Notas iniciais
OI Desculpem a demora (bastante grande), mas com os poucos comentário fico sem grande inspiração e com pouco tempo, por causa da escola. Não vi se tinha erros, por isso, qualquer coisa desculpem (sou portuguesa, tento escrever algumas coisas em brasileiro mas às vezes fica um pouco difícil). .... Boa Leitura,

– Mrs. Hudson, já pode entrar?- Informou a enfermeira. Rachel e Finn estavam à vinte minutos à espera no consultório médico, da sua médica. Era hoje o dia em que ambos iam saber o sexo dos bebes. Rachel estava no quarto mês, e esperava que nesta consulta eles pudessem ‘’abrir as pernas’’ para poder ver o sexo, os bebes nas consultas anteriores estavam sempre com elas fechadas, para infelicidade dos pais que estavam ansiosos para o que descobrir o que afinal iam ter. Eles não tinham preferência, já tinham uma menina de 9 anos, Sophie, e um menino, de 2 anos, Chris. Esta gravidez foi inesperada, assim com as anteriores, eles sempre quiseram ter uma família grande com filhos, mas nunca chegaram a pensar numa idade para continuar a ter depois de Soph nascer, deixaram a penas rolar.

– Esperamos que hoje esses bebes sejam generosos com os pais e deixam ver finalmente o que são.- Disse o médico, quando Rachel se deitou na maca, sempre de mão dada com Finn.- Pelo que me está a parecer hoje já vai dar para saber o sexo.- Afirmou ele dando uma pequena olhada.

– Espero bem que sim, estou muito ansiosa, porque assim nem posso decidir nomes, nem comprar as coisinhas.- Disse Rachel, agindo como qualquer mãe ansiosa para saber os sexos dos seus bebes.

– Acho que não tem mais que se preocupar, elas finalmente perderam a vergonha. Parabéns vocês vão ter duas meninas.

Enquanto caminhavam para o carro, depois da consulta, Finn tinha uma cara de preocupado, o que não passou despercebido por Rachel.

– O que foi amor? Estás triste por ser duas meninas em vez de meninos?- Perguntou Rachel preocupada com a feição do marido.

– Claro que não, só estou preocupado em não conseguir dar conta do recado. Quando tivemos a Soph foi diferente, só era uma e tínhamos uma grande ajuda dos nossos pais e amigos. Agora já somos bem grandinhos para andar a pedir ajuda aos nossos pais. Tenho medo, percebes?

– Claro que percebo, mas não precisas de ter, já estamos habituados com crianças. Vais ser o melhor pai para elas como tens sido para a Soph e o Chris. Basta não teres medo.

Depois de Finn ter relaxado um pouco, foram buscar a Soph à escola e depois passaram pela casa de Santana para ir buscar o Chris, como ainda só tinha 2 anos ainda não andava na escola nem os pais queriam pô-lo numa creche e quando nenhum dos amigos podia ficar com ele contratavam uma baby-sitter.

Contaram a novidade às crianças de que iriam ter mais duas irmãs, que ficaram bastantes animadas.

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Era uma sexta feira quando Rachel finalmente conseguiu um tempo para sair com Santana sem os filhos, tinham-nos deixado com a baba enquanto Sebastian e o Finn não chegavam a casa.

– Tou amor.- Atendeu Santana a chamada do seu namorado.- Está ao meu lado, vou já passar. Rach o Sebastian quer falar contigo.

– Tou Sebastian- Falou Rachel ao telemóvel.

– Rach, preciso que fiques calma, recebi agora um telefonema do hospital de Los Angeles.- Disse Sebastian com a voz preocupada.

– Sebastian, tás-me a deixar nervosa. Desembucha tudo de uma vez.

– O Finn teve um acidente de carro e entrou no hospital em estado grave, já estou aqui à espera de noticias, não sei de mais nada.

– Não saias dai eu daqui a 10 minutos estou ai.- Desligando o telemóvel já com lagrimas escorrendo pela face, contou á Santana que olhava para a amiga com lágrimas nos olhos.- Santana temos que ir para o hospital, o Finn teve um acidente de carro grave, conto-te o resto no caminho.

Chegando ao hospital, Rachel nem esperou a Santana acabar de estacionar e correu para a receção do hospital, logo encontrou um Sebastian bastante preocupado.

– Sebastian como ele está? Como isto aconteceu?- Perguntou Rachel encontro saia do abraço do amigo.

– Segundo consegui perceber, um condutor de condutor embriagado perdeu o controle da viatura e foi para a outra faixa batendo de frente com o carro em que o Finn seguia.

