How To Love Your Brother Like A Lover
5 Capítulo 5 - Podemos comer mais na madrugada?
Notas iniciais
Quando faço uma coisa gosto de me inspirar em outra.
Então é isso, quem assistiu vai ver que alguns pontos são semelhantes e etc etc etc...
Obrigada a Hades pela dica e assim pude revisar a história desde o primeiros cap.
THAT'S ALL.
ÇLHKFGÇLHKF.
– O que vai fazer depois das aulas ? — Perguntou Mikey quando estavamos no refeitório, ele praticamente estava engolindo as batatas.
– Vou... Sabe. A casa em que eu fui da última vez pra a "festa" que o Bob me chamou então depois dela se você andar reto... Eu vou ta lá.
– Ah nossa, você realmente sabe explicar as coisas.
Dei de ombros nunca fui bom com isso mesmo. Estava comendo finamente minhas panquecas com amora quando Mikey olha pra mim com cara de "QUE ISSO" e começou a rir. Eu não entendi.
– Desculpe? — Perguntei ignorando ele.
– É engraçado você comendo panquecas, é lindo, Gerard você é muito delicado. Ele começou a rir de novo.
– Por quê? Cala a boca Mikey, na boa. — Sorri, meu rosto estava começando a esquentar de novo.
– Okay Mikey. MIKEY. Depois vejo você.
Levantei e dei um beijo na sua bochecha. Foi EXTREMAMENTE delicado Sr. Way não precisava se curvar dessa forma. De qualquer forma sai.
Eu estava no mesmo lugar que eu havia estado da ultima vez: o mesmo jardim da casa da festa em que eu fui. Estava anotando um exercício de algumas (várias) matérias do caderno de Mikey, como ele era nerd e eu não era né. Eu dormia nas aulas quando ficada com raiva do professor e de todos, qualquer pessoa no meu lugar se ferraria depois, mas eu não. Não quando se tem um professor particular né? O melhor do mundo, por favor. Sorri pensando nisso.
Levei um susto, quase um mini enfarte de coração quando uma coisa me abraçou por trás e sussurrou no meu ouvido "E aí da pra terminar ou não." Depois me deu um beijo apertado na bochecha. Mikey deu a volta e se sentou na minha frente, com os braços em cima do joelho.
- Não faça mais isso Mikey.
– Delicada novamente? — Ele começou a rir.
– PARA COM ISSO!
Ele estava interessante sentado daquele jeito parecia até ter mais idade que eu.
– Pronto terminei. Fim.
– Ótimo Gerard quero te mostrar uma coisa, vem. — Estendeu a mão.
Segurei-a.
– O que é?
– Um lindo buraco Ger, acho que vou te enterrar lá dentro... Posso ? — E sorriu.
– CLARO, MIKEY POR QUE NÃO, POR QUE NÃO FAZ LOGO EM VEZ DE FICAR ME PERGUNTANDO.
Continuamos andando, de mãos dadas. Eu segurando a mão do Mikey ele resistindo, e apertava de volta ás vezes, queria passar o dia todo assim, ele me guiava por entre as pedras e árvores. Meu deus, cena linda se eu quisesse gravar e quando estiver mais velho eu vê-la novamente. Por que eu me sentia protegido.
– Para aqui.
– A gente ta longe demais, acho que isso é outra propriedade.
– QUE NADA A VER, É GRANDE DEMAIS VI GENTE CAMINHANDO POR AQUI.
– Está bem, calma, não precisa ficar assustado — Sorri.
– Muito engraçado, Gee.
Caminhamos mais ou menos até o que parecia ser uma hora... Se eu estava cansado? Não! (Sim!). É mas estava bom demais pra querer soltar a mão de Mikey. Então agora estamos dando a volta. E Deus aqui é muito grande, poderia matar uma pessoa... Matar e enterrar e ninguém ia perceber. É uma escola foda essa.
– Sabe poderia matar uma pessoa aqui e esconder e ninguém ia saber ou desconfiar de nada, uma ou mais. — Eu falei meio ofegante
– Ahr... Ger, isso é verdade. Será que já matou.. p-pessoas, AH — Ele me ajudou a pular de uma pedra eu que tive a brilhante (ou não) ideia de subir e acabei batendo no seu rosto.
– Desculpa — Comecei a rir.
– Merda, vem.
Chegamos e já era hora de jantar. Passei direto pelo refeitório e fui pro quarto. Subi as escadas. Abri a porta.
– Não vai comer? — Perguntou Mikey quando eu deitava na minha cama exausto.
– Não.
