How To Love Your Brother Like A Lover

30 Chapter 30 - Were born to die


Notas iniciais
Olá leitores. Sabe, eu gosto de perguntas, me façam perguntas... Ai eu amo responder, rsrs, não aqui não é ask.fm, mas sobre a história, sobre qualquer coisa, sobre tudo. Sobre suas duvidas, questionamentos e afins *aberto 24h vem pra caixa vc também, rs vem -q* Yay.
O titulo foi inspirado na música de Lana Del Rey, pois é.
Ah, tchau amgs.

Depois de ter uma noite triste, abatida, infeliz, deprimida e depressiva, eu acordei ainda estava no quarto de Melanie, se alguém me vê meu Deus... Seria uma boa ideia tomar o café da manhã aqui, mas... Tolice. Balancei a cabeça a fim de evitar esse pensamento, sorri com a situação mais uns dias fora de casa e vou acabar como Bob...

- Mel? Mel... — Balancei-a a fim de acordá-la.

- Hm? — Ela se virou para o outro lado.

- É cedo demais para você acordar só estou dizendo que estou indo está bem?

- Hmm... Que? — Ele se levantou — Ah, tudo bem.

- A noite você pode me ver está bem?

- Obrigada por tudo, está bem — Ela me abraçou e assim eu pude sair.

Abri a porta dei uma última olhada ela já se voltou a deitar. Sai porta afora, o dia estava frio. Acentuei a gola do meu casaco, andei pelos corredores e fiz o mesmo percurso que fiz noite passada, eu passava algumas garotas me olhavam curiosas, estava perto do salão de entrada pronto pra sair dali quando uma voz me chamou...

- Gerard! Gerard — A garota se exaltava no meio das outras acenando com o braço — Gerard!

Parei e olhei-a, ela veio até meu encontro. Era loira, cabelos médios, não tinha cara de puta, só porque eu acho toda loira um pouco mais "saidinha" e... Não importa, vi que Lindsay era diferente disso. Apenas um pouco de castidade estampava em seu rosto.

- Gerard... Então é você não é? Sou... Lindsay.

- Ah, a tão polêmica Lindsay. — Falei com um sorriso falso no rosto.

- Por favor, sem comentários aqui, não quero reviver toda a história de novo. Eu só quero pedir uma coisa... Cuide da Melanie ela vai precisar. — Ela olhou para os lados receosa que alguém ouvisse então me puxou para um canto e falou com a voz baixa — Promete pra mim? Faça isso por mim, não pedi para que nada disso acontecesse, só sei que não vou conseguir ser a mesma pessoa de antes com ela, meus pais nunca irão entender, é suicida fazer isso, mesmo que me mate ou ela. Mas, não vejo outra saída. — Ela parecia prestes a chorar.

Me adiantei e falei.

- Tudo bem, farei o possível.

- Bem... — Ela tomou fôlego e se virou indo embora.

Situação um pouco complicada, agora o clima está tenso.

Fiquei triste e meus olhos ficaram quentes, olhei pra cima pedindo por ar atmosférico.

Voltei para o meu prédio, Mikey devia estar enlouquecendo sem mim, já que ele acorda a noite ver se eu estou lá, ou melhor, ficar junto de mim na minha cama.

Voltei correndo e subi pelas escadas, ao abrir a porta do quarto, vi alguém sem camisa deitado no chão.

- Mikey o que você está fazendo?

- Ah, só estava pegando minha revista... Onde você esteve? — ele se levantou.

- Tive que sair, nunca mais faça isso quase tive um mini enfarte — Falei irritado indo até a cômoda tirando meu casaco.

- Quero me conte o resto.

- Tive que sair para ver Melanie, algo aconteceu não muito legal e ela não está nada bem.

- Você tá okay?

- Um pouco... Isso vai passar.

Ele sorriu provocante e veio até mim.

- Quer que eu ajude a passar? — Ele falou inclinando a cabeça encostando a boca no meu queixo.

Agarrei sua cintura.

- Na verdade, quero sim.

Mikey se dirigiu até a minha boca onde nossos lábios se tocaram, quando menos dei conta sua língua estava dentro da minha boca, como era delicioso, principalmente sentir isso de Michael. Ficamos uns minutos assim, parecia infinito nosso beijo...

- Tá melhor agora? — Ele falou com um sorriso.

- Quem te deu permissão pra parar? — Eu falei rindo.

- Se você ainda não sabe eu sou dono de mim mesmo.

- É?

Mikey parou de rir.

- Você está bem, está aéreo? Viajado...

- É mais continuo o mesmo de antes, lindo e sexy.

- Não quero dizer... Abatido.

- Esquece isso tudo vai passar, preciso de uma festa! Conhecer gente nova e... — Respirei todo o ar a minha volta, meus pulmões pareciam à beira de um ataque — Ah, ah meu deus estou em pânico, olha eu não consigo mais andar — Suguei mais ar.

- Oh meu deus calma, calma, calma. Deita! — Mikey me deitou na cama. Fechei os olhos. Mikey abanava as mãos em um gesto trágico.

- Eu sou o anjo... — Comecei a cantar.

- AH SEU PUTO VOCÊ ESTÁ FINGINDO?

- EU ESTOU MORRENDO MIKEY, ME TRAGA COMIDA, RÁPIDO, RÁPIDO!

- VÁ SE FODER! — Ele me jogou um travesseiro.

- NÃO ME DEIXA EU... — suguei mais ar — MIKEY POR FAVOR — acenei com as mãos.

- VOU PEGAR ÁGUA NESSA PORRA AQUI, AGORA VÊ SE CALA A BOCA E NÃO FAZ MAIS NADA.

- MAS MIKEY... ÁGUA É MUITO LONGE ME AJUDA — Mudei completamente a cena me joguei na cama e comecei a gritar, era terror e ao mesmo tempo atentar Michael, puxei-o fazendo deitar em cima de mim — YEAH, VEM MIKEY POR FAVOR, VAI MIKEY, VAI MIKEY VAI... — Eu sorria estava sentindo o ar quente de sua boca quase junto a minha, enquanto eu gritava sem finalidade nenhuma.

- PARA DE GRITARIA PORRA! QUE PORRA!

- NÃO — Segurei a cintura de Michael enquanto eu me contorcia pra frente e pra trás ele queria esquiva-se, mas eu não deixava segurando mais forte.

- ME SOLTA SUA CADELA GRITANTE!

Comecei a rir descontroladamente.

- GERARD, POR FAVOR.

- NÃO... NÃO SOLTAREI, OH YES, VAI, VAI,VAI,VAI,VAI, VAI, VAI... – Chorei de rir, mas por fim, afrouxei as mãos.

Soltei-o.

- Seja livre passarinho.

Ele se levantou sem hesitar.

- Adeus Gerard, arg! Porco!

Me desatei em risos.

Notas finais
bom como minha tristeza cronica esse cap eu tinha feito antes, pq se fizesse agora... oh christ estaria tragico, mas na escrita a gente tende a fechar a boca e trabalhar a mente e isso é uma coisa muito legal, ou seja, não importa se vc estar a beira da morte, você ainda vai conseguir fazer uma escrita divertida, ao menos se você quiser e se esforçar né.
É isso.
Adeus (: