Hunter
28 You always be my thunder
Notas iniciais
DEAN E VALARY VOLTOU MINHA GEEEEEEEEENTE :D Tá, desculpa a empolgação mas eles pararam de cu doce, amém! Enfim, boa leitura :D
POV Valary
Paris, 22 de Dezembro
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Nem me dei conta de que havia dormido, só sei que acordei com um raio de luz que escapava por uma fresta da janela. Meus olhos abriram lentamente e eu sentia uma dor de cabeça horrível. De fato, uma das piores coisas do mundo era dormir até chorar, tanto para o físico quanto para a mente. Mas no fundo me fez bem, eu arranquei de mim tudo que estava sentindo e ao mesmo tempo pensei naquilo em que alguns chamavam de vida, e eu preferia chamar apenas de existência. E mais uma vez, não adiantou porra nenhuma. Ele já deve estar desejando minha morte agora. Ahhhh, eu deveria ter ido, não ele. Ou pelo menos evitado tudo aquilo. Mas me lembrei de que sou a Valary, e eu nunca faço nada certo.
Me virei e comecei a encarar o teto. Fui fechando os olhos lentamente e me lembrei de quando não era eu e ele, mas sim nós, o quanto tudo era perfeito e eu não sabia. Se me concentrasse mais um pouco podia sentir ele ali comigo novamente. Podia parecer masoquista, mas aquilo me fazia um bem danado. Agora eu não posso mais me fazer de forte, durona, etc. Ele conseguiu arrancar minha armadura como ninguém. E me doía saber que nada nunca mais ia ser como antes.
Sentei na cama e joguei meus cabelos para frente. Eu ainda estava com a mesma roupa apertada de ontem, e os sapatos nem se fala. Por isso que estava tão dolorida. Tirei os sapatos lentamente, não sei se por preguiça, desânimo ou os dois. Me levantei e me olhei no espelho. Toda aquela maquiagem perfeita agora escorria pelo meu rosto afora e novamente eu me senti um lixo humano.
_ Valary! – Uma voz feminina me chamou por trás da porta, batendo em seguida. Amy. Menos mal.
_ Está aberta. – Respondi sem ânimo algum.
_ E aí? Como está? – Disse entrando e dando um beijo em minha testa.
_ Bem melhor.
_ Ah, Valary, que bom! Olha, o Sam foi o único que não ficou tão bêbado assim naquela festa e foi comprar as passagens para depois do almoço, então fique pronta. E a propósito, como você conseguiu dormir com aquela barulhada toda?
_ Cansaço mental é bem pior que o físico. – Foi a única coisa que consegui responder, e acho que ela entendeu o que eu quis dizer.
_ Te entendo. E, sem querer cutucar sua ferida mas... Dean está aqui, bêbado, com marcas de batom... Enfim né...
_ Problema dele. – Respondi seca. Jurava que ela juntou todas suas forças para reprimir um risinho.
_ Tudo bem então, marrentinha da minha vida. – Disse dando um beijo em minha bochecha. – Não se atrase, sempre quis conhecer Huntington Beach.
Amy saiu serelepe pela porta. Ela tinha uma alegria contagiante, porém no meu estado nem se eu fosse em uma usina nuclear eu não me contagiaria. Ok, ânimo. Limpei meu rosto com lenços e penteei o cabelo, até que ficou aceitável. Arranquei aquele vestido que mal me deixava respirar e vesti um Jeans, uma blusa qualquer que achei pela frente e uma jaqueta de couro, bem melhor!
Coloquei tudo de uma vez na mala, com medo de achar alguma coisa que me lembrasse ele, estava tudo embolado mas foda-se, eu ia ter muito tempo pra arrumar isso depois, assim eu espero. Em menos de cinco minutos já estava tudo pronto, então resolvi dar uma volta pela última vez em Paris, na companhia de meus cigarros. Dessa vez eu não iria cometer o mesmo erro de antes. Era só um passeio, nada mais que isso.
