How Deep Is Your Love
21 How Deep Is Your Love
Notas iniciais
4 meses depois
Fazia uma semana que Nicolas, o filho mais novo dos Puckerman, havia nascido, Finn saiu do banheiro derrotado, Puck tinha tirado férias do filme, porém ele continuava trabalhando e em dobro, já que o diretor tinha decidido gravar todas as cenas que o envolvessem, estava destruído, só queria sua cama, seu travesseiro e seu cobertor, porém foi outra coisa que encontrou, Rachel estava sentada passando creme na barriga que estava exposta, graças a um baby doll que era aberto na barriga, sabia que o ponto fraco do marido enquanto ela estava grávida era sua barriga, porém o rapaz estava tão cansado que seguiu até o closet pegando uma boxer, voltou e se jogou na cama, com a cabeça virada pro outro lado.
– Amor vem cá — ela pediu manhosa e ele se virou um pouco, para que pudesse olhá-la.
– Oi babe — ele falou.
– Eu to com saudades de você — ela disse manhosa se aproximando.
– Eu também amor, eu to tão cansado — ele disse já fechando os olhos.
– Finn Hudson — ela disse brava e ele abriu os olhos.
– Que eu fiz? — perguntou preocupado.
– Eu to aqui toda pronta pra você e você me diz que ta cansado? — ela perguntou irritada.
– Amor, eu to cansada, a minha dor de cabeça está voltando, eu prometo que quando eu estiver mais relaxado... — ele começou a dizer e ela começou a chorar.
– Você não me quer mais, porque eu to gorda, a culpa é tua, por ser burro, mas ter esperma esperto, sai daqui, eu não quero te ver nunca mais — ela disse o empurrando da cama.
– Amor, para com isso, você sabe que não é isso — ele disse já da porta, sabia que ficar perto da esposa em um momento desses não era bom.
– Sai — ela gritou pegando um vaso de flor, ele fechou a porta e deu pra ouvir o barulho do vidro se chocando com a mesma e quebrando, Finn fechou os olhos suspirando e assim que os abriu viu Christopher segurando seu ursinho e coçando os olhos.
– Papa, polque a mamãe ta glitando? — perguntou e Finn ficou sem saber o que responder.
– É por que... Por que... — ele não conseguia achar a palavra — porque eu não quis brincar com ela — disse fechando os olhos e pensando em quão idiota era aquilo que havia inventado.
– Polque você não quer blincar com a mamãe? — ele perguntou ainda com voz de sono.
– Porque o papai ta cansado, porque você não vai lá brincar com ela? — ele perguntou ao filho que pareceu ficar mais acordado.
– Eu vou buscar meus blinquedos — ele disse voltando pro quarto, Finn se encostou na parede do corredor, e suspirou, Annie saiu de seu quarto enrolada em seu robe.
– O que você fez? — ela perguntou ao pai.
– Eu... — ele não conseguia falar.
– Você negou sexo a ela? — Annie perguntou e ele arregalou os olhos — qual é pai? Você acha que eu não sei, eu a ajudei a se arrumar — a garota falou.
– Eu to cansado demais e minha cabeça está doendo — ele disse passando a mão pelo rosto.
– Porque não vai pro escritório, toma um remédio e eu vou tentar falar com ela — Annie falou e ele assentiu, desceu as escadas e foi direto para o escritório, sabia que nenhum remédio faria aquela dor de cabeça passar, se sentou na cadeira que ficava atrás de sua grande mesa de madeira e mármore, abriu uma gaveta da mesma, e pegou um álbum de foto, abriu o mesmo e havia muitas fotos de Finn e Rachel juntos na adolescência antes do acidente acontecer, fechou os olhos sentindo a dor piorar, odiava quando aquilo acontecia, já havia passado 16 anos e ele não conseguia lembrar de tudo que havia acontecido em sua vida, sempre iria ter aquele buraco e por mais que ele insistisse em tentar lembrar algo, aquela era a verdade, ele não iria lembrar de tudo, seriam poucas as coisas, encostou a testa na mesa.
– Você sabe que se nós cairmos daqui é morte certa? — ela perguntou.
– Pelo menos morreremos juntos — ele disse sério, o que fez ela gargalhar, levou a mão até o rosto do rapaz e acariciou seu rosto — se morrermos juntos, significa que eu cumpri minha promessa de passar o resto da minha vida ao lado da mulher que eu amo — ele disse e ela sorriu emocionada.
