How to proceed?

2 Capítulo II


Notas iniciais
Oie Capítulo novo! Sem demoras, boa leitura

Flashback ON

Gon estava em uma sala com Pitou e Kaito. Pitou começava a falar, mas ele só se interessou quando ela disse que seria honesta.

— Este homem já está morto.

Os olhos de Gon já sem brilho acompanhava Kaito cair no chão como uma pedra caía na água.

— A alma dele já não está mais aqui. Não tem como curá-lo. Desculpa.

E o jovem garoto caía ajoelhado no chão frio daquela sala, com lágrimas escorrendo pelo seu rosto. Uma “enfermeira” feita do nem de Pitou apareceu e começou a consertar o braço da mesma.

— O quê? Por que está curando o braço da Pitou? Faça o Kaito voltar ao normal. Por favor... Depois que terminar o que está fazendo...

E quando o braço de Pitou foi tratado, a enfermeira desapareceu e a formiga começou a verificar se seu braço estava 100%.

— Gon, desculpa te dizer isso, mas eu tenho que te matar. Pelo rei.

Flashback OFF

— Cadê o Leorio? – Pergunta Killua sentindo falta do mesmo.

— Ele está resolvendo uns problemas. Deve chegar logo – Respondia calmamente Kurapika.

— Entendo, mas o que você quer dizer com nova aventura? Explique-se.

— Ah, só estou pesquisando uma forma do Kaito voltar para o seu corpo.

— Quem é Kaito? – Alluka perguntava querendo se envolver na conversa.

— É um amigo nosso! – Respondia Gon animado para falar de Kaito.

— E por que exatamente quer fazer isso? – Perguntava Killua pensativo.

— Hum... não sei, mas sinto que deveria fazer o mesmo.

— Mas você sabe se ele iria desejar isso também? – Perguntava Kurapika fazendo Gon analisar novamente a situação.

— Na verdade, não...

— Ligue para ele. Se quiser eu falo com ele. – Falava Killua com calma.

— Não. Eu falo.

Gon pegou seu celular e discou para Kaito e enquanto chamava ficava brincando com o lençol de sua cama ansioso para falar logo com ele.

— Alô?— Falava uma voz afeminada que doía em Gon pensar que o dono dessa voz hoje já lutou com uma Chimera Ant e infelizmente perdeu. Quanto arrependimento ele tinha de não ter feito o que Kaito falou naquele dia — Alô?— Repetia Kaito ao não ouvir uma resposta e apenas uma respiração — Gon? Está aí?

— Estou aqui. Kaito. Gostaria de voltar ao seu corpo original?

— Não veria nada de mais, mas se tivesse a oportunidade, talvez. Por que?

— Talvez?

Sim. Se eu voltasse ao meu corpo original, significaria que nada abitaria esse atual, não é?

— Verdade, você está certo...

— Voltaria com duas possíveis condições, mas só uma poderia ser realizada.

—Quais e por que?

—A primeira seria que ao sair deste corpo, deveria ser feito um memorial a dona do tal.

—E a segunda?

—Caso fosse possível, a dona dele voltar a habitar aqui. Mas por que a pergunta?

—Estou pesquisando sobre, mas vou rever meu conceitos sobre isso. Tinha esquecido esse fato. Vou tentar de tudo. Eu prometo.

—Não se preocupe com isso, caso não tivesse uma forma disso acontecer eu conviveria facilmente com esse fato.

—Bom, era só isso. Até mais.

—Até.

Gon tinha se esquecido completamente desse fato.

—O que ele disse?

—Ei! Tá me ouvindo?

—Gon, acorda!

—Esse aí não tem jeito mesmo.

Perdido em seus pensamentos, as pessoas ao seu redor tentavam chamar sua atenção, até que um sopro em sua cara o desperta.

—O que houve? O que ele disse? – Ansioso perguntava o garoto de olhos azuis.

—Bom... Kaito pediu para realizarmos uma coisa, mas ele deu duas opções.

—Qual seria as mesmas?

—A primeira, faríamos um memorial para a dona do corpo.

—A segunda?

—A alma da garota voltar para lá.

—Sério?

—Sim.

—Eu posso fazer isso. – Alluka entrava na conversa

—Não precisa se preocupar, vou procurar outra forma. – O garoto de cabelos negros respondia calmamente.

—Não. Faço de tudo para ver o Killua e o Gon felizes. – Rebatia Alluka com confiança.

—Bom, temos um problema. — Retrucava Killua.

Neste exato momento se ouve três batidas na porta do quarto.

—Pessoal, fiz um lanche, venham comer.

—Vamos.

Os quatro desceram até a cozinha. Mito havia feito sanduíches com suco e a cozinha toda cheirava bem.

—Você deve ser Kurapika! É um prazer conhece-lo!

—O prazer é todo meu!

—E você é?

—Alluka! Sou irmã do Killua!

—Entendo, prazer!

—Prazer!

—Não está faltando um? Leorio se não me engano.

—Sim... ele disse que chegaria logo... está demorando... vou esperar mais um pouco e aí ligo para ele.

*****

Leorio andava pela calçada calmamente. Ainda iria demorar um tempo até o horário em que iria pegar o barco e ir até a Ilha da Baleia atrás de Gon, Killua e Kurapika.

“Por que tenho a sensação de estar sendo observado? Algo de errado não está certo” Pensava o mesmo.

De repente ele sentiu uma linha puxando-o para um beco próximo.

—Ora, ora... o que temos aqui? Você não é o cara que estava no hotel no dia em que o cara da corrente levou nosso chefe? Ou melhor, o Kurapika?

Uma gota de suor frio desceu pelo rosto do Leorio. Por mais que odiasse admitir, ele estava com medo. Sabia com quem era que estava metido. Ou melhor, com quem eram.

“Desculpe Kurapika, Gon, Killua. Creio que dessa vez não irei ajudar muito”

—Eu poderia acabar com sua garganta aqui e agora, mas ela será útil mais tarde. Eu espero que seja. Nós esperamos que seja.

E assim Leorio recebeu um golpe forte na nuca que o nocauteou. Seu corpo caiu mole sobre o da mesma pessoa que o nocauteou.

—Alô?

—O que? Já terminou?

—Sim.

—Pensei que ia ser mais rápida. Eu que deveria ter ido.

—Tanto faz agora.

—Bom. Me diga sua localização, iremos buscar você e o panaca.

*****

A demora de uma resposta do Leorio já preocupava a todos. Kurapika, Gon e Killua já haviam mandado umas 15 mensagens desde a manhã.

—Merda. Nenhuma resposta ai? – Interrogava Kurapika preocupado

—Nada. – Killua respondia ansioso

—Igualmente.

Kurapika pegou seu celular impaciente com o sumiço de Leorio e discou seu número.

—Leorio? Me responda!

—Yo.

—Essa voz...

—Sou eu, Nobunaga

Notas finais
O que será que vai acontecer? Tantantantan Enfim Esse foi o capítulo O próximo vai ser dia 13 E é isso Deixe seu comentário, irei ler todos! Beijos
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.