Saí do quarto e desci as escadas, me deparando com uma cena não lá das mais agradáveis.
_ Heeeeeeeeeeeey, babe, do you know I want your looooooooove? – Um aspirante a cantor alcoolatra, vulgo Dean, mostrava todos seus dons artísticos caído no chão cheio de marcas de batom por toda a extensão de seu peito nu. Confesso que senti meu sangue ferver. – Valary! Como vai essa vida tirana? – Ele ria irônico. Engoli em seco e preservei minha dignidade, pois pelo visto ele estava muito bem sem mim.
_ Você é desprezível! – Foi a única coisa que consegui dizer antes de bater a porta.
Fechei os olhos e tentei me recompor por alguns segundos. Era impressionante a habilidade dele de me fazer raiva e bem ao mesmo tempo. Ele me confundia, oscilava meus sentimentos aos extremos e ainda sim eu queria bater nele para depois abraça-lo e nunca mais soltar.
_ Onde vai, menina? – Evan aparecera do meu lado amigavelmente, arrancando-me daquela merda de mente que me assombrava cada vez mais.
_ Não sei. – Disse acendendo um cigarro. – Só vou andar sem rumo mesmo.
_ Quer companhia? – Pensando bem, Evan é muito melhor que minha mente, bom, pelo menos ele não me fazia mal.
_ Companhia não, quero um cavalo porque minha perna tá doendo. – Disse me jogando em suas costas, fazendo-o rir.
_ Vou fingir que não ouvi isso pra não responder o cavalo a altura.
_ Cavalo não fala, cavalo anda. E a propósito, vai andar na torre Eiffel que até hoje eu não conheci.
_ Cavalo anda de taxi? Diga que sim pelo amor de Deus.
_ Hum, acho que anda.
_ Ótimo! – Disse me tirando aos risos de suas costas e dando sinal ao primeiro táxi que passou por ali. – Torre Eiffel, por favor.
Depois de uma meia hora chegamos. Nunca havia visto ela assim tão de perto.
_ Que lugar perfeito, Evan! – Disse admirada enquanto ele pagava o taxista.
_ Isso porque você nunca viu aqui a noite. Ela fica toda iluminada, na lua cheia fica mais perfeito ainda. – Disse esse passando o braço em volta do meu ombro.
_ Caralho, da próxima vez que eu vier aqui eu vou acampar nessa torre a noite. – Por que eu tive a sensação de que não devia ter falado isso? O pequeno sorriso que havia em seus lábios desapareceu dando lugar para uma expressão mórbida e vazia. – O que foi?
_ Valary... Você vai embora mesmo?
_ Vou. – Respondi reprimindo uma lágrima.
_ Olha... Eu sei que não vai fazer a mínima diferença mas... Eu te amo Valary. Amo mesmo.
_ Evan, desculpa. Você é o cara que qualquer menina sonharia mas... É ele. Sempre vai ser. – Disse com todo cuidado para não magoá-lo, porém transparecendo certeza de minha decisão.
_ Então... Só desejo que você seja feliz. Muito feliz. Estando comigo ou não você sempre vai ter um pedaço de mim com você.
_ Eu também, Evan, você vai achar alguém que te ame. E que não te faça ficar 11 meses ao lado de um leito de hospital. – Disse rindo.
_ E vai por mim, eu faria tudo de novo. – Respondeu ele me abraçando em seguida. Retribui ao seu abraço com vontade. Eu realmente desejava que Evan fosse feliz, mesmo que não fosse ao meu lado. – Então, a senhorita já está atrasada, vamos?
_ Nem um tchau pra Paris não? – Não esperei ele me responder e fui correndo para as fontes em frente e me joguei sem pensar duas vezes.
_ Valary do céu, você não tem medo de morrer? – Disse Evan após me deixar fazendo festa por alguns minutos em minha nova piscina.
_ Medo? Eu rio da cara do medo, hahaha! – Disse encenando uma risada falsa.