– Eu te amo — ela disse e ele se aproximou roçando seus lábios.
– Eu te amo — ele repetiu e ele encostou seus lábios, começando um beijo calmo.
– Amor, isso é tortura — ouviu a voz que tanto o acalmava e levantou a cabeça a fitando, Rachel estava usando um moletom — você sabe que ver fotos faz sua dor piorar — ela disse e ele sorriu de lado, fez sinal para ela vir até ele.
– Me perdoa? — ele pediu entrelaçando sua cintura.
– Não tem pelo que te perdoar, você está cansado, está com dor de cabeça, me perdoa por estar tão explosiva e sentimental nós últimos dias — ela disse acariciando seu rosto e ele sorriu.
– Não tem problema — ele disse e selou seus lábios, se levantou e pegou a mulher no colo a fazendo gargalhar, ela encostou a cabeça em seu peito — está com soninho? — ele perguntou e ela assentiu.
– Me nina? — pediu manhosa.
– Claro — ele disse dando um beijo no topo da sua cabeça.
...
Era 04h44min da manhã, Finn estava no oitavo sono quando sentiu a mão pequena da esposa lhe cutucando o rosto.
– Oi — ele disse ainda sem abrir os olhos.
– Amor, acho que eu to entrando em trabalho de parto — ela disse.
– Legal amor — ele disse se mexendo na cama e virando pro outro lado, sorriu, e de repente abriu os olhos os arregalando, se sentou na cama em um salto, fitando Rachel sentada na cama — Ah meu deus, vamos lá amor, respiração de cachorrinho — ele disse começando a respirar igual um cachorro e ela começou a rir.
– Amor, quem pode estar possivelmente parindo aqui, sou eu — ela disse se levantando da cama — pega as malas rosa no quarto da Sophie e da Melanie — ela disse e ele saiu correndo, Rachel vestiu apenas seu robe e logo Annie apareceu no quarto parecendo o pai de tão nervosa — filha calma, eu to bem — ela respondeu e Finn apareceu no quarto correndo, quase caiu quando entrou — amor calma — ela disse a ele.
– Amor, você ta parindo — ele disse nervoso.
– Tudo bem, respiração de cachorrinho amor — ela disse fazendo para ele que começou a imitá-la.
– Vamos logo — Annie disse ajudando a mãe a sair do quarto.
– Vamos, eu te amo — ele disse a Rachel e lhe deu um selinho demorado.
– Eu te amo — ela repetiu sorrindo.
...
Finn adentrou a casa praticamente dormindo, Annie e Rachel vinham abraçadas.
– Desculpa te acordar princesa — Rachel disse a filha.
– Tudo bem mãe — ela disse dando um beijo no rosto da mãe e a ajudando a subir as escadas.
– Ninguém me pede desculpas, por me acordar as 04h40min da manhã, sendo que estava tudo bem — Finn sussurrou e subiu as escadas, se jogou na cama e fechou os olhos, o sono veio rapidamente.
...
Finn abriu os olhos ao sentir alguém lhe cutucando.
– Amor — Rachel falou manhosa.
– Oi babe — ele disse e fechou os olhos.
– Eu to com desejo — ela disse mexendo ele.
– De que bebê? — ele perguntou.
– Jiló com abacaxi e... Cupcake azul da Carlos — ela disse animada.
– Amor, você sabe que a Carlos vai estar cheia hoje, vai estar lotada, além de ser em New Jersey — ele disse já de olhos abertos e viu os olhos da esposa se enchendo de lágrimas — não não, eu to indo bebê, daqui a pouco eu volto ta — ele disse antes que ela começasse a chorar, se levantou, pensou em ir trocar de roupa, porém lembrou que nem tinha tirado antes, deu um beijo em Rachel e saiu de casa.
Já era mais de meia noite quando Finn chegou em casa, apenas com o jiló e o abacaxi, a Carlos já estava fechada quando ele chegou lá, Rachel iria querer matá-lo, porém ele sabia de alguém que poderia ajudá-lo.
"Você ta fudido."Puck falou assim que atendeu o telefone, Finn podia ouvir o choro de Nicolas, e os gritos de Santana, lhe xingando em espanhol.
"O que eu fiz?" Ele perguntou enquanto ouvia o filho recém nascido do casal se esgoelar de tanto chorar.
