I Am With You After The Pressure
2 Capítulo 1
Gerard
Sai do trabalho e fui à casa de Frank, os pais dele não estavam em casa, então nós sempre ficávamos juntos nesse pequeno espaço de tempo.
-Hey meu pequeno, como você esta?
-Oi amor – selamos nossos lábios – estou bem. Tenho uma novidade pra lhe contar.
-Então diga amor. – entramos, ele se sentou no meu colo.
-Bom, sabe aquela faculdade de moda lá no Japão? Eu fiz prova pra lá... Hoje. – sorriu
-Que ótimo amor, fico muito feliz.
-Só que tem um problema... Eu acho que eu não quero ir.
-Por quê?
-Ah... Eu não quero...
-Não é por minha causa, é?
-Na verdade... É sim. Eu na quero passar quatro anos lá, sem te ver, sem sentir você amor... poxa... Meu coração dói só de pensar nisso. – Frank me abraçou forte e eu retribui o abraço tentando o passar segurança.
-Own meu pequeno, não fique assim. No que depender de mim, eu vou todo final de semana pra lá.
-Mas você não pode amor...
-É realmente... Se você quiser posso ir com você.
-Você faria isso? – seus olhos brilhavam.
-Vou tentar o máximo. Quando sai o resultado?
-No sábado que vem...
-Vou dar um jeito. – pisquei fazendo-o sorrir.
-Eu te amo amor muitãão. – Sorri
-Eu também te amo pequeno, e muito mais.
-Nossa! Já esta na hora dos meus pais chegarem...
-Por mim eles podem vir... – sorri
-Por mim também. – sorriu
-Mas eu tenho que ir, por que tenho uma tarefa importante a fazer... convencer a meus pais a morar com você lá.
-Amor, o resultado nem saiu ainda.
-Mas para convencê-los uma semana é muito pouco. Agora tenho de ir bebê. –nos beijamos – Se cuida. – eu disse saindo, e o deixei no sofá.
Cheguei em casa, e os reuni para tentar falar sobre ir com Frank para o Japão. Foi inútil. Meus pais não deixaram, e criaram o maior escândalo. Passaram-se Segunda, Terça, Quarta, quando neste dia resolvi que deveria fazer o que a muito tempo estava em minha cabeça. Só que de cinco dias pra cá... muita coisa mudou. Nós quase não nos vimos, e eu acabei fazendo a coisa que Frank me fez prometer que nunca mais ia fazer...
“Tenho de falar com Johnny. Ele é a pessoa que mais vive com meu pequeno e saberá me dizer o que fazer.”
Pensei comigo mesmo, indo até a escola dele, que era também a escola do meu irmão mais novo, Mikey. Cheguei e vi os dois conversando vindo a caminho do portão da escola. Eles ficaram surpresos de me ver e tal. Então resolvi-me manisfestar.
-Oi! Vim buscar vocês.
-Gee... a gente não é mais criança não, esqueceu disso? – Mikey cochichou comigo, fazendo Johnny rir.
-E ai cunhadão, como é que ta?
-Ah... Bem, ne...
-O que houve? – eu olhei pra Mikey, e ele já sabia do que se tratava. – Vamos tomar sorvete? Ai eu explico tudo.
-Ta bem. – ele respondeu então fomos à sorveteria que tinha perto da escola deles.
-Agora sim cunhadão, diz o que ta se passando... Você e o Mi se olhando esta me deixando preocupado.
-Bem... – suspirei pesado — eu fiz de novo a pior merda da minha vida. – ele arregalou os olhos e eu comecei a contar...
[...]
-Putz Gerard... Você sabe que meu irmão vai se decepcionar com isso, ne...
-Eu sei. E é por isso que eu to falando com você. Você vive com ele e deve ser a pessoa que ele mais confia.
-E sou. – disse ele comendo o 2° sorvete.
-Então, eu queria pedir sua ajuda. O que eu faço John?
-Olha véio, a melhor coisa a se fazer é você contar pra ele. Só conta com jeito... por favor.
-Okay... e vou ir no meu amigo Ray, que é medico...
-É ele vai saber o que fazer cara.
-Ah! Tem mais uma coisa que eu quero fazer.
-Aquela coisa, maninho? – Mikey sorriu
-Sim. Aquela coisa.
-Ei, ei. Conta ai poxa... Vão ficar fazendo suspense?
-Então... é assim... – comecei a contar tudo que tinha em minha cabeça. – venho pensando isso a tempos... Mas na tinha coragem de fazer.
-Pode contar comigo. – Johnny apertou minha mão.
-E comigo também claro. – Mikey sorriu tomando milk shake.
-Vocês acham que ele vai gostar?
-Eu não acho... Tenho certeza cunhadão. É tudo que ele quer, garanto. – eu sorri
-Agora vamos pra casa antes que nossas mães tenham um treco. – sorri me levantando, eles fizeram o mesmo. Deixei o Johnny em casa, e fui pra casa com o Mikey, fiz o almoço, tomei banho e sai de novo. Agora precisava falar com Ray.
-O Dr. Raymond esta? – disse a recepcionista.
-Sim senhor Gerard. Irei chamá-lo. – ela se levantou, foi ate a sala de Ray, e disse que eu poderia entrar – E ai Ray!
-E ai Gee, tudo bom? – ele me abraçou
-Mais ou menos, tenho coisas pra te falar...
-Ruins?
-É... mas tem boas também.
-Então comece a me contar. – comecei a contar tudo que tinha falado para os meninos de manha, passo-a-passo.
-Gerard... que merda hein...
-Pois é... me ajuda Ray, por favor.
-Olha, a solução vai ter de ser aquela mesma da outra vez, não tem jeito.
-Droga...
-Mas calma, vai ser um pouco menos pesado.
-Ah, okay.
-E diante daquela outra coisa, vou lhe ajudar também. Irá ser na sexta, ne?
-Sim.
-Então ta. Na hora que você disse, e no lugar que marcamos.
-Exato.
-Então okay. Vou avisar o Bob e tal.
-Está bem. Agora to indo, tenho que agilizar as coisas.
-Okay. – ele se levantou e nós batemos as mãos – Gerard só faz o favor de contar pra ele, ta? E antes disso.
-Eu vou fazer isso, pode deixar.
Sai do consultório de Ray, e pra minha felicidade meus pais viajaram e só iriam voltar na sexta. Isso seria perfeito.
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