How Can I Not Love It?
19 Ciúmes de um Marimo! A Ligação entre Perona e Roronoa!
Notas iniciais

Fui em direção ao quarto com várias guloseimas em mãos, Chopper e Usopp rapidamente apareceram com os olhos brilhando e morrendo de vontade de comer o algodão doce. Como eu não estava afim de dar bronca neles hoje, lhes dei apenas o algodão.
O estranho era que Luffy não estava ali me perturbando...
Será que ele ainda estava chateado pelo acontecido mais cedo? Não... Luffy não é assim, ele não fica chateado por muito tempo com alguém por muito tempo. Com certeza ele foi ler o mangá Beelzebub que ele tanto adora, quero só ver o quanto ele vai ficar abalado ao saber que logo logo vai acabar.
– Tadaima minna! — eu coloquei os doces na mesinha ali perto e me sentei juntos às meninas. — sobre o que estavam falando?
– Sobre nada ainda — disse Vivi. — Estávamos esperando você chegar, Nami-san.
– Mas sabe o que seria bom nós falarmos? Sobre os garotos... — sugeriu Margaret, um pouco corada.
Uma lâmpada se acendeu acima de minha cabeça.
– Claro! Por que não? — me animei. — você é a Silk, certo? Irmã do Sanji? — apontei para a mesma, que estava do lado de Bonney.
– H-Hai... — respondeu tímida. As outras meninas se surpreenderam, ninguém sabia que Kuroashi Sanji tinha uma irmã.
– Você por acaso gosta de algum menino? Tem alguma preferencia?
– Hmm... — a Kuroashi pensou por uns instantes. — na verdade não tenho não.
– "Ótimo" E o que você acha do Sabo?
– Quem é Sabo?
Nojiko segurou a risada.
– "Coitado do Sabo... Tenho leve impressão de que ele nunca vai sair da friendzone. Ou melhor, acho que esses dois não vão ser nem conhecidos..." — a mesma pensou, morrendo de pena e com vontade de rir ao mesmo tempo.
– E-Eh? — eu me surpreendi um pouco. — Como alguém no mundo não conhece o presidente Sabo?
– Tsc, eu falei dele pra você não faz nem uma semana direito, Silk. — uma rosada se intrometeu.
– Ah então você estava falando do Sabo, dos famosos ASL. — a loira se lembrou. — eu não acho nada nele. Nem o conheço. Aliás, já tem uma garoto que eu gosto...
– "O Sabo tá ferrado." *gota*
– E você Nami-san? — perguntou Shirahoshi. — você tem outros tipos de sentimentos por ele?
(...)
Zoro P.O.V
Lá estava o eu como sempre, de olho na sapeca Tashigi, que brincava com Sheila, Aisa, Apis, e Konama. Ultimamente parece que ela anda mais animada que o normal...
Será que é por causa da Robin?
Eu realmente não sei...
Esses pensamentos foram deixados de lado quando vi a Robin. Ela estava sentada em um puff azul, e conversava animadamente com outra pessoa. Ou deveria dizer... um CARA?
Tsc eles parecem estar se divertindo muito falando desse livro... Sim, eu sei que eles estão falando desse livro porque eu tenho uma ótima audição. É melhor eu prestar atenção no que eles falam:
– Ara ara Law-san. Você continua atento como sempre! Sempre me recomendando ótimos livros. O ultimo que li me inspirou bastante, acho que irei até publicar um novo livro. — falou a Robin. Gr... O que deu nela pra ficar bajulhando esse tal de Law? Ela não é do tipo que fica elogiando os outros assim.
– Hontou Nico-ya? Tenho certeza de que seria outro sucesso. Eu mesmo o leria. Suas histórias são espetaculáres. — ele não sorri. Mas dá pra ver pelo seu olhar que está gostando bastante da conversa.
– O que me sugere? Um mistério? Terror? Comédia? Ou talvez um...
– Romance. Um romance é perfeito para você. Porém não um clichê, não combina. Você seria experiente o suficiente para fazer algo mais sério, assim como sua personalidade incrível. — pela primeira vez ele sorriu. Por acaso ele está cantando ela? É isso mesmo que eu tô escutando?