"Era a primeira vez que ele estava dormindo a tanto tempo e você liga, ele acordou."Puck disse e bocejou. "Santana mandou falar que você é um cara morto e o Jake apoiou." Puck falou.
"Realmente eu sou, sua irmã ta com desejo de jiló com abacaxi e Cupcake azul."Finn disse passando a mão no rosto.
"Jiló? Sério?" Puck perguntou.
"Sério, isso eu consegui, mas o Cupcake azul não, e eu preciso da sua ajuda pra fazer."Finn disse e Puck começou a rir.
"Cara, eu não sei fazer isso." Ele disse.
"Por favor, eu vou morrer se não aparecer com um Cupcake azul no quarto."Ele disse e sorriu ao ouvir o amigo bufar.
"Ok, nós estamos indo, sim Santana, NÓS.”Puck disse antes de desligar causando risada no cunhado.
Finn foi até o escritório e ligou o computador para poder pegar alguma receita de cupcake, assim que conseguiu uma que parecia boa, foi até a cozinha e separou alguns ingredientes, uma mensagem chegou em seu celular, avisando que os Puckerman's já estavam lá, foi até porta e assim que a abriu, uma Santana mal humorado adentrou sua casa, ao lado de Jake que praticamente dormia em pé e Puck que trazia o bebê conforto, onde Nicolas agora dormia.
– Sobe lá cara — Finn disse tocando o ombro do sobrinho, que subiu as escadas praticamente se arrastando.
– Eu não posso ir também? — Puck perguntou sonolento.
– Se eu ficar aqui, você também vai — ela disse irritada e ele colocou o bebê na sala e foi até a cozinha junto com os dois, afinal tinham que fazer um Cupcake azul.
...
Finn abriu a porta do quarto devagar, Santana e Puck entraram juntos com o grandão, Finn colocou a bandeja na cama e se aproximou da esposa que dormia tranqüilamente, deu um beijo em seu rosto e ela sorriu.
– Eu trouxe o que você pediu — ele disse e quase caiu da cama de tão rápido que ela levantou.
– Desculpa amor — ela disse lhe dando um selinho, olhou o irmão e a amiga ali — o que vocês estão fazendo aqui? — perguntou.
– Seu marido estava meio desnorteado e nós viemos ajudá-lo — Puck disse sorrindo e Rachel sorriu de volta.
– Obrigado — ela disse aos três — agora cadê as coisas que eu pedi, eu to salivando de tanta vontade de comer — ela disse passando a língua pelos lábios, Finn lhe entregou a bandeja, e ela começou a comer o jiló com o abacaxi, enquanto os três ali quase vomitavam, se arrumou na cama parecendo incomodada com algo e com a mão tremendo abriu o prato que estava tampado, sorriu com um pouco de dificuldade, o que passou despercebido pelo marido e os outros dois, pegou o Cupcake e assim que deu a primeira mordida, fez uma careta.
– O que foi? Está ruim? — Finn perguntou preocupado e ela deixou o bolinho cair na bandeja, com cuidado, ergueu a coberta e concluiu o que estava achando, sua bolsa tinha estourado, ela estava entrando em trabalho de parto.
– A... Bolsa... — foi tudo que ela conseguiu dizer antes de gritar por conta da dor, o desespero invadiu o corpo do três ali.
– Ah meu deus, ela está em trabalho de parto — Finn disse desesperado — Amor, lembra respiração de cachorrinho — ele disse fazendo aquilo e ela imitou — Ah meu deus o que eu faço? — ele perguntou desesperado, para Santana que já estava ao seu lado, ela depositou um tapa com força em seu rosto.
– Se controla, você já teve 3 filhos — ela disse enquanto Puck corria até o quarto das gêmeas e pegava as bolsas delas — pega ela e vamos pro carro, amor você fica aqui com as crianças, liga pro Kurt e pro Blaine e vai pro hospital — A latina disse ao marido ao vê-lo voltar com as coisas, ele assentiu e ela desceu as escadas correndo enquanto Finn, descia do mesmo jeito, porém com uma Rachel gritando em seu colo.
– Calma amor, vai dar tudo certo — ele disse enquanto ela gritava cada vez mais.
...
– Oi, minha amiga ta entrando em trabalho de parto, e como esse era o hospital mais perto, nós viemos aqui, ela está grávida de gêmeas — Santana disse tudo apressadamente, enquanto Rachel respirava com dificuldade.
