca.

–Falou o fortão-disse rindo ironicamente.

–Sou forte sim, eu te trousse até aqui no colo. Que aliás, é o sonho de qualquer garota da escola- disse ele, rindo.

–Não o meu.

–Tá bom vou fingir que acredito.

–Você bem que queria que esse fosse o meu sonho né?- perguntei rindo

–Verdade- legal, por essa eu não esperava-Mas um dia você ainda será minha, nem que para isso eu tenha que morrer.

–Tá legal...

–Não, é sério, e você vai ser minha, um dia.

–Perca as esperanças.

–Eu sou paciente, vou te esperar.-ele disse rindo para mim- Mas agora acho melhor a gente dormir.

–É mesmo, tem certeza que vai ficar bem aí no sofá?

–Vou sim, boa noite sua baixinha irritante.

–Boa noite seu idiota.

E depois dessas palavras cai no sono.

Acordei em uma sala branca, alguém segurava fortemente a minha mão, quando virei o rosto para ver quem era vi Gerard.

–Você acordou!- ele disse, aparententemente feliz.

–Onde eu estou?

–No hospital, você desmaiou e eu te trouxe aqui.

–Obrigada.

–Você não tem se alimentado direito, né?

–Verdade.

–Por isso você desmaiou. Coma isso- ele disse, me estendendo algo que julguei ser chocolate.

–O que é isso?- perguntei, dando uma mordida.

–Chocolate.

–Hum...

–Pelo visto, a partir de agora, eu vou ter que cuidar de você e me certificar de que você está comendo direito.

–Virou babá Way?

–Só estou preucupado com você.

–Valeu.

Tenho que cuidar do que é meu.

–E desde quando eu sou sua?

–Desde qu eu disse.

–Tá senhor Way, vá sonhando.

–Então vou te conquisar.

–Como se você conseguise isso.

–Nada é imposivel.

–Ok, como quiser.

–Vou falar com a enfermeira para saber quando você vai poder sair daqui.

–Ok.

Ele saiu e eu fiquei esperando, alguns minutos depois ele entrou acompanhado de uma enfermeira, que me examinou.

–Você vai ter que passar a noite aqui.

–Tudo bem.

–Agradeça ao seu namorado, se ele não tivesse te trazido, poderia ter acontecido algo mais grave.

–Não, ele não é meu namorado.- disse, corando.

–Desculpa.

–Tudo bem.

Ela saiu e me deixou sozinha com Gerard.

–Não sou seu namorado até agora.-ele disse, convencido.

–E nem nunca vai ser.

–É oque você pensa.

–É o que eu tenho certeza.

–Se engane mesmo, Sophie.

–Pense o que quiser Gerard.

–Pequena Sophie, por que é tão dificíl para você admiter que me ama?

–Porque eu não gosto de iludir as pessoas.

Ele se sentou ao meu lado, pegou na minha mão e começou a fazer carinho nela com o polegar.

–Eu vou ficar essa noite aqui, com você.

–Não presisa.

–Eu insisto.

–Então, tudo bem.

–Você parece triste, confusa, houve alguma coisa?-ele perguntou.

–Não- “claro que sim seu idiota, eu simplesmente não sei o que sinto por você” pensei- Eu estou bem.

–Não, você não está bem, mas se você não quer me contar... Mas se um dia precisar desabafar estarei aqui.

–Obrigada.

–Mudando muito de assunto, o que você “aprendeu” sobre mim?

–Que você tem um irmão, pais ausentes por conta de trabalho, sua avó morreu quando você era pequeno, e desde a morte dela você não canta, você adora o parque onde fomos e é viciado em café.

–Ok.

–E você o que aprendeu sobre mim?

–Você é Inglesa, foi abandonada pelo seu pai,não tem irmãos,compõe e canta bem e odeia muito que falem da sua altura.

–Tudo certo. Mas se você sabe que eu não gosto que falem da minha altura, por que vive rindo dela?

–Porque é legal te irritar.

–Valeu-falei irônica, dando um tapa no ombro dele.

–E além de baixinha é fraca.

–Falou o fortão-disse rindo ironicamente.

–Sou forte sim, eu te trousse até aqui no colo. Que aliás, é o sonho de qualquer garota da escola- disse ele, rindo.

–Não o meu.

–Tá bom vou fingir que acredito.

–Você bem que queria que esse fosse o meu sonho né?- perguntei rindo

–Verdade- legal, por essa eu não esperava-Mas um dia você ainda será minha, nem que para isso eu tenha que morrer.

–Tá legal...

–Não, é sério, e você vai ser minha, um dia.

–Perca as esperanças.

–Eu sou paciente, vou te esperar.-ele disse rindo para mim- Mas agora acho melhor a gente dormir.

–É mesmo, tem certeza que vai ficar bem aí no sofá?

–Vou sim, boa noite sua baixinha irritante.

–Boa noite seu idiota.

E depois dessas palavras cai no sono.


Notas finais
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