I Am Innocent - Salazar Slytherin
10 Orgulho
Notas iniciais
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Ah, agradecendo muito os reviews do capítulo anterior. Agradecimentos especiais à Xgaabs, que foi lá na "Still Strong" ler e comentar! Flor, daqui a pouco eu volto com ela, ok? É que eu estou muito sobrecarregada agora...
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Aos leitores fantasmas, pesso que passem a comentar! Percebi que aqui tem muitos deles! É à paartir dos seus comentários, leitoras lindas, que isto aqui é possível! E agradeço sinceramente às leitoras que comentam! Beijos para vocês.
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Sei que as notas estão mesmo muito grandes, mas li nas notas da fic de uma amiga e queria dedicar este capítulo à Juli, que eu não sei o que é, mas está ássando por um momento difícil e eu não podia deixar de mandar um beijo para ela, mesmo que não esteja lendo!
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Espero que gostem! Mil beijos,
Ceci
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"Ela cuspiu a palavra, como se fosse a pior coisa que lhe poderia acontecer. Talvez fosse para mim."
À medida que os dias foram se passando, os alunos entravam e saíam, os problemas eram criados e resolvidos, eu sentia que algo ali estava errado. Demorei semanas, meses, para perceber o que era. A profecia.
Desde o dia em que me lembrei, a cena de minha tia caindo no chão e recitando a maldita profecia se repetia diariamente em minha cabeça, distraindo-me em minhas funções.
Lembro-me de ter ido me aconselhar com minha querida Ana, como sempre fizera. Lembrei-lhe sobre a profecia de mais de 15 anos antes, quando eu era um garoto, um aluno seu.
E lembro-me de suas claras e doces palavras de quando mencionei a ideia de explicar a situação aos outros três.
- Ah, querido! – disse. – A profecia foi dada a você, apenas a você, e é sua a responsabilidade por conhecê-la! Não conte, mas convença-os de que é correto aceitar apenas estudantes de sangue-puro!
Suspirei e assenti. Daria um jeito.
E era naquela hora. Eu pedira uma reunião com os outros líderes de casas. Podia sentir os três pares de olhos curiosos pairando sobre mim, e o que mais pesava era o de Rowena.
- Então – ela disse, a voz melodiosa. – O que tanto queria nos dizer?
Respirei fundo antes de começar a falar. Era difícil, mais do que parecia.
- É que... – comecei, hesitante. – Bem, por motivos que, infelizmente não posso contar a vocês, pelo menos não agora... Bem, não podemos mais aceitar alunos mestiços e nascidos trouxas. (N/A: Nota-se que ela não utilizava a expressão “sangue-ruim”.)
Eles me encararam, estáticos, por alguns segundos.
- O quê? – perguntou Godric, os cabelos ruivos presos em um rabo de cavalo.
- Acho... Acho que... – gaguejei, nervosos. – Acho só que deveríamos aceitar apenas estudantes sangue-puros...
Todos ainda me encaravam. Menos Rowena, que olhava para o chão da estensa sala. Suspirou.
- Então era mentira? – perguntou. – Foi tudo apenas fingimento?
- O quê? – perguntei. – Do que está falando?
- A briga. – mencionou e eu me lembrei daquele dia. Doía rever a imagem de meu pai. – Desde... Desde o dia em que brigou em defesa daquele garotinho mestiço eu o admiro. Mas agora... Descubro seu... PRECONCEITO! – ela cuspiu a palavra, como se fosse a pior coisa que lhe poderia acontecer. Talvez fosse para mim.
Ela se levantou, saindo da sala da diretoria. Tentei ir atrás dela, mas algo me impediu. Talvez o fato de eu saber que ela não iria parar.
Notas finais
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Mil beijos e, mais uma vez, boa sorte pra Juli! Em breve eu arranjo o Harry pra você, viu?
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Desculpem pela demora. A culpa é da "Brilliance", aliás vocês podiam ir dar uma olhadinha lá, hein? (Ps: coloquei a culpa do atraso de lá nessa fic... Hsashashahsash!)
Aqui o link:
http://www.fanfiction.com.br/historia/166750/Brilliance
Sinopse:
Tom Riddle nunca foi Lord Voldemort. Não por ele mesmo. Não porque ele quis. Tom Riddle foi humano. Tinha suas fraquezas. Tinha seus vícios. E o humano estava de volta.
"- Tom... Você tem certeza? - ela me perguntou, arqueando uma sobrancelha.
- Sim, Rachel. - respondi, decidido. - Não tem volta. Não quero mais aquilo. Agora, eu posso mudar.
Então, me vi cara a cara com Tess.
- Mas Tom! - ouvi sua voz melodiosa dizer. - Seria tão bom, estarmos juntos outra vez!
Meu coração acelerou e eu não podia mais respirar.
- Tess?! É você mesma?
- Sou eu, Tom! Mas... Não posso ficar por muito tempo! Não tenho forças! Para me manter aqui, seria necessário que você usasse... - ela hesitou. - Artes das Trevas... Outra vez.
Meu coração se apertou.
- Você disse que não gostava disso! Que era ruim!
- Tom... Eu tenho que ir...
- Não, Tess... Espere! - ela me olhou fundo nos olhos. - É mesmo disso que você precisa? - Tess assentiu. - Mas... Da última vez... Não deu certo...
- Dessa vez dará, Tom.
- Tem certeza? Então... Então... Farei o que puder, meu amor!
Um sorriso se formou em seus lábios antes que se unissem aos meus."
[...]
É, eu sei. Estou falando de mais hoje... Bom, vou parar, juro! Mil beijos,
Ceci
♥♥♥
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