How Do You Say I Love You?
19 A Garota Dele
Notas iniciais
Após 30 minutos aproximadamente chegamos a Oahu, o paraíso dos surfistas. Caminhamos de mãos dadas até a costa da praia: Bruno fora acertar algo com o cara com aspecto de surfista ali perto, na Cabine do Iate Club; quando voltou eu estava sentada em uma cadeira de praia, observando o revolver das ondas.
-Vamos?! ele disse sorridente. Quando chegamos à orla tive uma agradável e empolgante surpresa; dois Jet Ski super equipados na cor vermelha nos aguardavam!
-Oool, A-do-ro! gargalhei, Bruno retribuiu com o mesmo entusiasmo. Trocamos nossas roupas comuns por roupas de mergulho.
O dia estava extremamente quente, o ar parado do verão. O céu azul como misótis e as águas brilhavam refletindo a luz do sol.
- Sabe pilotar isso? indagou Bruno.
- Claro! sorri ligando o motor do Jat Ski que rugiu vorazmente fazendo-o tremer embaixo de mim.
- Ohoho! Vamos lá então! Bruno deu a partida, acompanhei-o.
De inicio apenas deslizamos nas águas, que respigavam em nossos rostos, o vento acariciando nossas faces, tranquilamente; Bruno me olhava com um sorriso indescritível nos lábios. Inesperadamente eu acelerei, os respingos tornaram-se borrifadas de água em meu rosto conforme eu ia adentrando na vastidão do oceano. Uma sensação de prazer tomou conta de mim ao ouvir nossos risos se unindo ao marulho das ondas e o motor acelerado das nossas motocicletas aquáticas.
- Hey Bruno! Pode fazer melhor? desafiei.
Não pude ver a sua expressão, pois tudo passava rápido demais por nós. Mas Bruno de repente me ultrapassou, jogando uma onda encima de mim.
Ah! Arfei indignada e ao mesmo tempo empolgada. Então meti o dedo no acelerador e disparei loucamente atrás de Bruno. Um borrão azul e verde passava por mim, mas mesmo assim pude ver a minha frente Bruno pilotando; parecia tão atlético, suas costas arqueadas para frente o impulsionava para a imensidão do mar.
Consegui alcança-lo: emparelhamos a toda velocidade; meus cabelos e rosto estavam ensopados. Por um instante pensei em fechar a boca, estava engolindo muita água, mas o sorriso estampado em meu rosto era irreprimível! Eu sorria com a alma. Tão rápido a ponto de não conseguir enxergar nada, Bruno e eu furamos as águas de Oahu. A adrenalina percorria minhas veias eletrizando meu corpo.Aaaaaaaaaah! Gritei. Ohohoho! Wool! Ouvi Bruno.
Alguns quilômetros a frente ele fez um sinal com as mãos que não compreendi, então passei como um raio por ele que repentinamente diminuía a velocidade, mas eu não podia olhar para trás; Bruno agora gritava e se decidia se gesticulava para mim ou se segurava o guidom do Jat Ski. Eu continuei seguindo velozmente quando vi em meio às borrifadas dágua: uma rocha pontuda a poucos metros a minha frente. Meu móvel estava rápido demais para diminuir a velocidade a tempo de desviar. Apertei o freio brusca e violentamente no desespero; meu corpo vibrou com o forte fluxo de adrenalina e excitação mesclada com temor.
Foi rápido demais.
Antes que eu pudesse ao menos piscar algo fez o Jat Ski derrapar na água, com uma curva brusca e inclinada; Bruno passou como um borrão por mim e sumiu de vista; enquanto eu fui lançada do Jat Ski e voltei a despencar nas águas.
JASMIM!berrou Bruno.
Eu tentei responder em meio às tossidas engasgadas; Pet... Hey Perter! Gritei emergindo e cuspindo água. Em seguida cai na gargalhada. Eu sentia uma adrenalina suicida e insana eletrizar todo o meu corpo. Bruno também caíra; nadava agora em minha direção.
-Garota! Você é louca, meu amor. eu ri Você está bem?
