I Can Do

3 Não devemos confiar em todos


Era como andar no céu sem nunca cair, eu via campos. talvez, o futuro.

Jack estava em um balanço em meio a um campo, balançava e Balançava, com asas brancas nas costas junto com a camiseta branca. sorria. eu tentava me aproximar. algo me empedia. e ele ria quando eu tentava e balançava o dedo " não, não". Outra vez apareceu no mesmo campo comigo. e quando eu ia falar ele colocava o indicador na minha boca "shh" e fazia com a boca. eu queria beija-lo. ele se levantava e deixando as asas... novamente. expostas e dava "tchauzinho" com a mão.

Na outra vez estava sozinha, carregando uma coisa pesada. e olhei o bolso do meu jeans, era uma pena preta. e Jack aparecia, desta vez,sério.e com asas negra desta vez. e finalmente sussurrou:

– você seria capaz de aceitar a verdade ?

e acordei. estava cheia de aparelhos. e olhei o meu redor. no hospital.... quanto tempo eu estive aqui ? olhei para janela já era de noite. e me levantei com dificuldade e me arrastei até a saída do hospital. Alguma coisa estava me guiando para casa, e eu não sei dizer extamente o que é.

Ela deveria estar aqui, afinal se ela saiu do hospital, já deve ter visto meu bilhete, e ter vindo pra cá. vejo uma figura encapuzada vindo em minha direção e vejo as roupas do individuo, com certeza é ela.

– Eu Sinto muito...

– Foi você ... que me fez ficar assim ? – ela fez uma menção com as mãos para o corpo.

– Por que acha que foi eu ?

– Por que você estava comigo na montanha russa... você viu se alguma coisa me atingiu. ?

– Olha eu não vim aqui para falar do acidente, não com você, Mary...

Ela olhou com espanto e o boné caiu, junto com o campuz.

– Como... ?

– Alice não consegue não olhar nós meus olhos. e a fisilogia dela é melhor que sua. Ela ainda está no hospital ?

– Não é dá sua conta.

– Vou considerar como um sim.

e parei em frente a recepcionista do hospital e olhei nós olhos dela.

– Preciso ver a paciente do quarto 54, não deixe ninguém entrar..

– Não vou deixar ninguém entrar...

– Obrigado.

e para minha surpresa. ela não estava no quarto. corri na recepcionista, agora não mais hipnotizada.

– Rapaz o que você estva fazendo lá dentro ? o horário de visitas já acabou.

– A Paciente do quarto 54 sumiu!

– O QUE ? – ela pegou o telefone – A Paciente que residencia o quarto 54 sumiu! equipe do segundo andar procurem-na...

antes de eu ouvir o resto disparei em meio a avenida, e arriscado usar a minha velocidade normal perto de humanos, mas não me importo. onde ela está ?

Cheguei em casa. Ufa, minha bancadinha de mármore. eu chego e me jogo na cama, tomo um banho e visto meu jeans. e deço. preciso achar Mary, ela não atendeu o telefone quando liguei. será que rolou algo de errado? enfiei a mão no bolso de trás como de costume. e senti uma... pena ? retirei a pena do meu bolso. meio quando para ser de um pássaro, e lembrei do meu sonho. Jack... ou Mary... quem devo procurar? com certeza Mary, que pergunta idiota! saio e vejo que um carro está estacionado na garagem. e tem uma cartinha presa a porta.

" Filha eu sinto saudades, chegarei em breve, enquanto isso, um presentinho"
se um "presentinho" dela é uma BMW imagina o presente.

entro e vejo que as chaves estam no porta luvas. e ligo o carro, eu já tinha carteira, graças a minha certidão que diz que eu tenho 18 anos. apesar de eu ser 3 anos mais nova. e zarpei a procura de Mary.

Cheguei no Jardim na casa de Alice, bati na porta. ninguém atendeu, tendei entrar, trancada. olhei para a janela do quarto dela no 2º andar e vi que estava aberta saltei, e fui parar lá observei o local... a calça jeans não estva mais lá, Mary não estava o jeans dela quando veio me enganar... Ela realmente saiu do hospital, não era mentira deles então...

descendo até a cozinha encontrei um bilhetinho.

" Mary se chegar aqui, eu estava te procurando. me liga se você chegar aqui. eu volto"

– então ela foi atras da Mary.

peguei o telefone. e liguei

– Alô ? Mary ?

forcei um Uhum com o máximo de voz fina que consegui.

– Já volto pra ai.

e desligou. bem, foi mais fácil do que eu pensava. Quando eu menos esperava, Mary entrou na casa, tirando o Moletom de Alice e jogando no sofá e leu o bilhete e pegou o telefone. deixei sem sinal,.

– Ah, droga! ela já deve estar vindo pra cá mesmo.

então eles sabiam. e la entrou pro quarto e pegou o celular e ouvi a conversa.

