Notas iniciais
Hey, eu pretendia postar este capitulo no dia seguinte em que postei o anterior, porém sempre que tento a pagina da Web da erro! ¬¬
Hoje tenho dois capitulos! - isso merece um review bem fofo! ;)
Dedico este capitulo a uma de minhas leitoras mais fieis ; Thaiis Hernandez! *u* Você é uma Holie muito sweet! Mahalo nui loa eku'u aloha!
Espero os reviews ok?
Honi:** Boa leitura! o/
Yasmine

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Com o término do ensaio Bruno desceu do palco e veio até mim.

-Oi – disse ele sorrindo.

-Oi – abraçamo-nos e demos um selinho.

- Lugar maneiro aqui – eu disse.

-É, bem amplo. Eu gostei especialmente das sacadas, o show poderá ser mais dinâmico.

-Sabe oque eu percebi?

-Hm?

-Você não é do tipo que teme aos fãs.

Ele riu – como assim?

-Sabe, você é atencioso, carinhoso, e simpático. Gosta de estar perto, não sai correndo quando elas se aproximam.

Ele franziu levemente o cenho, reflexivo. E então sorriu – é, eu amo meus fãs. É inexplicável, somos como uma grande família! – ele sorriu, com covinhas.

-Lindo – beijei-o.

Demo-nos as mãos e Bruno levou-me até o palco, pediu que eu cantasse uma música com ele, eu enrubesci, mas depois do dengo dele eu cedi. Cantamos então, “California Girls”, fora tão fofo, lindo, na voz e violão. Poucas pessoas passavam pelo salão, mas ocupadas em suas tarefas não prestavam muita atenção em nós. Depois Peter levou-me a um passeio pelo andar de cima nas sacadas circulares. Realmente tinha-se uma visão ampla de todo o salão. Ele mostrou-me também onde eu ia assistir ao show juntamente com sua família – eu ainda não conhecera ninguém além do Erick, tinha a expectativa nervosa de encontra-los. Peter conferiu a hora no celular; “Vamos ao meu camarim?” e foi para lá que nós fomos, no andar de cima, passamos por algumas portas com plaquinhas indicativas — reparei bem no nome “Bruno Mars” gravado em uma estrela de metal dourado na porta antes de entrar.

-Hmm, aconchegante – comentei, olhando em volta; o camarim tinha as paredes de cor clara, iluminado por luminárias vermelhas ( apenas o suporte era vermelho a luz era branca ), pufes vermelhos, havia ali uma arara de roupas, algumas bolças enormes como malas e a nossa frente a bancada com um enorme espelho. Sentei-me ao lado de Bruno no divã (também vermelho).

-Thank you for be here, girl – Peter passou-me do divã para seu colo.

-Thank you for exist, Peter – ele fitou-me nos olhos e beijou meu queixo, sua língua passou sobre meus lábios. “Hmm” ele murmurou, eu ri pois fez cócegas.

- Você se amarra em vermelho não? – olhei em volta.

-Você é uma prova disso. Se eu pudesse me pintaria de vermelho! Imagina eu chegar na mansão da Vogue vermelhão, causando! – e fez gestos com as mãos imaginando a cena.

Eu ri – ahaha, mas você causa, amor.

Bruno semicerrou os olhos – você é linda sabia? – ele aproximou-se e beijou meu pescoço, estremeci – e quente… toda vermelhinha… – e beijou novamente meu pescoço, soltei um gritinho risonho, mas que danado!

Nessa hora a porta abriu.

-Opa, opa! Foi mal! – Ever entrou e saiu atrapalhada.

Peter e eu rimos – mas fiquei vermelha feito meu cabelo – antes de descer do seu colo ele beijou-me, passei para o assento ao lado, Bruno cruzou as pernas; eu olhei o volume na calça e soltei uma risada gostosa, Bruno me acompanhou.

- Oi? Posso entrar? – Ever reabriu a porta.

- Chega mais Evi – disse Bruno.

-Ah, ok, to entrando. Po, foi mal…

-Esquenta não – disse eu.

Ela deu uma risadinha – então, Bruno vá tomar seu banho, o show vai começar em 4º minutos. Jasmin você me ajuda aqui – comandou ela. Bruno e eu trocamos um sorriso, ele sumiu trás da porta do banheiro, eu pus-me de pé. “Pendura isso aqui…” Ever passou-me uma tshirt outdoor branca, pendurei-a no cabide sob a camisa xadrez. Não fizemos muito, as roupas já estavam organizadas e separadas, nós apenas pomos a postos de pega-las e vesti-las.

- Eu vou ali, quando Bruno sair fale pra ele que esta é a primeira roupa – ela indicou a roupa na arara e se mandou. Minutos após Bruno bateu a porta por dentro. “Oi?” eu disse, ele entreabriu a porta, vendo que apenas eu estava ali ele saiu, e para a minha morte, vestindo apenas cueca!

-Ah, você quer me matar?

-Ainda não… – ele sorriu torto – Ever te falou oque que eu tenho que vestir? – ele passou por mim, deixando um rastro de perfume másculo.

Apontei para a arara – As roupas estão em ordem. E não se esqueça do colar – eu disse meio aturdida, olhando para seu corpo. Eu enlouqueci, senti meu corpo estremecer de dentro para fora; vê-lo sem camisa ou de sunga era uma coisa, agora vê-lo de cueca boxer preta?! Aí é desafiar minha perversão e autocontrole. A sua bunda carnuda estava muito bem marcada, e as pernas!

