I Am a Ghost
2 Capítulo 2
.Nicolle: Ô porra!!!
.Gerard: AAAAHHHHHHHHAHHHHHHHAHHHHHH!! – levou uma da mão ao peito, como que obrigando ao seu coração à não saltar pela boca..Nicolle: Quem... Quem é você? O que faz aqui?.Gerard: Acho que a pergunta é quem é você, e o que você faz aqui!.Nicolle: É o meu apartamento!.Gerard: Ta bom. Brinca. Mas, não escangalha o brinquedinho..Nicolle: oÔ.Gerard: O que você quer? Tem nada de bom pra roubar aqui não..Nicolle: Eu não quero te roubar! Eu moro aqui..Gerard: Isso é impossível. Porque eu moro aqui..Nicolle: Eu aluguei esse apartamento!.Gerard: Como alugariam um apartamento ocupado? Ta loca?.Nicolle: Meldelz! Eu mal chego e já tem essa!.Gerard: Essa qual?.Nicolle: Essa! Me aplicaram um golpe!.Gerard: Que?.Nicolle: Alugaram pra nós dois!.Gerard: Claro que não!.Nicolle: Como não?.Gerard: Eu moro aqui há dois anos!.Nicolle: Isso é impossível, meu caro..Gerard: Não, não é. Todas essas coisas são minhas. Minhas coisas, meus móveis..Nicolle: OO’ Mas... então?.Gerard: Quer ver, olha essa caneca... Mas a voz de Gerard ficou parada no ar. Pois, na hora em que ele ia abrir a porta do armário da cozinha, a mão dele simplesmente atravessou-a..Gerard: Whatahell...?.Nicolle: AIMELDELZ! Você é bisso! É bisso mamãe!!o/ Nicolle saiu correndo para o quarto, onde se jogou embaixo dos lençóis da cama, como que para se esconder..Gerard: Que bicho que nada!.Nicolle: Sai de mim alma das trevas! –faz sinal da cruz com os dedos-.Gerard: Que alma das trevas! Tu é mesmo muito doida!.Nicolle: A sua mão atravessa as coisas e EU é que sou muito doida?.Gerard: Er... Eu acho que sei o que aconteceu... Vamos ao hospital comigo?.Nicolle: Hã?.Gerard: Vamos ao hospital comigo? Eu só quero ter certeza..Nicolle: Depois você vai embora?.Gerard: Não sei..Nicolle: Odeio incerteza. Mas vamos.Nicolle pegou o casaco e foi seguida de Gerard. Donald estava no quarto do filho, e observava a lentidão com que seu peito se levantava a cada respiração fraca. Já havia três semanas que Gerard estava em coma. Donna se levantou da cadeira dura de plástico onde estava acomodada, e chegou perto da cama do filho. Acariciou-lhe o rosto pálido e frio enquanto lágrimas rolavam por sua face..Donna: Tenho medo de que ele nunca mais acorde....Donald: Ora, Donna. Claro que ele irá acordar! Não podemos ser pessimistas! Ele pode acordar a qualquer momento..Donna: Ou pode nunca mais acordar....Donna segurou a mão do filho, enquanto Donald apertava-lhe o ombro.
Notas finais
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