POV Rachel

Às próximas horas passei a rezar, para que não acontecesse nada de grave com o Finn, que ele conseguisse superar isto. Estava sentada numa cadeira, na sala de espera isolada, não estava com disposição para falar com alguém. As crianças estavam em casa com a baby-sitter, o hospital não é um lugar para crianças, sendo elas ainda muito pequenas.

– Rachel, é melhor ires a casa descansares e comeres alguma coisa.- Disse a Santana, quando se sentou ao meu lado, abraçando-me pelos ombros, como o Finn costuma fazer.

– Não vou sair daqui sem o Finn, muito menos sem saber se a cirurgia correu bem ou não.- Afirmei. À pouco apareceu um doutor informar-nos que o Finn ainda não tinha acordo e que ia ter que fazer uma cirurgia, visto que tinha partido o braço e algumas costelas.

– Pelo menos, é melhor ires ao refeitório comer alguma coisa, querida. Lembra-te que ainda estás grávida de gémeos.- Disse a mãe do Finn, como ela estava aqui, em Los Angeles, a passar uma temporada connosco antes de as gémeas nascessem, não podemos esconder que o filho tinha tido um acidente.

Depois de insistir mais uma vez que não ia a lado nenhum, lá foi o meu querido Sebastian buscar alguma coisa ao refeitório, quando chegou até nós, parecia que trazia comida para uma festa, com tantas coisas.

Passaram-se mais duas horas e finalmente um médico aparece, com roupas do bloco operatório.

– Como é que está o Finn?- Perguntei, assim que percebi que ele era o mesmo doutor que nos informou do estado do Finn mais cedo.

– A cirurgia correu bem, mas ele ainda está inconsciente, por causa da anestesia. Mas dentro de poucas horas, talvez, nem tanto ele acorde. O quarto dele é o 410, podem ir todos, mas cuidado, quando ele acordar pode estar com algumas dores, peço que me chamem.

Mal ele parou de falar, corri, o quanto a minha barriga, não muito grande, permitia, para o quarto indicado pelo médico.

Quando abri a porta, encontrei um Finn desacordado, com o braço esquerdo com gesso, a alguns pequenos arranhões na testa dele, tirando isso, estava igual ao meu Finn.

–Meu amor, acorda por favor, já nos pregas-te muitos sustos hoje, pelo menos até aos próximos anos.- Falei perto da sua orelha.- Tu sabes que eu não consigo viver sem ti e as gémeas também não, desde que soube o que aconteceu elas não pararam de chutar, preocupadas com o papai.- Falei pondo a mão dele no local onde se sentia dos pequenos chutes.

Mais alguns minutos a observa-lo, com a Santana, o Sebastian e a Carole também ao seu lado, sentia a sua mão se mexer na minha barriga, olhei para ele e vi que ele começava a abrir os olhei, não me consegui segurar mais e deixei que as lágrimas escorressem livremente pela minha face.

– Oh meu amor, finalmente que acordas-te.- Disse assim que ele abriu por completo os olhos e olhasse ao seu redor, levantei-me da cadeira que estava sentada e lhe beijei os lábios. – Espero que não me faças por isto de novo, estamos entendidos.- Falei, com o meu olhar de mandona.

– Não percebi muito bem o que aconteceu, só me lembro de estar a caminho ed casa e de repente vi um carro vir contra mim.- Explicamos-lhe tudo o que tinha acontecido desde a, até ele ter acordado.

– Filho, tu qualquer vais matar a tua mãe do coração, isto que não se repita.- Disse a Dona Carole, no seu papel de mãe super preocupada.

– Vocês estão a dramatizar muito, não foi quase nada, até posso dizer que estou próximo para outra, mas como amo muito a minha mãe e a minha mulher não vou dizer mais nada.- Disse ele, completamente descartando o braço e as costelas partidos.

Depois de mais três dias internado, finalmente ele pode voltar para casa, com muitas recomendações do médico, mal a Soph e o Chris o viram correram para ter colo do pai, já não estavam com bastante saudade dele, só o tinham visto uma vez no hospital e estiveram muito pouco tempo. Com bastante cuidado ele deu um abraço a cada filho e segui para o nosso quarto seguido de nos três, para poder descansar, o próximo mês previa-se que fosse assim, só descanso, pelo menos até o braço e as costelas estarem completamente curadas.

Notas finais
Desculpem mais uma vez os erros... COMENTEM por favor, lembrem-se que isso sempre ajuda, para postar mais rápido. Não se esqueçam que podem sempre dar ideias do que querem que apareça nos próximos capítulos.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.