– Tudo bem você precisa preencher isso aqui — O enfermeiro disse entregando uma prancheta a Santana.
– E você acha que eu tenho tempo pra isso? — Ela disse jogando a prancheta pro alto.
– Senhora, você deve... — ele começou a dizer.
– AHHHHHHHHHHHH... — Rachel e Finn gritaram juntos.
– ELA TA TENDO OS BEBÊS — ele gritou enquanto ela ficava cada vez mais vermelha e gritava cada vez mais.
– Vão por ali — ele disse nervoso apontado um lugar para eles que seguiram correndo pra lá, duas enfermeiras vieram com uma cadeira de rodas para poder levar Rachel para a sala de parto, enquanto Finn e Santana se preparavam.
...
– EU NÃO AGUENTO MAIS — Rachel gritava enquanto empurrava, Finn estava de lado segurando sua mão, enquanto Santana estava do outro fazendo o mesmo.
– Vamos Rachel, empurre — a médica disse, enquanto ela se esforçava o máximo possível.
– NÃO SAI — Ela gritou de novo — EU TE ODEIO FINN, A CULPA É SUA, VOCÊ NUNCA MAIS VAI POR UM DEDO EM MIM — ela gritava cada vez mais alto, e apertava cada vez mais a mão do marido.
– Já estou vendo a cabeça, mais um pouco Rachel — o médico disse e ela forçou mais um pouco, logo um choro aguda foi ouvido, o médico tirou a menininha que ainda chorava descontroladamente, deixando os pais emocionados — vamos lá Rachel, precisamos empurrar mais agora — ele disse e assim ela fez, porém parecia que estava mais difícil — empurre Rachel — o médico pediu.
– VOCÊ QUER TROCAR? — ela perguntou irritada e ele fez que não com a cabeça.
– Mais um pouco — o médico disse e Rachel gritou mais uma vez, antes de relaxar o corpo, outro choro foi ouvido e o médico ergueu a outra filha do casal, que mesmo estando sujinha, era percebível sua semelhança com o pai.
– Eu disse que ia dar tudo certo — Finn disse tirando um cabelo da testa molhada de Rachel, enquanto ela sorria, ainda um pouco ofegante.
– Mamãe — a enfermeira disse segurando as duas menininhas nos braços, Rachel sorriu entre as lágrimas e Finn pegou uma das duas, enquanto a enfermeira colocava a outra sobre Rachel.
– Eu te amo — ela disse olhando o marido que se abaixou um pouco para que ela pudesse olhar a filha.
– Eu também te amo — ele disse sorrindo enquanto acariciava o rosto da filha.
...
– Elas são tão lindas — Santana disse, ela, Kurt, Blaine e Puck estavam juntos de Finn admirando Sophie e Melanie que estavam no berço ao lado da cama de Rachel, que ressonava tranqüilamente, a enfermeira tinha acabado de levar as gêmeas para junto da mãe, que acabou dormindo.
– Elas são perfeitas — Finn disse como pai bobão que era, Sophie começou a chorar e Rachel acordou, Finn pegou a filha e começou a niná-la, enquanto a baixinha, assim como os outros ali, admiravam a cena, as crianças adentraram o quarto gritando, principalmente Christopher, o que acabou fazendo Melanie acordar, Rachel pegou a filha, e começou a niná-la, enquanto os filhos ficavam em volta dela e do marido conhecendo as irmãs, enquanto os tios babões imitavam voz de crianças pra chamar a atenção das recém nascidas, sim eles realmente tinham uma família louca.
...
5 meses depois
Finn e Rachel estavam cada vez mais felizes, a vida do casal não poderia estar mais perfeita, Finn finalmente havia parado de gravar o filme junto de Puck, Rachel recebeu um convite pra protagonizar um filme de romance musical, o que causou uma briga entre eles, porém tudo ficou perfeito quando Finn foi contratado para ser o par romântico da esposa. Eles haviam resolvido tirar umas férias com toda a família, isso incluía os Puckerman's, os Anderson's, os Evans, os pais de Finn e os pais de Rachel, eles iriam para a Carolina do Norte, na verdade já estavam lá, Rachel estava se arrumando para o jantar da primeira noite, Finn estava sentado na cama do quarto dos dois, esperando a esposa, ele perdeu o fôlego assim que ela saiu.