-Ah! gritei Estou ótima! Ótima! Dei algumas braçadas na água e me joguei nos braços de Bruno. Ele riu nervoso, e soltou mais uma gargalhada gostosamente; uma risada quase infantil e me abraçou forte. Boiamos um balanço gostoso no meio do imenso mar, sem direção; leste, oeste, norte, sul ou boreste; pouco importava. Eu estava com ele. Bruno tomou meus lábios com os dele, meu sangue ferveu, senti minha cabeça girar. Entrelacei meus dedos no seus cachos beijando-o com ternura, deliciosamente Bruno segurava minhas pernas enlaçadas em seu quadril. Como sempre esquecemo-nos do mundo. Beijando-nos no meio do Oceano Pacifico.
OOI! BRUNO! TÁ TUDO BEM AI? uma voz masculina com um tom desesperado chegou até nós.
Ignoramo-la.
Quando o suave rugido de um motor soou muito próximo e a voz novamente indagou Ah... er... desculpe. Tá tudo bem? Separamos nossos lábios, olhei bêbada para o instrutor do Iate Club. Bruno que falou.
-Hmrr limpou a garganta Estamos bem e me deu uma olhadela travessa Tudo certo! Ajude-a a subir. E nadou comigo algumas braçadas até o barco branco e elegante. O instrutor estendeu a mão; segurei-a e subir no barco. Bruno subiu em seguida, entrou na cabine e voltou segundos depois com algumas toalhas nas mãos.
- Oque aconteceu? Cara, vocês voaram uns 4 metros acima da água! disse o instrutor espantado, sem esconder a admiração.
Bruno e eu rimos Havia uma rocha a nossa frente disse Bruno.
- Podemos ir de novo? perguntei elétrica.
Eles riram. Os Jats afogaram, temos que voltar para a costa respondeu o instrutor.
Olhei para Bruno Ah, não sei se confio em você para ir de novo. Você é muito louca, anjo. disse risonho e me deu um selinho. Fiz beicinho e ri, aconchegando-me no abraço dele, que me cobriu com umas toalhas.
Voltamos em velocidade moderada, por nós passou a vegetação tropical; palmeiras ao longe ás margens serpenteando o mar. O céu de verão agora estava de um azul sereno raiado de farrapos de nuvens. Um anseio louco por asas queimou em meu coração. Voar naquele céu infinito.
- Eu queria ter asas... deixei escapar em um sussurro.
- Você já é livre, anjo Bruno beijou o alto de minha cabeça.
- Bruno? disse ainda sussurrando.
- Amor? Virei-me um pouco de modo a ficar de frente a ele, olhar em seu rosto.
- Me beije. pedi olhando em seus olhos, por segundos Bruno fitou meus olhos da maneira mais profunda que alguém já fizera. E seus lábios tomaram os meus com uma urgência terna. Senti seus braços cruzarem minhas costas e seus dedos se envolverem em meus cabelos úmidos.
Eu não era eu mesma, minha identidade se perdia e eu era outra pessoa, um eu que tinha mais dele do que de mim. Como nossos lábios se entrelaçavam nossas almas se encontravam.
- Mahalo! Agradeci ao instrutor ao descer do barco. Segurei a mão estendida de Bruno e caminhamos até a cabine para trocarmos de roupa. A cabine era como uma casinha, com cômodos semelhantes a provadores de lojas de roupas. Revestida de madeira e iluminada pela luz do sol; o teto era parcialmente aberto. Bruno abriu a porta e entrou, segui-o. Fomos para compartimentos separados. Quando comecei a descer o zíper da roupa, alguém bateu de leve na porta.
-Bru? perguntei.
- Sou eu. Er... sua bolsa.
- Ah... abri a porta. Bruno estava com a roupa de mergulho na metade do corpo assim como eu. Seu peito moreno nu, a parte de baixo da roupa muito justa marcando suas pernas gostosas.
Paralisei na porta, da mesma forma que ele mordia o lábio inferior inconscientemente.