Cochilei e acordei... Eram 9h. Supus que Mikey estava no banho porque vi uma luz vindo de lá. Suspirei. Puff. Afundei-me no travesseiro de novo.
– Com medo de entrar no banheiro, achou que era quem?
– TERMINOU. Você sabe que eu odeio esperar uma pessoa terminar de tomar banho, acabo perdendo a coragem depois — Retruquei.
Depois que terminei o banho fui pra cama, sentei na cama de Mikey e me encostei.
– Não vi Bob o dia todo.
– Claro onde você estava comigo acho meio impossível.
– É... Ah merda, tô com fome...
– Foda-se.
– MIKEY!
– Ai, eu quero comer, Mikey vamos comigo pegar comida.
– GERARD, AQUI NÃO É A NOSSA CASA.
– O PROPÓSITO ERA FAZER DAQUI UM LAR, ESSA É A IDEIA NÃO?
– Vou descer, faço barraco mais vou conseguir comida. Não vou conseguir dormir sem comida — Falei.
Fui abrindo a porta dei de cara com...
– Bob! Onde se arranja comida uma hora dessas?
– Ah, vai lá. Desce até a cantina se não estiver trancada entra pela a porta da cozinha e depois tem umas portas lá no fundo uma delas dá pra o quarto das tiazinhas da cantina. Já fui uma vez e Gerard acabei de chegar, não vou sair daqui não.
– Ta, eu vou. Obrigado. Invadir o quarto das tiazinhas? Não queria as ver trocando de roupa nem sentadas, eram gordas.
– Mas... É. Ok — Eu disse por fim. Fechei a porta e comecei a descer a escada.
Estava no térreo. O quê a diretora diria se visse um garoto, magro e estranho andando no meio da escola e de pijama. Ah, merda, mas é claro por que eu não pensei nisso antes! Tinha gente ainda acordada e não era uma quantidade pequena. Ah merda devia ter trocado de roupa, o que que eu estava pensando que aqui era? Aqui não é Hogwarts que se pode passear a noite pelos corredores proibidos sem que ninguém veja! Senti uma força que veio correndo das escadas agarrando meu braço. Ele segurava o unicórnio.
– Vou com você.
– Ai. Mikey, ér .. Melhor você trocar de roupa.
– Por quê? Ah, não Gerard não vou. Não tô nem aí se virem. Já desci e não vou subir de novo pelo menos eu estou com você... Não vou pagar mico sozinho! — e sorriu.
– Então tá. Vamos.
Andei por lugares e evitando o máximo o contato com pessoas Mikey segurava meu braço todo o trajeto ás vezes algum garoto nos via, mas passava olhava e não dizia nada. Praticamente corri quando cheguei no refeitório, passei por trás do balcão e a porta da cozinha estava aberta, anjos de aleluia cantem agora. Entrei na cozinha, e oh era pequena, e...
– O quê eu faço agora? Meu deus. Seria mais fácil se uma delas tivessem aqui! Vamos Mikey eu bato na porta e você chama.
– O quê? Não.
– Por favor Mikey, eu estou com fome.
– Mas que merda, ta bom.- Ele foi até uma das portas da cozinha e bateu. Bateu mais uma vez. Ele recuou com um dedo na boca e o outro segurando o unicórnio, depois agarrou meu braço e olhou pra mim. Que demora. 5 segundos é muito tempo. Devia mudar os segundos pra minutos... Uma mulher abriu a porta.
– Oi, o que querem ?
– Comida. — Eu e Mikey falamos em uníssono.
– Uhm, DEVIAM TER JANTADO MAIS CEDO. NINGUÉM GOSTA DE SER INCOMODADO ESSA HORA.
Me assustei. A mulher gritou e foi procurando no armário e geladeira a comida. O quê ela estava fazendo de tão importante que eu interrompi? Credo. Mikey teve a mesma reação que a minha porque me olhou assustado e depois balançou a cabeça. Aguardamos ela pegar tudo.
– Aqui está, comam.
Acho que devia comer mais na madrugada, santo cristo ela botou um banquete praticamente. Pedaços de torta de abóbora, panquecas com mel, sorvete, amoras, chocolate derretido, suco de abóbora...
Mikey olhou pra mim sorrindo e com os olhos brilhando, acho que ele estava no paraíso, comia demais e nunca engordava. Depois que a mulher serviu saiu da cozinha e fechou a porta.
– GERARD, EU NÃO TINHA VISTO ESSAS COMIDAS NO JANTAR.
Coloquei panquecas e chocolate em cima, depois um pouco de amoras e suco de abóboras. Mikey colocou tudo até o sorvete. Meu Deus.
