How To Love Your Brother Like A Lover
48 Chapter 48 - Rainbow.
Notas iniciais
OPA CHEGUEI. pse
Ain mas eu n queria postar esses caps não, são pessoais demais, então cuidem deles POR FAVOR -q
é serio.
eu vi que já já a gente chega no hotel e dps... '-'
Enfim né.
Senti alguém me chamando.
- Já acordei Mikey — Falei ainda de olhos fechados.
- Então sai logo do carro! Chegamos!
Abri os olhos e o carro estava parado, papai lá fora tirando as malas e Mikey na minha frente. Afastei-me rapidamente.
- Estamos em casa? OH MEU DEUS ESTAMOS EM CASA? AI... ABRE! — Tentei abrir a porta com toda a empolgação, mas acho que isso atrapalhava.
- Calma! — Mikey passou por cima de mim e abriu na primeira tentativa. Saí em disparada pra fora do carro olhei em volta e levantei os braços.
- MINHA LINDA CASINHA, AH COMO EU TE AMO TANTO NUNCA SENTI TANTA SAUDADES COMO ANTES!
Mikey veio até o meu lado rindo.
Morávamos em uma casa com um jardim na frente e uma cerca que delimitava os fins da propriedade. Era uma casinha de costume normal americano: branca e com algumas janelas em cima no primeiro andar. Era pequenininha aconchegante.
Entrei correndo por ela, adentrando a varanda depois abri a porta dando de vista com a sala, que era pequena olhando em frente já se via a mesa de jantar, e olhando atrás da mesa tinha a porta branca que levava a cozinha, a esquerda se tinha um corredor pequeno, que no final tinha três quartos, o de papai ficava no meio, e o meu ficava ao lado, o de Mikey ficava em frente ao meu.
A decoração era neutra: paredes brancas com papel de parede de creme e o piso era um tipo de cerâmica que parecia madeira. O sofá era estufado e revestido com alguma coisa que deixava mais aconchegante. Um vaso de flores estava junto a Tv enorme e a casa tinha cheiro de orquídeas.
Olhando para o lado direito se tinha uma escada que levava para o sótão, onde tinha coisas velhas que ao longo dos anos não quisemos jogar, ou que ocupava espaço demais na casa... Eu gostava de pintar, fazer meus desenhos lá.
Era isso, bem pequena. Mas, o jardim era a parte que eu mais gostava.
Tinha uma piscina detrás com duas mesas e uma guarda sol.
Corri até o meu quarto abri a porta e deixei que o cheirinho dele me invadisse. Fui até a cama e me joguei com um barulho.
- MEU DEUS, SENTI FALTA DISSO, EU TE AMO CAMINHA! — Falei sorrindo.
Vi Mikey carregar as malas dele pra o quarto em frente.
- Ah meu Deus! Minhas coisinhas! E continuam no mesmo lugar — Fui de encontro aos vários brinquedos que tinha na minha enorme prateleira branca, onde tinha brinquedos pequeninhos e muitos papéis brancos com meus lápis.
Ouvi Mikey gritar sobre o vídeo game e dos outros joguinhos.
Papai entrou no quarto dele.
- Pai! — Chamei. — Estou com fome! — Andei até o quarto dele que eu chamava de "Majestoso" era grande e muito legal, ele chamava de quarto chefe da casa, e eu sempre achei a cama dele mais fofa que a minha e a de Mikey juntos.
- Mas já? Vá à cozinha, preciso fazer umas coisinhas antes.
- Tá. — Andei por todos os lugares e acabei pegando doces e mais doces que achei nos armários joguei tudinho no sofá e liguei a Tv, começou a chover lá fora.
Como a porta de entrada fica na sala e era de vidro tinha que fechar porque senão toda molhava tudo, fechei tudo e escolhi a camada branca da cortina pra não ficar tudo escuro.
Sentei-me no sofá novamente.
Mikey sentou do meu lado com um joguinho que não faço questão de lembrar o nome. E vislumbro papai pegando alguma coisa no bolso depois colocando o casaco.
- Aonde você vai? — Perguntei.
- Preciso sair, vou voltar ao trabalho, prometi que depois que pegaria vocês depois voltaria, mais tarde vejo vocês. Tchau meus garotos.
Ele deu um beijo em mim e em Mikey na testa.
- Tchau então né — Falei.
- Tchau... — Falou Mikey sem tirar os olhos da tela. Atirei o joguinho dele pra longe.
- FALE COM O SEU PAI DIREITO — Gritei.
- Seu... Tchau pai — Ele articulou um sorriso.
- NÃO briguem. — Depois disso abriu a porta, pude sentir o vento de a chuva invadir a sala, depois fechou de novo.
Era sempre assim, estava acostumado com ás vezes que ele deixava a gente em casa sozinho. Incrível como sempre em férias ele trabalhava.
- Agora eu posso acabar com você... E ninguém irá me interromper — Ele ria maldosamente.
Olhei tudo visivelmente espantado.