- Ãh, tome, pensei que fosse precisar me estendeu a bolsa. Semicerrei os olhos e em vez de pegar a bolsa segurei sua mão. Minha respiração já descompassada. Bruno me puxou contra seu corpo, nossa pele irradiou desejo ao se tocar, como uma corrente elétrica. Ele segurou meus cabelos atrás da nuca olhando em meus olhos.
- Mahalo agradeci.
-Não há de quê mirou meus lábios umedecendo os dele com a língua.
- Não foi um pretexto?
Ele sorriu maliciosamente sempre é.
- Então me beije Bruno.
- Ah! Arfou rouco e apertou a mão em meus cabelos, a outra encontrou o caminho do nó de meu biquíni; seus lábios roçaram em meu pescoço até meu queixo, com urgência chegaram á minha boca, imediatamente senti sua língua entrelaçar na minha. Deixei-me levar por seus beijos e caricias; Bruno deu alguns passos atrás; pegou-me em seu colo e sentou na poltrona da cabine deixando-me caiu por cima dele.
Toc Tocalguém bateu na porta novamente.
Com um leve sobressalto olhamos para a porta. Bruno limpou a garganta e murmurou umocupado que mais pareceu um vá embora intrometido. Deixei escapar uma risadinha. Bruno me beijou e pôs-se de pé, ele tinha uma expressão esquisita no rosto.
- Você tá bem? perguntei preocupada. Por um instante me passou na cabeça a imagem de dezenas de Paparazzi do lado de fora prontos para nos flagrarem.
- Tô. respondeu ele hesitante com a testa levemente franzida.
-Bruno? semicerrei os olhos, em seguida sorri; dei um passo a frente, segurei seus ombros com ambas as mãos e empurrei-o contra a parede. Senti sua respiração entrecortada, ele parecia nervoso. Deslizei minhas mãos por seu peito forte; descendo por sua barriga e sentindo cada sobre saliência dos músculos de seu corpo... Repentinamente Bruno segurou minhas mãos. Beijou-me gostosa e ardentemente e se afastou rápido.
-É melhor irmos ele sorriu torto você ainda tem que me ensinar a surfar. Ele piscou um olho e se afastou para a porta.
Desorientada assenti ok. meu corpo queimava de desejo, ele não parecia diferente, pois hesitara na porta.
Vesti um short jeans ripied e camiseta por cima do biquíni azul-marinho que Bruno me dera. Desembaracei um pouco os cabelos com os dedos, peguei minha bolsa e sai da cabine.
Encontrei com Bruno na escada de madeira da cabine; encostado no corrimão de madeira; as pernas esticadas cruzadas a frene do corpo e ambas as mãos nos bolsos da bermuda branca estampada.
- Pronto parei ao seu lado.
Bruno virou-se com um sorriso Ótimo, vamos lá! estendeu a mão para mim, peguei-a. De alguma maneira percebi Bruno quase tenso. Suas sobrancelhas estavam unidas, mas como muitas vezes em que algo estava acontecendo; seus olhos estavam impenetráveis por trás dos óculos.
- Bru, você realmente está bem? toquei seu ombro.
- Sim, anjo. Eu só tava pensando...
- Posso saber em que? arrisquei com cautela.
Após alguns momentos respondeu; Você me deixa louco, Jasmin. ele deu uma breve pausa, inspirou e e prosseguiu Eu me sinto o cara mais sortudo do mundo por ter uma mulher como você comigo, não quero perde-la. Quero fazer tudo perfeito, quero que tudo seja perfeito pra você. Quero fazer tudo certo.
Surpreendi-me, não entendi o porquê dele falar isso agora. Ele não fizera nada errado. Ou ele achava que sim?
- Por que você tá falando isso? Parei fazendo-o olhar em meu rosto. Ele tirou os óculos repeti seu gesto.
- Porque eu sempre perco o controle, Jasmin. Não quero fazer nada que você não esteja pronta. Só quero que entenda isso, meu amor.
Pisquei os olhos compreendendo do que ele falava.