-Peter veste logo essa roupa! Eu to…

-Pegando fogo? – ele pegou-me pela cintura, eu colidi contra seu peito nu, já sentindo meu corpo mole.

-É… – segurei em seu quadril sentindo sua pele sob minhas mãos.

- Bru isso é maldade… – ele beijou-me no pescoço, arrepiei-me até a alma e afastei-me arfante.

Pigarreei – Er, agora você tem 24 minutos.

Ele deu aquele sorrisinho torto e pegou a roupa no cabide. Tão rápido ele entrou no banheiro ele logo voltou vestindo a bermuda cor caramelo, camisa aloha em tons de verde-claro, beterraba e amarelo.

-Hm, ótimo! – sorri – Agora vem, senta aqui – parei em frente à bancada com as mãos no encosto da cadeira giratória. – Ever me deixou cuidar de você. “Como você é a namorada dele…” imitei o tom de voz de sinos de ventos de Ever. Bruno riu e sentou-se na cadeira, então pus mãos a obra. Sequei seus cabelos e modelei seus cachos – só de mimo mesmo, pois ele ia usar chapéu. Passei um pouco de corretivo embaixo dos olhos e pó de arroz em seu rosto. Peter observou-me o tempo todo pelo espelho, mas se comportou bem.

-Pronto – sorri – agora… – coloquei-lhe o chapéu e o colar de flores.

-São que horas, anjo?

Olhei no meu celular – 19:27, e agora?

-Vamos descer – ele pegou em minha mão, nós percorremos o corredor rapidamente e encontramos o pessoal da banda e Ryan na antessala para o palco.

-Bruno que bom que você chegou! – uma mulher morena de cabelos curtos pegou em seu braço, falando agitada.

-Arrase meu amor. Estarei com sua família onde combinamos – falei baixinho ao seu ouvido e dei-lhe um breve beijo. Ele sorriu, abriu a boca para falar algo, mas a mulher puxou-o falando energicamente, gesticulando. Ele suspirou, respirou fundo e deixou-se ser levado.

Eu sabia o quanto aquele momento estava sendo importante para ele. Depois de tantos anos, depois de tanta luta. Bruno já fizera muitos shows até ali, mas este; era seu retorno. Passei por algumas pessoas pelo corredor, tentando lembrar-me do caminho para a área VIP que Bruno há pouco me mostrara.

-Oi, você é a Jasmin? – uma moça morena de cabelos ondulados na altura dos ombros parou a minha frente.

-Sou – disse.

-Meu nome é Presley, Bruno me pediu pra te fazer companhia. Sou a irmã mais velha dele. – ela sorriu – Vem, a nossa sacada é por aqui. – E segurando em meu braço ela me guiou pelo corredor.

Já havia meia dúzia de pessoas conversando quando chegamos. Mobiliada com pufes e mesinha de centro, pude ver até uma mini geladeira próximo à porta, a área VIP estava iluminada pela luz azulada e vermelha que vinda do salão.

-Oi! Achei ela! – Presley anunciou assim que entramos e fechamos a porta atrás de nós.

Reconheci o pai de Peter conversando com uma mulher de cabelos lisos na altura do busto, uns 50 anos aproximadamente, a Dona Bernadette, presumi. Sentadas em circulo nos pufes três moças morenas conversavam e ao lado delas um rapaz de boné. Todos pararam as conversas e viraram-se para nós, senti meu rosto corar. Presley sorriu e me apresentou á família;

“Estas são minhas irmãs”. E as moças levantaram-se. “Tahiti”. – nós trocamos um sorriso, e ela aproximou-se me deu dois beijos na face, sua expressão era meiga, traços finos e lábios carnudos, longos e escuros cabelos emolduravam seu rosto de menina, no cumprimento da cintura.

-Oi Jasmin – sorriu ela.

-Oi – disse eu.

“Jaime” – prosseguiu Presley – então da mesma forma cumprimentei-a. Diferente das irmãs ela tem cabelos cacheados, negros na altura do busto. E um sorriso muito simpático. “Tiara”; também morena e magra, cabelos lisos na altura dos ombros. Todas muito simpáticas e seus sorrisos lembravam-me muito Peter, os traços dos olhos.

-Esta é minha mãe, Berny — Bernadette.

-Olá Jasmin – ela sorriu afetuosamente revelando de onde Bruno herdara as covinhas. Abraçou-me breve mas calorosamente, imediatamente gostei dela.

- Olá, Berny – ela riu.

-Meu pai, Pete – o homem magro de bigode e cabelos grisalhos repartidos ao meio sorriu e apertamos as mãos.

-Oi Jasmin, nossa,! Então era você no corredor com Ryan. Me desculpe estava tão apressado na hora.

-Ah, tudo bem – sorri.

-Esse é o nosso primo, Harry.

-Iai beleza? – o rapaz de aproximadamente 17 anos estendeu a mão.

-Beleza! – apertei-a.

Presley olhou para mim sorrindo e pude ver no rosto de cada um a hospitalidade e simpatia acolhedora, conversamos sobre o Hawai’i e suas atrações, sobre o Brasil, falamos também sobre música e nossa ansiedade para o show começar. Estranho como senti-me a vontade, em paz e sem receios com eles, a família de Bruno Mars, Os Hernandez.

*Continua!

Notas finais
Eai? Algo tirou seu folego, fez sorrir? Comente! ;]
E a foto da Familia Hernandez? Deliciosa não? >.<'