- Ah não! — Corri para o quarto e tentei trancar a porta, Mikey empurrava com toda força e não aguentava mais segurar; Ele conseguiu abrir toda e eu cai pra trás, abri a janela, e respirei fundo descendo por ela.
Escorreguei da janela assim que cai, a chuva estava forte demais que chegava a castigar as árvores do outro lado da rua.
Ah meu Deus, por que eu fiz isso? Andei até detrás da casa, francamente eu já estava com medo de Mikey. Eu estava encharcado, fui até a mesa e tentei armar o guarda chuva, era quase impossível com aquele vento.
Eu estava já conseguindo, quando olho para o lado de vejo uma figura magra e com os óculos cheios de água.
Gritei e corri, corri fazendo círculos em volta da casa. Estava com falta de ar por tanta frieza. Quando achei que tinha dado volta demais sentei encostado na parede a ponto de morrer, quando vejo ele parar na minha frente.
- Mikey... Parou! Eu não aguento... Por favor.
Ele cedeu e sentou ao meu lado, ofegante, que nem conseguia falar.
Eu me deitei em seu colo.
- Meu Deus, que loucura. O pior é ficar doente por causa da chuva — Falei.
Ele riu.
Aproximei-me dele e encostei nossos lábios, me deitei na grama molhada puxando ele pra perto o fazendo ficar em cima de mim.
- É horrível ficar todo encharcado — Falou Mikey.
- Aham.
Juntei nossos lábios novamente, ele abriu a boca e encontrei sua língua, sugando-a.
- Gerard, já chega, imagina se algum vizinho vê — Falou Mikey rindo.
- Então, está bem. Como vamos entrar em casa?
A chuva tinha diminuído e estava um pouco de sol, sol com chuva.
- A gente limpa. Anda, vem. — Ele estendeu a mão.
Segurei-a.
Entramos pela casa sujando o chão de água até ir para o quintal, pegar o pano e depois limpar. Eu continuava todo molhado.
- Vou tomar banho – Falei.
- Está bem.
Fui até o banheiro e foi... Uma luta, um sacrifício pra tirar as roupas. Jesus, roupas molhadas pesam demais, e principalmente se elas estiverem em seu corpo.
Fechei a porta e escutei um som alto vindo do quarto de Mikey.
Ninguém merece, mas quando papai não está é sempre assim.
Terminei meu banho e fui pra sala.
- MAIS UMA HISTÓRIA PRA SER LEMBRADA! – Falou Mikey com um pulo do meu lado e roubando metade dos meus docinhos.
- Mas que merda! VOCÊ NUNCA ME DEIXA EM PAZ NÃO? – Falei irritado olhando pra Tv.
- Nos demos nosso primeiro beijo na chuva... – Ele sussurrou em meu ouvido – Já vi isso em filmes...
Fechei os olhos porque me arrepiei.
- Ah, tá. Legal. Agora me deixa!
- Sério mesmo? – Ele se aproximou perigosamente do meu pescoço, chupando e em seguida indo se encontro a minha boca. – Só acho que isso vai passar o tempo...
- Uhum, vamos para o quarto – Falei delirante.
E lá se vai meu autocontrole da realidade e compreensão da sanidade.
Entrei no meu quarto, fechei a porta de chave e sentei na cama.
Mikey veio de encontro até mim e agarrei desesperadamente seus quadris e dei a iniciativa de começar o beijo.
- Calma! – Falou Mikey.
Ele estava a centímetros do meu rosto, e ia aproximando devagar nossos lábios novamente.
Acariciei suas costas e fui devagarzinho tirando sua camisa. Por que diabos eu fiz isso? Extinto? É talvez sim. Eu queria adentrar sua boca, mas ele não dava passagem, forcei mais vez minha língua para que ela penetrasse.
- Abre! – Reclamei.
Ele sorriu e penetrou minha boca, sentir aquela língua quente era muito melhor que ficar na sala com cobertor. Passei uma mão pela sua coxa apertando-a, ele me deitou com cuidado na cama sem interromper o beijo, coloquei minhas pernas pela sua cintura. Haha, agora está preso a mim.
Continuei a sentir aquelas costas bem quentinhas, até ele tirar minha blusa bem devagar também.
Nossas peles entraram em atrito e foi uma sensação maravilhosa.
- Ah, isso tá muito bom – Falei. Aquilo me deu um puta sono, virei à cabeça e fechei os olhos.
Narração em 3° pessoa.
- É... – Ele sugou com vontade o pescoço de Gerard. – Gerard! Gerard!
- Eu não acredito – Falou Mikey. – Haha, só pode ser brincadeira. – Ele falou em um tom irônico rindo.
Ele bufou e se deitou na cama.
Gerard estava dormindo.
- Merda! Que maravilha. – Ele passou as mãos pelos cabelos e tentou dormir, era a única opção que restara.
Notas finais
Broxar não né... Mas acontece mt em casais de filme de comedia e meu deus tipo: KKKKKKKKKKKKKKKKKKK.
Até o proximo *snif*
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