– Você está linda – ele disse levantando e indo até a esposa, ela usava um vestido preto um pouco acima dos joelhos e um scarpin preto, na opinião de Finn, nem parecia que ela já havia tido cinco filhos, continuava com o mesmo corpo perfeito.
– Você também esta – ela disse, ele estava usando um jeans, camiseta social e uma blusa de couro.
– Eles disseram que vão estar no restaurante – Finn avisou enquanto os dois saiam do quarto.
– E as crianças? – Rachel perguntou preocupada, odiava ficar longe dos filhos, ainda mais agora que também havia Sophie e Melanie.
– Fica tranqüila, o Kurt e o Blaine estão cuidando delas – Finn disse e ela sorriu, os dois foram até o carro, onde Finn abriu a porta do banco de trás, logo entrando também, o motorista começou a ir para onde havia sido instruído, o caminho foi cheio de sorrisos, carinho e beijos.
O carro parou na beira da praia e os dois estranharam.
– Cody porque estamos aqui? – Finn perguntou confuso.
– Ordens da senhorita Lopez – ele disse descendo do carro e abrindo a porta para os dois, Rachel tirou os sapatos assim como Finn e foram para a areia, havia algumas placas que indicavam para onde eles tinham que ir e depois de andarem um pouco, havia uma ultima placa.
Chegaram a seu destino!!! Façam um bom passeio.
Santana, Puck, Kurt, Blaine, Sam, Britt, seus pais, seus sobrinhos e seus filhos amados...
Os dois riram ao ler o ultimo, havia uma seta que apontava para o píer que havia ali, havia um iate ali e assim que chegaram um homem fardado veio até eles.
– Bem Vindos ao Romeu e Julieta – ele disse cumprimentando os dois que sorriram como resposta, foram para frente do barco, que logo começou a se movimentar.
– Não acredito que eles fizeram isso – Rachel disse rindo e tomando o champanhe que Finn tinha aberto.
– Acho que eles queriam nos dar um descanso, não que ficar sem minhas princesas, Charlie e Chris seja bom – ele disse com cara de pai protetor.
– Eu também não queria isso, mas é só uma noite amor, faz tanto tempo que não ficamos sozinhos assim – ela disse já começando a abrir sua camisa social.
– Eu estava morrendo de saudades disso – ele sussurrou perto de sua orelha e ela se arrepiou toda.
– Eu também, mas eu quero dançar – ela disse se afastando e indo até o aparelho de som que havia ali, sorriu ao ouvir a música que começou a tocar.
I know your eyes in the morning sun
I feel you touch me in the pouring rain
And the moment that you wander far from me
I wanna feel you in my arms again
Se aproximou dele encostando seus corpos, começou a se movimentar lentamente envolvendo os braços envolto seu pescoço, enquanto ele a abraçava pela cintura.
– Eu me lembrei – ele disse baixo e ela ficou confusa.
– Do que? – perguntou.
– Do que aconteceu quando eu fiquei apagado – ele disse e ela ficou mais confusa ainda – pode parecer coisa de louco, mas você estava lá – ele disse acariciando o rosto da esposa – eu disse, eu não quero te perder e você disse, você não vai, nunca, digamos que você cumpriu sua promessa — ele disse sorrindo e ela sorriu também.
– Foram os piores dias da minha vida, eu achei que você fosse morrer — ela disse com a voz embargada.
– Mas eu não morri, eu estou aqui, e sempre vou estar, a mãe dos meu filhos, a mulher da minha vida — ele disse encostando suas testas.
And you come to me on a summer breeze
Keep me warm in your love then you softly leave
– Você é minha vida — ele disse roçando seus lábios.
– E você a minha — ela disse e encostou seus lábios começando um beijo calmo.
Uma história de amor que sofreu complicações, teve momentos ruins, porém o amor foi mais forte, um amor profundo, capaz de qualquer coisa para manter aquilo intacto, um amor que colocou em risco a saúde e a vida dos dois, porém se ficassem separados isso sim, iria prejudicar eles. Existem vários tipos de amor... Amor doce, amor fundo, amor do tamanho do mundo, amor que aumenta a cada segundo, amor gostoso, amor perigoso, amor de alma, amor que intimamente acalma, mas não existe coisa mais forte e poderosa que o amor verdadeiro e é isso que os dois viviam, um amor verdadeiro e profundo.
And it's me you need to show how deep is your love
Is your love, how deep is your love
I really mean to learn
Cause we're living in a world of fools
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