Notas iniciais
Dean Winchester some, deixando seu irmão muito preocupado. Horas depois ele reaparece o que causa uma grande briga e algumas revelações.
OBS: Esse capitulo ficou meio "parado", porque ele é uma introdução para o próximo. Espero que gostem!

Sam passou as ultimas duas horas ligando para Dean, ele já estava entrando em pânico. Pois sabia que ainda havia alguns leviatãs a solta. Ele havia saído na rua, andou perto do hotel para ver se havia algo estranho, mas não havia nada. No final ele já estava ficando tão desesperado que pensou em ligar o GPS do celular de Dean para ir poder ‘’ajudar’’. Quando estava prestes a ligar para a central de telefone e pedir para ligarem o GPS, uma buzina tocou alto. Sam no mesmo instante soltou o celular e caminhou até a porta onde olhou pelo ‘olho mágico’. O impala estava estacionado ali, só que havia algo diferente. Então Sam abriu a porta para poder olhar direito, os vidros estavam totalmente embaçados e em algumas janelas gotas de água escorriam. Sam já imaginava o que seria e por isso ficou tão furioso que não se conteve e se aproximou, o mesmo se abaixou e passou à mão no vidro o pouco que ele conseguiu ver já foi o suficiente para ele testemunhar mais uma vez uma cena horripilante. O que o fez voltar para dentro do quarto e esperar Dean chegar para levar uma boa ‘porrada’.

Quarenta e oito minutos se passaram e enfim Dean saiu do carro e bateu na porta. Sam respirou fundo e caminhou até a mesma, ele esperou alguns segundos e então abriu a porta. Onde encontrou parado a sua frente um Dean sorridente e suado, que segurava uma sacola toda amassada com a marca de uma lanchonete barata.

– Ufa, você não sabe Sammy a fila estava gigante. — Disse ele com um sorriso que ia de orelha a orelha

– Fila? Ok, Dean você quer se fazer de coitado, tudo bem! Eu aturo. Eu sei que você está sofrendo por causa do Bobby, mas você já esta exagerando! Pegando qualquer uma na rua e o pior é que não me avisou, eu achava que você tinha sido capturado! – Sam falava o mais sério possível, mas nem isso tirava o sorriso de Dean.

– Você que está exagerando. Eu não peguei qualquer uma, o nome dela é Sally e ela é garçonete... — Ele deu uma risadinha safada – Uau, você tinha que ver.

Sam levou as mãos à cabeça e desarrumou os cabelos como sempre fazia quando estava nervoso – Eu vi. -

Dean fez uma careta – Bom... Não deve ter sido muito bom já que ela... É melhor deixar para lá, mas então o que Garth queria?

– Ele pediu que fôssemos para Denver. Parece que tem mais leviatãs lá. – Sam caminhou até a mesa e puxou uma cadeira – E-Eu preciso te falar uma coisa. — Disse ele enquanto se sentava o caçador estava um pouco nervoso ele não sabia como o irmão reagiria ao que ele ainda tinha para falar.

– Depois, agora eu preciso de um banho... — Dean estava indo em direção ao banheiro quando Sam começou a falar: — Dean. eu pedi para Garth achar um caçador para nos ajudar.-

Dean no mesmo momento se virou para Sam com uma raiva iminente. – SAM, como você pode? Se passar de fraco! Eu já disse, nós NÃO precisamos de ajuda. Sabe por quê? Caçadores não se importam com os outros! Você mesmo já viu que ninguém quer ajudar.. — O rosto do mesmo foi tomado por um vermelho.

– Dean eu estou pensando no melhor para gente! Eu não quero morrer e garanto que você não quer.. E ainda mais, eles não se importam? Quantos caçadores já deram a vida pela gente? Certo alguns nós conhecíamos, mas outros não! Eu acredito que eles são justos... E que vão nos ajudar, agora eu não entendo que tanta resistência é essa. – Sam falou do mesmo modo que Dean.

– EU SÓ NÃO QUERO QUE SE MACHUQUEM! – Gritou Dean, ele estava tão distraído que nem prestou atenção no que falava, ele só pensava em Bobby e em todos os outros caçadores que já tinham morrido.

Por isso Sam manteve a calma e continuou a argumentar:

– Dean? – Sam se colocou de pé – Olha eu sei o que você está sentindo, mas olha esse é o nosso trabalho e o trabalho deles.. As perdas fazem parte. — Sam colocou a mão no ombro do irmão. – Agora vá tomar seu banho.

Dean acabou concordando e assim foi tomar seu banho, deixando Sam pensar em como ele estava ‘frágil’ e no quanto isso poderia atrapalhar e por isso eles precisavam de alguém. Pensando nisso o mesmo se lembrou que tinha que ligar para Garth e assim fez:

– Ei, então Garth o que você tem?

Hum, Sam. Então eu achei a lista tinha cinco nomes, eu pulei o primeiro porque só havia o sobrenome e eu nunca ouvi falar dele, então eu liguei para os outro, um deles está morto e outro desaparecido, um abandonou a carreira temporariamente e o ultimo estava lidando com um ninho de vampiros.

– E o primeiro? O do sobrenome não tinha número?

Tinha, e eu liguei, mas não atenderam...

Droga! – Falou Sam aflito.

– Mas nos falamos por mensagem, eu marquei um encontro para vocês. Não se preocupe ele disse que pode ajudar! Mas ele pede que vocês o encontrem. É em Denver mesmo, como o serviço já é lá ele preferiu que se encontrassem lá. Num lugar chamado... Styll & Kronke, acho que isso é uma fábrica abandonada.

– Por nesse lugar?

Não sei, eu tentei ser delicado e não ficar perguntando muita coisa.

Sam não se conteve e soltou uma risada – Tudo bem, enfim qual o nome dele?

– Blackwell.

Sam ficou alguns minutos sem responder.

–Sam?

– Hã, a desculpa Garth eu fique pensando, nunca ouvi esse nome antes! Mas tudo bem, estamos em tempos difíceis não podemos escolher muito.

– Sam foi bom falar com você, de novo, mas agora eu tenho que desligar parece que meu primo está precisando de ajuda e você sabe o dever chama.

Sam agradeceu Garth e desligou o telefone. Mais tarde, quando Dean havia saído do banho ele o comunicou, Dean ainda estava muito receoso, mas percebeu que estava agindo como uma criança, então para mostrar que ele era o mais velho acabou concordando. E assim ambos foram dormir, Sam estava ansioso, mal esperava para chegar a Denver. Ele precisava ver novas pessoas e pelo o pouco de informação que tinha Blackwell parecia ser uma pessoa forte.

Notas finais
Caso queiram mandar sugestões ou críticas os comentários estão abertos!