– Zorinhoo! — chamou a pirralha. Com esses gritinhos histéricos não dá pra escutar nada! — por que você tá todo distraído hein? Seu bobo — ela deu língua.
– O que você quer, tampinha?! — perguntei curto e grosso. Essa Tashigi só me perturba em momentos inconvenientes.
– Eu só queria que você tirasse o canudo do meu Todinho que afundou... Olha só, eu não consigo pegar. — peguei esse maldito todinho e fiquei tentando tirar esse maldito canudo também! E maldita seja a fábrica de Todinho que ninguém consegue tirar esse canudo maldito!
Maldito seja esse mundo!
P.O.V Tashigi
Nyaa... Isso sempre acontece quando eu vou tomar Todinho. O único lado bom disso é que o Zorinho nunca, jamais consegue tirar o canudo dali. Antigamente, sempre que o Zorinho não conseguia, a Onee-chan tirava pra mim.
Isso quando... Ela ainda morava com a gente...
Eh? Aquela ali não é a Robin-nee? Ela tá conversando com um moço...
Espera aí, isso não pode! A Robin-nee é do Zorinho!
P.O.V N/A
O Roronoa não conseguia de jeito nenhum tirar o Canudo de dentro do Todinho. Já tentara de todas as maneiras, e pelo estresse tomou uma decisão radical: tentar tirar o canudinho com sua Shuusiu.
Conclusão: deu merda.
Ele sem querer, ou melhor, pela força que colocara, a caixinha de achocolatado se partiu ao meio.
Zoro olhou para Tashigi que fora conversar com e Law e Robin, e, surpresa: ela parecia bem animada conversando com os dois. Isso já estava se tornando irritante. O que aquele cara tinha de tão especial?
– Volteei. — a pequena voltou e rapidamente deu falta de seu Todinho. — Zorinho... Cadê o meu... — logo que viu o líquido marrom escorrendo no chão, entendeu. — M-Meu Todinho... *snif* BUAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH!!!
– Ta-chi? Qual é o problema? — indagou Robin, que de longe ouviu o berro repentino de Tashigi.
– O ZORINHO MATOU MEU TODINHOOOOOOO!!!!!!!
– Pra que diabos você fez isso? — mesmo não gostando muito de crianças, Law se sentiu na obrigação de perguntar isso ao Roronoa, que ficou ainda mais irritado com o jovem cirurgião.
– Isso não é da sua conta, e além do mais, eu não tive a intenção. — ele deu as costas e subiu para o quarto, deixando Tashigi ali chorando.
– Bepo!!!! — chamou o Trafalgar, e quase no mesmo instante apareceu um urso branco, provavelmente polar.
– Hai, Captain? — ele esponde. Isso assustou um pouco a pequena Roronoa.
– Arruma algum chocolate pra menina. Leve-a à cozinha para escolher.
– Hmm... Tá bom. — ele segura a mão da garotinha, e eles vão em direção a cozinha.
*
*
*
Aff por que as coisas tinham que ser assim? Primeiro, Law fica todo amiguinho da Robin e ele dela. Isso já o irritou. E agora Tashigi? Quem vai ser o próximo, Chopper?
Zoro estava deitado em sua cama. Ou melhor, jogado. Vestia apenas uma bermuda e estava sem blusa, mesmo a noite estando frio ele nem ligava, afinal, frio é psicológico.
~Hamtaro vem aí! Hamtaro!
Estamos juntos, conseguimos.
Sou seu fã! Somos loucos por sementes.~
Seu celular tocou. Uma veia pulsou em sua testa.
Tashigi tinha definido seu toque como a abertura de Hamtaro?
De novo?
O pior foi a último, a musiquinha dos teletubbies... Foi zoado durante três meses pelos membros da banda Mugiwaras.
Enfim, acabou atendendo. Nem mesmo olhou quem era pois estava sem paciência.
– Que é?
