I Dont Need You
21 Monstro Demoníaco!
Antes de nos juntarmos, dei uma olhada rápida para ver o que Elda estava fazendo.
Ela estava congelando tudo em volta dela, logo depois ela cortava o ar e o que estava congelado sumia.
Me virei para Fire, para lembrar de algo bom antes de começar a verdadeira guerra. Fire, novamente, virou uma chama relusente em meio a tanto caos.
Eu me inclinei para perto de sua forma.
– Boa sorte... — Ele sussurou em meu ouvido antes de se juntar a mim.
– Eu não preciso de sorte... Eu tenho você. — Eu falei e logo depois ele se juntou a mim.
Aquilo doia. Não era como na outra dimensão.
Parecia estar enfiando uma faca na minha barriga e ao mesmo tempo sentia algo me fazendo cócegas.
Aquilo era terrível! Você estar sofrendo e não poder demonstrar isto.
Eu soltei um grito abafado. Aquilo chamou a atenção de Elda e ela se virou em minha direção.
A dor parara, e eu estava com a mesma sensação de antes de morrer.
Eu tomei a mesma forma de antes, cabelos loiros esvoaçantes, pele bronzeada, olhos azuis escuros, armadura mais forte e eu segurava um cetro de ouro nas mãos.
– O que você pensa que está fazendo?! — Elda gritou de longe. — Eu vou matar os seus pais e seu querido irmãozinho se você não parar! — Ela gargalhava, mas estava muito desesperada.
Eu pensei em erguer o cetro e fazer um ataque, mas minha visão se apagou e eu não via nem ouvia mais nada.
Narrador's POV
Fire tinha á avisado antes de se juntar á ela. Ela tinha que se manter forte, não perder o controle, mas ela não sabia como fazer isso e quando ia acontecer.
Fire e Sabina não estavam mais naquela forma humana, poderiam estar em qualquer lugar, mas aquela forma humana estava oca. Com apenas um objetivo. Salvar "sua" família.
– Você... Deve morrer... — Aquela forma se referiu a Elda, sem expressão nenhuma. — Ataque primeiro. — Ela disse e abaixou a guarda.
– Você vai ver só! Fica me rebaixando! Sua pirralha! — Elda não sabia, mas provavelmente um demônio maníaco ocupara o lugar da "pirralha", que imaginava ser em sua mente.
Elda correu em direção do corpo e o cortou o máximo de vezes que pode e recuou guardando a espada na bainha.
– Chama essa espada de afiada?! — (Chamaremos ela de Sabina, mas sabem que não é ela se manifestando no corpo.) Sabina disse rindo alto.
– Espere... Você vai cair nessa duas vezes? Que idiota! — Elda disse e começou a rir ainda mais sarcásticamente.
– Minha vez... — Sabina ia avançar, mas percebeu que seu corpo ardia. Ela olhou para baixo e milhões de cortes pequenos e fundos estavam espalhados por todo seu corpo.
Ela começou a se bater, aquilo ardia, ela não sabia o que era a dor. Nunca havia sentido.
– Esperava mais de você... — Elda disse rindo.
Sabina começou a ficar com muita raiva, seus músculos e veias estavam saltados e destacados na pele. Uma chama muito forte e quente se formou em torno de seu machucados.
– AAAHHHHH! — Ela gritou com força e raiva e liberou ainda mais chamas.
Segundos se passaram e ali não havia mais nenhum corte. Era como se nada tivesse acontecido minutos atrás.
– Minha vez... — Ela disse gélida e partiu para cima de Elda.
Neste momento os olhos de Elda se arregalaram, ela não teve nenhum reflexo, não coneguiu se defender ou contra-atacar.
Sabina levantou o cetro calmamente e encostou na cabeça de Elda, que estava paralisada esperando pelo pior.
– O que vai acontecer?! — Elda perguntou com tom de puro medo.
– Espere e verá... — Sabina disse e ficou a observando, esperando sua arte se terminar.
Quando Elda estava se levantando, uma bomba explodiu apenas ao seu redor de seu corpo e subiu com o fogo e a fumaça 1 quilômetro a cima.
Sabina ouvia ela gritar de dor e se rebater, implorando para a matar de uma vez. Mas ela estava gostando, deixou ela mais um tempo e logo depois Elda morreu de desidatração.
– Chamas do inferno... — Sabina falou sorrindo para o céu que agora estava cinza.
Tudo em volta estava pegando fogo. Parecia mesmo o inferno. Mas Sabina não percebeu que alguém a observava desde o começo da batalha.
Alguém saiu correndo de dentro de alguma das casas e parou em sua frente.
– O que está fazendo?! — Pether perguntou apavorado.
– Quem é você? — Sabina perguntou apontando o cetro discretamente, sem que ele percebesse, em sua direção.
– Sou eu! Pether! Não se lembra?! — Pether falou eufórico.
– Lembrar do quê? Você também está ameaçando a "minha" família? — Ela perguntou e em seguida segurou a gola da camiseta de Pether e o deixou suspenso no ar, sufocando-o.
– Sou eu, Pether, seu vizinho... Como. Não se. Lembra? — Pether perguntava nas pausas em que conseguia ar para poder respirar.
– Eu não me lembro, apenas isso. Eu vou comprir a minha missão. E você está me empedindo disso! — Sabina disse expressando raiva.
Ela o soltou e ele começou a respirar rispidamente.
Pether percebeu que não era mais Sabina naquele corpo. Ela não expressava mais nada. Apenas raiva. Seus olhos só brilhavam quando viam alguém sofrer.
Pether tentou fugir, mas Sabina o segurou pelo braço e o puxou rispidamente para trás.
Ele saiu voando e foi contra a parede de sua casa. Ela foi rapidamente até ele e o sufocou com o seu cetro.
Ela sorria. Estava feliz. Seus olhos quase imploravam para que Pether gritasse e demonstrasse dor.
Ela viu que Pether estava aguentando mais do que devia e começou a socar sua barriga e seu rosto.
Depois de 5 socos, Pether estava sangrando por todo o rosto e tronco.
– Sabina... A verdadeira... Que está viva lá no fundo... Volte, eu sinto a sua falta. — Pether disse e logo em seguida Sabina deu um soco muito forte no estômago de Pether, que o fez vômitar sangue.
Ele ficou inconciênte, estava quase morrendo, estava perdendo muito sangue.
Notas finais
Eu quero saber o que estão gostando, se estão gostando e se falta alguma coisa!
Obrigada Xx
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