– Oie. hum... você está no bar ? ... quem é Clauncey ? tá bom me conta depois. te espero aqui, na SUA casa.

Clauncey ? isso não é sinal. sai da casa e passa na minha para pegar minha moto e vou para o bar... se o Clauncey está envolvido é pior do que eu pensava...

Bom, Mary está em casa, ela pode esperar. Pois Clauncey é legal demais para eu ir embora agora.

– Alice quero te monstrar uma coisa...

quando meu celular toca.

– desculpa.. Alô

– Oie.

– Tudo bem, eu vou pra ai em 5 minutinhos...eu estou no bar... talvez demore

– Você está no bar ?

– Sim, com um amigo novo, Clauncey. ele é legal, simpatico.

– ... quem é Clauncey ? tá bom. me conta depois.

– Ok...

– te espero aqui, na SUA casa.

– Tchau, MARY! – Me viro para Clauncey – desculpa, de verdade. onde vamos ?

– Primeiro entre no meu carro. senhorita.

– (risos) Obrigada.

entro e Clauncey entra logo depois no banco de motorista. e ele chega perto, muito perto.

– eh... preciso fazer uma ligação. 2 minutos.

Chego e vejo o carro de Clauncey, quando começo a vançar meu telefone toca.

– Jack...

– Oi... pode me ajudar ?

– Alice ?

– Sim, eu estou perto daquele bar, e bem, minha compania não se tornou algo agradável. pode vir me buscar ?

– Claro.

– você está aonde ?

– No bar onde você está.

– Eu não estou no bar, estou do lado de fora... mas, Obrigada. vem logo.

– Tá bom.

e avanço e vejo ela entrando no carro e me procurando. Clauncey sorri para ela e avança, eu o sigo.

Ele põe a mão na minha coxa, e sorri com a minha aprovação, a mão dele está segurando minha perna com tanta força que acho que nem mesmo um soco ou um tapa faria ele largar. os cabelos loiros dele caem no rosto e olhos castanhos brilham de desejo no escuro. nunca me senti tão arrependida. ele chega mais perto e mais perto, eu quero gritar mais minha voz não sai. quando uma luz forte vem no retrovisor. uma moto, preta. um rapaz de jaqueta da cor da moto e uma camiseta branca, retira o capacete e bagunça os cabelos escuros e os olhos azuis brilham junto com o farol,Jack... nunca fiquei tão feliz por ver ele. Clauncey por outro lado parece que não ficou nem um pouquinho feliz, retorceu o rosto. e bufou quando Jack ficou do lado do carro.

– Quanto tempo Clauncey...

– Jack!

– desculpa intrometer mais está garota não gostou da sua presença! – Ele empurrou a moto na porta de Clauncey e o carro foi pro lado, meu sinto soltou. e ele retribuiu eu me segurei e ele deu um giro 180º na pista e eu não aguentei. e não sei como, mais passei pela janela de Clauncey e me vi esborrachando no chão quando na verdade cai no colo de Jack.

– O QUE VOCÊ PENSA QUE ESTÁ FAZENDO JACK ?

– ah Clauncey, desculpa novamente mais está aqui já tem anjo da guarda.

Anjo.... anjo... notei quando estava indo para o bar o colar com pinguente de asas. liguei para rick para perguntar se tinha sido ele. negou. e Mary odiava me dar acessórios. só podia ter sido Jack. enquanto estava no hospital. ele olhava sério pra Clauncey quando colocou o capacete em mim e contonou a pista e continou a dirigir. nem pude me sentar direito, fiquei como se ele estivesse me carregando só que entre ele e o volante da moto.

– Você deu sorte, eu estava muito perto.

– Obrigada.

– De nada.

– Eu queria fazer isso á semanas – retirei meu capacete e ele gritou

– EI! É PERIGOSO...– e eu o beijei. ele ficou com os olhso arregalados e eu fechei os meus e senti a moto diminuir a velocidade até parar. e ele começar a retribuir. não acredito.. ele me afastou

– andar sem capacete.

– então por que você pode ?

– eu só quero sua segurança. não ligo com a minha.– e eu envolvi o rosto dele com uma de minha mãos

– eu Ligo.

ele me ignorou e continou a dirgir até chegarmos na minha casa.

– Até amanhã na aula de biologia.

– Até... – Admito que é burrice mais eu queria um beijinho de despedida.

– finalmente garota! onde você estava ?

– eu disse,no bar...

– Olha ou eu fiquei com muita cera no ouvido ou você confudiu os nomes.

– como assim ?

– aquela moto é do Jack, e não do Clauncey, a não ser que seja gêmeo dele. e você estava no colo dele.

– Desculpa, mãe. – disse sentando na bancada – mais o Clauncey estava desagradável e eu chamei o Jack.

– Ah e ele é uma otima compania.

– o que quer dizer com isso ?

– você nunca se perguntou como você ficou 3 dias desacordada ?

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.