– Nossa... É assim que você atende o celular? — reconheceu no mesmo segundo aquela voz, era impossível não reconhecer.
– Pronto, lá vem o capeta pra me infernizar. Fala logo, o que você quer? Eu quero dormir!
– Preferia quando você era mais novo... Porém ainda era grosso e nada fofinho. Mas pelo menos não falava comigo dessa maneira tão rude.
– É porque você era menos chata do que é hoje em dia.
– Hum. Vou deixar essa passar. Se não eu te dava uns beliscos via celular mesmo. Daqui uma semana eu vou pra sua casa te visitar. Que eu saiba você terá um show, certo? Pois bem, eu vou assisti-lo.
– O QUE? Só por cima do meu cadáver! Lá em casa que você não fica! Vai ser uma má influência pra pirralha. Principalmente se estiver com o maldito do Mihawk.
– É óbvio que vou estar com o Mihawk, seu burrinho. Mas isso não vem ao caso. Nós vamos ficar sim na sua casa porque eu estou dizendo que vamos!
– Que eu lembre a casa é de quem mesmo? — foi irônico.
– Não interessa de quem é a casa. E além do mais, Mihawk quer te contar uma coisa muito importante.
– E do que se trata?
– Se eu contar agora não terá graça nenhuma hihi. Mas tenho certeza de que você vai ficar muito surpreso, e até indignado. Ah e falando nisso, têm mantido contato com seus pais?
– Não. Eles que têm que me procurar. Eu não procuro por ninguém.
– Atualmente não é? Faz um tempinho Mihawk te deixou uma enorme cicatriz no peito pra mostrar que você era um fraco. Fraco! Fraco! Fraco! E burro por achar que venceria Mihawk com aquelas habilidades. Por acaso você tinha esquecido que ele é o melhor espadachim do mundo? Pena que eu tinha saído no dia que você apareceu...
– CALA A BOCA! — o esverdiado se exalta, essa já era a gota d'água — Você fala demais, mulher irritante! Quer aparecer? APAREÇA! Mas eu vou me certificar de mandar os porteiros não deixam você entrar!
– Bléé — ela falou, mas ele tinha certeza de que ela havia lhe dado lígua. — é o que vamos ver! É só o Minhawk lançar um olhar pra eles e então...
*bip*
Ele desliga na cara dela. Essa mulher é mesmo irritante. Por que ele tinha que conhecer tantas mulheres irritantes? Ela, Robin, Tashigi, Monet, Nami, Kuina...
– Zoro! — chamou um certo Mugiwara. — com quem você estava falando no celular? Parecia tãão bravo. — Luffy o olhou com aquele olhar inocente, mas tão curioso que Zoro sabia que não desistiria fácil.
– Você se lembra quando éramos pequenos e eu te levei lá em casa?
– Lembro sim. Por que?
Aeroporto; Nesse mesmo momento; 21:14.
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Faz tanto tempo
Que não te vejo
Me dá vontade
De te dar um beijo
Como fazíamos quando éramos pequenos...
.
Você chegava
Todo ralado
De olho roxo
E braço quebrado
E eu limpava suas feridas ao seu lado...
.
Tinha medo
De você ir embora
E não lembrar de mim
Nem por uma hora
Foi mais ou menos isso que aconteceu...
.
Eu e você somos diferentes
Não somos amigos
Muito menos parentes
E hoje em dia somos como inimigos...
.
Finjo que nem ligo pra isso
Mas já estou louca pra te ver
Minha vontade é de olhar nos seus olhos e dizer:
"Amo você"
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– O que é isso? Você escrevendo? — perguntou o "olhos de falcão", olhando para a garota que escrevia em seu caderno cor de rosa.
– Que que tem hein?! — deu língua. As vezes, Mihawk podia ser bem irritante. Até mais que ela.
– E está escrevendo sobre o que, Perona? É algum trabalho de escola?
Ela abaixou a cabeça, e suspirou pesadamente.
– Não é não mas... — olhou pela janela do avião. — não se preocupe. Não é nada de importante.
To be Continued
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