- Bruno... toquei seu rosto, olhando suas íris castanhas Oh, Bruno beijei seus lábios. Você tem sido um perfeito cavalheiro. E eu quero tanto quanto você, desde a primeira vez em que o vi e a cada momento. E quando acontecer será perfeito. Eu sei. E eu tinha total certeza disso.
- Anjo...
- Sim, Bruno?
Ele abraçou-me forte; senti seu coração bater sob minha mão. Afaguei seus cachos e beijei sua face, Bruno acarinhou meus lábios com os dele; senti a areia da praia sumir de meus pés; os braços fortes de Bruno a minha volta e o balançar de seus passos. Bruno caminhou comigo em seu colo, beijando-me por um longo trecho da praia. Ele afrouxou seu abraço e escorreguei pelo seu corpo até meus pés tocarem a areia.
- Como você sabe pra onde tá indo? Abre os olhos? perguntei risonha.
- Você me guia, anjo.
- Ah, tá! eu ri.
- Cara! exclamei atônita. A poucos metros a nossa esquerda uma longa fileira de pranchas coloridas sob o sol ainda fúlgido. Fui até elas passando as pontas dos dedos por suas laterais emolduradas. Escolhi então uma média na cor azul-anil com desenhos tribais havaianos. Tirei-a do suporte e examinei cada detalhe de sua pintura. Percebi que Bruno me observava; ergui o olhar, ele sorria bobo, como um pai que acabara de presentear o filho e comtemplava sua alegria ao receber o presente. E era quase isso mesmo. Um arrombo de lembranças tomou conta de minha mente; papai vestindo sua bermuda estampada e camisetas. Sua pele branca avermelhada pelo sol, sorrindo ao me demostrar cada manobra sobre sua velha branca herdada do vovô. Senti meus olhos marejarem, mas o que fiz foi acenar para Bruno se aproximar.
-Segure aqui. ele pegou a primeira prancha que eu escolhera. Passei os dedos pelas outras no suporte novamente até encontrar uma perfeita para ele; amarela com pintura tropical em tons quentes e hibiscos vermelhos. Uma média está ótimo! Bruno só fez sorrir e aceitou a prancha que eu satisfeita estendi a ele.
Joguei minha bolsa ali perto, junto com nossas sandálias de dedo; shorts e camisetas. Corremos para a beira mar onde as ondas revolviam;
- Você sabe o básico? iniciei minha modesta aula.
- Ãh, eu primeiro entro na água. disse sonsamente.
Eu ri. -É, primeiro você entra na água! Ótimo começo!
- Ah, muito obrigado! olhei de esguelha para seu sorriso de covinhas. Onw! Fofo! Pensei estrangulada.
- Bom, então depois que você entrar na água, coloque sua prancha deitada dei o exemplo pousando minha prancha na água — Aí você senta e espera a melhor oportunidade de onda, pode ser uma pequena, e tenta levantar, se equilibrar ok?
- Entendi assentiu.
Sentados em nossas pranchas esperamos uma boa. Agora. Levante devagar com os pés paralelos de forma igual na prancha! eu disse quando uma marola aumentava em nossa direção. Vai Bruno, agora.
E a onda nos alcançou. A água fresca azul-piscina molhou meus cabelos novamente, manobrei como não imaginei que ainda lembrasse de como fazer; deslizei graciosamente na onda e vi Bruno me acompanhando. Sorri mais do que satisfeita, imaginei se ele não fora modesto demais. Ele se equilibrara e deslizara perfeitamente. Porém enquanto eu emendava em outra onda maior ele caiu.
Quebrei a onda e fui ao seu encontro. Hey! Você foi ótimo! disse sinceramente impressionada.
- Eu cai de primeira disse resgatando sua prancha que se afastava com o balanço das águas.
- Mas se equilibrou mais de um minuto eu ri. Vamos de novo!
E a tarde se passou com grandes progressos, a cada tentativa Bruno se equilibrava por mais tempo ousando nas manobras que ele mesmo inventou. O sol mudou de posição lentamente acima de nós, a cada escaldo, tombo e risadas, até surfarmos com desempenho perfeito.