_ É, isso percebe-se. Agora sai daí senhorita borboleta. Vamos embora.
_ Quero um abraço. – Disse abrindo os braços, completamente molhada, é claro.
_ Anda, Valary. – Disse dando sinal para um táxi.
_ Ok, senhor mau humor.
Entramos no táxi, o homem não me recebeu com uma cara das melhores. Mas foda-se. Eu não podia esperar para voltar para casa e resolver tudo que tinha que resolver. Fazia uma falta de quando tudo era perfeito, sem mentiras, traições... Ah Dean, que falta você me faz.
_ Ei, chegamos. – Eu nem percebi que tinha cochilado, assustando-me com a cutucada de Evan.
Saí do táxi e dei uma espreguiçada, dando de cara com Sam logo em seguida.
_ ONDE VOCÊ ESTAVA? ESTAMOS ATRASADOS, MULHER! – Disse querendo parecer bravo, porém aquela sua cara não enganava a ninguém. Bom, pelo menos não a mim.
_ Calma, estava só dando um role. – Respondi dando de ombros.
_ Ai Valary... O que eu faço com você?
_ Me ame.
_ Engraçadinha. Evan, vai ajudar essa menina a buscar as malas porque se depender dela só vamos embora daqui ano que vem.
Não seria má ideia, na verdade muito boa.
Peguei minhas malas, com a ajuda de Evan é claro e inspirei fundo o ar daquele quarto pela última vez. Aquilo iria me render tantas lembranças... Boas ou ruins, posso afirmar com toda a certeza do mundo que aquele lugar marcou minha vida. E como marcou, aliás.
Desci as escadas com certo peso no coração, mas era preciso seguir em frente. O que me deixava assim não era o fato de eu estar indo embora, porque antes disso tudo eu já estava acostumada a pertencer ao mundo, mas sim pelo fato de como as coisas com Dean vão ser daqui pra frente. Eu sentia sua falta, e isso estava claro demais pro meu gosto.
_ Então... É isso. – Evan colocou minhas coisas no carro e veio se despedir de mim. Por que algo me dizia que ia ser tanto açúcar que ia me fazer vomitar?
_ É... – Disse dando um sorriso de canto recebendo seu abraço logo em seguida.
_ Vou sentir sua falta, baixinha. Te cuida. E se eu souber que você aprontou de novo quem vai te matar vou ser eu, entendeu bem?
_ Sim senhor. – Disse rindo e o apertando ainda mais em meus braços.
_ Oh, dá pra parar com essa lambeção que já estamos atrasados? – Era bem de se esperar. Devia estar bêbado. Mas quer saber? Foda-se. Selei meu lábios com os de Evan, disse um “tchau” baixinho e entrei no táxi. Não foi uma atitude muito madura, mas foda-se de novo. Ver sua cara borbulhando de raiva já foi o suficiente para que aquele meu arrependimento fosse mandado bem para longe.
10 horas depois...
Huntington Beach, 22 de dezembro
_ Ei, acorda. – Uma voz feminina bem familiar me chamou, me despertando de um transe bem profundo.
_ Hum... – O que? Não é possível que eu dormi de novo.
_ Anda Valary. – Finalmente reconheci a voz. Amy.
Sem o mínimo de vontade abri meus olhos e me vi deitada em uma cama. Não me era muito estranha... Pera aí, eu estava em casa! Puta que pariu, um trator passou por cima de mim, como eu consegui dormir tanto?
_ Pera aí, já chegamos?
_ É, chegamos. Você apagou. Como você consegue?
_ Eu não sei. – Disse passando as mãos em meus cabelos. – Eu bebi?
_ Não que eu saiba.
_ Merda. Agora vou ficar acordada a noite inteira. Maravilha.
_ Bom que você tem bastante tempo pra organizar suas coisas. – Só eu percebi o duplo sentido nessa frase? – Bem, eu vou pro meu quarto, tenho muito o que fazer amanhã. Vê se descansa, boa noite.