– É... Interessante — Eu falei colocando uma garfada na boca.
Mikey enchia a boca rapidamente e quando viu meu prato começou a rir.
– Que é dessa vez? — Perguntei.
– SEU PRATO, TÁ MUITO PEQUENO.
Ignorei ele balançei a cabeça e voltei a comer. Depois que Mikey fez uma SEGUNDA janta, coloquei os pratos na pia e me virei ficando encostado.
– O quê será que tem nos armários? — Ele perguntou comendo bolo de chocolate e balançando as pernas.
– Não sei. Isso é ... Mistério. — E balançei as mãos para cima.
– VAMOS DESCOBRIR?
– NÃO, MIKEY PARA. JA CHEGA VAMOS.
– Okay, ... Terminei. Ele colocou o prato na pia e segurou na minha mão. Ele olhou pra mim e sorriu, sorri de volta. Depois voltamos para o quarto em silêncio.
Cheguei no quarto e quando cheguei fiz uma preparada de mestre. Fiquei curvado na entrada da porta como um atleta de corrida respirei e... Corri até a cama de Mikey.
– YAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH — Cai com um barulho.
– Gerard — Disse Mikey sorrindo um sorriso cínico — EU. ODEIO QUANDO VOCÊ FAZ ISSO MAS QUE SACO! Comecei a rir.
– Nhá, cala a boca senão pode acordar o Bob. AGORA DORMIR! — Sorri e deito rápido na minha cama. Mikey vem atrás de mim e se joga nas minhas costas.
– EU TAMBÉM.
Deita-se e agarra a minha cintura.
xx
A semana se passou rápido, os mesmos afazeres e o mesmo professor particular foda. Me sentia com 9 anos quando Mikey me explicava umas coisas de matemática.
Ele até parou de ler suas revistas e gibis só lia quando não tinha nada pra fazer e nada mesmo. Por que a maior parte do tempo tratávamos de fazer alguma coisa. Sempre juntos, as pessoas olhavam e perguntavam ou diziam "Nossa vocês sãos irmãos?" "É são bem unidos" ou até "Nem se parecem". E assim ia. Preciso dizer? Estava adorando aquele lugar, em menos de uma semana ou duas me acostumei, gritava, brincava fazia barulho e me divertia sempre com o Mikey de lado, queria uma câmera pra registar cada momento. E eu achando que iria odiar aqui, mas quer saber? Tá melhor que minha vida na minha antiga casa, é minha casa mas só não vivo mas lá né.
Enfim, cada semana ia e não ficava chato. Chato era realmente os finais de semanas. Aí sim era tanto tédio que Mikey se rendia e começava a ler suas revistas.
Até que chegou o fim do mês, estava no dia de visitas da família. Nossa! Um mês já. Passou muito rápido.
Mas tem aquele velho dito "Tudo se passa rápido quando você se diverte e blah blah blah".
– Acha que papai virá? — Perguntou Mikey pela 5° vez consecutiva.
– Claro Mikey, agora fica quieto, por favor, ou não consigo terminar essa conta!
– Deixa eu te ajudar. — Ele sentou atrás de mim e pegou na minha mão e contornou ela pelo papel, me senti com 6 meses agora. Mikey só fazia regredir minha idade.
– Já chega! Já entendi.
Ele sorriu e me abraçou por trás em seguida dando um beijo na minha bochecha. Meu deus que delícia, senti um arrepio e alguma coisa pulsar. Depois disso Bob entrou no quarto.
– E AÍ GALERIS, HAHA, AFINAL AMANHÃ QUE VAI VIR A FAMÍLIA, OLÊ VOU PODER VER MINHA NAMORADA. — Disse ele deitando na cama e tirando os sapatos.
– Mas Bob, pensei que você ja tivesse uma. — Eu falei.
– Não, não aquilo era um rolo apenas.
Traição. Okay. Baixei a cabeça e continuei.
– Mas o que que vocês tão fazendo? — Ele perguntou olhando pra Mikey ainda agarrado em mim e eu fazendo a conta. Baixei a cabeça e disse.
– Nada Bob, só fazendo contas.
– Aham — Bob pegou o celular e foi fazer uma ligação-para-não-sei-quem.
A sensação de Mikey me acompanhando com o pescoço, os meus movimentos, céus queria dormir ali.
– E pronto terminou.- Mikey sorriu pra mim depois pegou seu unicórnio.- Bem vou tomar banho, quem sabe que horas é isso né? Pode ser cedo demais pela manhã... Ou...
E entrou no banheiro, o resto do que ele falava não consegui ouvir.
Notas finais
LKDJFLKDJGFD.
é isso.
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