Á claridade crepuscular sentamo-nos na areia a beira-mar, o ar estava impregnado pelo salgado do oceano. O céu azul acinzentado raiado de vermelho, e nós aos beijos e cheios de areia.
-Ãh, espera. Vamos a um lugar primeiro. sobressaltou-se Bruno, quando íamos caminhado pela praia de volta ao carro, aproximadamente ás 21:00hrs.
- Quê?
- O colar... ele sorriu.
- Ah! E fomos correndo brincalhões pela areia até a barraca de madeira do Zig- o Hippie de dreds.
-Ficou realmente lindo. Eu disse passando as pontas de meus dedos nas pedras do colar no pescoço de Bruno.
- Sim, e muito parecidos. ele sorriu tocando o meu em meu pescoço. Abraçados encostados na lateral da Ferrari, eu não queria me despedir. Poderíamos passar o resto da noite ali, ou em qualquer outro lugar. Mas Bruno seguia um horário para me levar de volta ao hotel, como se fossemos namorados adolescentes, ele respeitava certos padrões.
- Quer subir? propus.
- Quer que eu suba? devolveu ele.
- Sim. Bruno beijou minha testa. Quero que cante pra mim...
Ele sorriu espera aqui. E deu a volta na Ferrari, abriu o porta-malas e segundos depois voltou com um violão na mão.
Sorri boba, colocando uma mecha de cabelo atrás da orelha. Ele me envolveu pela cintura e fomos em direção a escadaria do hotel.
- Bru, você não acha que podem nos ver?
- Quê? Quem? ele franziu o cenho.
- Os paparazzi, os fãs...
- Não quero expô-la. Mas se verem, que vejam. Você é a minha garota. ele deu de ombros.
Meu coração parou por um segundo e rebombou forte em me peito. Sou?
-É. ele sorriu e me deu um selinho. Enrubesci escondendo meu rosto em seu ombro, e sorri. Meu coração palpitando.
Acendi as luzes da suíte e joguei minha bolsa no cabideiro.
- Espera um pouquinho? eu disse indicando o banheiro.
- A vontade, flor. ele sorriu e abriu o zíper...
...da capa do violão.
Do banheiro ouvi os primeiros acordes soarem suavemente. Lavei o rosto, mas em seguida entrei de baixo do chuveiro; tirei o excesso de areia e sal do corpo. Vesti um vestido branco de alça e estampa vintage, sai do banheiro penteando os cabelos. Um aroma de morango seguiu-me até o tapete oriental onde Bruno estava sentado tocando uma melodia envolvente. Ele ergueu o olhar e sorriu meigo; Que delicia anjo. Meu coração bateu forte, havia insinuação em sua voz. Sorri e sentei ao seu lado, de pernas cruzadas, escovando meus cabelos.
It´s a beautiful night
(É uma bela noite)
We´re looking for something dumb to do
(Estamos à procura de uma besteira para fazer)
Hey baby, I think I wanna marry you
(Ei,querida Eu acho que quero me casar com você)
Is it the look in your eyes, Or is it this dancing juice?
(É o seu olhar? Ou é essa bebida?)
Who cares baby?
(Quem se importa, querida?)
I think I wanna marry you
(Eu acho que quero me casar com você)
Well I know this little chapel On the boulevard
(Bom, eu conheço esta capelinha na avenida)
We can go, no one will know ! Oh come on girl!
(Nós podemos ir Ninguém vai saber Oh, vamos lá garota!) ...
Não pude evitar, meu olhos marejaram, as lágrimas rolaram em minhas face. Recostei minha cabeça em seu ombro; não há palavras para expressar tal emoção. O Bruno Mars, por quem eu era apaixonada apenas por conhecer seu romantismo raro e voz doce, estava ao meu lado, cantando para mim. E eu era a garota dele. Não há como expressar isso. Você pode entender?
Cause you're amazing, Just the way you are Ouvi sua doce voz distante, senti braços a minha volta e em seguida o calor dos lençóis embaixo de mim.
*Continua!
LoveStory por : Yasmine Hernandez
Notas finais
Mahalo nui loa por ler!
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