Pelo que me conheço devo estar com uma tremenda cara de sono. Estava cansada demais, porém sem sono algum. Ao meu redor havia algumas malas e caixotes e claro, John apagado dentro de uma das bolsas. Não estava afim de arrumar aquilo agora, muito menos sair de casa, dormir então nem se fala. Então o que me restava agora era aproveitar mais uma noite na companhia de umas boas doses de Red Label, cigarros, e pra não perder o costume, a solidão.
Fucei um pouco até achar um short de malha qualquer e uma camiseta baby doll preta. Acho que me acostumei demais com aquele frio maldito de Paris que me senti extremamente bem ao voltar para Huntington Beach. O mais estranho é que depois de tanto tempo o quarto continuava intacto. O mesmo cheiro de cigarros que eu deixei lá permanecia. Chega, Valary. Se eu continuasse com aquela nostalgia só Deus saberia aonde eu ia chegar com aquilo. Precisava beber.
Fui até a cozinha com cuidado pra que ninguém me visse com aquela roupinha. Pelo visto todo o mundo estava dormindo, mas vai saber. Todo o meu esforço foi em vão quando dei de cara com Sam na cozinha.
_ Ui, alguém aqui tá bem demais. – Disse tirando sarro da minha cara.
_ Vai se foder. – Disse pegando um Red Label na adega na maior naturalidade. Eu não tinha vergonha alguma de ficar daquele jeito perto de Sam. As pessoas podem até julgar, mas para mim ele era meu irmão, e fim. – Então, onde meu tio está?
_ Eu liguei para ele assim que chegamos. Ele está em Minessota, vem para cá assim que terminar o serviço e para de virar essa garrafa, Valary.
_ O que que tem?
_ É, não tem mais jeito com você. Me dá um gole. – Disse arrancando a garrafa de minhas mãos.
_ Pensei que não bebesse .
_ Se não pode vencer seus inimigos junte-se a eles.
_ Há há, e o inimigo aqui fica sem bebida.
_ Falando em inimigo... – Senti um aperto na boca do estômago assim que ele começou a falar.
_ Não, não, não, não, não. Esse assunto agora não, Sam.
_ Mais cedo ou mais tarde você vai ter que enfrentar.
_ Que seja mais tarde.
_ Valary, para com isso. Vocês dois se amam, isso tá na cara! Doi tanto assim pedir desculpas?
_ SIM!
_ Como eu já te disse, não vejo sentido em ficar culpando ele pro resto da sua vida em vez de ser feliz.
_ Eu o amo, Sam. – Disse cabisbaixa.
_ Sei disso. Bom, vou ali com minha gatinha que hoje tem. – Disse estalando os dedos, me fazendo rir. – Boa noite, minha linda, pensa no que eu te falei. – Disse beijando minha testa.
Quer saber? Ele estava certo. Eu ia falar com Dean. E ia ser agora.
Não sei de onde desenterrei aquela coragem toda, mas segui confiante até o andar de cima, quer dizer, até chegar em sua porta. Mas agora que estou aqui não vou mais voltar atrás. Não mesmo. Respirei fundo e dei três batidas na porta.
_ Não Sam, não tô com fome. – Respondeu lá de dentro com aquele humor que me deixou um pouco desanimada.
_ Sou eu. – Disse suando frio.
_ Entra. – Respondeu ele . – Entrei. Ele estava sentado de costas na cama sem camisa, apenas com uma cueca box. Ok, Valary. Se controle.
_ Preciso falar com você.
_ Senta. – A cada passo que eu dava mais meu pulso se acelerava. Ok, é agora ou nunca.
_ Me perdoa Dean... Eu sei que eu posso não ser lá um exemplo de pessoa mas... Ai merda... – Disse enfiando as mãos na cara. Tudo falha na hora que eu tomo coragem. Que merda.
_ Valary, olha pra mim. – Não, tudo menos isso. Olhar nos seus olhos acabava comigo de vez, podia me fazer ceder igual um cão a tudo que ele mandava. – Você não é um exemplo de pessoa, muito pelo contrário. Mas é você que eu quero pro resto da minha vida. Eu te amo. E isso tá acabando comigo. – Disse abaixando a cabeça.
– Você tá falando sério?
– É claro que eu tô. Você acha que eu daria minha vida por você se não estivesse arrependido e não te amasse? – Foi isso mesmo que eu ouvi?
– Você não sabe o quanto eu queria ouvir isso. – Disse abrindo pela primeira vez em um tempo um sorriso sincero. – Eu também te amo, Dean, tipo... Muito.
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Ele nem me deu tempo de responder e me beijou. Como eu sentia falta disso. Fui me levantando aos poucos, sem deixar a sua boca, era muita saudade para desgrudar dele um segundo sequer. Ele puxou o meu corpo contra o seu, fazendo com que eu me sentasse em seu colo à sua frente.
– Por que você demorou tanto pra admitir? – Seus olhos brilhavam e sua boca estampava um sorriso, aquele que eu tanto sentia falta.
– Por que eu não queria que isso fosse verdade. Mas é, e agora eu caí na real e nada que eu tentar fazer vai mudar de idéia. É você e sempre vai ser... E eu nunca...
– Cala a boca, você fala demais. –Disse me dando um beijo e puxando meu corpo contra o seu, nos fazendo cair na cama. Suas mãos foram subiram até apertar minha coxa direita, levemente, mas com firmeza. Levantei o meu tronco pra que conseguisse tirar a minha blusa, deixando, ér, tudo a mostra, voltando a beijá-lo logo em seguida.
– Ei, você ainda não me pediu desculpas. – Disse fingindo estar brava.
– Foda-se. – Ele trocou nossas posições, ficando por cima. Suas mãos agora faziam um passeio por toda a lateral do meu corpo, parando em meu seio. — Tão linda... — A voz dele sussurrando em meu ouvido fez com que eu me arrepiasse da cabeça aos pés. Delicadamente ele me afastou pra trás. Com rapidez arrancou meus shorts. Eu ergui um pouco o quadril pra facilitar. Comecei a beijá-lo pelo pescoço descendo por todo o seu peitoral.
– Antes de tudo você precisa saber de uma coisa. – Disse ele fazendo meu coração palpitar.
– O que?
– Eu nunca mais vou deixar você ir embora. NUNCA. – Ri aliviada e soltei uma mão dos seus cabelos e descendo pelas suas costas nuas até chegar na sua cueca. Ele por sua vez, puxou a minha calcinha pra baixo aos poucos. Em seguida ele curvou o seu corpo pra tirar de vez a minha calcinha para acabar logo com aquela maldita tortura. Minha respiração já estava ofegante e acelerada. — Eu já disse que senti muito sua falta? – Ele sussurrava no meu ouvido e eu fechei meus olhos deixando aquela sensação me dominar por completo.
– Acho que sim. – De repente senti ele me preenchendo completamente. Ele se movimentava calmamente em cima de mim e eu já não pensava em mais nada, apenas naquela sensação tão boa que eu jamais havia sentido antes. Seu corpo molhado de suor mexia-se por cima de mim, inexplicavelmente aquilo era a melhor sensação do mundo. Agarrei o lençol ao meu lado e senti o quarto rodando, meu corpo sofrendo espasmos violentos e em seguida me relaxar por completo. Em seguida aconteceu o mesmo com Dean, que se repousou ao meu lado.
Me acomodei em seu peito e ele me abraçou, nos cobrindo logo em seguida. O clima nunca havia ficado tão bom, sem brigas, traições... Agora eu podia afirmar pra quem quisesse ouvir, eu o amo. Pude jurar que ouvi o mesmo em meu ouvido antes de cair no sono. Pela primeira vez em muito tempo eu conseguiria dormir bem, em paz comigo mesma.
Notas finais
Então, um aquecimento pra vocês do final....
O pulo do gato
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